História Verdade ou Desafio - 3 - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Camren, Mistério, Romance
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Alice :3

Capítulo 14 - As nuvens estão chorando


Fanfic / Fanfiction Verdade ou Desafio - 3 - Capítulo 14 - As nuvens estão chorando

*Camila*

-Vamos voltar pra casa? - pergunto ao sentir algumas gotas de chuva tocarem a minha pele.

-Vamos - Lauren confirma.

-Só quero passar na delegacia antes para pegar uns papéis, tudo bem por você?

-Claro.

Nós nos levantamos e vamos até meu carro, depois vou para a delegacia, adentro o local e vou direto para meu escritório, pego alguns papéis para rever sobre Arthur e Jenny, e nesse momento um celular toca sobre a minha mesa. Observo o objeto, era provavelmente de um dos presos essa manhã, eu não deveria atender, isso vai contra as regras, então apenas me viro para sair do local, o celular logo para de tocar e quando eu estava prestes a fechar a porta, outro celular toca, ao lado, paro um pouco e penso se atendo ou não. Não resisto à tentação, seguro o celular e atendo, coloco perto do meu ouvido sem falar nada, do outro lado ouço barulho de vento e canto de pássaros como se viesse do meio de um bosque ou floresta, fico assim alguns segundos, pisco os olhos forte.

-Alô? - digo, do outro lado a pessoa continua muda - eu estou com Arthur, Jenny e Ari - falo - sou a delegada Camila Jade, e posso negociar a liberdade de seus dois amigos e a criança vai voltar para você, isso se você devolver Jay Jade - digo chutando, tentando acertar quem quer que fosse a pessoa do outro lado - você é subordinado de Jeremia? - pergunto e suspiro - se for a garota do cabelo azul, por favor, não machuque meu filho...

A ligação cai. Encaro a tela do aparelho vendo o nome de quem ligou.

"Max"

*Jena*

Estava amanhecendo, acordei cedo para poder continuar a caminhada com Jay, o garoto estava mal humorado mas me seguia pelo caminho.

-Você parece meu filho - digo rindo, o garoto me encara.

-Você tem um filho?

-Sim, e ele tambem odeia caminhadas, que nem você.

-Qual o nome dele?

-Ariel Fractal Martins Jade.

-Nossa - Jay diz rindo tambem - que nome grande.

-Pois é.

-Isso significa que ele é meu primo?

-Sim - respondo, mas do nada meu celular começa a vibrar, observo o aparelho vendo as mensagens, ligações perdidas e notificações que estavam chegando - consegui internet - digo sorrindo e paro de andar, abro mensagem por mensagem, arregalo os olhos ao ver algumas - Arthur e Jenny estão sendo perseguidos... - sussurro pra mim mesma, disco o número da minha amiga mas ninguem atende, disco o de Arthur e dessa vez alguem atende mas não ouço nada do outro lado da linha por alguns segundos, até que...

Alô? - ouço, continuo quieta - eu estou com Arthur, Jenny e Ari - entro em choque - sou a delegada Camila Jade, e posso negociar a liberdade de seus dois amigos e a criança vai voltar para você, isso se você devolver Jay Jade - como? O que aconteceu? - você é subordinado de Jeremia? - como Camila sabe de Jeremia? - se for a garota do cabelo azul, por favor, não machuque meu filho...

A ligação cai, provavelmente saiu de área de novo, fico perplexa tentando pensar no que possa ter acontecido. Várias coisas e possibilidades passam pela minha cabeça.

Mas apenas uma realmente importava: Ariel, meu filho, estava com Camila.

Começo a correr dentro da floresta, Jay me segue por trás, chego em outra área que dá para ligar e disco um número, o número toca algumas vezes até eu ouvir uma voz conhecida.

-Max? - ela pergunta, suspiro fundo.

-Layla, onde você está? - observo Jay ficar confuso com o nome.

-Neste exato momento estou limpando uma sala com sangue pra todo lado.

-Ah... que bom - digo aliviada - que horas você saiu de casa?

-Era umas onze horas, por que?

-Camila está com Ariel - digo rapidamente.

-O QUE?! - ela grita.

-É o seguinte, preciso de um favor seu, descubra porque e como Ariel foi parar aí, pode fazer isso por mim?

-Claro, Max - ela responde - mas estou com alguns problemas então isso vai ter que esperar.

-Pode ser, não vou levar Jay até saber de mais informações, talvez isso seja perigoso ir agora.

-Certo, é melhor assim só fique por perto - a garota para por alguns segundos - mas e se Ariel me reconhecer?

-Dá um jeito de inventar uma história sobre isso, você é boa em mentiras e atuações.

-Vou tratar isso como um elogio - sorrio.

-Obrigada. Layla.

-De nada - ela fala - Jay está aí com você? - encaro o garoto, ele ainda estava confuso.

-Está.

-Coloca no viva voz - faço o que ela pediu - oi, Jay, você está bem?

-Eu... estou - ele responde gaguejando.

-Ok, tchau, estou ocupada - reviro os olhos e sorrio, a ligação acaba.

-Desde quando Layla sabe que você está viva? - Jay pergunta, volto a andar e ele volta a me seguir.

-Desde sempre, acho - respondo - na noite em que tentei me matar eu fiquei muito ferida e queimada, voltei pra casa mas não tinha ninguem lá além de você e Layla. Mas você estava dormindo, então ela me ajudou, cuidou de mim, e algumas horas depois eu fui embora mesmo machucada porque não queria que ninguem descobrisse sobre mim - digo - ela era esperta desde aquela época, fez um acordo comigo na qual ela não contaria nada pra ninguem se eu mantivesse contato com ela, por causa disso adotamos o codinome Max, e ela começou a fazer parte da minha vida fugitiva. Alguns anos atrás eu voltei pro litoral por pedido dela, ela querida aprender a atirar com vários tipos de armas diferentes, mas como Alice não gostava de armas, nunca a ensinava. Então eu a ensinei, e naquele dia ela conheceu Ariel. Depois disso, sempre que eu voltava pro litoral eu a visitava, marcávamos lugares que ninguem nos descobriria e nos encontravamos.

-Então, você é Max?

-Sim.

-E Layla sempre soube que estava viva?

-Sim.

O menino olha para o chão.

-Ela nunca me contou isso.

-Era um segredo.

-Somos melhores amigos, melhores amigos contam segredos uns para os outros.

Fico calada um pouquinho e acelro o passo.

-Estamos chegando na borda da floresta, mas não vou te levar pra casa agora, preciso de mais informações, vamos dormir em uma barraquinha aqui perto. Ele afirma com a cabeça.

Desculpa, Jay.

*Layla*

Entro no carro de Alice.

-Limpou tudo? - ela pergunta, afirmo com a cabeça.

-O que fez com Aiyami?

-A deixei em cima de um sofá, a casa estava uma bagunça e ainda tinha gente bêbada lá - balanço a cabeça em negação.

-Idiotas - comento, ela afirma. Vamos direto pra casa, do outro lado da rua vejo o carro de Camila estacionando, de lá sai a morena e Lauren, saio junto a Alice do carro tambem.

-Bom dia - Camila diz para nós, sorrimos para as duas.

-Bom dia - respondemos. Entramos na casa todas juntas, dando de cara com a grande sala ali. Meu coração sipara quando vejo Ariel sobre o sofá, Jasmi e Pedrick estavam do lado dele assistindo TV. Cameron brincava no chão e Pedrick estava sentado na escada mexendo no celular. Tento não ser vista, mas Camila estraga isso.

-Oi gente! - diz e fecha a porta fazendo todos olharem para nós quatro, inclusive Ariel que me encara e abre um sorriso enorme, vem correndo em minha direção com os braços abertos.

-Layla! - ele fala animado e me abraça.

Droga.

Droga.

Droga.

Droga.

O que ele está fazendo aqui?

-Ah... ah... - tento pensar em algo rapidamente enquanto todos me encaravam - Ariel! - digo animada e o abraço - o que faz aqui? Cadê o papai Max?

-Arthur e Jenny me trouxeram de carro - ele fala me encarando - papai Max...? - o interrompo o abraçando e sussurro em seu ouvido sem os outros perceberem.

-Papai Max é o novo nome da mamãe Jena - digo e me afasto - vamos brincar? - ele abre um sorriso.

-Vamos!

Me levanto e encaro Camila.

-Da onde você o conhece? - ela pergunta.

-Ele é filho de Max, um amigo meu.

-E quem é esse amigo?

Dou as costas para ela e começo a andar segurando a mão de Ariel.

-É um cara que trabalhava para os Morgan, vocês não o conhecem.

Essa foi por pouco.

*Alice*

Depois de chegar em casa com Layla, resolvo dormir por quase a manhã e a tarde inteira. Lucy aproveita para arrumar as coisas em casa e contratar algumas empregadas, Camila voltou para a delegacia, Lauren foi assistir um filme, Pedrick voltou ao seu trabalho como administrador, Lucas tambem está resolvendo algumas coisas da empresa, Hannah saiu pra fazer exercícios e passear com Rex, Layla chegou no segundo periodo na escola, Jasmi levou Cameron para fazer os exames que o médico pediu, e assim passa nossa manhã e tarde. É um pouco estranho essa nossa confiança de que Jay está chegando e não precisamos nos preocupar, pelo que Camila disse, ela entrevistou um tal de Arthur e ele confirmou o que já sabemos.

Mas nada é mais estranho do que Ariel conhecer Layla. Nunca o vi na vida, e, embora eu saiba que Layla tem segredos escondidos, mentir tão falsamente para a própria família não foi a coisa certa a se fazer.

*Flashback*

Me aproximo de Layla, estávamos um pouco longe do resto do pessoal, Ariel brincava perto de nós.

-Você mentiu - digo, ela me observa de canto de olho.

-Menti.

-Eu posso saber o porquê?

-Para proteger quem está envolvido com Ariel - ela diz, suspiro fundo.

-Certo, não precisa me contar a verdade, apenas tenha cuidado e caso precise, me chame.

-Pode deixar.

*Flashback off*

Eu confio em Layla, mas, não sei se confio em toda essa história que nos cerca. De Jeremia, dos Morgans. Ainda tem coisas que não encaixam. Por exemplo, será que Jeremia é um parente de Jasmi? Ele é da mesma família, mas talbez isso não signifique nada no fim das contas.

Ouço a campainha, meus músculos ainda doem, mas me obrigo a sair da cama, desço a escada e encontro Lauren dormindo no sofá, sorrio, a campainha toca novamente, dessa vez acordando a garota no sofá.

-Já vai! - grito e vou até a porta, abro a mesma dando de cara com minha propria secretária.

-Ah... Bom dia senhora Jade - ela diz um pouco atrapalhada - você não ligou para o escritório e ontem saiu mais cedo, fiquei preocupada.

-Eu estou bem - digo e encosto na batenta da porta por ainda estar cansada.

-Eu desmarquei seus compromissos para hpje assumindo que você não iria trabalhar - afirmo com a cabeça.

-Obrigada - ela fica um pouco vermelha.

-E, bem, na reunião de hoje mais cedo eu anotei tudo o que precisa saber - ela me estende alguns papéis - dois empresários querem conversar com você até amanhã, e estão bem agitados.

-Certo - ela se cala e me encara por alguns segundos em um silêncio constrandegor, até que ela faz uma expressão como se lembrasse de algo.

-E-esta noite o trabalhadores do setor de tecnologia avançada vão alugar um bar no centro da cidade e fazer uma confraternização informal - ela me estende um convite - você foi convidada, será de tarde então não precisa se preocupar, mas acho que vai durar até a noite - ela ajusto o óculos que usava como se estivesse nervosa - pelo horário... vai começar daqui a uma hora.

-Hum... você vai? - ela olha pro chão.

-N-não sou desse setor, senhora Jade.

-Que ir?

-Qiero mas...

-Então vá - ofereço o convite que estava segurando para ela - eu não estou muito no clima pra festa, e este tal bar que alugaram não me trás boas lembranças.

-Bar Blank?

-Bar ou boate stripper, chame do que quiser - digo suspirando - obrigada pelas anotações... isso é tudo.

-Sim.

Fecho a porta e suspiro fundo.

-Eu quero ir - Lauren fala do sofá, reviro os olhos.

-Ir pra onde?

-Pra festa.

-Não é uma festa - digo de mal humor.

-Tanto faz - ela diz - eu não faço nada dentro dessa casa e saí poucas vezes, por favor, vamos na festa!

-Não - falo - vai ter bebidas.

-Ótimo! A gente se diverte mais! - a encaro de lado.

-Você tem quase treze anos, mentalmente, por que está pensando em bebidas?

-Não é como se eu fosse santa - ela se levanta - anda, eu vou te ajudar a se arrumar. Esta noite vamos bailar!

***

Eu não acredito que realmente vim parar nesse lugar cheio de bebidas.

*Jasmi*

Eu estava no oftalmologista, o médico analisava os papéis em suas mãos, todos eles de exames que Cameron fez, de tudo quanto é tipo possível. Ele para de observar os números e passa para o computador, digita algo e começa a ler algo na tela, fico nervosa e sinto minhas mãos suarem por conta disso, Cam estava sentado na cadiera do lado, ele brincava com o próprio cabelo.

-Senhora Jade - o médico diz ainda olhando para a tela do computador.

-Sim?

-Você poderia deixar Cameron esperando lá fora por alguns minutos? Minha secretária pode ficar de olho nele.

Afirmo com a cabeça e levo meu filho para fora do local, peço para ficar quieto e sentado na cadeira, depois volto para onde estava.

-Pronto - falo, o médico olha para mim.

-Vou fazer algumas perguntas para você e a única coisa que tem que responder é sim ou não. Certo?

-Certo.

-Você veio do país vizinho?

-Sim.

-Você nasceu em uma dessas duas cidades? - ele fala o nome das cidades, reconheço uma onde morei com meu pai e a outra onde morei com minha mãe.

-Sim.

-Você tem anomalias na saúde?

-Sim, algumas.

-Tem irmãos ou irmãs?

-Sim.

-Alguma é gêmea?

-Sim.

-Ela tambem tem anomalias?

-Tinha, ela tinha.

O homem checa mais algo no computador.

-Eu tenho três notícias, uma boa, uma ruim, e uma depende da sua perspectiva.

Me preparo e fico ereta.

-Pode contar.

-A que depende de sua perspectiva é que eu sei o que seu filho tem - ele diz e suspira fundo - a boa notícia é que há tratamento, e a má é que não há cura.

Perco a repiração e pisco algumas vezes para voltar à realidade.

-C-como a-assim?

-Cameron tem uma doença rara e nova, passada dos pais para filhos pela genética, essa doença começou a se manifestar em filhos de pessoas que nasceram onde você nasceu, então há o começo de um tratamento, mas só no país vizinho.

-E-eu deixei meu filho doente? - ele desvia o olhar.

-Vou encaminhar Cameron para o hospital municipal de lá se você altorizar.

-Doutor... - digo suando frio - o que essa doença faz? O que ela causa?

-É uma doença degenerativa que afeta todo o sistema visual - ele diz - resultando em uma cegueira permanente.

-Meu filho não vai poder ver?! - pergunto sentindo lágrimas rolarem pelo meu rosto.

-O tratamento prolonga o prazo - o homem fala - mas como eu já disse, ainda não foi descoberta a cura.

Me levanto da cadeira não acreditando no que estava ouvindo, saio do lugar e seguro na mão do meu filho, o levo para fora, tento respirar o ar fresco dali.

Isso não pode ser real.

Isso não pode ser real.

Não.

Não.

Por favor.

-Mamãe? Você tá bem? - ouço a doce voz de meu filho, ele segurava firme minha mão me olhando nos olhos, sorrio para ele e me ajoelho a sua frente.

-Sim, filho, eu estou bem, vai ficar tudo bem - o abraço o mais forte possível - eu te amo, meu biscoitinho - digo, ele ri.

-Eu tambem te amo, mamãe.

***

Chego em casa muito tarde, já havia anoitecido e a chuva caía forte lá fora. Precisei de um tempo para pensar melhor, ou só esvaziar a cabeça, ainda não conseguia acreditar no que havia ouvido.

-Filho - chamo o garotinho sorridente, seguro na mão do menino assim que entramos em casa, passamos pela sala e subimos a escada dando para o corredor onde haviam vários quartos. Vou até um quarto com a porta vermelha. Não sei porque Cameron ama tanto essa cor, abro a mesma e adentro o local - filho, vai tomar banho, ok?

-Ok, mamãe - ele vai para o banheiro que havia ali, aproveito para arrumar grande parte da bagunça que ele fazia com os brinquedos, separo o pijama do meu filho e coloco sobre uma mesinha de brinquedo, depois de alguns minutos Cam aparece pelado tentando secar o cabelo e rindo de algo. Sorrio para meu querido filho e o ajudo a se secar, depois coloco o pijama nele e deito com ele na cama. Começo a fazer um cafuné gostoso nele, aproveito e o abraço, sinto algumas lágrimas rolarem pelo meu rosto e caírem no travesseiro.

Eu estava chorando, por medo. Nunca considerei a vida de alguem superior a minha, só agora. Eu daria de tudo para ver ele feliz, e saber que vai chegar uma hora que ele nem vai conseguir ver... quebra meu coração.

E eu não posso fazer nada pra mudar isso.

A culpa é minha. Toda minha.

Me levanto da cama com cuidado para não o acordar, ele adormeceu rápido, talvez precisasse disso. Saio do quarto com todo o meu corpo doendo por causa da dor por dentro. Praticamente me arrasto para meu quarto, tudo o que queria fazer agora era chorar nos braços da minha esposa.

Com cuidado abro a porta, a luz lá dentro para a minha surpresa estava acessa, haviam roupas jogadas para todos os lados, e no meio da cama se encontrava Alice, pelada, e ao seu lado estava a garota que trabalhava para ela, a secretária, tambem pelada. Ambas dormiam, havia garrafas de bebidas alcoólicas no chão.

Minha primeira reação foi paralisar ao vê-las. Várias coisas passam pela minha mente. Sinto meu mundo desmoronando, e aos poucos, eu não estava mais lá.

Aos poucos eu estava dentro do meu carro com meu filho dormindo no banco de trás, correndo em alta velocidade em uma rodovia debaixo de uma tempestade, sentindo uma raiva muito grande se instalar em mim e as lágrimas não pararem de cair.

As nuvens estão chorando, e eu tambem.


Notas Finais


Jena ligou pra Camila?
Ariel reconheceu Layla?
Layla sabia que Jena estava viva?
Cameron vai ficar cego?
Alice traiu Jasmi?


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