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História Verdade e Consequência - Capítulo 47


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Capítulo 47 - 47. Promessas


Fanfic / Fanfiction Verdade e Consequência - Capítulo 47 - 47. Promessas

E o toque de Tom em minha coxa foi se tornando mais exigente e nosso beijo foi se tornando mais profundo com nossas línguas procurando o caminho cada vez menos explorado. Eu estava transbordando de alegria e o espetáculo que era o principal se tornou secundário diante da novidade de ter Tom ao meu lado. Sim eu o amo, e ele me amava... E eu não precisava de mais nada para ser tão feliz como agora.

- Eu não consigo mais Ana...- Tom se afastou um pouco de mim e nossas cabeças se encostaram tentando acalmar nossas respirações.

- O que Tom, o que você não consegue?

- Ficar longe de você. Dessa vez você não vai conseguir se livrar de mim.

- Nem eu quero isso Tom... Mas eu tenho medo...

- Medo do que? - estava confuso.

- Não sei... relacionamentos...

- Eu também tenho medo... Eles são uma merda mesmo, como dissemos, mas mesmo assim, nós precisamos dele pra saber.

E eu ri da constatação dele.

- Verdade! Eu preciso de você Tom.- e tive uma ideia.- vamos sair daqui.

E ele me fez sentar novamente na cadeira almofadada com um das mãos em meus ombros, enquanto sua outra mão, abria minhas pernas diante dele.

- Você não vai fazer aqui...- eu disse com os olhos escuros de excitação.

Nos beijamos com mais ardor enquanto minhas mãos passavam pelo seu bíceps forte e descia em seu peitoral definido descendo para seu membro já duro dentro de sua calça.

- Você me deixa louca Tom ...- sussurro sentindo seus dedos procurando o caminho já explorado entre minhas pernas, arredando minha calcinha para o lado.

- Como se você também não me deixasse maluco ...- e me beijou com a maior ousadia enquanto ao nosso fundo tocava a melhor música do fantasma da ópera, aquela a qual eu mais me identificava. E sabendo como estávamos excitados querendo ir muito mais a fundo naqueles toques eu Levantei puxando-o pela mão, ajeitando meu vestido e saindo pelo corredor muito bem decorado do Majestic Theatre enquanto parava algumas vezes para beija- lo. E como era boa a sensação de sentir a sua força diante de mim e me sentir protegida dentro do seu abraço.

- Espera!!- ele disse - Deixe me acalmar um pouco.- enquanto tentava abaixar o volume que ocasionei nele ao toca- lo com paixão e vontade.

Eu sorria feliz esquecendo de onde Vincent estava, não me importando muito com nada do que qualquer pessoa fosse pensar.

Entrei no táxi parado em frente ao teatro e puxando a mão de Tom percebendo a feição de dor que ele fez.

- Me desculpe Tom...- disse preocupada.

- Não se preocupe, é normal e vai passar.- ele disse tirando minhas mãos do ferimento e a beijando.

- Hotel Plaza por favor. - dei o endereço ao motorista do táxi.

E no banco traseiro sentei ao lado de Tom completamente realizada como mulher e no rosto dele eu conseguia ver que também se sentia assim como homem. E era a primeira vez que nos beijamos diante de alguma testemunha.

- O que você pensa em fazer? - ele perguntou.

- Te levar ao meu quarto. Já fui ao seu quarto uma vez, agora você vai no meu! - eu sorri plena.

- Puxa, que comparação de quarto. - ele me disse tocando minha cintura e me puxando para mais um beijo enquanto eu o segurava evitando maior contato.

- Calma, Tom! - sussurro em seu ouvido e parece que aquilo teve uma reação inversa ao que queria, pois suas mãos deslizaram por entre a fenda do vestido subindo por entre minhas pernas.

- Quero você toda pra mim Ana... Sempre!

E quando abri a porta do quarto do hotel passando o cartão, Tom me puxou novamente para perto dele e num impulso me pegou no colo e olhei seus olhos claros e brilhantes pra mim que denunciam naquele instante tudo o que ele queria fazer comigo.

- Ah Tom...- e saber que quando acordei naquele dia eu estava perdida em tristeza e sonhos impossíveis. Pensar que quando Vincent me ordenou vestir o melhor vestido naquela noite e me maquiou na mais perfeita ordem eu não queria sair da cama.
E ele me viu sorrindo sozinha e me colocou na enorme cama do quarto, extasiado pela visão que tinha do luxo do quarto e minha toda para si.

- O que está sorrindo?? - ele perguntou tirando o blazer escuro, enquanto eu tirava meus sapatos altos.

- Você armou com Vincent!! - eu disse saindo da cama e ficando em pé me virando de costas a ele. - Abra!

Ordenei para que ele abrisse o zíper atrás do vestido. Tirando meus cabelos senti o leve toque de seus dedos descendo o zíper ao longo do vestido até chegar na altura de meu quadril.

- Eu só perguntei onde vocês estariam e qual seria o assento... O resto foi comigo!!

E ficando novamente em sua frente, abri botão por botão de sua camisa, imaginando que ele não teria outra roupa pra vestir no dia seguinte, então fui muito calma dessa vez.

E tirando a camisa de Tom, olhei o curativo e não pude deixar de tocar aquele local.

- Ainda bem que você está aqui! - eu disse sentindo o calor do seu corpo grudado ao meu. - Eu não sei o que faria sem você na minha vida.

- Eu aguentei tudo por você Ana!

- Me desculpe Tom...- disse lembrando de tudo.

- Não tem motivo mais Ana, já está tudo certo... Tudo ocorreu da maneira como tinha que acontecer.

- Se você morresse com quem eu iria brigar, ou provocar?

E sentado na beira da cama, Tom me puxou por entre suas pernas abertas e tirou meu sutiã, admirando meios seios fartos a sua frente e os beijou, e se abaixou um pouco descendo seus lábios enquanto beijava minha barriga e me virava admirando meu bumbum volumoso e me arrepiei ao toque. Senti um leve tapa me fazendo sorrir.

- Ah você gosta de bater é? - coloquei minhas pernas entre seu quadril ficando em seu colo, colados um ao outro, sentindo o calor que emanava dele.

- Só com você... Sua bunda é muito gostosa.

E eu o empurrei delicadamente para deitar na cama, tomando cuidado com seu ferimento, para não machuca- lo.

Beijava seu peito, seu abdômen muito definido, e sentia seu cheiro amadeirado que eu tanto amava. Tirei sua calça e o restante jogando tudo para o lado sem me preocupar com nada. Sentei em cima de seu membro grosso e duro e me movimentei em cima dele, ainda de calcinha, curtindo a sensação e o toque dele em meu seios, e em minha cintura. E eu rebolava nele o deixando visivelmente excitado.
E rapidamente, como se não tivesse machucado, me tirou de cima dele, me colocando deitada sobre os lençóis macios e cheirosos da cama me encarando com seus olhos notando suas pupilas mais escuras e dilatadas. Nossas respirações mais aceleradas, e seu rosto foi descendo até o meu enquanto ele segurava uma perna minha e colocava atrás de suas costas, passando suavemente por minhas coxas, puxando para o lado a calcinha úmida de excitação, por ele.
Sem conseguir controlar, soltei um gemido ao sentir ser penetrada vagarosamente enquanto eu o olhava se deliciando com a sensação de estar dentro de mim.
Uma de suas mãos seguravam minha perna e a outra ele controlava o próprio peso sobre mim, enquanto as estocadas iam cada vez mais fundo e cada vez mais rápido e forte.
Eu mordia meu lábio inferior enquanto minhas mãos procuravam suas costas largas e desci sentindo sua bunda redonda e gostosa sobre mim.

- Continua...- eu dizia sentindo-o todo para mim.

- Sempre.- sussurrando em meu ouvido.

E quando gozamos juntos sentindo toda aquela sensação inebriante percorrendo em correntes elétricas por todo corpo, Tom ainda sobre mim, com os olhos detalhando cada traço meu como se não quisesse perder nenhum detalhe.

- Eu te amo Ana!

E sorrindo ao ouvir aquilo logo após aquele sexo delicioso e delicado, me satisfiz por completo e não precisava de mais nada na minha vida a partir dali.

- Eu também Tom...

- Espero que esteja preparada!

- Para quê?? - eu perguntei me virando e ficando abraçada a ele.

- Falei sério, quando disse que não vou ficar longe de você ...

- Sim...eu ouvi! Eu também quero ficar com você Tom.

- Acho que não me expliquei direito Ana... - uma pausa. - Eu quero me casar com você, morar junto, ter uma família...

E escutar aquelas palavras foram as mais românticas que eu escutei. Quando meu ex noivo me pediu em casamento foi quase como uma exigência de contrato ou algo de trabalho. Nunca comentou sobre família ou essas coisas que todo casal sonha.

- Eu quero ter uma família com você Ana... Você quer ter comigo??

E eu olhei para seu ferimento a bala e no outro que ele tinha tomado de raspão que ele havia comentado, lembrei e imaginei todas as possibilidades de perigo que ele poderia passar com seu cargo na polícia.

- Não Tom... - eu disse me cobrindo com o lençol.

E seu olhar foi do ápice da felicidade ao da frustração.

- Como vou casar com você Tom, vivendo no Pânico se vai voltar pra casa, vivo ou num caixão. Quando soube que havia sido baleado eu fiquei muito abalada, e...não sei como viverei se algo te acontecer...

- É só por isso Ana? - ele passou as mãos entre meus cabelos, os puxando para perto de si.

- Sim... só por isso. Não quero que morra dessa forma, quero que morra bem velhinho e de preferência comigo.

- Eu largo a polícia Ana! - ele disse sorrindo aliviado.- Por você eu largo.

E eu sentei de joelhos na cama feliz esquecendo da minha nudez.

- Jura Tom? - e eu o beijei pulando em cima dele, alegre por ouvir aquilo.

- Juro. - e me correspondeu ao beijo me levando no colo no banheiro. - Agora vamos curtir essa banheira, quero você dentro da água, venha! - ordenou.

No final da outra semana enquanto eu estava quase terminando as fotos dentro da nightclub Marquee uma das mais famosas de Nova Iorque, Tom estava sentado observando toda a sessão de fotos visivelmente enciumado. Ele bufava segurando meu casaco enquanto maquiadoras se aproximavam de mim ajustando os detalhes e Vincent tirava as fotos junto com outro fotógrafo e me ditava as poses que deveria fazer.

- Assim não dá Ana...- Tom me disse em um momento em que fui próximo a ele beija-lo.

- Calma Tom. Está acabando!

- Estou dizendo que está foda te ver assim e todo mundo te ver assim também Ana!!

- Eu sei Tom, eu imagino... Eu não te contei, mas esse é meu último trabalho. Eu não vou continuar sendo modelo. Então fica calmo ok.

E para ele ouvir aquilo foi um alívio. Eu sabia que seria muito difícil para ele, ciumento como era, me ver sendo fotografada seminua diante de tantas pessoas. E eu entendia e respeitava seus sentimentos, e não só por ele, já há algum tempo eu queria parar, me enraizar num lugar e parar com viagens.

- Mas você vai ficar feliz com isso Ana? - escutei ele preocupado ao saber de minha decisão.- Não quero que saía somente porque não aguento ver você de lingerie na frente dos outros.

- Sim Tom, eu vou abrir um negócio em Sacramento com Vincent uma agência de modelos. E assim não viajarei mais. Mesmo porque Tom, Ryan e Vincent querem se conhecer melhor... E vai ser tudo perfeito para todos.

- O quê?- Tom não entendeu a princípio. - Você está brincando...

- Ele te falou aquele dia na festa que eu não fazia seu tipo, você não acreditou...

E sorrimos juntos nos beijando na frente de todos ali naquele estúdio improvisado dentro da Marquee, luzes e toda a instalação em volta de nós e, Vincent sem que percebi, tirou muitas fotos nossas, minha e de Tom naquele momento tão natural e carinhoso.

- As fotos vão ficar lindas.- ele disse quando paramos de nós beijar. - vá se trocar que acabou Ana, está tudo pronto já.

Quando fui sair para me vestir, senti Tom me puxando novamente.

- Você não respondeu ainda Ana.

- Sobre?

- Se quer ser minha mulher?

E sorrindo beijei seu rosto com aquela barba maravilhosa que eu amava tanto.

- Lógico Tom! Com certeza amor...

E senti ele colocar em meu dedo anelar um anel solitário rodeado de pequenos diamantes e o maior na ponta. O brilho era intenso e provocante aos olhos de quem via ao longe.

- É lindo Tom...! - e olhei minha mão, embasbacada com a beleza e com o bom gosto que Tom teve ao escolher aquele solitário de diamante.

- Que bom que gostou. Me chama de novo, quero ouvir...

- Do quê?

- Amor...- ele sussurrou pedindo pelo apelido carinhoso.

- Será que sua mãe vai gostar de mim amor? - me lembrei de nossas famílias e do susto que levariam com todas essas informações.

- Desde que batizamos Carol, ela sempre soube ou desconfiou que era você. Mas vai amar você só pelo fato de conseguir tirar seu filhinho amado da polícia.

E sorri aliviada e tensa em imaginar conhecendo de perto sua mãe.

- Vamos? - eu disse pegando Tom pela mão o puxando para fora da nightclub deixando Vincent para trás, pois eles tinham que guardar tudo e fazer o que faltava. Em vários momentos me vi admirando o anel em minha mão, como uma menina, uma adolescente embasbacada com seu primeiro namorado.



***
E é isso....
Estamos na finaleira com mais alguns bônus pra vocês ficarem juntas comigo mais um pouco.

Como sempre peço votem e comentem

O novo booktrailer do meu novo livro, peço que adicionem na biblioteca de vocês para saberem dos avisos e tudo. Tem que entrar no meu perfil e adicionar ok. Agradeço muito.





Milhões de beijos.



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