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História Verdade ou Consequência - Capítulo 2


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Notas do Autor


Aqui está a parte final da historia.
Agradeço de verdade cada curtida e cada comentário. Vocês são umas lindas.

OBS: Espero que não me matem pelo final.

Capítulo 2 - Parte 2


Flashback on

A festa estava animada, todo mundo bebendo e se divertindo. Mas aos poucos os convidados começaram a ir embora. No fim das contas restaram apenas os 6 amigos: Paola, Henrique, Jacquin, Rosangela, Ana Paula e Patrício, que, ao que parecia, não iriam embora tão cedo.

Eles estavam bebendo a algum tempo, não o suficiente para o auge de sua embriaguez, mas já o suficiente para falarem algumas besteiras e rir descontroladamente.

- Devíamos jogar o tema da festa...

Ana Paula disse com a voz um pouco alterada, fazendo os amigos rirem. E todos acharam bem conveniente... afinal como pode uma festa com o tema verdade ou conseqüência sem nenhuma das coisas acontecendo? Acharam uma garrafa de vodka pela metade e logo trataram de esvaziá-la

Eles se sentaram no chão em um circulo, cada qual com seu copo de bebida, quando Ana se pronunciou.

- Vamos estabelecer algumas regras aqui, pro jogo ficar mais interessante. Tudo o que for dito ou feito aqui deve ficar aqui.

Os 5 concordaram levando o copo de bebida em um brinde e bebendo logo em seguida. Ela continuou

- Não vamos girar a garrafa para definir quem vai perguntar e responder. Quem girar irá perguntar e pra quem a garrafa apontar vai responder e seguimos no sentido horário. Pode perguntar qualquer coisa, de qualquer nível, bem como pedir qualquer conseqüência de qualquer nível, desde que não saia desse espaço físico.

Alguns ficaram meio receosos mas levantaram os copos em concordância bebendo logo em seguida. E seguiu para ultima parte das regras.

- Não pode pedir verdade ou conseqüência por mais de duas vezes seguidas, contudo, quem não quiser responder ou cumprir a conseqüência pode simplesmente pagar, com uma peça de roupa.

Ela terminou a fala com um sorriso bem malicioso, enquanto todos a encaravam boquiabertos. Um a um concordaram com aquilo. Realmente, haveriam muitas conseqüências ali.

O aniversariante foi presenteado com a primeira girada. Depois de algumas voltas apontou para Patricio.

- Diga aí argentino, Verdade ou consequência.

A voz dele parecia bem mais grossa, por causa do excesso de álcool. Pato encarou ele meio receoso e então respondeu

- Verdade

- Pois bem, Você já se pegou com alguém lá nos bastidores?

Ele achou que essa pergunta poderia ser constrangedora o suficiente, afinal ele era o produtor do programa. Mas, ao que parece o álcool ainda tirou algumas inibições.

- Já... mais de uma vez inclusive.

Ele deu um sorriso sínico e olhou de relance para Ana Paula que desviou o olhar pra disfarçar. Os outros deram um gritinho e então a Jacquin girou a garrafa. Eles estavam nas ordem Fogaça, Jacquin, Rosangela, Ana Paula, Patrício e Paola. Quando a garrafa parou de girar parou em Ana Paula. Essa respirou fundo, afinal Jacquin não era conhecido por ser uma pessoa com muito pudor.

- Enton Aninha... Verdad ou Consequencia?

- Vou seguir a ordem e pedir verdade também.

- Muito bem... vou pegar leve com você. Você foi a pessoa que o Pato pegou nos bastidores?

Ele deu uma risada sonsa e percebeu uma Ana Paula muito vermelha que acenou suavemente a cabeça enquanto virava uma dose inteira de tequila, arrancando uma risada dos amigos que claramente já desconfiavam deles a muito tempo.

A próxima pessoa a girar a garrafa foi Rosangela, e parou justamente na pessoa que ela mais conhecia... seu esposo. Ela deu uma gargalhada, esfregando as mãos logo em seguida.

- Então meu amor... vérité ou conséquence?

- Vérité.

Apesar do álcool, ela sabia muito bem o que perguntar.

- A roupa feminina que encontrei no seu cesto de roupa suja foi você que usou não foi?

Os amigos entraram em uma crise de riso que durou por um bom minuto, já estavam ficando sem ar quando Jacquin se levantou e tirou a primeira peça de roupa da noite.

- No vou explicar isso... não mesmo.

Ele não estava com raiva, mas sem duvida admitir aquilo ia ser mais constrangedor que mostrar sua cueca.

Ana Paula girou a garrafa e esta parou em Paola. Ela respirou fundo, eram melhores amigas, ou seja, ela tinha tudo para colocar a chef em uma situação constrangedora.

- Então Paolinha... verdade ou consequência?

Disse com a voz um pouco embriagada o que fez a amiga rir.

- Verdade, corazon.

- Então, hermana, você já ficou com alguma mulher?

Ela deu uma olhada muito intimidadora para a amiga, que devolveu o olhar de desafio

- No. Nunca fiquei. Nunca tive interesse.

Ana fez uma falsa expressão de revolta, fazendo todos ali rirem. Patricio girou a garrafa que parou em Rosangela. Eles não eram muito próximos.

- Verdade ou Consequência, Ro?

- Vou seguir a ordem da verdade.

- Muito bem... qual foi a maior loucura que você já fez com o Erick?

Jacquin deu risada, e sabia muito bem o que ela iria responder.

- Acho que foi quando a gente se perdeu em uma grupo de turismo e resolvemos transar enquanto esperávamos socorro. Foi na chapada diamantina.

Henrique riu alto. Era algo realmente inusitado, quando se pensava no amigo. Ele estava se divertindo, e no fundo agradecendo pelo fato da garrafa não ter parado nele. Comemoração essa que durou pouco, pois na vez de Paola, caiu justamente nele.

- Droga

- Então Henrique, verdade ou consequência?

Ela disse com o sotaque saindo de forma natural, mas soou de forma muito sensual aos ouvidos dele.

- Verdade.

- Muito bem... qual o seu maior fetiche na cozinha?

Eles se olhavam de forma intensa. Por um momento ele esqueceu que haviam outras pessoas no recinto e respondeu encarando ela com toda intensidade do seu corpo.

- Pegar a chef

Ela umedeceu os lábios e deu um sorriso sacana. Eles ainda estavam na brincadeira pessoal deles de provocação, o problema é que o corpo estava completamente desarmado por causa do álcool, o que poderia resultar em muita coisa.

- Muito bem, sua vez, chef.

Flashback off

- Eu lembro claramente até aqui... chef

Ele fez questão de falar a ultima palavra de uma forma mais sedutora. Ela mordeu o lábio inferior demonstrando seu nervosismo.

- Esta tudo meio confuso na minha cabeça também. Mas com certeza teve mais coisa. Como é que acabamos nus na minha cama?

- Onde estão os outros?

Fogaça tentou desviar o assunto, tentando controlar ao máximo sua excitação.

- Estão lá em baixo, com metade das roupas e completamente apagados. Somente nosotros acordamos sem roupa nenhuma. Quer dizer, eu ainda tinha uma peça de lingerie.

Ela “inocentemente” abriu o robbe mostrando o fino pedaço de pano preto que cobria a intimidade dela. Aquilo foi a gota d’água. Não estava aguentando mais.

- Sabe. – ele disse se aproximando dela – uma vez eu ouvi que liberação de endorfinas, picos de adrenalina ajudam a reativar a memória.

Estava muito mais que claro que eles tinham ultrapassado uma linha, e muito. Porque não fazer isso de novo? Ele se aproximou dela, passou a mão suavemente pelas bochechas e foi descendo aos poucos ate que chegou ao laço do robbe que ela usava, desfazendo-o.

Ela sorriu, sabia onde estava querendo chegar. Era obvio que os flertes que eles tinham, no fundo, era um clamor de seus corpos. Eles nunca cogitaram ficar, apesar de não faltar vontade pra isso. Mas ate então nada tinha passado de meras provocações. Eles claramente não tinham porque mais negar. Alguma coisa tinha acontecido ali, porque não aproveitar, nem que fosse por um único momento.

-  Acho que já ouvi falar disso.

Ela disse já tirando completamente robbe, o corpo que ele tanto admirava. Ela tirou o lençol de cima dele constatando o que ela apenas imaginava. Ele estava completamente duro, e pronto, mas não seria assim tão fácil. Ela queria saber o que tinha acontecido.

Sentou no colo dele, rebolando suavemente. Ele fez uma expressão de prazer, claramente estava aprovando a brincadeira dela. Levou a boca a um dos seios dela e começou a chupar.

Paola gemeu, mas precisava se controlar. Eles teriam tempo.

- Acho que sua adrenalina subiu o suficiente, no? – Disse fazendo uma cara debochada, sentindo ele completamente duro embaixo de si- lembra de mais alguma coisa?

Ele gemeu soltando o seio dela, aquilo estava muito melhor

- Acho que lembrei sim, mas prefiro continuar aqui. Muito melhor.

Ele voltou seus lábios pelo colo dela, subindo até o pescoço deixando pequenas mordidinhas pelo caminho. Paola sentiu seu corpo arrepiar todo. Ela queria muito aquilo, mas prioridades, eles precisavam se lembrar do que de fato aconteceu. Afastou-se olhando-o nos olhos. A pupila dele dilatada.

- Me conta o que você lembrou.

- Eu lembrei de algo muito broxante. Vai por mim, melhor continuar aqui. A visão de um Jacquin dançando YMCA não é nada agradável.

Paola riu descontroladamente. Deu um selinho nele e mais um beijo no pescoço.

- Continua

*Flashback on*

Fogaça girou a garrafa ansiando que caísse nela, mas isso não aconteceu.  E assim foi iniciada a segunda rodada.

Alguns mais corajosos pediram conseqüência. Jacquin, graças a Fogaça, precisou dançar YMCA, Ana Paula, graças a Rosangela, precisou beber duas doses de tequila, o que fez ficar completamente tonta. Pato, graças a Ana, precisou dar um beijo na bochecha de um relutante Jacquin.

Os demais que pediram verdade conseguiram se constranger o suficiente para não responder perdendo peças de roupa, que foi o caso de Rosangela, que preferiu retirar sua calça, Paola, a blusa, e Fogaça, graças a Patrício, também retirou a camisa, este, em especifico, evitando responder se o motivo pelo qual sua tristeza era o fim do relacionamento. Ele não se sentia pronto para expor isso.

Outras rodadas se passaram, mais peças de roupas perdidas,  mais bebidas ingeridas, mais micos pagos. Fogaça precisou cantar um pagode, o que foi muito difícil por conta de sua voz que já estava embolada, Ana perdeu a primeira peça de roupa. Patricio perdeu duas peças de roupa... ele estava tão bebado que tirou praticamente tudo.

Resolveram que estava na hora do jogo acabar, eles não estavam se agüentando de tão bêbados. Tirariam na sorte quem iria ser o ultimo a perguntar. Como um presente, parou em Fogaça. Ele sorriu vitorioso e girou a garrafa.

Todos estavam ansiosos, e com receio, afinal era a ultima pergunta. Ele ainda não tinha a oportunidade de perguntar nada a Paola, e essa oportunidade surgiu.

- E então Lindinha... verdade ou conseqüência?

Ele a observou. Os seios subiam e desciam demonstrando uma respiração descompassada, sua pupila, assim como a dele, estava completamente dilatada. Mas ela não iria se entregar tão fácil naquele jogo.

- Consequencia

Ele sorriu vitorioso, ela estava em sua mão.

- Escolha alguém na sala para dar um beijo... não um selinho, mas um beijão.

Ela encarou ele boquiaberta. Esperava tudo, menos algo assim. Ela olhou de um por um, todos eles concordaram em estar ali, e levariam numa boa, mas mesmo assim não se sentia a vontade em fazer isso. Se levantou em direção a ele, de propósito, e então ficou em pé, com muita dificuldade por causa do álcool. Começou a desabotoar sua calça, que era muito justa por sinal, fazendo com que ela desse umas reboladas para conseguir retirar a peça por completo, revelando completamente sua lingerie preta. O jogo havia acabado.

*Flashback off*

- Foi você que me deixou nua... eu devia lhe matar Fogaça.

Ela ainda estava no colo dele, deu uns tapas no braço dele que reclamou. Tinha realmente doído.

- Ai. Eu fiz de pretexto... era pra você ter me beijado.

Ela tinha duas opções naquele momento, ou saia do colo dele, fugindo, como ela fez ontem... como ela sempre fez, ou dava aquilo que ele tanto queria, e mesmo não admitindo durante muito tempo, ela também queria.

- Tipo assim?

Ela se inclinou em direção a ele e o beijou suavemente nos lábios. As mãos dele que se apoiavam na cintura subiram em direção a nuca, enquanto sua língua pedia passagem na boca dela. Era um beijo maravilhoso. Mas também era muito familiar. Finalizou o beijo e olhou pra ele com um sorriso sonso.

- Lembrei como chegamos aqui. Quando tudo acabou você veio aqui pro meu quarto.

*Flashback on*

Jacquin e Rosangela deitaram ali no chão mesmo, e começaram a trocar caricias. Pato ligou a TV e começou a passar os canais enquanto fazia carinho no cabelo de Ana Paula, que já estava completamente apagada encima dele.

Paola caminhou, com muita dificuldade, até o banheiro que tinha ali perto. Quando chegou lá, se olhou no espelho e por uma fração de segundos. Estava completamente perdida de tudo. Não sabia o que tinha ido fazer ali. Andou, de modo automático, até seu quarto e deitou em sua cama, relaxando completamente.

Quando escutou o barulho da descarga do seu banheiro, Paola levantou subitamente. Havia alguém em seu banheiro. Sentou na cama encostando as costas na cabeceira e ficou olhando para saber quem estava ali. Foi então que um corpo tatuado com as calças desabotoadas surgiu passando as mãos no rosto.

- Que haces acá?

Ela perguntou melosa. Estava completamente embriagada, mas sem duvida se sentia atraída pelas tatuagens dele.

- Eu precisava usar o banheiro, você entrou no outro, eu vim nesse.

Ele conseguia sentir o olhar dela penetrando ele, fazendo com que cada pelo do seu corpo se arrepiasse. Se aproximou da cama e percebeu que ela não recuou em nenhum momento.

- Sabe Lindinha... se eu não soubesse que você não sente tesão de verdade por mim, eu ia jurar que você estava me secando.

Ela deu um sorriso sacana, e propositalmente umedeceu os lábios mordendo o inferior em seguida. Tentou olhá-lo nos olhos, mas a boca dele estava chamando muito mais atenção. Ela sempre demonstrou que não sentia tesão por ele, mas na realidade ela sentia sim, e muito. O ditado que brincadeiras sempre tem um fundo de verdade, é a maior realidade da vida dela.

- Boa noite Fogaça.

Ela disse com a voz rouca. Ainda sorria e ele andou em direção a porta. Quando voltou ela estava na mesma posição, mas seu sorriso tinha mudado. Chegava a ser obsceno o jeito que ela estava secando ele.

- Você nem me deu um beijinho de feliz aniversário. Devia ter aproveitado a conseqüência que pra fazer isso.

Ele disse em tom provocativo. Ela queria, e como, provar o beijo dele. A real é que, desde antes de seu relacionamento acabar, ela se pegava pensando nisso. Como seria seu beijo? Se aproximou dele, colando seus corpos. Seus seios estavam na altura do peito dele, e ela encostou a ponta do seu nariz no nariz dele e sussurrou para que somente ele escutasse.

- Feliz Aniversário Henrique.

E deu um selinho demorado nele. Ao se afastar sorriu. Quando ficou de costas fazendo menção de que ia voltar para a cama, ele simplesmente segurou o pulso dela, virando-a de frente para ele em um único e rápido movimento. A mão livre segurou a cintura de la de forma forte e possessiva, enquanto a mão que segurou o pulso subiu habilmente pela coluna até chegar no pescoço dela. Segurou firme e encontrou seus lábios mais uma vez, mas não somente para um selinho. Era possível ver a necessidade que sentiam um do outro através daquele beijo.

Ainda com as bocas coladas, Fogaça subiu a mão que estava na cintura até o feixe do sutiã dela, desabotoando com muita maestria. Ele começou a andar em direção a cama enquanto forçava a descida de sua calça, retirando-a por completo.

*Flashback off*

- Fogaça... eu não lembro mais de nada.

Ela estava em seu colo. Ele olhou fundo nos olhos dela e sorriu

- É... eu também não consigo me lembrar de mais nada.

Sentiu a tensão brotar entre eles mais uma vez... porque era tão importante, afinal, lembrar o que tinha acontecido ali? Querendo ou não algo já estava acontecendo. Ela soltou um suspiro e colocou seus braços em volta do pescoço dele.

- Acho que não saberemos se de fato aconteceu algo ontem, só sei que algo está acontecendo agora, e yo no quero parar.

Ele sorriu encantado. Aquele sim era o melhor presente que ele poderia ter recebido de aniversário. Uma Paola, sóbria, sem nenhum sarcasmo ou provocação. Apenas ela, a mulher mais linda e encantadora que conhecia e por quem era perdidamente apaixonado.

Ela percebeu o sorriso dele. Era aquele sorriso de felicidade que ela amava ver no rosto dele. Era desse sorriso que ela sentia falta. Ela conseguiu ver nos olhos e no sorriso dele toda a verdade.

- Era por minha causa, não era? Que você tinha entrado naquela bad? Devia ter me dito...

- De que iria adiantar? Eu não podia imaginar ficar longe de você.

Ele baixou a cabeça e apoiou a testa entre os seios dela. Ela sorriu alisando as bochechas dele. Levantou o rosto dele fazendo a encarar.

Ela queria falar tudo que ele merecia ouvir naquele momento, mas não conseguiu. O beijou. Era de longe a melhor coisa que ela poderia falar pra ele naquele momento.

As mãos dele desceram imediatamente para a calcinha dela. O polegar começou a trabalhar rápido no ponto mais sensível dela enquanto ainda a beijava. Ela começou a ofegar. Ele desceu sua boca para um dos seios dela e começou a sugar com veemência. Paola sentia que poderia explodir a qualquer momento.

“Paola”

“Fogaça”

“Onde é que eles estão?”

“Cadê minhas roupas?”

Eles escutaram vozes se dando conta de que não estavam sozinhos na casa. Podia ouvir também um celular tocando muito alto. Contudo ele não parou com os movimentos que estava fazendo.

- Henrique... pare.

Ele diminuiu a freqüência dos movimentos, mas não os parou por completo.

- Verdade ou Consequência, Lindinha?

Sério? Agora ele queria jogar?

- Verdade.

Ela respondeu sem pensar muito.

- Você quer que eu pare?

Aquilo era golpe baixo. Ela estava quase gozando, e então ele apertou o clitóris dela com força, fazendo-a morder o lábio inferior para ocultar um gemido alto.

- Não... mas... precisamos...

Ela queria se derramar completamente nele, sentir tudo que ele poderia dar a ela. Mas era a dona da casa, precisava ir pra sala. Se sentiu vazia quando ele retirou o dedo dela e deu um intenso selinho.

- Isso não acabou, Carosella.

Ele viu sua cueca de relance no chão, e pegou antes de entrar no banheiro, mas não teve tempo quando sentiu ela segurando seu pênis e masturbando de forma suave.

- Verdade ou conseqüência, Tatuado?

- Consequência.

Ela deu um beijo na clavícula dele e desceu os beijos ate seu pênis. Deu uma lambida e então sorriu pra ele.

- De fato, isso não acabou.


Notas Finais


Não me matem, por favor...
hahaha
Terminar nesse suspense é parte da minha imaginação
Obrigada por todos que leram e favoritaram.
Muitos beijos farosellas para nós


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