1. Spirit Fanfics >
  2. Vermelho é a cor mais quente (GaaSaku) >
  3. Two

História Vermelho é a cor mais quente (GaaSaku) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Eu volteeeeeeeei..
Cara, quase 30 favoritos em menos de 24h..
O tanto que eu fiquei feliz, sei nem dizer. Apenas obrigadaaaaaaaaaaa meus amores.
Aqui vem o dois e eu recomendo ler sem calcinha/cueca, acreditem na tia.
Até lá embaixo..

Capítulo 2 - Two


Voltei pra pista, me soltei rapidamente e dessa vez, com ciência total que ele estava me observando, rebolei muito. Meu corpo não era exatamente definido, me acho muito magra em alguns lugares, mas a bunda, meu bem... Não tenho a menor vergonha de botar ela pra jogo e ganhar com os reggaetons da vida. 

Minhas mãos acompanhavam o movimento do quadril e abusava da boa genética e do vestido coladissimo no meu corpo. Muitos homens passaram a me observar mas eu dançava com olhos apenas no ruivo. Suas orbes verdes água me puxavam pra si cada vez mais. Ataque de ciúme? Nunca. Ótimo, gosto assim. 

Eu dançava uma música do J Balvin quando senti mãos na minha cintura, se não tivesse reconhecido o perfume e o corpo nas minhas costas, com certeza já teria dado um belo murro na cara do ser. 

— Eu não aguento mais esperar, Sakura. — não me fiz de rogada. 

Essa era a segunda vez que ele estava nas minhas costas, agora eu o queria na minha frente e na minha boca. Virei-me em sua direção, abraçando seu pescoço e o puxando na direção dos meus lábios. Tudo isso ainda no ritmo da música. 

— Me diz o que você quer, "General". — falei com com os lábios tocando os dele singelamente. Parecia até que estava soprando. 

— O que eu quero? Bom Sakura, eu quero foder você. — ai ai, minha calcinha já era. — Com força e bem devagar. Quero provar se é tão gostosa quanto parece. 

Eu senti meu corpo esquentar ainda mais. 

Mais do que a tequila, mais do que a dança, mais do que o calor ambiente. Minha calcinha já estava pesada e ao pressionar uma coxa na outra notei também estar melada. É, não dava mais pra segurar. 

Enfiei aos mãos em seus cabelos e engoli seus lábios. Eu queria provar tudo dele, muito rápido e com muita vontade. Ao contrário do que ele transparecia, seus lábios eram macios e saborosos. E sua língua, porra, a língua era tão libidinosa quanto as palavras. Cada vez que eu a sentia, eu ficava ainda mais molhada e céus, estamos no meio da pista de dança. Me julguem mas eu não queria acabar com esse beijo jamais. Beijar alguém que acabou com todas as minhas estruturas era bom demais e eu estava grata ao Criador por esse presente. Mas bem, respirar faz parte de viver não é? 

— Me tira daqui, Gaara. Agora. — não esperei resposta, eu já sabia qual era. Ele apenas me pegou pela mão e me arrastou para fora da boate. 

Se algum dos meus amigos viu essa performance, eu não sei, mas sei que nem por mil caralhos eu vou voltar pra avisar. Só olhar bem para o homem na minha frente que ninguém quer voltar atrás. As costas largas e bem definidas, o corpo forte sem parece modelo de academia, mas com tudo no lugar, ao menos visualmente. 

Acho que nem quando eu tive que jurar a bandeira eu andei tão rápido assim. Achei que era só eu que morria de desejo, mas fomos surpreendidos novamente. 

Quando chegamos do lado de fora que eu pude respirar profundamente. Nossas mãos entrelaçadas ainda me lembravam do homem ao meu lado, – como se fosse possível eu esquecer um deus desse – um que eu nunca imaginei que fosse acessível pra mim. Não só pela questão hierárquica, mas pelo comportamento sempre indiferente para comigo. Quem diria? 

— Está pensando muito longe, Sakura. Volta pra cá, quero você aqui. 

— Estou aqui, Gaara. Sou toda sua. — ver a boca dele levemente aberta de surpresa, era incrível e lindo. Se é que é possível ele ser ainda mais lindo. 

— Topa uma coisa diferente? 

— Diferente como? — não que precisasse mas ele ainda continuava tentando me seduzir, enchendo meu pescoço de beijos molhados e suaves e falando no meu ouvido. 

— Diferente muito bom. Confia em mim? — ponderei por um momento sobre isso e vi que não tinha porque não confiar. Além do mais, se precisasse, eu sei bem me defender e ele sabe disso. 

— Confio. 

Atravessamos a rua de mãos dadas e eu confesso que fiquei confusa. Estávamos indo em direção a praia, mas será que.. Não! Ele não faria.. ou sim? Meu Deus, a adrenalina no meu corpo está correndo igual se eu estivesse em uma maratona com a possibilidade de transar em um local público. Podemos ser expulsos do quartel se formos pegos. Porra, porque eu tô ficando mais excitada com a possibilidade? 

— A praia? 

— A praia. — excitada estava mas na areia? 

Eu até pensei em protestar, mas bem no meio areia vi alguns bangalôs. Ora, ora. Parece que eu vou transar na praia. Me amaldiçoei por estar sem o biquíni? Sim. Mas eu nem ia chegar perto do mar mesmo com o tempo agradável que está agora, não com esse ruivo delicioso a minha espera. 

O bangalô estava "bem equipado" e parecia até que o Sr Delícia estava me esperando. Okay, não necessariamente a mim, mas a alguém estava. 

Sobre paletes no chão, um colchonete por cima e dois travesseiros. Pra mim era mais do que suficiente isso tudo. 

— Eu fiquei sabendo pela Temari que você vinha, sabe? Então eu quis fazer algo minimamente confortável. — céus, como ele pode me ler dessa forma? Não quero saber agora. 

— Eu fico feliz por isso. Agora "General", vem me queimar como você me prometeu. 

Sem esperar por resposta, eu me virei de costas e procurei pelo zíper do meu vestido. Ele ficava na lateral do vestido, onde dava pra abrir uma fenda ou tirar ele todo do meu corpo. Ele já estava na coxa mesmo, então apenas o puxei tudo pra cima. Não podia vê-lo mas sabia que estava excitado, escutei sua respiração ficar pesada em instantes. Mas eu queria mais. 

Voltei a sua frente e encarei seu belo e esculpido rosto, seus lábios vermelhos pelas mordidas que ele mesmo dava agora, sua camisa social dobrada nos cotovelos e pasmem, tatuagens nos braços. Deus, porque eu não posso ver um risco? Não era nada alarmante mas eram lindas e agora, com o nível de excitação que eu tô é impossível identificar muito bem. 

Apenas me sentei no colchão improvisado e cruzando as pernas. Eu ansiava por tudo que ele tinha preparado e eu torcia para que fosse tão gostoso quanto eu imaginava. O fundo paradisíaco a nossa volta era simplesmente lindo mas o homem a minha frente chamava mais a minha atenção do que tudo. Eu já falei isso não? 

— Tira tudo, Sakura. Eu quero te olhar. — aquela voz, a voz de quando estamos no quartel. 

Meus pêlos arrepiaram e eu me senti uma subordinada, o pior é que eu nunca desejei tanto ser ser dominada como agora. 

Calmamente eu tirei meu sutiã e quando ia tirar a calcinha, suas mãos me pararam. Seu pau estava todo marcado pelo jeans que ele usava e porra, eu queria muito prova-lo. Seus olhos me confirmaram que esse também era seu desejo e bem, eu não poderia decepcionar meu lindo e excepcional chefe não? 

Desabotoei sua calça e abaixei sua cueca rapidamente, porque eu tinha pressa, eu tinha fome do ruivo. Eu já vi alguns paus bem lindos na vida, mas o do Gaara era exatamente como ele: excepcional. 

Minha língua foi displicentemente para o comprimento, lambendo debaixo pra cima e repetindo o processo. A cabeça já brilhava pelo pré gozo e eu não quis mais esperar, coloquei tudo na boca, até o limite do possível. Escutei ele puxar o ar de maneira ruidosa, provavelmente pela surpresa do que eu fiz. E se tem algo que eu amo fazer e que faço bem é um boquete. 

Estava empenhadíssima em dar o melhor oral da vida dele e estava seguindo bem esse objetivo. Soube que estava no caminho certo quando as mãos grandes e levemente ásperas me puxaram os cabelos. Uma das minhas mãos massageava as duas bolas enquanto a língua massageava o pau, melhor combinação impossível. 

As veias foram se tornando ainda mais salientes na minha boca e eu soube que se continuasse, o faria gozar. Pra mim, era um ótimo plano; pra ele, não. 

— Ainda não, delícia. Tenho outros planos pra esse gozo aqui. — se eu fiquei mais excitada ainda? Sim. Esse ruivo vai me matar de tesão. — Deita de bruços pra mim, deita. 

Queria mesmo era sentar enlouquecidamente naquele pau gostoso, mas resolvi fazer o que ele pediu. Não me arrependi nenhum pouco quando senti suas mãos deslizando e apertando minhas pernas, subindo cada vez mais até o cós da minha calcinha. Seus dedos a seguraram, puxando devagar, aproveitando o contato com a minha pele. Por um momento eu desejei que ele rasgasse a calcinha no meu corpo, mas pelo visto ele estava falando sério quando disse que faria a coisas devagar, mas não posso negar, ele sabe muito bem o que está fazendo. 

Me senti aberta e exposta após nua, sentir o ruivo me segurar minha bunda e com as mãos uma de cada lado, apertar e abri-las. Puta que me pariu, nada me preparou para isso. Sua lambida começou de baixo para cima e porra, eu já estava melada mas ser chupada assim deixou tudo mais excitante e gostoso. Tirando o fato de alguém ainda poderia passar na praia e nos flagrar. Mas de verdade, quem em sã consciência ia pensar nisso recebendo um oral bem servido?

— Ótimo saber que além de ter uma boca linda, ela faz um trabalho... hum.. espetacular. — nem sei se ele ouviu, meu rosto estava sendo abafado pelo travesseiro e eu ainda estava incrédula pelo fato de estar deitada em uma 'cama" no meio de uma praia. 

A pressão que seus dentes fizeram nos meus grandes lábios  fez com que eu gemesse mais alto que o recomendado. Isso se chamava tortura e eu estava adorando ser torturada. 

— Hummm que bom que você gostou. Eu sei que vai gostar ainda mais. — aviso prévio zero quando ele enfiou a língua dentro da minha boceta e suas mãos ainda apertavam minhas nádegas. Sua língua entrava e saia de dentro de mim e aproveitava o impacto para chupar meu grelinho incrivelmente inchado. Bom, eu ia gozar, sem cerimônia. 

Uma das apertadas virou tapa e bem, eu só faltei latir como a boa cadela que eu estava me tornando nesse momento. Ainda bem que nunca fui de fingir ser quem eu não sou. Não tenho o menor receio de receber prazer de formas loucas, desde que seja; obviamente, prazeroso. Estou no cenário ideal para isso. 

Mais melada. Mais excitada. Mais pressão no baixo ventre. Sim, eu vou gozar, meu momento chegou. Era bom demais ter uma libertação dessas. O Sabaku está com a cara toda na minha bunda, me chupando. O mais incrível é que eu tô amando essa língua poderosa dele. Amei mais ainda quando ele lambeu do clitóris até minha outra entrada. 

Eu estava drasticamente ofegante, o orgasmo que eu tive agora foi bom o suficiente pra um oral. Na verdade, foi mais que bom, mas não quero encher a bola dele. 

Esse tempo que passei divagando foi o suficiente pra ele pegar uma camisinha em algum canto – que eu não sei qual – e tirar a camisa também. Estava pronta para me virar quando ele me impediu. Engatinhou pelas minhas costas e falou no meu ouvido. 

— Lembra que eu disse sobre devagar? Então, vamos começar assim. — lambeu o lóbulo da minha orelha, me deixando caminhar novamente para a borda. 

Senti seu pau encaixar na minha entrada e por instinto, tentei  abrir as pernas, mas ele não deixou. Não disse nada, apenas as segurou no lugar e entrou. Meu Deus! Essa posição deixava sua entrada mais apertada e meu corpo mais sensível. 

Apesar da força, ele ia em um ritmo fodidamente lento. Graças aos céus, seu peso não estava sobre meus corpo, mas suas pernas praticamente me abraçavam. Que corpo gostoso, que homem gostoso. 

— Assim tá bom pra você, Haruno? — não vou negar, ter ele falando tão pertinho do meu ouvido é delicioso. Ainda mais me chamando assim, da mesma forma que ele fala comigo no quartel. 

— Tá.. tá sim.. uma delícia. — senti ele sair completamente de mim e já ia resmungar em desagrado quando ele voltou. 

Eu vi até estrelas, certeza absoluta. Que delícia. E era assim que ele me torturava, tirava até ficar só a cabecinha do seu pau e depois voltava com força. Tava maravilhoso demais, mas eu também queria mostrar um pouco de mim. 

— Vamos.. trocar de.. posição? 

— Como quer, Cherry? — tudo isso falando no meu ouvido e mm mordendo meu pescoço. 

— Quero sentar..  em você.

Sem dizer nada, ele se retirou de mim. Minha boceta reclamou na mesma hora, mas logo se acalmou sabendo que aquele membro delicioso voltaria em breve pra ela. Levantamos da cama rapidamente, agora era minha vez de ficar no comando. Ele apenas se sentou com as pernas pra fora da "cama" e me deu a mão para que eu me apoiasse. 

Ver aquele mastro lindo de bonito a minha espera era bom demais para o meu ego. Obrigada por isso, Gaara. 

Apenas me encaixei por cima de seu corpo e deixei minha boceta instintivamente engolir seu pau. Melhor sensação não há. Achei engraçado quando ele ficou apressado. 

— Meu Deus, Sakura. Você é tão gostosa e mesmo nessa posição mais apertada do que eu esperava. 

— É mesmo? — apertei seu pau novamente, vendo seus olhos se arregalarem. — Sabe o que é isso, Gaara? Treinos. Eu vou te apertar até você gozar. 

O olhar malignamente safado que ele me deu deixou bem claro que ele entendeu tudo. Eu faço há alguns anos aulas de pompoarismo e sim, é excelente. 

Seus mãos agarram meus cabelos e bunda, a boca começou a brincar com meus mamilos e porra, quem resiste a tudo isso? 

Sentei com força, rebolando com seu pau dentro de mim. Arqueando as costas, sentindo ele bater fundo. Apertando, escutando os grunhidos do ruivo, me deliciando com eles. Cheguei a envergar o corpo com o puxão de cabelo que ele deu por último, deixando meus peitos ainda mais expostos para ele e me deixando sentar com mais vontade. Que homem perfeito. 

Eu já sentava freneticamente quando o orgasmo bateu na minha porta. Na verdade, ele quase arrebentou, mas pouco importa o nome, estava delicioso. 

— Goza no meu pau, Haruno. Goza enquanto eu aperto esses biquinhos aqui, enquanto te escuto gemer como uma putinha. 

— Sua putinha, General. Mais, me dá mais.. — eu não sabia exatamente o que estava pedindo mas descobri assim que ele deu um tapa bem estalado na minha bunda. 

Porra do caralho. Gozei. E gozei bem gostoso. 

— Você tá me apertando tão gostoso, Cherry. Não consigo mais segurar. — nada melhor para o ego do que ouvir isso. Sério. 

Do jeito que gozamos, ficamos. Eu precisava recuperar o fôlego antes de levantar. Ainda bem que ele sabia disso. Minha cabeça tava escorada em seu peito e seus braços estavam protetoramente ao meu redor, tanto eu quanto ele suavamos pelo ato e pelo clima da praia. Será que seria uma boa ideia.. 

— Você quer mergulhar, certo? 

— Como você sabe disso? 

— Seus olhos estão vidrados no mar. Quer ir? 

— Nus? Eu esqueci meu biquíni. 

— Não podemos demorar, mas se for só um pouco, porque não? Só se vive uma vez. 

Eu tive que rir. Nunca na minha vida eu imaginei ouvir isso do meu chefe. Mas ele tem razão, Carpe Diem. São as palavras que eu mais uso pra fazer merda na vida. Porque não né? Só um banho de mar, pelados, numa praia sem ninguém. E daí que somos servidores da pátria? Foda-se. 

— Você tem razão, vamos. 

— Depois banho lá em casa? — ora, eu tinha ouvido direito? 

— Banho na sua casa? Isso significa que vamos ter segundo round? 

— Isso significa que esse fim de semana você é minha, Haruno. Aceita? 

Apenas o beijei. Jamais recusaria um programa desses.

— Não tenho planos melhores do que esse.


Notas Finais


É isso, amados.
Espero que tenham gostado. Esse foi meu primeiro GaaSaku e eu tô feliz demais com o resultado.
Quero agradecer o apoio de muitas pessoas pra concluir a fic: @ScarSeverus, @tiadoNarutovisk, @Lilith89, @SenjuLine144 e se eu esquecer alguém, me perdoe, mas todos estão no meu coração.
Tem tambem a @HeyGreen que eu confesso que queria fazer algo minimamente bom com o Gaara pra ela. Enfim, é isso.
BeijO e até o próximo ❤️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...