História Verdade ou Desafio - 2 - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, LGBT, Lírica, Mistério, Orange, Survival, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Hot


*Alice*

Jasmi me encara, com aquela expressão que eu já conheço muito bem. Volto a beijá-la em uma forma voraz, agarrando sua cintura enquanto meu corpo se colidia com a cama me fazendo arfar, seus lábios sugam o meu de uma forma que não achei ser possível, nossas respirações estão descontroladas e falhas. Nos separamos por falta de ar, jogo minha cabeça para trás e agarro mais seu corpo o colando ao meu, nossos seios separados apenas pelo tecido de nossos pijamas que usamos o dia inteiro. No momento em que libero passagem sinto sua língua contornar meu maxilar, com um beijo depositado em meu queixo, descendo para meu pescoço onde ela morde de leve, um arrepio extremecedor passa pelo meu corpo. Passo minhas mãos de sua cintura para sua bunda, a apertando, ela arfa e me rodeia com suas pernas, ficando praticamente sentada em meu quadril.

Ela passa os dedos para a barra de meu pijama, o retirando logo em seguida, seus olhos azuis penetrantes exibia um tom mais escuro, a ruiva para por alguns segundos, nossos olhares praticamente em uma guerra para decidir quem iria dominar, mas a guerra já estava decidida, e ela sabia que havia vencido. Com o cabelo ruivo todo jogado para o lado, mordendo o lábio inferior, ela retira a própria blusa, ficando nua da cintura para cima na minha frente, a única luz do recinto vindo da lua do lado de fora da janela, está fresco, nem quente nem frio, mas em uma forma ideal. Passo uma de minhas mãos pelo meu próprio rosto, respiro fundo como se me preparasse psicologicamente para o que estava por vir, ela sorri de lado, passo meus dedos por entre meus fios de cabelo.

-Está com medo? - sua voz é doce e clara, o completo contrário da minha que sai rouca e falha.

-Não, eu sei do que você é capaz - respondo a encarando, ela faz uma carinha de santa.

-E não tem medo disso? - novamente morde os lábios. Essa cena, ela, ali, sentada no meu colo, seus peitos totalmente a vista, seu cabelo apenas para um lado, uma fraca luz iluminando as melhores partes de seu corpo, seus olhos cintilando prazer. Ela está me deixando a beira da sanidade, um precípicio onde eu estou prestes a fechar os olhos e me jogar, precípicio esse que ela tem o total controle, e ainda pergunta se eu estou com medo?

-Eu confio em você.

-Não deveria - arqueio uma sombrancelha.

-Por quê? - ela estrala a língua em uma forma infantil, passa seus dedos delicadamente desde minha barriga até meus lábios, circulando meus seios lentamente.

-Talvez você não goste do que irá ver... Ou sentir...

-Talvez eu ame - ela sorri novamente, em uma forma maliciosa e tentadora.

-Só experimentando para saber - a mesma saboreia as próprias palavras.

Eu estou um pouco surpresa por presenciar esse lado dela, mas estou gostando de tudo até agora, tem como ela ser mais perfeita que isso?

Quando ela termina de falar se levanta, já sei o que vai fazer, assisto cada movimento seu indo até a caixa, a vejo pegar uma amordaça e a algema. Ela vem até mim novamente.

-Já sabe a posição - fala calmamente, seus olhos praticamente me queimando. Me viro de quatro novamente, ainda estou de calça mas não por muito tempo porque logo ela é arrancada de mim. Chega a ser humilhante tudo isso, de ativa para totalmente passiva, mas quem liga não é mesmo? Dentro de quatro paredes tudo é possível.

A menor passa a amordaça pela minha boca, a algema em meus pulsos, e para a minha surpresa ainda completa tampando meus olhos com algum pano. Fico totalmente a sua mercê.

Tudo o que sinto são seus dedos deslizando pelas minhas costas, alguns minutos se passam em total silêncio, não saio da posição mas estou nervosa demais para me manter parada, não a sinto, não a ouso, não a vejo, não sei o que está acontecendo, fico assim até sua voz cortar o silêncio.

-Pronta? - ela pergunta, sinto novamente seus dedos em minha bunda, cada mão em um lado, separando, me deixando mais exposta. Afirmo com a cabeça por causa da mordaça que me impede de falar algo - se eu começar, não vou parar - avisa, um arrepio passa pelo meu corpo quando sinto uma lufada de ar bater contra minha pele, minha intimidade, ela desliza a língua desde o clitóris até meu ânus, arqueio as costas em resposta, a garota então aperta minha bunda. Imagino como deve estar sendo sua expressão neste exato momento, isso só me deixa mais excitada, mais exposta. Ela chupa meu clitóris, passa para minha abertura, sinto seus dedos brincarem com tudo ali, quando eu digo tudo, estou dizendo absolutamente tudo. Após alguns minutos de puro prazer onde eu já me encontrava toda molhada, ela penetra com apenas um dedo meu orifício. Mordo a amordaça para conter a pequena dor que se espalha, ela vai devagar, apenas com a ponta do dedo, não deixa nem por um segundo de estimular meu clitóris. Minha vontade é de gemer o mais alto que posso, mas isso não era possível. 

Jasmi retira o dedo, deslizando com o mesmo por entre minhas coxas, também se separa de minha intimidade, fazendo uma leve brisa fria me tocar, me estremecendo. Alguns segundos se passam de mais silêncio, sinto que ela se move na cama, mas não faço nada, até que eu sinto algo me tocar por trás, grande, grosso. Fecho os olhos com força, suas mãos passam para minha cintura, me guiando para ficar na posição ideal, eu já estou fora do normal, querendo mais, querendo aquilo, mas, lá no fundo ainda tenho medo do que poderá acontecer. Não consigo pensar por muito tempo, meu devaneio é cortado por sensações novas.

Ela me penetra, lentamente, fazendo cada parte de mim vibrar, a ardência correndo para todos os lados, agarro a única coisa que consigo, o travesseiro, o rasgando praticamente com minhas unhas, o barulho das algemas contra a cabeceira se espalhando, mordo a amordaça, arqueio as costas, minha respiração rápida,mas não o suficiente. Ela vai, em movimentos precisos mas lentos como se não quisesse me machucar. Mas machuca, e muito, é uma dor surreal, mas ao mesmo tempo é boa. Nunca achei que um dia fosse fazer isso, e aqui estou eu, ainda por cima, gostando.

Do nada os movimentos aumentam, ela aperta minha cintura com as mãos me impedindo de cair, o ar ao nosso redor mais quente que o normal, o barulho de seu quadril se colidindo com a minha bunda, do metal da cabeceira com a algema, do tecido do travesseiro se rasgando. Ela não tem mais dó ou piedade, me penetra com vontade, com força, com um prazer surreal. Passa com uma das mãos para meu clitóris, me estimulando novamente, sinto gotas de suor escorrerem pelas minhas têmporas, por puro instinto me encolhi na cama, meus braços falham e caio sobre meus cotovelos, indo mais para frente, mas Jasmi me traz de volta com força nos colidindo, sinto toda sua extensão me penetrando, mesmo sendo de borracha, faz um estrago enorme. Engulo em seco quando uma estocada mais forte me atinge, arqueio mais ainda minhas costas, minha vontade agora era de gritar, sorte que ela me amordaçou, senão provavelmente as pessoas dos quartos vizinhos estariam reclamando.

Isso era excitante, e eu já estava toda molhada, mesmo não fazendo muito sentido, mas a dor misturada ao prazer proporcionado por seus dedos em meu clitóris está me deixando louca. E assim fico até sentir o orgasmo me atingir com tudo.

Estremeço em todos os lugares possíveis, me contorço, seguro na cabeceira da cama para não cair, sinto cada parte de mim tremer e se desfazer em um orgasmo violento e gostoso. No final a única coisa que resta é minha respiração rápida e as dores se espalhando pelo corpo.

Jasmi retira o pênis de dentro de mim, fazendo carinho em minha entrada com os dedos, sinto seus lábios tocarem levemente minhas coxas e do nada não sinto mais nada de novo. É silencioso, não sei o que ela está fazendo, sei que saiu da cama, ouço um baque surdo, logo depois a cama se curvando sobre seu peso, ela chega perto de mim, sinto suas mãos tocarem meus pulsos, alguns segundos depois e estou livre. Ela retira minha amordaça rapidamente, não tenho tempo de falar nada antes de seus lábios virem de encontro aos meus em uma forma desesperadora. Sem parar o beijo eu levo minhas mãos para o pano que cobria meus olhos, o desamarro e o jogo ao lado da cama. Ela me beija rapidamente, levando seus dedos para a minha nuca onde conduz o beijo e puxa alguns fios de cabelo. Não consigo mais nem respirar, meu corpo ainda dói, por causa disso separo e nós duas ficamos ofegantes. Jasmi segura em minha mão a levando para a sua intimidade, ela já estava sem o pênis de borracha, e nem sinal de seu pijama na parte de baixo.

-Olha o quanto você me deixa excitada - sua voz agora está rouca, a ruiva está vermelha, morde o lábio inferior com a expressão mais sexy que eu já vi na vida, ela está sedenta para gozar, sua intimidade demonstra isso, está tão molhada que chega a escorrer pela parte interna da coxa. A garota geme quando a aproximo de mim em uma forma violenta, colidindo nossos corpos que suavam e transmitiam um prazer intenso.

Capturo seus lábios novamente em outro beijo, estimulo seu clitóris em movimentos circulares, o atrito cada vez maior entre nossas peles. Ah, ela está me deixando louca.

Não penso duas vezes. Interrompo o beijo e praticamente a jogo na possição de que precisávamos, agarro suas pernas e as encaixo interligadas as minhas, nossos centros se encontram de forma abrupta, e no mesmo instante Jasmi começa a rebolar sobre mim, sigo seu ritmo. Suas mãos passam para seus próprios seios, faço o mesmo com as minhas.

-Pode gemer, Lira - ouço sua voz, no mesmo momento paro de me conter.

-Sim... - não consigo nem continuar a frase, a última palavra sai em um gemido arrastado - Martins...

Ela vai a loucura, rebolando rapidamente para frente e para trás, seu tronco arqueia de vez enquanto, ela também geme, alto, como se quisesse que o navio inteiro nos ouvisse, a acompanho. Fecho os olhos forte para tentar intensificar todas as sensações proporcionadas para mim naquele momento. Ambos os líquidos de nós duas se misturam e deslizam por entre nossas pernas. O atrito estimulando meu clitóris mais do que nunca, não chegamos nem a dois minutos assim e eu já sentia o orgasmo se espalhando pelo meu corpo. Gemendo alto, sentindo o lugar girar em minha volta, me controlo o máximo que eu posso, sabendo de que ainda não estava permitida àquilo. Jasmi também está quase lá, mordo meu lábio inferior, a dor e o gosto de sangue inunda minha boca. Eu não posso, ainda não, só aguentar mais um pouco.

Com um gemido arrastado Jasmi diz apenas uma frase.

-Pode gozar, Lira.

E no mesmo momento eu me derramo sobre si. Estremecendo, suando, sentindo tudo muito quente. Não paro os movimentos nem por um segundo, sei que ela ainda não gozou e não vou deixar a diversão só para mim, Jasmi sempre foi mais difícil de chegar ao ápice do que eu.

Ela arranha minhas coxas, arqueia as costas, sua boca se abre em um O perfeito, resolvo a ajudar a chegar lá. Paro meus movimentos mas em segundos já começo novos, com meus dedos. A penetro com três de uma vez, ela joga a cabeça para o lado, seu cabelo todo cai ali, seu rosto vermelho, a garota abre os olhos por uma pequena fração de segundo, a encaro na forma mais sexy que consigo. Seu corpo vai com tudo sobre o colchão, vou no embalo sem deixar nem por um segundo de lhe dar estocadas fortes e certeiras. Encaro seu corpo, seus seios. Chega a dar água na boca, não demoro nem mais dois segundos até abocanhar seu seio. Rodeio o mesmo com a língua, chupo, mordo, faço tudo de que tenho direito, repito os mesmos movimentos no outro lado. A dor da foda anterior ainda me atingem com tudo, mas não penso em parar nem por um segundo por causa disso. 

Curvo meus dedos em seu interior, atingindo seu ponto G, Ela arqueia as costas e fecha os olhos com força, as paredes de seu canal vaginal espremem meus dedos, seu líquido escorre para meu pulso chegando a pingar no lençol. Ela estremece, se contorcendo, praticamente gritando meu nome.

Quando o orgasmo termina seu corpo se colide com o colchão, assim como o meu. Nós respiramos rapidamente, parece que o ar resolveu fugir de nossos pulmões do nada, fecho os olhos por um bom tempo, dores percorrem meu corpo, mas, junto um relaxamento dos músculos chega a ser surpreendedor. Não sei quanto tempo ficamos assim, só sei que após nós termos recuperado o fôlego eu resolvo me levantar. Jasmi me assiste enquanto contorno a cama, vejo a cinta com o pênis ali do lado, mas não era o que eu estava procurando, finalmente acho a caixa de kit de sexo que havia comprado, a ruiva arqueia uma sombrancelha quando me vê remexendo ali.

-Você é algum tipo de ninfomaníaca? - pergunta, solto uma gargalhada ao ouvir isso. Finalmente acho um pote de gel para massagear ali dentro, volto para a cama em passos lentos.

-É só uma massagem, bebê - respondo, ela me fuzila com os olhos - tenho permissão para isso? Martins? - ela ri de mim e vira de costas, com a barriga em direção ao colchão.

-Como quiser, Lira - sorrio ao ouvir isso. Passo a sentar sobre sua cintura, pego um pouco de gel e começo a fazer massagem nela, ela está toda relaxada, seu cabelo jogado para um lado, consigo ver seu sorriso satisfatório por cima dos ombros. Novamente sinto uma fisgada vindo da parte inferior.

-Você era um homem na vida passada? - pergunto, ela arqueia a sombrancelha, ainda de olhos fechados e com o sorriso bobo em seus lábios.

-Por que a pergunta?

-Porque você sabe usar um pênis melhor do que muito macho por aí - ela gargalha com meu comentário - e pelo jeito você gosta disso...

-Eu gosto de te foder, Lira, não importa como.

Jasmi faz uma cara de santinha, aproximo nossos corpos, chegando perto de seu ouvido por cima, meus seios tocam de leve a pele de suas costas.

-Eu também gosto de te foder, não importa como, Martins.

-No seu caso seria em todos os sentidos, porque você fode com meu corpo, minha vida e meu psicológico - solto uma gargalhada alta.

-Por isso somos perfeitas uma para a outra - a ruiva se apoia em um cotovelo, se virando para me encarar, ela exibe um sorriso lindo.

-Eu te amo, Lira.

-Também te amo, Martins - a mesma volta a posição anterior para receber a massagem.

-Mas você vai receber punimento porque gozou na primeira vez sem permissão.

Abro a boca fingindo estar ofendida.

-Eu havia esquecido das regras!

-Que pena, não é mesmo?


Notas Finais


Maratona. Sim ou não?


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