História Verdade ou desafio - Capítulo 74


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amoppk, Amor, Camcy, Camren, Fuder, Hot, Laucy, Lesbicas, Oneshot, Yuri
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Palavras 2.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi meu povo! Aqui está outro capítulo descontraído para vocês!

Capítulo 74 - Capítulo XVI


***Jasmi on***


Já são quase oito da noite e Alice ainda não chegou em casa, admito que estou ficando um pouco preocupada, ela não atende o celular, não deixou mensagens dizendo que ia se atrasar no trabalho. Estou quase indo para a empresa ver se ela ainda está lá.

Desço as escadas de casa, está tudo silencioso, até demais. Vou até a cozinha, preparo um café forte pra não dormir, ouço um barulho vindo da sala, vou até lá e vejo Alice, suspiro aliviada.

-Amor, você está muito atrasada - digo a encarando, ela me olha com aquele olhar de súplica.

-Por favor, não me mata - a morena diz tomando alguns passos para trás como se estivesse se preparando para caso eu queira dar o ataque.

-Por que se atrasou? - digo calma - eu estava preocupada, amor, da próxima vez avisa - chego perto da garota e a abraço pela cintura, ela não tem reação, volto a olhar em seus olhos, Alice estava pálida e seu semblante não era dos melhores - o que foi? Está se sentindo bem?

-Eu? Ah... É... Sim - ela diz me encarando - você está bem? - arqueio uma sombrancelha.

-Claro, por que não estaria? Só fiquei preocupada com você, nada demais - ela suspira fundo e coloca uma das mãos na minha testa, como se estivesse medindo minha temperatura.

-Você não está bem, quer que eu te leve para o médico? Talvez alguém possa te ajudar - fico sem entender, dou dois passos para trás.

-Por que você está falando isso? E agindo como se eu estivesse doente?

-Porque, hoje é dia 12, eu achava que ia chegar em casa e algum móvel iria voar na minha direção, ou que você iria me queimar viva. Você não é tão pacífica assim na TPM, amor, você não está bem... Isso de ser um docinho não vai me enganar.

Solto uma gargalhada alta. Agora as coisas fazem mais sentido.

-Prefere que eu te torture? - pergunto me aproximando novamente dela - ou arranque seus membros? Deixo só os seus dedos em um potinho de gelo pra poder usar depois.

Ela ri alto.

-Não, prefiro você assim - Alice me dá um selinho - toda carinhosa.

De repente ouço o barulho do microondas, vou até a cozinha e tiro o lanche que estava fazendo.

-Quer um pouco? - pergunto pra morena, ela nega com a cabeça. Me viro em direção ao armário para pegar um prato e sinto os braços da morena me enlaçando.

-Eu te amo, já te disse isso? - sorrio.

-Sim, um milhão de vezes, e eu também te amo, um milhão de vezes - me viro para a garota, envolvo meus braços em seu pescoço, meu corpo fica entre o armário da pia e o seu - o que aconteceu pra você chegar atrasada hoje?

-Na verdade o Lucas se meteu em uma encrenca, você viu nos noticiários do banco que foi roubado?

-Sim, estava em todas as TVs.

-Então, o Lucas e a Camila estavam lá dentro quando aconteceu, pelo jeito os dois estão bem, mas o Lucas foi parar no hospital e eu tive que ir lá pra dar suporte.

-Nossa, mas está tudo bem?

-Sim, foi só um susto passageiro.

-Amanhã eu vou ir ver ele então, perguntar o que aconteceu - Alice afirma com a cabeça e me dá mais um selinho, um sorriso surge após o beijo, aquele sorriso lindo que ela tem e que eu sou tão apaixonada.

-Como foi seu dia?

-Bem... Como você nem a Camila estavam aqui eu tive que levar Jéssica pra surfar. Meus pais foram juntos, mas no final Jéssica quis tentar surfar sozinha e eu fiquei apenas assistindo de longe. Layla foi com a gente e nós ficamos na areia fazendo continhas de matemática. Dá pra acreditar? Ela tem três anos e já sabe ler e fazer contas, as crianças da idade dela ainda nem saíram das fraldas direito.

-Ela vai ser bem inteligente quando crescer.

-Sim... Ah! E também teve o Rex que foi pro Pet Shop, daí quando ele chegou a Jéssica decidiu ensinar ele a nadar na nossa piscina. Juro que eu não sabia disso! Quando cheguei lá o bichinho estava quase se afogando.

Alice solta uma gargalhada.

-Que dó dele.

-Pois é, demorou até eu conseguir explicar pra Jéssica pra nunca mais fazer isso. Resumindo, o dia foi cansativo, passei a manhã na praia e a tarde cuidando de duas garotinhas sapecas. As faxineiras vieram aqui em casa também, então até uma hora atrás estava tudo movimentado e barulhento, agora é estranho estar tudo tão silencioso.

-Jéssica já está dormindo?

-Sim, ela nem deitou na cama e já dormiu de tão cansada que estava, eu também estou acabada. Nunca achei que em pleno sábado eu iria estar morta antes das nove da noite.

-Vida de família é assim - Alice ri e beija meu pescoço - amanhã é seu aniversário, amor. O que você quer de presente?

-O que eu quero? Eu quero uma mansão,um daqueles carros chicks que a gente nem sabe pronunciar o nome - Alice gargalha - também quero um jatinho particular, e um prédio só meu.

-Por que você já não pede um país inteiro?

-Boa idéia! Eu quero um país! Não! Eu quero um planeta! Vou dominar o mundo!

Nós duas gargalhamos.

-Eu não duvido que você consiga, você já dominou meu mundo por completo - sorrio e lhe dou um selinho.

-Amor, eu não quero nada de presente, eu já tenho tudo o que eu quero, e tudo o que eu quero eu amo. Você, Jéssica, nossa família, saúde, uma casa só nossa, nossa vida. Eu estou muito feliz com onde nós chegamos, e satisfeita.

-Quem diria que uma bêbada e uma novata iriam se conhecer em uma festa do ensino médio e chegar onde chegamos - sorrio.

-Quem diria que iríamos cair de cara no amor?

Alice se aproxima de mim, lentamente, nossos sorrisos em nossos lábios, ela me beija, um beijo calmo e romântico. Seus braços me apertam para mais perto de si, chocando nossos quadris, abraço seu pescoço, nós continuamos, sinto sua respiração se misturando a minha. De repente o beijo começa a tomar outras proporções, com direito a língua e pegadas em lugares indevidos. Arfo de leve quando ela morde meu lábio inferior, ficamos nisso por um tempo até eu não resistir e separar o beijo por falta de ar.

Abro os olhos assim que me separo, na visão periférica eu vejo algo que não estava ali antes.

-Jéssica? - a pequena estava parada no corredor nos encarando, Alice me solta na hora e olha para a pequena.

-Jéssica o que você está fazendo fora da cama? - a mesma pergunta chegando perto da garota para dar uma bronca, mas logo vê as lágrimas da ruiva e agacha em sua frente, faço o mesmo.

-O que aconteceu, docinho? - pergunto, ela esfrega os olhos com suas mãozinhas e soluçava de leve. Alice tira a chupeta que ela estava na boca dela pra poder falar.

-Eu tive um sonho ruim - a pequena fala, meu coração se despedaça ao vê-la dessa forma.

-Calma, princesa, foi apenas um pesadelo, não pode acontecer nada com você, nós vamos te proteger - Alice diz e dá um beijo em sua testa - nós sempre vamos estar aqui.

-Cade a mamãe?

-Ela está na casa dela agora.

-Eu posso durmir com vocês? - Jéssica pergunta choramingando, olho para Alice.

-Claro, docinho - digo e a pego no colo, a garota me segura pelo pescoço.

-Eu vou tomar um banho e depois vou pra cama, ok? - Alice me dá um beijo na testa e devolve e chupeta pra Jéssica.

-Tchau tia Li - a pequena deita no meu ombro, vou até às escadas e subo para o meu quarto. Deito Jéssica na cama, seu pijama de dinossauros fez ela ficar mais fofa ainda do que já é.

-Com o que você sonhou? - pergunto me deitando ao lado dela.

-Eu não sei - arqueio uma sombrancelha.

-Você não sabe? - ela nega com a cabeça - então como sabe que foi um sonho ruim?

-Por que tinha coisas ruins, eram pretas e voavam e parecia fogo, era do mal.

-Você não sabe o que aquelas coisas são?

-Não, parecia geléia com fogo.

-Hum... Uma geléia do mal? - pergunto, ela afirma com a cabeça - e o que as geléias do mal faziam?

-Elas grudavam no pé e na mão e eu ficava presa, era nojento - sorrio.

-E tinha mais alguém no sonho?

-Não, mas eu ouvi alguém cantando.

-E como era a música.

-Não lembro.

Tento não rir porque ela parecia realmente séria sobre essas geléias que voam e grudam.

-O sonho era assustador?

-Era! Eu não quero mais dormir!

-Mas agora eu estou aqui, docinho, não tem porque se preocupar - falo sorrindo, ela me abraça, ficamos um tempo assim até eu me lembrar de algo - docinho, você gostaria de ter um priminho?

-Sim! - ela diz se separando - eu vou ter um priminho?

-Hum... Talvez... - ela abre um sorriso enorme - mas só se você se comportar! E não conta pra tia Li! É uma segredo nosso.

Ela sorri, Alice aparece no quarto já com o pijama, acho incrível a velocidade que ela tem para tomar banho, o meio ambiente agradece.

-Tia Li! Tia Li! Eu posso ter um priminho? - Jéssica diz empolgada. O que aconteceu com "nosso segredinho"?

-O que? - ela olha para mim - tia Mi que decide, ela que manda nessa casa - a morena deita do outro lado da cama fazendo Jéssica ficar no meio.

-Eu vou ter um priminho! Qual vai ser o nome dele? - Jéssica fala rindo, Alice também ri, acho que ela pensa que aquilo é só uma brincadeira - que tal Bidu?

-É um primo ou um cachorro? - Alice fala gargalhando.

-Rex dois? Vamos ter dois Rex! - ela diz empolgada.

-Que tal Crodosbaldo?

-Perséfoneide!

-Zésório!

Elas gargalham com os nomes mais estranhos que eu já vi na minha vida.

-Vocês estão mesmo decidindo nomes? - bufo, elas riem alto.

-Por que? Vai que Jéssica tem mesmo um primo? Precisamos de um nome! Que tal Cristianóine? - Jéssica ri alto.

-Eca!

-Eca mesmo! - lanço um olhar repreendedor pra Alice que gargalha alto.

-Tia Mi - Jéssica olha para mim - da onde vem os bebês?

Arregalo os olhos, olho para Alice que reprime um sorriso.

-É, tia Mi, da onde vem os bebês? - Alice repete a pergunta. Minha vontade de socar a cara dela agora é maior do que meu amor por esse ser.

-Bem... Ah... Os bebês vem da barriga da mamãe.

-Como eles vão parar lá?

Encaro Alice. Ela apenas sorri.

-É verdade, eu sempre quis saber como eles vão parar lá - a morena reforça. Droga.

-Alice, eu não sou sua esposa pra você ser contra mim! Colabora! - ela dá uma gargalhada alta e se vira para Jéssica.

-É assim, baixinha, as mulheres ficam grávidas por causa de um líquido nojento que sai do homem, daí quando esse líquido entra na mulher um bebezinho nasce que nem quando você planta uma árvore, a barriga cresce e de lá de dentro sai uma nova vida.

Encaro ela com repreensão. Que tipo de explicação foi essa?

-Que líquido nojento é esse? - Jéssica pergunta.

-Você não vai querer saber - Alice diz rindo.

-E como ele vai parar dentro da mulher?

-Quando o casal se ama muito eles ficam juntinhos e daí ele para lá dentro.

-Hum... Isso faz barulho?

-Por que está perguntando isso?

-Porque às vezes eu acordo de noite e ouço o quarto de vocês fazendo barulho, é estranho, significa que vocês estão fazendo filhinhos?

Arregalo os olhos pra Alice que faz o mesmo em minha direção.

-Querida, quantas vezes você já acordou de noite com a gente fazendo barulho?

-Muitas, é barulho demais, não consigo dormir - Jéssica cruza os braços e faz biquinho.

-É, mas é bom - Alice comenta, dou um tapa em seu ombro - que foi mulher?

-Calada! Já conversamos demais! Vamos dormir! - digo, vou até o interruptor e apago a luz, a única coisa que ilumina o quarto é o abajur ao lado da cama.

-Por que vocês se beijam? Isso parece tão nojento - Jéssica fala, não aguento ficar sem rir.

-É bom pra quem beija, é estranho pra quem assiste - digo e me deito novamente na cama.

-Hum... Se os bebês vem da barriga da mãe, então eu vim da barriga da mamãe Camila?

Olho para Alice, o semblante dela também muda, aquele assunto não é muito bom para se conversar.

-Jéssica, depois nós conversamos sobre isso, agora precisamos dormir - Alice vai até o abajur e o desliga, fazendo tudo ficar escuro.

-E se eu tiver outro pesadelo?

-Se você tiver, saiba que estamos aqui para te proteger, docinho - digo.

-Ta bom - ela fala com aquele jeito infantil, e assim o silêncio paira entre nós até pegarmos no sono.


***Jasmi off***

***Lucy on***


Chego rapidamente no hospital, vou até o quarto indicado, abro a porta e um sorriso enorme aparece em meus lábios ao ver Lucas sentado ali na maca, um enfermeiro estava em sua frente, os dois pareciam conversar animadamente, nem perceberam que eu estava ali, fiquei um pouco apenas olhando seu sorriso lindo como se estivesse extasiada.

-Lucy? - ouço meu nome e acordo de meu devaneio.

-Ah... Oi... Só passei aqui pra ver como você estava - digo calmamente, o enfermeiro que estava com ele sai do quarto, me aproximo do rapaz.

-Eu estou bem, preciso de notícias de Layla... 

-Ela está posando na casa dos pais de Jena - digo - está bem - ele suspira aliviado.

-Agora que as coisas vão acalmar preciso voltar a dar atenção a ela, Layla já está longe dos pais, agora do irmão também?

-Ela está bem Lucas - digo e me sento ao seu lado.

-E você? 

-Eu?

-Você está bem? Depois de tudo aquilo...

-Sim, estou ótima e feliz por você.

-Posso saber o porquê?

-Você vai receber alta daqui a pouco - digo, ele sorri largo.

-Já estavam demorando! Estou cansado desse lugar, sei me cuidar - sorrio também.

-É, eu sei que você sabe, só não saia por aí se matando de novo - ele gargalha.

-Não farei isso de novo.

-Alice passou aqui mais cedo?

-Sim, na verdade, ela saiu faz algumas horas...

-Ela disse algo sobre o que aconteceu?

-Não - ele arqueia uma sombrancelha - por que? Era para ter contado algo?

-Eu não sei... Depois daquilo eu ouvi Alice dizer algo pelo fone, mas eu não tenho certeza do que significa.

-Se for importante ela irá contar para nós.

-Hey, trouxe roupas pra você, estão na minha bolsa. Vá se vestir que você irá voltar pra casa ainda hoje.

-Ui, já está mandando em mim - arqueio uma sombrancelha, aquelas covinhas lindas em seu rosto mostrando seu tom sarcástico.

-Estou, agora vá, não demore muito - ele ri e pega minha bolsa, vai até o banheiro para se trocar.

Meia hora depois e estou dentro do meu carro com Lucas ao meu lado, estava silencioso, quase que de madrugada, as ruas paradas.

-É tão estranho - ouço sua voz, viro apenas um pouco meu rosto para ver ele encostado na janela do carro, volto minha atenção para a estrada.

-O que?

-Eu sabia que iria perder algumas memórias por causa do soro, mas, é estranha a sensação, nunca havia perdido memórias antes. Não consigo lembrar do que aconteceu, mesmo querendo.

-Só para a sua informação, o plano foi exatamente como você esperava - ele ri - então não precisa se preocupar.

Nós chegamos em casa, Lucas abre a porta e sai as pressas.

-Me espera no carro! - ele ordena, o vejo correr em direção á casa de Henry, provavelmente atrás de Layla, já havia passado dá meia noite. O que ele queria fazer? 

O espero voltar, e como eu esperava, Layla estava em seus braços, sonolenta, com a cabeça deitada em seu ombro, o dedão na boca, seus fios de cabelo em seu rosto. Abro a porta de trás, Lucas a coloca ali no banco.

-Estamos sequestrando uma criança? - pergunto assim que entro de volta no carro.

-É quase isso - ele diz - mas não faz muita diferença não é? Quando eu te conheci também te sequestrei - ele me dá uma piscadela - vai para este endereço - o loiro marca algo no maps do carro, o GPS começa a guiar e eu apenas obedeço.

Quase meia hora depois, quando a cidade já havia acabado e a única coisa que eu vi no horizonte era campos e mais campos de mata alta e soja, nós chegamos ao destino. Basicamente uma rua que desviava da estrada, apenas vou por ali, sem perguntar. É estranho o tamanho da minha confiança nele, parece que absolutamente tudo que eu fizer que ele me mandar será bom, que ele sempre sabe o que está fazendo, que quer o meu bem. Eu me sinto segura perto dele.

Chegamos perto de um muro alto, um letreiro enorme mostrando o que era ali "Parque aquático de diversão de Pinnaple".

-O que estamos fazendo em frente a um parque aquático fechado de madrugada no meio do nada, Lucas? - pergunto, ele me encara, claramente animado.

-Você quer fazer alguma loucura?

Sorrio, Layla estava acordando no banco de trás.

-Essa loucura envolve quebrarmos alguma regra? - pergunto.

-Venha descobrir.




Notas Finais


Gente... Eu preciso da ajuda de vcs...
Eu não sei compartilhar fic... Nunca pensei em chamar atenção ou coisa do tipo... Alguém aki sabe pra me ensinar?
Desde já agradeço! Obrigada por lerem e comentem! Bjinhos :*


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