História Verdade ou Desafio - 3 - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Camren, Mistério, Romance
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Palavras 3.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eaqueci de postar a imagem no capitulo anterior >.<
Mas aqui está Lucas e Lucy ♡

Capítulo 13 - Jay está voltando


Fanfic / Fanfiction Verdade ou Desafio - 3 - Capítulo 13 - Jay está voltando

*Jena*

-Estamos perdidos.

-Não estamos perdidos!

-Estamos sim.

-Calado! - digo nervosa e desligo a lanterna que estava usando - certo, estamos perdidos, vamos fazer uma fogueira e dormir na floresta mesmo.

-Como você conseguiu se perder?

-Você quer voltar pra cela de onde veio? - pergunto sem paciencia, o pequeno ruivo se cala, ligo a lanterna e aponto para seu rosto o fazendo fechar os olhos - olha, por mais que eu conheça essa floresta, não sei andar aqui de noite, então vamos descansar um pouco e amanhã eu te levo pra tua mãe.

-Nós poderíamos ir lá - Jay aponta para um lugar alto, era uma pedra grande no topo de um pequeno monte.

-Boa idéia...

***

O fogo crepitava, a lenha estava em abundância, nós dois descansávamos do lado da pequena fogueira, já era meia noite, meu celular ainda estava funcionando mesmo estando fora de área.

-Então... - Jay finalmente fala algo - você não está morta...

-Não, não estou - digo e desligo o celular, observo as estrelas acima de mim.

-Por quê fingiu estar morta? - ele pergunta, o encaro.

-Sua família esconde grande parte da sua história, e acho melhor você não saber mesmo...

-O que isso tem a ver?

-É essa história que me fez morrer - digo - ou pelo menos... quase morrer...

-A Layla me disse um pouco da historia - Jay fala e encara o chão - ela disse que Lauren foi estuprada, e que há segredos que ninguem pode saber.

-É... ela sabe demais - comento.

-Quando vou poder voltar pra casa?

-Quando conseguirmos sair daqui, pegar um trem pro litoral e eu te deixar em casa, depois disso eu vou voltar...

-Voltar? Pra quê?

-Preciso acabar com Jeremia - digo - senão o tráfico infantil vai continuar.

-Eu vi outras crianças do lado da minha cela... elas vão ficar bem?

-Vão.

-Eu posso falar pra minha mãe, ela iria acabar com esses bandidos e os colocar na cadeia, minha mãe é delegada!

-É, eu sei - falo sem muita animação, suspiro fundo ao me lembrar de Camila.

-Agora eu tenho duas mães - Jay continua - eu nunca quis ter duas mães...

-Como assim? - pergunto abrindo os olhos e o encarando.

-Você guarda um segredo se eu te contar? - o ruivinho pergunta.

-Guardo, claro.

-Eles me deixaram sair - ele fala - eu conheci esse Jeremia, ele conversou comigo e disse que se eu quisesse eu poderia sair.

-E por que não saiu?

-Porque... - vejo uma lágrima descer pelo seu rosto - ele disse que se eu não saísse ele me daria uma arma.

Arregalo os olhos.

-Ele o quê?

-Eu escolhi não sair - Jay continua - e ele me deu a arma - vejo mais duas lágrimas escorrerem de seus olhos - eu apontei para minha própria cabeça e apertei o gatilho, mas não havia nenhuma bala.

-VOCÊ O QUE?! - grito e me levanto indo em direção ao garoto.

-S-se eu morresse lá, minha mãe iria achar que eu fui morto e não que me matei, ela não se sentiria culpada pelo meu suicídio, eu não quero que minha mãe se culpe por eu querer morrer.

-Mas, por que? - pergunto sem entender e seguro em seus ombros - por que? Jay?

-Eu não sou Jay - ele fala sem me encarar - eu sou Jéssica Jade, a garota problemática que quer ser homem, é isso que todos pensam de mim.

-Foda-se o que os outros pensam!

-Eu não sou eu - Jay diz cabisbaixo - não era pra eu ter nascido, por minha causa Lauren ficou anos dormindo, por minha causa tenho que mudar de escola todos os anos, e esconder os machucados que arranjo na escola da minha mãe quando chego em casa, e ver os professores quase me reprovando por ódio, meus únicos amigos são meus primos, mas eles não estão lá quando estou chorando. Eu sou o que as pessoas dizem de decepção da família Jade, sou aquele que nenhuma garota nunca vai gostar, e se gostar, será humilhada pelos outros por causa disso. Sou aquele que nem tem chances de conseguir algo, nem preciso tentar para descobrir. Eu sou o inútil, o lixo, a merda. E eu me mataria se isso não fizesse minha família se culpar. Eu me preocupo com eles, são os únicos que me entendem, não quero que achem que eu me matei por causa deles. Esse momento preso em uma cela foi mais feliz do que qualquer um que já passei na escola.

O abraço, forte.

-Quer morrer? Morra, morra que nem eu, dê o dane-se ao mundo e seja livre. Jay, você é você, e você pode escolher ser o que quiser.

-Jena...

-Não - digo e o aperto mais em meus braços - não diga nada.

O garoto me obedece e me abraça de volta.

*Layla*

O caminhão para, observo o relógio, ainda era meia noite. Alguns minutos depois a grande porta de trás é aberta. O homem retira o corpo de Aiyami, aproveito e saio do local quando ele vai embora, pego o frasco de vidro que ele havia deixado para trás. Saio correndo para me esconder atrás da árvore mais próxima. Ainda estávamos na cidade, porém estávamos afastados, a casa que o moço da cerveja entrou estava de frente para a praia, havia um quintal enorme, mas a casa parecia cair aos pedaços. Não havia quase nada de vizinhança, e ao longe consigo ver o carro de Alice se aproximando. Ela chega perto da areia da praia e para, faço um sinal para que fique no carro e ela obedece, vejo o homem sair da casa e ir até o caminhão novamente, ele procura o frasco que eu havia pegado, acaba se frustando e chuta o pneu do caminhão. Logo ele tranca as portas e volta a entrar na casa.

Alice sai do carro e vem na minha direção.

-Relatório.

-Ele envenenou uma garota e a sequestrou na festa, a trazendo para cá.

-E por que não a impediu de ser envenenada?

-Sou uma matadora e não heroína - falo e reviro os olhos - e dessa vez, eu vou dar o golpe final.

-Como quiser - Alice diz e bufa - coloca as luvas e a toca - diz entregando o que eu precisaria - você está com alguma faca?

-Não fico sem - digo mostrando duas pequenas facas tiradas do meu bolso.

-Como vovê encontrou a vítima - Alice continua - você faz o plano, eu só vou ajudar e dar apoio.

-Certo - sorrio grande por essa ser a primeira vez que ela me deixa fazer isso, embora eu já tenha feito sem o conhecimento dela - não estou com paciência então vamos só entrar.

-Que ótimo plano - Alice diz e bufa - e se tiver mais gente lá dentro? Ou se ele estiver armado?

-Ele é burro - digo entrando no enorme quintal - fique do lado da porta.

-Ah... entendi...

Bato na porta, logo ela é aberta e o homem pálido e magro me encara sem entender.

-Papai! Que saudades! Papai! - digo e finjo um choro, o homem vem na minha direção sem perceber Alice.

-Garota? O que... - ele para de falar quando Alice o amordaça o obrigando a inalar o veneno que o faria desmaiar, e em alguns segundos o rapaz estava caído sob meu pés.

-Eu disse que ele é burro - falo.

-Vamos ver se tem mais gente do lado de dentro - Alice diz, afirmo com a cabeça.

-Vamos...

*Arthur*

Eu corria com meu carro o mais rápido que podia na estrada, o céu estava com muitas nuvens e eu temia que logo logo iria chover.

-Eles ainda estão nos seguindo - Jenny fala da parte de trás do carro.

-Arthur? - Ariel pergunta, estava com medo, assim como todos nós estávamos.

-Vai ficar tudo bem, garotão - digo.

Essa tarde eu vi um cara cercando o triller garregando uma arma, sabíamos que era por nossa causa, assim que ele se afastou um pouco saímos do lugar e fugimos em direção ao meu carro que não estava muito longe, mas ele viu e entrou em outro carro e começou a nos seguir.

Resolvemos que iriamos tentar despistá-lo, mas foi fútil. Então arranjamos outro plano de ir para o litoral.

Não sabemos onde Jena está, e o celular dela está fora de área, então estamos indo para onde ela disse que iria levar Jay. E caso não a encontremos, pelo menos estaremos longe o suficiente para irmos à polícia sem ele interferir. Vejo uma placa ao lado da rodovia.

-Estamos chegando - digo, mas na hora um barulho me chama a atenção.

-Arthur... a polícia está atrás da gente.

Devo ter passado do limite de velocidade. Droga.

Estaciono o carro.

*Camila*

Acordo com o barulho do meu celular, resmungo algumas coisas e o pego.

-Delegada Jade? - ouço a voz do outro lado da ligação.

-Eu mesma - digo esfregando os olhos - o que você quer?

-Acabamos de prender um casal de irmãos, eles estavam na rodovia em alta velocidade...

-Idaí? Esse não é meu departamento - digo com mal humor.

-É que havia uma criança no carro, o casal não são pais nem responsáveis dele, ele não fala uma palavra e os dois de maior tambem não cooperam em dizer quem é o menino, de onde veio e quem são os pais.

-Sequestro? - pergunto.

-Possivelmente - ele diz.

Me levanto da cama o mais rápido possível.

-Quando eles foram presos?

-Chegaram aqui na delegacia agora. Nós decidimos que iriamos ligar primeiro pra você por causa do seu filho que... você sabe... enfim, talvez isso esteja relacionado de alguma forma, eu não sei, só sei que não gosto da detetive da capital e não iria passar pra ela sem antes ter a sua autorização.

-Fez bem.

***

Adentro a sala cinza, ali havia apenas uma mulher, uma mesa, uma garrafa de água e duas cadeiras, na qual ela se assentava em uma e eu estava indo para sentar em outra.

-Você é Jenny Normani Lin? - pergunto o óbvio.

-Sim - ela responde.

-Como meus policiais já te interrogaram eu vou ir direto ao assunto - digo - quem é o garoto dentro do seu carro?

Ela faz uma careta.

-Eu já disse, é meu sobrinho.

-Por quê se recusa a dizer o nome dele ou da mãe?

Ela suspira.

-Eu não o sequestrei se é o que você está pensando - diz.

-Certo - falo suspirando tambem - vamos ver o que o seu irmão diz.

Me levanto e saio da sala cinza, ando pelo corredor até outra, ali estava silencioso demais, madrugada demais.

-Olá, Arthur Lin - falo entrando e fechando a porta atrás de mim - como vai?

-Com fome - ele responde, o encaro melhor percebendo algo diferente.

-Você é da capital, certo?

-Sim.

-Onde trabalha?

-No manicômio Morgan, um pouco distante da cidade - ele responde, o observo da cabeça aos pés. O que o crush do Pedrick estava fazendo aqui?

-Então trabalha para os Morgan? - pergunto me assentando.

-Sim.

-Pode me dizer o porquê de estar vindo pro litoral?

-Sim - ele suspira - eu estava sendo seguido, havia um cara com uma arma que seguia eu, Jenny e Ari.

-Ari? - pergunto - é o nome da criança? - ele olha para o chão como se culpasse por ter dito o nome - por que tinha alguem te seguindo?

-Por causa do garoto desaparecido - ele responde - Jay Jade... nós temos contato com a pessoa que está tentando o libertar agora, e acho que a companhia que o sequestrou não gostou disso.

Me lembro do que Alice me disse antes de irmos dormir, que uma garota de cabelo azul estava trazendo Jay, e todas as outras informações.

-É a garota do cabelo azul? - pergunto, ele arregala os olhos.

-Você a conhece? - pergunta - quem é você?

-Sou a delegada Camila Jade - respondo. Ele parece ainda mais surpreso.

-Uma Jade? - ele sorri - que mundo pequeno.

-Como assim? - pergunto sem entender, ele chacoalha a cabeça.

-Quando a "garota do cabelo azul" chegar, toda a verdade vai chegar junto, então não preciso dizer nada para você agora - fala - cuide bem de Ari.

Afirmo com a cabeça e saio da sala, de alguma forma eu confio nele, mas isso não é o suficiente para o tirar das grades e celas, se ele não quer cooperar, tudo bem, eu vou tentar trabalhar sem a ajuda dele.

Vou até a entrada da delegacia, ali haviam os únicos cinco policiais que estavam trabalhando no momento.

-Não quero que qualquer informação sobre eles chegue à outras pessoas - digo, eles afirmam - o garoto pode ficar comigo até tudo se acalmar. Onde ele está?

-Sentado ali na recepção - um deles diz, afirmo com a cabeça e vou em direção à recepção. Ali, alem da secretária de plantão estava um garotinho, seu cabelo era castanho e liso, um pouco grande fazendo uma franjinha no menino, sua pele era um pouco morena como a minha, e os olhos eram escuros.

-Oi, Ari - digo calmamente andando em sua direção, ele olha para mim, sua expressão era de medo - tudo bem, eu não mordo - me ajoelho a sua frente - qual é o seu nome inteiro? - ele nega com a cabeça - não quer dizer? - o menino começa a chorar - calma, você vai ficar bem. Meu nome é Camila, pode me chamar de Camz, vamos ser muito amigos! - falo e seguro em sua mão - vou cuidar de você, e vou te levar pra minha casa onde tem um moooonte de brinquedos - digo - quantos anos você tem? - ele estende as mãos mostrando um número - seis? - pergunto, ele afirma - eu tenho um sobrinho que tem essa idade tambem, sabia? O nome dele é Cameron, você vai gostar dele - me levanto segurando a mão do pequeno - eu sou do bem, prometo.

Ele se levanta e começa a seguir meus passos.

Não vou deixar outra criança se machucar.

*Lucy*

Acordo ouvindo o som de uma panela, dou um salto na cama e o mesmo faz Lucas que dormia ao meu lado, saimos do quarto para ver o que estava acontecendo, no final era apenas Camila acordando todo mundo em plena quatro horas da manhã.

-Acordem! Acordem! Reunião na sala!

Bufo e desço as escadas, todos os outros fazem o mesmo.

-Cadê Alice e Layla? - Hannah pergunta percebendo a falta delas.

-Layla foi em uma festa e Alice disse que iria buscá-la - respondo - mas isso já faz algumas horas... será que aconteceu algo?

-Sim - Jasmi responde - Alice me mandou uma mensagem dizendo que tinha um compromisso X.

Todos afirmamos com a cabeça como consenso de não tocar mais no assunto.

-Certo - Camila fala no meio da sala - hoje de madrugada dois irmãos foram presos por estarem acima da velocidade em uma rodovia, o problema é que tinha uma criança no banco de trás, e eles se recusam a dizer quem é, não há nenhuma identidade sobre ele, e como eu acho que isso tem a ver com o desaparecimento de Jay, ressolvi tomar as rédeas - ela se vira e vai até a cozinha, logo depois volta segurando a mão de um garotinho - gente, esse daqui é Ari, vai ficar conosco até descobrirmos quem são os pais deles.

*Lauren*

Sento na borda da piscina, o dia estava começando a raiar, já faziam alguns minutos desde que Ari chegou, e estavam todos o bajulando. Resolvi me afastar um pouco, nesses ultimos dias eu tenho sido tratada como se não existisse, mas eu entendo isso, há algumas semanas atrás eu só era um vegetal sobre uma cama.

-Bom dia - ouço uma voz atrás de mim, não me viro, já sei quem é só pela doce voz.

-Oi - falo cabisbaixa, sinto a água gelada nos meus pés, deveria estar uns doze graus agora.

-Desculpa  - ela diz e senta ao meu lado, encaro seu rosto.

-Pelo quê?

-Eu não sei, sinto que estou fazendo algo errado - Camila diz e coloca a sua mão sobre a minha, sorrio fraco e deito sobre seu ombro, observo o céu.

-Vai chover - digo.

-Vai...

O silencio paira entre nós, sinto minhas palpebras pesadas por conta do sono.

-Jay está vindo - falo.

-É, a garota do cabelo azul vai trazê-lo - Camila completa - queria saber quem é ela.

-Queria me lembrar como foi me apaixonar por você - falo - como eu te conquistei, como foi a sensação de carregar Jay dentro de mim...

-Talvez um dia você se lembre - Camila diz.

-É... - observo a água da piscina - você se parece com o Ari - comento.

-Pedrick e Lucy disseram o mesmo - Camila diz rindo.

-Eles têm razão - falo e me levanto.

-Onde você vai?

-Não sei - digo - não sei pra onde vou, mas quer vir comigo?

Ela sorri.

-Posso te levar a um lugar especial?

-Claro - confirmo.

***

-Foi aqui que passamos nosso primeiro fim de ano juntas - Camila diz se sentando na pequena mureta de concreto ao lado da areia da praia. Me sento ao lado dela, do nosso lado havia uma casinha de concreto bem velha e caindo aos pedaços, atrás de nós haviam alguns coqueiros.

-É muito refrescante - digo sorrindo - me conte sobre esse dia.

-Ah - vejo seus olhos brilharem - haviam muitos fogos de artifícios, muitas pessoas bêbadas e outras rindo, logo depois da contagem regressiva você começou a sentir dores de parto - ela descreve - foi uma noite muito corrida.

Sorrio.

-Imagino - falo e observo o horizonte, sinto nossos dedos serem entrelaçados.

-Eu te amo, Lauren - Camila fala, suspiro fundo - então me desculpa.

-Por me amar?

-Por te trair.

-Como assim? - pergunto sem entender.

-Eu amei duas pessoas ao mesmo tempo - ela diz.

-Você amou outra garota? - pergunto a encarando.

-Sim, e ainda amo, amo vocês duas, eu sei que talvez você não entenda, nem eu entendo, mas eu amo, e amo demais - ela fala, sorrio para a garota.

-Está tudo bem - digo - eu amo meus dois pais ao mesmo tempo tambem, mesmo um não estando entre nós.

-Não, não é esse tipo de amor...

-Amor é amor - falo - então está tudo bem - fecho os olhos um pouco para depois abri-los e a encarar - essa garota, você está a namorando?

-Não - ela diz - ela se foi, mas meu sentimento continua aqui.

-Bem, eu tambem estou aqui - falo. Sinto Camila apertar minha mão como se estivesse com medo de eu ir embora tambem.

-Sim, você está.

*Alice*

-Já são cinco horas - falo - melhor agilizarmos as coisas.

Layla revira os olhos.

-Ok, já vou - a garotas passa a faca perto do pescoço do homem.

-Ele está quase inconsciente - digo - se demorar ele vai desmaiar e morrer sozinho.

-Tá! Entendi - ela diz brava e em um movimento rápido a garota crava a faca no pescoço do homem.

-Finalmente - digo e bufo - eu vou levar Aiyami de volta pra casa enquanto você limpa as coisas aqui.

-Sim senhora - Layla diz e retira um frasco de vidro do bolso - use isso pra acordar ela.

-Você roubou dele? - pergunto me referindo ao morto.

-Sim, ele é descuidado.

-Certo, já estou indo. Deixo o resto com você.

-Pode deixar.


Notas Finais


Jay depressivo?
Arthur e Jenny pressos?
Ariel conheceu Camila?
Comentem :3


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