História Verdade ou consequência no santuário - Capítulo 11


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Jabu de Unicórnio, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Amazonas, Camus, Cavaleiros De Ouro, Dohko, Festa, Hentai, Hoyga, Ikki, Jabu, June, Lemon, Marin, Máscara Da Morte, Milo, Misty, Romance, Saint Seiya, Saori, Seiya, Shakas Shura, Shina, Shion, Shiryu, Shonen-ai, Shoujo, Shun
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Palavras 2.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, amores!

Venho com mais uma atualização nessa sexta pra esquentar os coraçõezinhos. 🌚🌚❤❤

Espero que gostem e é importante que leiam as notas, pois tem surpresa lá.

Beijão e até lá!

Capítulo 11 - A festa - Parte 8


Fanfic / Fanfiction Verdade ou consequência no santuário - Capítulo 11 - A festa - Parte 8

Shiryu pegou um copo de bebida e foi se sentar em um sofá próximo da mesa. Fechou seus olhos e lembrou do momento em que havia visto Kiki com Máscara da morte:


Estava atrás de Kiki para esclarecer algumas coisas, mas para meu infortúnio, o encontrei na companhia daquele canalha. Nunca o perdoei e mesmo que me digam que ele se arrependeu de seus crimes, não consigo acreditar.


Fiquei por perto caso Kiki precisasse de mim, mas o que vi em seguida, me fez pensar que talvez não tivesse todo juízo que aparentava ter. Como ele foi capaz de beijar de livre e espontânea vontade aquele crápula? Por que ele e não eu? Me senti tão humilhado, que saí dali arrasado.


Eu preciso esquecê-lo.



Após pensar se voltava ou não na festa, Misty resolveu ir pra sua casa. O louro se alongou antes de descer as escadarias e quando estava prestes a descer, viu Ikki passando as pressas e entrando em virgem.


Ergueu a sobrancelha e sorriu maliciosamente.


Então, o santo de virgem, está envolvido com o esquentadinho de Fênix… Por essa, eu non esperava. – pensou e deu de ombros, dando um passo e novamente parando.


Outro cosmo… mas esse é… Isso non vai acabar bem, mas vou ficar aqui pra ver de camarote.– pensou e voltou a se apoiar sobre a pilastra.



Ao chegar em aquário, Camus resolveu pegar seu pupilo nos braços para levá-lo mais rápido até seus aposentos. Abriu a porta e deu alguns passos, colocando Hyoga com cuidado sobre sua cama e sentou ao seu lado. Afastou a franja do garoto, medindo sua temperatura corporal e tirou a mão, constatando que estava normal. Olhou para moringa de água que havia sobre seu criado e retirou o copo encaixado para enchê-lo com água. Queimou um pouco de seu cosmo para que deixasse a água refrescante e ergueu a cabeça de Hyoga, colocando o copo sobre sua boca para beber aos poucos.


— Mestre… — sussurrou ao abrir levemente os olhos.


— Descanse, Hyoga. Você bebeu demais.


— Me… desculpe. — olhou tristemente.


— Non se preocupe. Agora descanse. Você precisa de repouso. — tocou em seu rosto para acalmá-lo.


— Obrigado, mestre.


Camus se perguntou se seria uma boa avisar Milo que estava ali, mas conhecendo bem o escorpiano, talvez não fosse uma boa ideia. Pelo menos não naquele momento.



Milo estava com olhar perdido, quando sentiu uma mão deslizar pela sua cintura e sorriu, pensando ser Camus.


— Picolé! – se virou e tirou o sorriso do rosto ao ver o pisciano. — Ah, é você…


Afrodite soltou um sorriso e encostou um dedo no peito do cavaleiro.


— Se não tivesse ouvido o apelidinho carinhoso que você deu para o ruivo, até jogaria meu charme pra ver se você me nota.


Milo olhou seriamente.


— Dispenso. Nunca gostei de gente oferecida. Agora, o que você quer, hein? – voltou o olhar para as bebidas e pegou uma.


Afrodite revirou os olhos e cruzou os braços.


— E então? Cadê ele? Queria falar com vocês dois.


Milo olhou de relance e tomou um gole da bebida.


— Também gostaria de saber isso. – respondeu baixinho.


Afrodite se aproximou para pegar uma bebida e parou de lado para ele.


— Brigaram? Foi isso? – perguntou e viu o grego de cabeça baixa. Parecia pensativo.


— Não. Na verdade, nem sei mais… o Camus é tão imprevisível às vezes. – Afrodite olhou para as unhas.


— Então, rolou algo.


O escorpiano se virou para o cavaleiro e bufou impaciente.


— Não sei, Afrodite! Ele sumiu do nada. Não sei se fiz algo que o chateou...essa é a verdade. Eu não sei o que fazer e não faço ideia de onde ele possa estar. – suspirou.


Como fala… por Zeus…


— Bom, de qualquer modo eu tenho que achá-lo para o jogo mesmo… se eu achar, digo pra ele procurar você. – acenou e saiu dali.


— Jogo? Mas que jogo? Afrodite!



Enquanto isso...


Shina e Marin desabafavam sobre seus amados, enquanto olhavam para a roda de cavaleiros mais adiante.


— Shina, eu acho que você deveria falar com ele. O que aconteceu é muito sério. Se o mestre souber…


— Eu sei. Mas não quero forçá-lo a nada. Se ele me falou aquelas coisas, é porque não quer nada mesmo. — suspirou.


— Não fique assim. — tocou em seu ombro. — Você quer que eu fale com ele?


— Já disse que não! Se algo tiver de ser feito, será por mim mesma.


— Está bem.


As duas ficaram em silêncio por uns instantes, até que Shina quebrou o clima, falando sobre o leonino:


— E o Aiolia? O que você vai fazer a respeito?


— Ah… — desviou o olhar. — Eu não vou fazer nada.


— Como não? Você não é afim dele?


— Não. Diferente de você, eu não fico afim… Eu amo.


— Ah, tá! Grande diferença…


— A diferença é clara, Shina. Olha o que aconteceu no seu caso…


— Uhum! Valeu, pela parte que me toca, colega. – revirou os olhos.


— Desculpe, mas é a verdade. Não me entregaria pra ele, mesmo que nós namorássemos. Sou da moda antiga. Quero casar virgem.


— É! Eu já notei. — cruzou os braços e fez bico.


Shina desviou o olhar por um momento e viu Afrodite passando apressado pela entrada de Peixes. A garota deixou a ruiva ali e resolveu ir atrás do pisciano.


— Ei, Shina!!! Onde você vai????Shinaaa!!! — gritou, mas foi em vão.


Desmiolada. – pensou e deu de ombros, indo até a mesa para pegar uma água.



Shaka estava em seu quarto, quando sentiu um cosmo se aproximando de sua casa. Estava se sentindo tão fragilizado pela discussão com Mu, que aquilo havia lhe afetado profundamente.


A porta de seu quarto se abriu de repente e se virou, já sabendo de quem se tratava.


— O que você quer aqui? Que eu saiba, não lhe dei permissão para que invadisse minha casa dessa forma!


— Shaka, eu… Por favor, me ouve… — deu um passo, mas parou ao sentir o cosmo do cavaleiro oscilar.


— Não se aproxime mais! — intimidou. — Não permito que você venha até aqui, achando que eu vou lhe desculpar depois de tudo que você fez!


— Shaka… Eu já falei que ela não significou nada pra mim.


— Basta! Não quero mais ouvir suas mentiras. — se virou e foi até a janela.


— Shaka… Eu vim aqui pra te pedir perdão. Independente de sua decisão, quero que saiba que eu amo você. Não queria ter feito o que fiz… eu era muito jovem e…


— Sem mais desculpas, Ikki de fênix. Já não me importo mais com o nosso passado. A nossa história acabou. E como você não aceitou isso, fez questão de mais uma vez arruinar minha vida ao fazer aquilo em Peixes. Por sua culpa, eu perdi a única pessoa que me amou de verdade! – disse e sentiu seu corpo tremer de leve.


Ikki fechou os punhos e se aproximou de Shaka, puxando-o pelos braços.


— Não é verdade! — esbravejou, enquanto o sacodia. — Nossa história não acabou e duvido que ele ame você, tanto como eu te amo.


— Me solta! — gritou.


— Você vai ouvir tudo que está entalado na minha garganta! – olhou seriamente.


— Não!


— Eu sou homem pra reconhecer que eu errei com você e que lhe fiz sofrer. Por anos, eu me afastei daqui pra ver se conseguia ter um pouco de paz, já que ficou praticamente impossível, só de ganhar o seu desprezo! Eu sei que você pensa que eu mereci e eu concordo plenamente com isso, mas quando eu me dei por conta que não suportava mais ficar longe de você, eu voltei. Sabe por quê? Por que eu sei que agora pode ser diferente. Eu mudei, Shaka… Eu mudei por você. – afrouxou os braços. — Você não sabe o quanto me arrependo de tudo. Poderia ter você em meus braços agora, mas eu fui um tolo. Me deixei levar pelo meu jeito imaturo, bancando o inconsequente, sem se importar se os outros ao meu redor se machucariam ou não.


— Não… eu não quero ouvir mais… — sentiu os olhos marejarem.


— Diferente dele, eu jamais desistiria de você, seja qual fosse o motivo. Eu te amo demais para aceitar que fique longe de mim ou do lado de outra pessoa.


— Ikki, por favor… — se virou e limpou as lágrimas que caíram.


— Não! Nunca mais sairei de seu lado. Ouviu? — abraçou suas costas e encostou a cabeça em seu ombro. — Se me der uma chance, eu prometo que nunca mais vou decepcioná-lo.


— Ikki…



Misty viu Mu passar por ele e observou o cavaleiro descer as escadarias rapidamente para entrar em Virgem. Olhou para o céu estrelado e suspirou vendo uma das constelações em evidência. Suspirou e finalmente tomou uma decisão.


Non tenho mais nada o que fazer aqui. pensou e entrou em libra.



Mu ocultou seu cosmo e entrou em Virgem devagar. Caminhou até o quarto de Shaka, notando que o cavaleiro de Fênix também estava lá e ouviu as vozes dos dois conversando. Se encostou na parede próxima a porta e abaixou a sua cabeça ao ouvir o mais novo falando tão convictamente de seus sentimentos para Shaka.


O silêncio predominou por uns instantes, fazendo-o sair de seus pensamentos e aproximou a visão da porta, vendo Ikki limpar as lágrimas de Shaka. O cavaleiro agora pedia por uma chance e mais uma vez Shaka parecia confuso diante daquilo.


Ao ver o cavaleiro de Fênix se aproximar de Shaka para beijá-lo, não se segurou e entrou ali, vendo Shaka se afastar. Ikki olhava para ele com raiva.


— O que você quer aqui?


— Eu não vim pra falar com você, Fênix. Quero saber se Shaka fez sua escolha e quero ouvir isso de sua própria boca. – disse e viu o louro se virar para a janela em silêncio.


— Pois bem. Eu já tenho minha decisão.



Afrodite sentiu o cosmo de Camus em Aquário e parou na saída da casa. Se comunicou pelo cosmo e aguardou a resposta.


Afrodite… eu non vou voltar pra festa, se é o que quer saber…

— Você vai me deixar entrar ou não?


— Está bem. Entre. Estou no quarto.


— Ok.


Afrodite entrou em Aquário e seguiu até os aposentos de Camus. Ao chegar perto da porta, viu Hyoga deitado na cama e Camus sentado ao seu lado com a mão sobre a do louro. Entrou devagar e pigarreou.


— Não estou atrapalhando nada, né? Espero…

— Está louco? Hyoga é meu pupilo. Não o vejo com esses olhos.


Afrodite se aproximou e olhou para o louro.


— Mas ele se tornou um homem muito bonito. Isso é inquestionável.


— Diga logo o que quer… Você non veio aqui pra ficar falando do Hyoga, certo?


— Nossa… Tava demorando. — revirou os olhos. — Sabe do que você precisa, Camus?


— Melhor você me poupar dos seus comentários maliciosos.


— Ok, sr. mal humorado. Bem… — puxou uma cadeira e se sentou em sua frente. — Estou aqui pra falar de Milo.


Camus ergueu uma sobrancelha e continuou olhando para ele seriamente.


— Como?


— Sim, pinguin. Estou aqui, pra falar com você sobre vocês dois… quando eu finalmente encontrei um de vocês, vi ele com aquela cara de cachorro que caiu da mudança. Você deu um fora nele?


— Non. Claro que non.


— Ah… jura? Ele me falou que você o abandonou do nada e antes que ele ficasse a noite toda choramingando no meu ombro, resolvi dar uma mãozinha pra vocês.


— Mãozinha?


— Você quer perdê-lo? Você sabe que metade do santuário daria o que fosse para ficar com ele. Até eu faria algo, se ele não fosse tão bobo.


Camus ficou emburrado e voltou o olhar para Hyoga.


— Melhorou. Essa carranca já significa algo…


— Olha, Afrodite…eu agradeço sua preocupação, mas deixe que com Milo, eu me entendo.


— Impressionante! — bateu a palma das mãos. — Primeiro, o Milo com um mau humor digno de você e agora você, compartilhando comigo da mesma burrice do Milo. Incrível, Camus. Vocês são almas gêmeas… — debochou.


Camus cruzou os braços e bufou.


— Non sei onde quer chegar com isso…


— Bem… — se levantou e olhou para o louro. — Se quer se fazer de desentendido e fechar os olhos pra realidade, vá em frente. Eu fiz o que pude. — caminhou até a saída.


— Espere… ele ainda está lá? Pode dar um recado a ele?


O pisciano sorriu e se virou pra Camus.


— Camus… Camus… Está me achando com cara de papagaio de pirata, pra ficar repetindo o que os outros ficam falando?


Camus estreitou o olhar.


— Vá logo até a minha casa! Ele está esperando você lá. Agora me dá licença. Tenho mais o que fazer. Tchau. — disse e saiu dali.


Camus suspirou e olhou para seu pupilo que ressonava baixinho.


Tenho que vê-lo. – pensou e se levantou, partindo para Peixes.



Ao sair do corredor de aquário, Afrodite sentiu alguns cosmos em Virgem e suspirou.


Não é possível, que eu que vou ter que resolver tudo nessa bodega! – pensou e correu até a entrada de Aquário. Desceu rapidamente as escadas e quase despencou escadaria abaixo devido a sola de sua bota.


Esbravejou e queimou o cosmo, atingindo a velocidade da luz e cruzou as casas rapidamente.Ao entre em libra, esbarrou com um certo cavaleiro e caiu para trás.


— Ah! Uma jamanta me atropelou… – comentou o francês, caído do outro lado.


— Que? — levantou o rosto.


— Qual é, Afrodite? Non olha por onde anda?


— Não enche! — respondeu emburrado e passou por ele.


— Onde vai com toda essa pressa, hein? – perguntou com uma mão na cintura.


O louro parou de caminhar e se virou levemente irritado.


— Te interessa? Olha, porque você não some daqui e me poupa de encher sua cara de porrada? – Misty soltou um riso.


— Sabe o que você é? Um bosta! Se acha o centro das atenções, só porque alguns aqui te acham bonito.  Só que além disso, você é um nojento, arrogante e ainda por cima, tem um gosto duvidoso pra se vestir.


Afrodite ficou em silêncio por uns segundos e logo, se pôs a gargalhar a plenos pulmões. O francês, vendo aquilo, se enfureceu e lhe desferiu um golpe sobre o rosto, fazendo-o dar alguns passos para trás. O pisciano colocou a mão sobre a face desacreditado do que havia acontecido e partiu para cima do louro lhe acertando uma sequência de chutes e socos.


Após trocarem alguns golpes, Afrodite montou em cima do cavaleiro de prata e materializou uma rosa branca.


— Pede arrego, ou morre!


— Prefiro a morte, do que admitir a derrota para uma bicha escrota feito você! – cuspiu o sangue na roupa dele.


— Entendo. Sinto muito, então. Ninguém vai sentir sua falta mesmo… Boa viagem até o inferno!  — enterrou a rosa sobre o peito do cavaleiro.


Misty começou a agonizar ao sentir seu sangue ser drenado pela rosae viu o sorriso nos lábios de Afrodite. Tentou pronunciar algumas palavras, mas seu ar lhe faltou. Afrodite olhou para a rosa que já estava mais da metade da cor vermelha, e aproximou o ouvido da boca do cavaleiro.


— O que? Não estou ouvindo.


— Eu… eu…


— Hum?


— Amo… — sussurrou e antes que desse seu último suspiro, sentiu a rosa ser retirada de seu peito.


— Que você disse, seu ridículo? Me diz!!! — O pegou pela camisa e chacoalhou seu corpo algumas vezes.


O cavaleiro acabou desmaiando e Afrodite o fitou ainda surpreso diante de sua confissão.


Misty me ama? Foi isso que disse? – se perguntou e o pegou no colo, levando-o para Peixes.



Milo estava sentado no sofá, batendo suas pernas ansiosamente, quando sentiu um cosmo familiar se aproximando. Levantou a cabeça para ver se não estava louco e abriu um sorriso.


— Oi. — disse timidamente.


Antes que Milo abrisse a boca pra falar alguma bobagem, Camus sentou ao seu lado e lhe puxou para um beijo.


Notas Finais


Opa! Esse foi o capítulo de alguns acertos aí. O que acharam?

Vou pedir antecipado pelos shipps que querem ver juntos no final e se vocês tem alguma pergunta de um personagem específico para outro.

Sugestões de prenda?

A participação de vocês será muito importante para o final. Ela que dirá o futuro dos outros shipps.

Agradeço a todos por estarem acompanhando e comentando.

Beijão


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