História Verde nunca é demais - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Pantera Cor De Rosa, Yaoi
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Palavras 342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura pra quem estiver aí...

Capítulo 3 - Começo de algo


POV YATO

          Meu nome? Inugami Yato, sou de uma família honrada do Japão de caçadores de recompensas e neste momento estou atraz de um vagabundo conhecido como "PIX".

            Bem, antes que perguntem o" Inugami" não é de enfeite senhores, eu sou nada mais nada menos que um "semideus", um espirito canino com sede por sangue e que segue as ordens do líder da minha organização, neste caso é o meu pai, que pode não ser a melhor pessoa deste mundo, mas fazer o que? É oque temos pra hoje.

           Voltando pro PIX, bem, meus contatos falaram que eu conseguiria rastrear ele fazendo um amuleto, porém pra esta merda ser feita eu preciso de três coisinhas, um coração (que eu comprei em um necrotério), cabelo de deus (meu pelo) e o mais difícil que é a pena de um anjo (só dá macumba nessa porra).

           Bem, depois de dobrar o sistema de segurança de uma casa e subir até o andar de cima ru foi de cara com um gatinho (literalmente) com a bundinha empinada e com o cuzinho a mostra pra mim, ta, ele se cobriu, mas gostei da visão do paraíso.

- Meu noivo vai te matar se te pegar aqui.

- Eu queria e ter a sorte que uns anjos têm e arrumar alguém assim pra mim.

- Anjos?

- Esquece, bem, que tal me ajudar a ferrar seu "carcereiro" e me dar uma pena do loirinho.

- De pena eu só tenho essa aqui no colar que ele me deu.

- Esse colar serve pra que?

- Sei lá, não é bem um colar, é mais uma coleira na verdade.

- Me dá a pena?

- Não quer soltar, só o Gabriel tem a chave.

- Então eu vou te soltar daí assim que ele chegar.

- Não, não, ele vai te espukdsr daqui e depois vai me bater, não fica aqui não, por favor.

- Ok, mas ele não vai te bater, não mais, você é meu agora, bem, meu protegido, meu dono, meu senhor, por enquanto, e o dever de um cachorrinho é proteger seu mestre.

- Obrigado.

- De nada...

          



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