História Verdades - Capítulo 7


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Categorias Avatar: A Lenda de Korra
Personagens Asami Sato, Bolin, Korra, Mako, Tenzin
Tags Avatar A Lenda De Korra, Bolin, Korra, Korrasami, Kya, Lin, Mako, Tenzin
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Palavras 3.827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, LGBT, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Sempre


Fanfic / Fanfiction Verdades - Capítulo 7 - Sempre

POVS Asami

 

Ao acordar não senti Korra ao meu lado. Decidi pegar meu robe, já que ainda estava pelada, graças à noite maravilhosa que tivemos e fui à busca dela.

- Bom dia, senhorita – cumprimentou Yan meu mordomo que me encontrou em um dos corredores.

- Bom dia, Yan, você sabe onde está a Korra?

- O Avatar Korra está na cozinha, senhorita.

- Obrigada, Yan, se me der licença irei até ela – disse voltando com a minha busca até ela.

Ao chegar à cozinha me deparei com Korra cozinhando e o cheiro de panquecas despertou a minha fome, me aproximei dela por trás abraçando-a pela cintura.

- Bom dia, querida – disse repousando minha cabeça em um de seus ombros.

- Bom dia, Sami – disse se virando e me dando um selinho.

- Você está fazendo panquecas logo cedo? - perguntei indo em direção à mesa.

- Sim, sei que você ama comer panquecas no café da manhã, então resolvi acordar um pouco antes de você e preparar – disse sorrindo e me servindo – depois de ontem, acredito que esteja com fome.

- Estou morta – disse me servindo e provando o meu café da manhã – Korra, você vai me acostumar mal desse jeito. Acho que viveria só da sua comida.

- Então você já pode viver senhorita Sato – brincou e foi se servir também.

- Com prazer. Quais são os planos de hoje?

- Eu ainda não sei. O que você gostaria de fazer, Sami?

- Ficar com a minha namorada o dia todo, será que posso ter essa honra? – perguntei olhando para ela que estava corada e logo recebi o sorriso que eu tanto amava.

- Claro, será um prazer – respondeu voltando a comer.

Depois de tomarmos o nosso café, ficamos deitadas no sofá da sala conversando, Korra estava deitada no meio das minhas pernas e eu estava acariciando seus cabelos.

Ficamos nesse clima por um tempo nos curtindo, até que Yan entrou na sala, dizendo que Tenzin estava a nossa procura pelo rádio.  Fomos até a sala do rádio e atendemos ao chamado dele e para a nossa surpresa, os pais da Korra estavam no templo do ar e queriam ver a filha. Já estávamos na balsa indo para ilha, quando Korra resolveu me perguntar algo.

- Devemos falar para os meus pais sobre a gente? – me perguntou insegura.

- Isso cabe a você, querida. Se quiser contar, eu não vejo nenhum problema, mas você tem que ter total certeza sobre isso e estar se sentindo confiante – disse repousando uma mão em seu rosto – eu estou com você e apoio suas decisões.

- Certo, me sinto confiante. Irei contar a eles, não quero esconder nada sobre nós deles – disse me dando um selinho.

Eu estava nervosa, os pais de Korra já me conheciam há anos, mas essa seria a primeira vez que seria apresentada a eles como namorada de sua filha e não como uma simples amiga. Já com a balsa na praia, seus pais nos aguardavam animadamente.

- Korra, meu amor. Eu senti tanta sua falta – disse Senna a abraçando.

- Eu também, mãe.

- Oi, filha – cumprimentou Tonraq e deu o maior abraço de urso, esmagando sua filha.

- Oi... Pai... Já pode me soltar – respondeu com dificuldades.

- Asami, venha cá. Também estamos felizes em te ver – disse o chefe da tribo da água e logo foi dar um abraço na garota e sua esposa a abraçou também.

- Eu também estou feliz em reencontrar vocês mais uma vez.

- Então, pai, qual é o motivo da visita de vocês?

- Oras, não posso mais visitar minha filha? – cruzou os braços – viemos te ver e acompanhar mestre Katara, já que ela também está aqui.

- Katara está aqui? – perguntou Korra animada.

- Sim – respondeu sua mãe.

Korra, então saiu correndo animada em direção ao templo para reencontrar a viúva de Aang.

- Ela continua a mesma de sempre – disse Senna rindo.

- Korra não muda nunca – respondi.

Seguimos para o templo, onde Pema e os acólitos do ar haviam preparado um grande jantar para receber os visitantes da Tribo da Água do Sul. Ficamos felizes ao ver que Tenzin e seus filhos estavam ali, junto com os aprendizes do ar, Bolin, Mako, Kya e até mesmo Lin. No meio do jantar, Korra contava aos pais tudo que havia acontecido nesses dias que ela estava em Cidade República e o quanto sua volta estava fazendo bem a ela. Então no finalzinho ela se colocou em pé, fazendo menção de que queria falar algo. Eu já estava uma pilha de nervos, quando ela decidiu que essa seria a hora de contar a todos.

- Eu queria dar uma notícia a vocês – fez uma pausa suspirando e contendo seu nervosismo – eu não quero deixar isso escondido, ainda mais entre os meus pais. A presença de todos aqui nessa noite, me facilitou para que contasse apenas uma vez – fez outra pausa me olhando e pelo seu olhar, percebi que ela pedia permissão para contar, apenas assenti, afim de que ela continuasse – o que eu estou querendo falar... É que... Bem, Asami e eu estamos juntas. – terminou e vi o quanto ela estava vermelha e logo voltou a se sentar ao meu lado, segurando minha mão. Todos se entreolhavam sorrindo, seu pai se levantou e foi em nossa direção nos abraçando ao mesmo tempo e vi em seu rosto que ele estava sorrindo de orelha a orelha, feliz com a notícia.

- Eu estou realmente feliz com isso, minha filha. Eu quero que vocês sejam felizes, vocês tem o meu apoio e o de sua mãe.

- Até que enfim, Korra, já estava na hora – gritou Bolin do outro lado da mesa, fazendo com que todos rissem.

- Bolin, você não começa – respondeu Korra sem jeito.

- Se deu bem, Avatar – gritou Kya e logo recebeu uma cotovelada de Lin, para que se comportasse.

- Korra, eu estou mais do que feliz que você e Asami, estejam namorando. Eu apoio vocês duas – disse Tenzin.

Por fim todos nos parabenizaram e até o Mako. Eu estava bastante insegura em como ele iria agir, afinal, Mako namorou nós duas e sabia que isso iria ser estranho para ele. Depois do jantar, nos despedimos de todos e Korra e eu fomos para o seu quarto, ficamos conversando sobre como todos reagiram bem e em como ela estava feliz que seus pais aceitaram o nosso namoro.

- Sami, você acha que seus pais aceitariam o nosso namoro? – Korra me perguntou enquanto estávamos deitadas.

- Não sei, mas acho que mamãe, não veria problema nisso e aceitaria. Agora com o papai, já temos um problema.

- Queria ter conhecido ela – disse enquanto se aconchegava mais em mim.

- Eu também. Talvez assim, papai não teria feito às escolhas dele e não estaria preso agora – disse suspirando – bom, pelo menos agora tenho você e não me sinto mais sozinha.

Korra me surpreendeu me dando um beijo na minha testa e me abraçando, fazendo com que meu rosto ficasse em seu peito.

- Você não irá mais se sentir sozinha, Sami. Eu não irei sair mais do seu lado.

Jogamos conversa fora por mais um tempo, até que o sono finalmente nos venceu.

 

 

Já havia se passado um ano, desde que Korra e eu começamos a namorar. Ela veio morar comigo na mansão, já que estava ficando complicado para ela ir até em casa e depois voltar para o templo. Decidimos que seria melhor ela ficar morando comigo e também, não gostava de ficar sozinha depois que ela ia embora.

Nosso namoro estava perfeito, meu amor por ela crescia cada vez mais e por cada gesto que ela demonstrava, com cada surpresa que ela fazia, cada jantar que ganhava depois de um longo dia de trabalho, a cada declaração e presentes. Sabia que não conseguiria mais viver sem ela e que ela era a mulher da minha vida. Alguns moradores não ficaram felizes por saber que nós duas estávamos em um relacionamento, mas claro que não deixávamos nos abalar com isso. Por mais que recebíamos alguns olhares tortos e comentários quando andávamos pelas ruas de mãos dadas, Korra não deixava que isso a abalasse, pelo contrário, ela me mostrava mais o quanto era feliz ao meu lado.

Korra tinha sido convidada para uma comemoração na Nação do Fogo e ficaria lá por um mês. Fazia uma semana que ela havia viajado e a saudade que se instaurava era grande, confesso que estava sendo difícil para dormir sem ela ao meu lado e ficar na mansão sozinha, estava se tornando tedioso. Há um tempo, pensava em pedi-la em casamento e para poder fazer o pedido, precisava de ajuda e eu me encontrava em direção a casa de uma certa amiga para isso.

- Oi, Lin – cumprimentei quando ela abriu a porta de seu apartamento.

- Olá, Asami. Em que posso ajudar? – perguntou franzindo o cenho intrigada com a minha presença ali.

- A Kya está? Preciso conversar com ela.

- Sim, entre – disse me dando passagem para adentrar em seu apartamento – Kya está no quarto, sente-se aí no sofá. Que irei chama-la.

- Obrigada – sentei a obedecendo. Em pouco tempo, Kya havia entrado no cômodo.

- Oi, Asami - disse sorrindo e me abraçando.

- Oi, Kya, desculpa vir aqui sem avisar – disse sentando-me.

- Imagina, para ter vindo até aqui, o assunto deve ser sério – riu.

- Bom, é um pouco. Eu quero pedir a Korra em casamento e sei que a tradição da tribo da Água é fazer um colar e presentear a noiva. O problema é que não faço a mínima ideia de como o colar é feito.

- Entendo, terá que ir até a tribo e fazer o colar com a mamãe. Com certeza ela irá ficar feliz em ajuda-la, eu até poderia ajudar, mas ainda não fui pedida em casamento – disse olhando para Lin que ficou vermelha e saiu resmungando em direção ao quarto.

- Então tudo que preciso, é fazer uma viagem até lá – sorri – obrigada, Kya.

- Por nada, Korra irá surtar quando você fizer o pedido. Quando pretende?

- Assim que ela voltar de viagem, eu pretendo reunir todos os nossos amigos, mas ainda não sei onde irei fazer isso e ainda sem que ela suspeite de algo.

- Bom, finja que irá dar uma pequena festa em comemoração a algo e sem ela perceber, a peça em casamento.

- Kya, isso é perfeito – exclamei – Korra não irá duvidar de nada.

Ficamos por um tempo conversando, até que decidi arrumar minhas coisas e partir para a tribo da Água. Deixei Varrick no comando da empresa até que eu voltasse. Chamei Bolin para ir comigo e ficou todo animado com a ideia do casamento, já querendo ser um dos nossos padrinhos.

Quando chegamos à tribo, ficamos hospedados na casa dos pais de Korra e ficaram contentes com a minha decisão de pedir a filha deles em casamento. Tonraq me levou até a casa de Katara e ela havia me falado em como fazer o colar e me auxiliaria para talha-lo.

 

POVS Korra

 

Estava ansiosa para essa viagem acabar, eu estava morrendo de saudades da Asami, fazia um mês que não nos víamos e não via a hora de chegar para vê-la. Ainda iria demorar mais algumas horas para o dirigível chegar a Cidade República.

- Korra que tal meditarmos? Você está agitada demais – me perguntou Jinora que havia vindo junto comigo e Tenzin a essa viagem.

- Eu adoraria Jinora, mas temo que não consiga me concentrar – disse voltando a balançar uma das pernas em ansiedade.

- Por que está tão ansiosa desse jeito?

- Porque quero ver a Asami logo – disse suspirando – estou com muita saudade dela.

- Mais algumas horas e logo chegaremos. O que você acha de dormir um pouco? – perguntou Tenzin participando da conversa – já esta de noite, Korra. Assim que estivermos chegando eu te acordo.

- Vou tentar dormir um pouco e vê se consigo me acalmar.

Fui em direção ao um pequeno quarto que tinha no dirigível e me pus a tentar dormir.

 

 

- Korra, acorde. Estamos quase chegando – chamou Tenzin.

- Mas já – respondi esfregando os olhos.

- Sim. Mais alguns minutos e logo chegaremos.

Ao chegarmos ao hangar do dirigível, Asami estava lá nos esperando e assim que desci, saí correndo em sua direção a abraçando.

- Senti tanta sua falta, amor – disse a beijando.

- Eu que o diga, foi difícil ficar sem você.

- Está mal acostumada – brinquei.

- Estou e a culpa é sua, dormir sem você é um pesadelo. Agora vamos para a casa.

Asami deixou os dois dominadores de ar no porto e seguiram em seu carro para a mansão.

- Korra, amanhã à noite, irei dar uma pequena comemoração aqui em casa – disse enquanto penteava seu cabelo – irá vir poucas pessoas, seus pais estão convidados e chegarão pela manhã.

- Comemoração pelo o que? – perguntei enquanto me deitava na cama.

- Sobre um contrato que consegui fechar - disse e veio se deitar ao meu lado – amanhã falo mais sobre isso, agora só quero dormir com você.

- Idem– dei um beijo em sua testa e a abracei.

 

A manhã estava agitada dentro da mansão, Asami e uns decoradores, estavam enfeitando o jardim, para a festa que iria ocorrer pela noite. Bolin e eu estávamos treinando dominação em uma pequena academia da mansão e estávamos relembrando dos tempos em que erámos uma equipe de dominação profissional.

- Bolin, você melhorou muito com a sua dominação – disse ao fim do treino e me jogando exausta no chão.

- Não muito, faz tempo que eu não treinava assim – disse fazendo o mesmo que eu.

- Bom, eu achei que sim. Me diz, você vai vim hoje a noite?

- Claro, não perderei isso por nada.

- E o que tem de tão especial nesse contrato que Asami fechou? – perguntei intrigada.

- Bem é um contrato grande... E ela... É – nesse momento Asami entrou na academia salvando Bolin de acabar revelando tudo.

- Amor, seus pais chegaram e estão lá em cima – disse e fuzilou Bolin com o seu olhar. Sabia que o dominador de terra, poderia acabar com a surpresa, já que ele não levava jeito para mentiras.

- Ok, eu já estou indo. Irei tomar um banho primeiro – disse me colocando em pé.

Meus pais me arrastaram para um passeio na cidade, Asami havia ficado na mansão para as preparações da festa. Por mais que eu perguntasse sobre esse bendito contrato, ninguém me respondia sobre do que se tratava e isso já estava me irritando. Nem a própria Asami falava sobre o que se tratava e fugia do assunto.

Já era noite quando estava no quarto me arrumando. Por mais que estava brigando entre colocar um vestido típico da tribo, acabei por optar por um preto que ia até a altura dos joelhos.

- Você está gata demais – disse Asami se aproximando por trás e envolvendo seus braços em minha cintura – poderia me atrasar só para ficar a sós com você e te tirar desse vestido lentamente – disse me olhando pelo reflexo do espelho. E pela primeira vez, vi que ela não estava usando um de seus vestidos vermelhos, já que ela amava essa cor e lhe caía bem, ela estava trajada por um vestido branco, o que a deixava mais linda ainda.

- Podemos fazer isso mais tarde. Se esse seu vestido branco, era na intenção de te deixar com ar de santa, saiba que não deu certo – ri – mas você está linda como sempre – me virei e lhe dei um selinho demorado.

- Engraçada como sempre, Avatar – disse cruzando os braços.

- Faz parte do charme.

- Claro. Está pronta? Já está no horário.

- Estou – disse estendendo minha mão e logo senti seus dedos entrelaçarem nos meus.

- Vamos então, querida – disse me puxando para fora do quarto e fomos para a sua pequena festa nos jardins.

Ao chegarmos ao jardim da mansão, encontramos nossos amigos reunidos conversando e havia alguns funcionários da Asami. O lugar estava incrivelmente decorado, havia algumas mesas, uma banda estava tocando música e uma mesa de Buffet. Asami havia ido conversar com um de seus funcionários e logo Mako se colocou ao meu lado.

- Oi, Mako, como vão as coisas no departamento?

- Tranquilas, mas sabe como a chefe Beifong é, não sai do meu pé. Principalmente no do Bolin, ela não larga ele um minuto – riu.

- Aposto que ainda é por causa da Opal.

- Mas é claro – disse Bolin parando ao nosso lado – Beifong não deixa chegar muito perto da Opal e isso está me matando.

- Vamos com calma, garanhão – brinquei – entenda ela, está apenas protegendo sua sobrinha.

- Mas não precisa de tudo isso, Korra – resmungou.

Ficamos um bom tempo conversando, contei sobre a minha viagem a eles e acabamos zoando um ao outro. Meus pais haviam se juntado a nós e aquele clima estava muito agradável.

A festa seguia e todos estavam se divertindo, Asami estava conversando com Tenzin e Kya. Depois de um tempo a música havia parado e Asami estava pedindo a atenção de todos. E nos juntamos ao redor dela.

- Agradeço a presença de todos aqui essa noite – começou e olhou todos ao seu redor – essa noite é de extrema importância para mim. Será uma nova etapa da minha vida, uma etapa que não sei como irá ser, mas tenho certeza que a mais feliz da minha vida. Korra nós passamos por cada momento desde quando nos conhecemos, viramos amigas, ficamos mais próximas, foram vários combates, várias dificuldades, mas conseguimos superar todas. E essa noite, eu quero que fique marcada em nossas lembranças – fez uma pausa, Mako a entregou uma pequena caixa em suas mãos e ela caminhou em minha direção e se ajoelhou na minha frente, abrindo a pequena caixa e revelando um colar de noivado típico da tribo da água – Korra aceita se casar comigo?

- Sim – exclamei em pura felicidade, a puxando do chão e a beijei – claro que eu aceito me casar com você, Asami. Em todas as minhas vidas, eu aceitaria me casar com você – nossos rostos estavam em lágrimas, todos ali presente estavam comemorando e alguns estavam chorando também como: Bolin e meus pais.

- Eu estava nervosa que você não aceitasse.

- Como eu negaria? Eu te amo, Asami.

- Me deixa colocar o colar – pediu e colocou o colar em mim – eu te amo, Korra.

- Também te amo, Asami Sato – disse e a beijei.

A festa continuou até a madrugada, todos nos parabenizaram ao se despedirem. Meus pais resolveram que iriam ficar por mais um tempo na cidade e então ocuparam um dos quartos da mansão.

Asami e eu já estávamos deitadas e não sabia como explicar a felicidade que eu estava sentindo naquele momento, eu já tinha tudo e agora iria casar com a mulher da minha vida, eu já era a pessoa mais feliz do mundo e ainda mais por poder passar o resto da minha vida ao lado da Asami.

 

POVS Asami

 

O tão esperado dia do casamento havia chegado. Korra e eu, tínhamos nos decidido em fazer a cerimônia e a festa no templo do ar. Queríamos que fosse algo simples e reservado, mas como Korra era o Avatar, algo reservado estava fora de cogitação. Pessoas importantes de todas as nações foram convidadas para o nosso casamento.

- Asami, você está linda – elogiou Senna entrando no quarto e me vendo no vestido de noiva.

- Obrigada, Senna e a Korra, como ela está? – eu queria ver como ela estava vestida, Korra não tinha falado o que ela iria usar para a nossa cerimônia e eu estava ansiosa.

- Ela está linda, logo você poderá tirar suas próprias conclusões – sorriu.

 - Estou ansiosa, queria muito ver a roupa dela.

- E ela também – riu – Korra queria vir aqui a todo custo te ver. Ela não consegue ser paciente.

Quando já estava pronta, Tenzin entrou no quarto e me levou até o pátio do templo. Ele entraria comigo na cerimônia.

- Você está belíssima – disse quando chegamos à entrada do pátio – está pronta?

- Sim – respondi e abrimos a porta.

Assim que entramos, meus olhos se prenderam nos de Korra que estava me aguardando no altar. Ela estava usando um smoking azul royal, que lhe caiu perfeitamente, combinava com a sua pele e seus olhos. Assim que ela me viu sorriu de orelha a orelha e eu me perdi naquele sorriso. Enquanto caminhava só olhava para ela, meu nervosismo tinha passado e só conseguia enxerga-la, esquecendo as outras pessoas que havia ali.

Tenzin me entregou no alto do altar e me deu um beijo na cabeça e foi para o seu lugar. Korra ergueu sua mão e eu a segurei. O juiz de paz havia começado a falar e eu já não estava prestando atenção em mais nada. Estava contemplando a sua beleza, sai do meu transe, quando vi seus lábios se moverem e ela dizer “sim” e voltar a me olhar.

- Asami Sato, é de livre espontânea vontade que aceita, Avatar Korra como sua esposa?

- Sim – sorri e senti as lágrimas percorrerem meu rosto e percebi que Korra estava chorando também.

- Podem trocar os votos – o juiz sorriu.

- Korra, eu sei que palavras não são o suficiente, para dizer o quanto eu te amo, amo o seu sorriso, o jeito que olha para mim. Você é única, é corajosa, generosa, gentil. Você é incrível quando se trata em ajudar as pessoas, não por você ser o Avatar, mas sim, por ser a Korra, a garota incrível, pela qual eu me apaixonei. Eu prometo ser fiel, te amar e cuidar de ti – ao dizer meus votos, Korra chorava ainda mais. Demorou um tempinho, para que ela se recuperasse.

- Depois dessa confissão, a minha nem vai ser tão impactante assim – brincou fazendo com que todos rissem – Asami, eu me sinto a pessoa mais feliz da face da Terra, por ter a sorte de ter o amor da mulher mais linda e poderosa de Cidade República. Eu sou completamente apaixonada por você, amo a sua inteligência, amo quando você se empenha em algum projeto novo e ver você dando tudo de si, me deixa completamente feliz. E prometo que irei proteger você e o nosso amor com todas as minhas forças, até o último dia de nossas vidas.

Meelo vinha pelo corredor com uma cestinha em mãos, tirou de dentro dela nossas alianças e nos entregou. Assim que trocamos as alianças, o juiz voltou a falar.

- Eu as declaro casadas. Pode beijar a noiva.

Nos beijamos e todos aplaudiram. Nossos convidados vieram nos parabenizar e nos abraçaram, todos estavam completamente felizes.

 Sabia que a partir daquele momento, minha vida ao lado de Korra, seria completamente feliz e estava disposta a fazer tudo por ela e manter o nosso amor acima de tudo. 


Notas Finais


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