História Viciei - Capítulo 11


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Ninfomania
Visualizações 29
Palavras 709
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pensava, e chorava.

Capítulo 11 - Diário- Meu Querido Sofrimento


Viciei

Imprevistos sempre acontecem.

Ele me prendeu contra a parede para que eu não pudesse me mexer, me penetrou e tirou, e de novo de novo, me batia, me esmurrava. Me levantava do chão pelo pescoço e me jogava com força na parede, eu perdia o equilíbrio por conta das cordas que prendiam minhas pernas, e caia me machucando.

Já não bastava me bater tanto, ele enfiava aquele pau imundo em todos os lugares virgem que podia, fazendo o meu sangue espirrar pra fora de mim.

Sem poder gritar de dor, minhas lágrimas escorriam dos meus olhos; tinha certeza de que meus olhos estavam vermelhos, mas não pelo choro, e sim pelo sangue que eu estava perdendo. Fiquei pálida de medo, ele parou e disse:

-Ainda não acabou querida, não saia daqui! – Riu- Como se você pudesse ao menos falar né filha, que bobo eu sou.

‘’Calma, respire fundo, isso vai acabar’’, minha consciência dizia, e eu ouvia. De repente ouvi mais do que minha própria consciência, comecei a ouvir passos, cada vez mais altos.

-Nossa, não deixou nada para mim, meteu até nos ouvidos dela né? – O quê? Eram dois amigos dele, e vieram com correntes e um bastão de beisebol, por favor, eu quero que isso tudo acabe.

-Vão com calma rapazes, essa putinha tem sete aninhos e já sabe ler como ninguém, ela planeja algo para mim.

Eu sabia que quando eu pensava alto eu corria perigo.

Então começaram pela minha boca, falando para eu não gritar, se eu não quisesse morrer na hora, me calei e chorei. Me chutaram enquanto eu estava no chão.

Finalmente eu e a minha consciência começamos a sonhar de novo.

Jhell querida, sei que está esperando eu voltar, eu vou voltar querida.

No momento estão batendo com um bastão na minha cabeça, estou vendo tudo girar, quero voltar para meu mundo, pois aqui ninguém me ama. Mamãe onde está você?

-Mamãe! Mãe! – Criei coragem e gritei, mesmo sabendo que eu poderia morrer. – Socorro!

-Cala a sua boca maldita! – Robin, meu papai, falava isso assustado e olhando fixamente para Lisa, minha mãe! Ela chegava.

-O que está acontecendo? – olhava assustada para ele, e quando me viu ficou horrorizada, fez cara de nojo. – Robin! O que você fez? Ficou maluco? Era para ser discretamente!

Discretamente? Meu pior pesadelo estava enfim acontecendo...

-Parem! Quero sair daqui, por favor! – Gritei- O que vocês querem de mim?

-Calma meu amor, você já é uma mulherzinha, tem que agir como uma então fecha essa boca e obedece seu papai querido.

Meu mundo era uma pura mentira, todos meus sonhos, tudo, que pena mesmo. Se pelo menos meus sonhos fossem reais, mas já que não são, quero que se fodam todos e tudo que já amei algum dia.

Aqueles homens não iam parar tão cedo, desisti de lutar contra eles. Me deixaram sangrando no tapete do meu quarto. Lembrei de quando Jhell tinha colocado um cinto na minha boca, lembro das palavras, Jhell parecia tão real na minha cabeça, sua pele, seu olhar, sua boca na minha. Tudo que sonhei era uma mentira, que eu queria muito que fossem reais, que eu pudesse ter uma família com Jhell, que eu pudesse ter feito viagens ao redor do mundo. Senti que dentro de mim estava tudo apodrecendo.

A pior sensação da minha vida, e pelo visto a última, já que era o fim, comecei a sonhar de novo.

...Meus quinze anos, voltei para casa de Jhell.

-Onde você estava mocinha? – Sorriu ela ao me ver chegar com um presente.

-Fui comprar uma coisinha para você... – me ajoelhei e olhei no fundo de seus olhos, abri a caixinha com as alianças dentro, e vi lágrimas saírem de seus lindos olhos verdes que brilhavam de alegria – Jhezabell Brontë quer casar comigo?

-Sim! – Pulou em meus braços e riu. – Para sempre, e sempre Kate, vamos ser eternamente felizes juntas, quero adotar muitos gatinhos com você! Eu te amo!

-Eu também te amo!

...Agora, adeus Jhezabell Brontë, eu te amo, fique comigo, este é meu fim. A hemorragia está deixando meu tapete vermelho sangue, uma risada minha, há há. Espero que tenha gostado Robin, esta foi minha última transa em vida, aproveite sua vida inútil e hipócrita.

Está ficando escuro aqui.

 

 

 

 

FIM


Notas Finais


Espero que tenham gostado, está foi a primeira história que eu consegui enfim terminar ksdkkk.


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