História Verde nunca é demais - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Pantera Cor De Rosa, Yaoi
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Palavras 372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura pra quem está aí...

Capítulo 4 - Ajuda felina


Pov Art

- Mas como você pretende me tirar daqui?

- Vou chamar uma amiga, já volto, na verdade, deixa a janela aberta, eu volto de madrugada.

- Vai pular a janela?

- Dorme no mesmo quarto que ele?

- Não, eu durmo nesse quarto e ele lá no outro.

- Então de noite eu dou uns pulos aqui, valeu falou meu amiginho.

- Valeu falou. - ele me abraça e vai embora e meia hora depois a Praga loira chega.

- Art, cadê você?

- Estou aqui no quarto.

- Desce, AGORA. - desço correndo as escadas e vejo ele sentado no sofá.

- Como posso lhe ser útil?

- Deita aqui. - ele bate a mão no seu colo e eu me deito lá.

- Assim...

- Shiiiii. - ele bate na minha bunda com força (sim, ainda to sem roupa) - Bundinha gostosa, vai ali rebolar pra mim vai?

- Ok. - me levanto e ele já me puxa de volta.

- Pensando melhor - ele começa a lamber o meu pescoço e vai descendo - é mais gostoso se rebolar encima de mim. - começo a mexer a bunda e logo vejo a mancha de gozo surgir nas suas calças.

- Vai querer entrar?

- Não, vou é dormir e você vai também. - ele me arrasta lá pra cima (puxando pela cauda e me machucando todo é claro) e depois me joga dentro do meu quarto e me tranca...

Quebra de tempo

- Art. - ouço alguém na janela e quando olho dou de cara com uma gatinha branca com os olhos azuis e verdes.

- Que porra é essa?

- Eu sou Mei, vim ajudar você a ir embora daqui.

- Me ajudar? Deixa eu adivinhar, o Yato te mandou.

- Isso, isso.

- Então vamos logo.

- Certo, ò, cê vai fazer o seguinte. - ela assume a forma humana - cê segura saporra aqui e desce pela janela, vai cair no cominho do seu doguinho, agora vai lá e desce.

- Certo. - uso a corrente que ela me deu e desço até cair nos braços do Yato.

- Eu falei que vinha te buscar.

- E eu não desconfiei disso.

- Ótimo - a gata pula lá de cima e faz um puta barulho - agora que eu peguei a pena e o seu gato está nos seus braços, CORRE DIABO, CORRE CARALHO..



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