História VERDADE OU DESAFIO - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte
Visualizações 19
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Luta, Mistério, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


demorou muito eu sei. era preguiça e bloqueio criativo.

Capítulo 3 - Nunca Jamais parte 1


estou no meio do deserto. olho para os lados. na esquerda consigo ver uma cidade. mas o calor começa a destorcer ela. olho para o outro lado, apenas tem uma montanha. em cima dela tem um lagarto. meu corpo começa a se mover sem meu comando. ele caminha ate um estrada. começo a caminhar. estou com sede. muita sede. começo a lamber os lábios em busca de saliva para matar minha sede. mas não consigo. apenas me deixa com mais sede. fecho os olhos. quando os abro vejo uma palmeira, e em baixo dela havia um pequeno rio. tento correr até lá. mas o meu corpo apenas anda em linha reta. caio no chão. tento me levantar. sem sucesso. começo a me arrastar até lá. estou na frente do rio, porém não consigo mexer meus braços. quando do nada sinto uma dor na minha boca. olho para baixo, e uma gota de sangue cai na água. depois uma coisa branca. no começo não consegui identificar o que era, depois do terceiro cair consigo perceber que são meus dentes. um por um começam a cair no rio. começo a chorar de dor.  tento gritar por socorro. mas nenhum som sai da minha boca. começo a ficar desesperado. tento gritar novamente. nada acontece.                                                                                                                             bato o meu rosto em algo duro abro os olhos, e começo a gritar. ouço barulhos de passos. estão rápidos, como se alguém estivesse correndo. fico desesperado. procuro algum lugar para me esconder. me levanto e corro ate um quarto. quando entro no quarto a porta atrás de mim se abre tento fechar a porta, porém a pessoa que abriu a porta a segura e impeça que eu a feche. uso todas as minhas forças para fechar, mas o homem era mais forte. eu caio no chão, e bato com a cabeça. a adrenalina ameniza a dor. o homem chega perto de mim e me abraça. não sinto o meu corpo. fecho os olhos.                                                                                                                                                          estou na minha cama.me levanto e percebo que não é minha cama, é o sofá. me levanto. estou com dor de cabeça, e dor nos músculos do braço. fico de pé. começo a cambalear até a cozinha. e lá estava o meu pai. chorando no telefone. me escondo. consigo ouvir o que ele esta falando                                                                                                                                                                                                                         - então, quanto custa?.... o.k. eu vou pagar...... estou levanto ele aí ...... - ele desliga o telefone e vira de costas. ele fica surporeso quando olha para mim. - vamos logo - fala ele enxugando as lágrimas em seu rosto. ele anda na minha frente. abre a porta. e entra no carro. eu apenas o sigo. entro no carro, e ele começa a dirigir. passamos metade da viagem sem falar nada. é a primeira vez que isso acontece. nunca ficamos sem nos falar em uma viagem. decido puxar assunto.                                                                                                                                  - então... para onde estamos indo? - ele não responde, apenas continua dirigindo. decido ficar quieto para não e estressar.                                 - para um psicólogo - ele fala isso depois de uns 15 minutos. eu olho para ele com um olhar confuso, e ele responde - você enlouqueceu hoje de manhã, não se lembra - não me lembro do meu sonho. só percebo isso agora. - você tentou fugir de mim, tentou se trancar no banheiro, tentou me enforcar, e disse que ele esta vindo - fala ele em meio as lágrimas. não me lembro de ter feito isso. fico pensando nisso ate chegarmos no psicólogo. ele bate na porta, e enxuga as lágrimas. uma mulher atende a porta, ela da um sorriso, e nos convida para entrar. eu entro na sala. é grande, tem um sofá, e um pote com balas. estou prestes a pegar uma, porém meu pai manda eu ir primeiro. entro em um quarto com dois sofás. me sento no sofá do canto inferior direito da sala. olhos para os lados. tem uma prateleira com muitos livros, como ´´ O ILUMINADO ´´ e outros livros de terror. ela fecha a porta e a tranca. fico com medo quer ela tente me matar. mesmo que não faça sentido. eu apenas ignoro os meus instintos de correr para longe. ela caminha até o sofá, e do nada ela corre ate a cortina e a fecha. um barulho de janela se quebrando ecoa em meu ouvido. a mulher cai no chão. me levanto rápido e corro ate a porta no intuito de fugir mas estava trancada ´´  POR QUE EU NÃO FUGI ´´ grito na minha mente corro até a mulher e a levanto, vejo sangue saindo de seu braço. percebo que ela tomou um tiro no braço. meu pai bate na porta perguntando se esta tudo bem. vejo a terra perto do meu pé se quebrar. olho pala janela quebrada. de longe consigo ver um cara com uma arma. me levanto sem as chaves. sinto uma dor em meu pé, olho para trás e vejo sangue escorrendo dele. caio no chão. a porta se abre em um estrondo. foi meu pai que a chutou. ele me pega no colo. ele corre ate o carro, ele o liga e vamos embora. atrás da gente tem uma van preta. ela bate na nossa traseira. o carro derrapa e capota. enquanto o carro gira começo a ver toda a minha vida passando diante de meus olhos. vejo o meu pai no banco da frente. tem sangue saindo de sua testa. ele provavelmente a bateu. fecho os meus olhos. acordo estou no teto do carro. ele esta de cabeça para baixo. tento mover o braço direito. mas nada acontece. tento o esquerdo. ele se meche. fico aliviado em saber isso. percebo que meu pai não esta no carro. abro a porta do carro e saio dele. tem pessoas vindo em minha direção. me ajoelho e caio.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       continua....                                                                                                                                  


Notas Finais


finalmente um novo capitulo


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