História Vício - Capítulo 1


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Categorias Vocaloid
Personagens Miku Hatsune, Mikuo Hatsune
Tags Amigos De Infancia, Gablychan, Hentai, Kuoku, Miku X Mikuo, Vocaloid Hentai
Visualizações 121
Palavras 2.738
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


- Plágio é crime, bbs! Cês já sabem disso, nem é necessário o lenga-lenga.

- A arte das imagens não foram feitas por mim, mas a edição fajuta sim. ;u;

Enfim, galere.
Tô treinando hentai para Onee-chan não sair cagado! kkkk'
Esse é o primeiro hentai completinho que eu escrevo depois de 5 anos sem escrever hentai. Não que quando eu escrevia eles saiam uma maravilha, mas eu sou RUIM escrevendo hentai, vocês sabem disso. >:')
Por favor, não me julguem. u-u'

Bom, boa leitura! kk

Capítulo 1 - Vício - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Vício - Capítulo 1 - Vício - Capítulo Único

— Você quer que eu faça o quê? — Mikuo perguntou incrédulo; ele estava no terraço do colégio, só porque Miku, sua amada amiga de infância, tinha o puxado até ali.

— Eu sei que é maluquice! Mas você não disse que queria deixar de ser virgem? Eu também quero! — Miku falou sem timidez, batendo o pé.

Mikuo cora, ele era extremamente tímido e sem atitude.

— E-Eu sei, m-mas assim?! A primeira vez não precisa ser com quem se ama?

— Se eu tiver que ter minha primeira vez com alguém, preferia que fosse com você — Miku disse de forma manhosa, deixando o coração do rapaz batendo a mil.

Isso foi uma declaração? Mikuo não sabia, mas estava se perguntando. Quando crianças, eles eram o casal que faziam os adultos suspirarem e dizerem o quanto queriam vê-los casados no futuro. Porém, nunca foram daqueles amigos que trocavam promessas de casamento.

Miku foi mais como uma guardiã de Mikuo, na época. Ele sempre foi frágil para se defender ou tomar decisões sozinho. Isso porque tinha uma mãe muito superprotetora.

Ainda naquele momento, ele não sabia como responder.

Ele pensava em Miku todas as noites, a desejava em segredo, pois sentia que não seria correspondido por ela. E quando disse que estava cansado de ser virgem, ele não imaginou que Miku encararia aquilo como um convite para irem para a cama juntos. Até porque, isso soava absurdo de todas as formas!

Desconcertada, Miku cora pelo silêncio do amigo, olhando para o outro lado e coçando atrás da cabeça. Nisso, Mikuo a olhou, também tímido, ainda sem saber como responder. E teria como eles darem um passo desses? Isso poderia mudar absolutamente tudo entre eles dois.

Mikuo não sabia se estava preparado para isso.

— Você quer isso? Mesmo?

Alterada, Miku o olha:

— Estou falando em grego?! Se eu estou te chamando, é porque eu quero! Se você quiser, vá até minha casa hoje! Às sete! Meus pais só voltam amanhã à tarde!

As pernas do garoto tremeram demais, até mais que o normal. Ele queria, mais que tudo! Mas ainda estava surpreso demais. Miku não tinha nem o esperado responder e o deixou sozinho no terraço com os próprios pensamentos.

Ele decidiu que à noite, sem falta, antes que pudessem fazer qualquer coisa, diria claramente seus sentimentos e pretensões para Miku.

***

Depois de se arrumar e sair de casa, Mikuo passou em uma loja de conveniência. Buscava o óbvio: camisinhas. Bem, não sabia se ia de fato funcionar, mas queria mesmo tentar. Tratou de se perfumar bastante, queria que Miku se agradasse não só de tocá-lo, mas também de sentir o cheiro dele.

E depois de pegar um ônibus e caminhar todo o percurso até a casinha de Miku, Mikuo parou na entrada da casa dela, inseguro. Engoliu seco algumas vezes antes de tocar a campainha.

Estava tudo escuro, o que reforçava o fato dos pais dela não estarem em casa.

Mas por que Miku fazia isso? Mikuo se perguntava a todo momento. O lado emocional dele lutava com o racional. Ao mesmo tempo em que isso parecia extraordinário, parecia errado e novo, misturado com várias outras sensações ambíguas.

Miku abre a porta timidamente, olhando-o com uma feição medrosa.

— Você veio.

— Vim — Mikuo também estava desconcertado.

— Não fica aí, parado — ela abre a porta, dando espaço para o rapaz. — Entra.

Mikuo obedece e tira os sapatos na entrada. Espera Miku fechar a porta e tomar a frente, seguindo-a até o segundo andar da casa, onde ficava o quarto dela.

O lugar estava bem organizado e lotado do cheirinho gostoso da Hatsune. Cheiro que inebriava Mikuo, todas as vezes que ele a visitava.

Miku estava vestida com uma camisola branca, que batia abaixo dos joelhos, mas isso não desencantava Mikuo. Na verdade, era até mais excitante para ele assim. Dava a ela um ar puro e gentil.

Os dois se sentam na beira da cama.

Mikuo notou como a garota parecia nervosa, e o que mais denunciava isso, eram os ombros trêmulos dela. Mas por que ela estava fazendo isso? Qual era a necessidade de toda essa pressa para retirar a virgindade?

— Você quer conversar? — Mikuo perguntou; mesmo tímido, tentava buscar o olhar de Miku, que não conseguia encará-lo de volta. Até ali, Mikuo nunca soube que ela tinha um lado tímido.

Miku negou rápido com a cabeça como resposta, agarrando a gola da blusa de mangas longas de Mikuo, puxando o rapaz para um beijo desajeitado e fogoso. Ela envolve os braços nos ombros de Mikuo, enquanto o rapaz ainda tentava digerir tudo aquilo.

Miku o beijava e ele continuava de olhos abertos, tentando se libertar dela.

Estava difícil, mas ele faz uma força e agarra os braços da garota, afastando-a dele e olhando bem sério nos olhos dela.

— E-Espera! Vamos conversar!

Miku estava ofegante:

— Você veio aqui para transar ou para conversar?

— A-Antes, eu quero te dizer uma coisa!

— E o que é?! — Miku estava ficando sem paciência.

— Antes de dizer — Mikuo desce o olhar —, eu preciso que você me diga por quê. O motivo que você me deu, mais cedo, foi vago demais. Como você pode querer transar comigo de uma hora para a outra?

Miku cora, descendo o olhar para as pernas.

— I-Isso é constrangedor.

— Você acha menos constrangedor me chamar para transar? — Mikuo pergunta, tentando trazer um tom cômico para aquele momento esquisito.

Ele liberta os braços de Miku e ela os junta sobre as coxas, pensando em como juntar as palavras para explicar ao garoto. Mikuo estava com toda a paciência do mundo; mesmo estando louco para eles “começarem” logo, não queria que fosse algo vago e feito por ser feito.

— Minhas amigas conversam muito sobre isso — Miku explicou, vermelha, olhando para baixo —, mas não pense que eu estou sendo induzida por elas! — Miku o encara nos olhos, na tentativa de passar certeza. — Elas sempre dizem que sexo deve ser feito com alguém que ama, que deve ser especial. E-Eu... Sinto atração sexual por você, Mikuo.

Mikuo arregala os olhos, surpreso.

Miku continuou:

— Eu já até “me toquei”, pensando em você-

— Ok, ok! Informação demais! — Mikuo engole seco, segurando Miku pelos ombros. — O que você sente por mim, exatamente? Você só sente vontade de transar?

Miku envolve os braços nos ombros de Mikuo, e lutando contra a timidez, olhou bem nos olhos do garoto. Mikuo perdeu todas as palavras olhando para ela assim, tão de pertinho.

— Eu gosto de você — Miku se declarou, finalmente. — E você, gosta de mim?

— Tá brincando?! — Mikuo pergunta, vermelho e rindo. — Desde sempre! Eu sempre gostei de você. Quando você quase ficou com o Shion, eu por pouco fiquei doido! Não ia saber como superar os sentimentos que eu tenho por você.

— Idiota! Por que não me disse isso anos atrás? — Miku perguntou, com os olhos marejados. Mikuo, ainda com o sorriso nos lábios, limpou os olhos da garota com os polegares.

Os dois se olharam um pouco, então Mikuo tomou a iniciativa e começou a se aproximar. Miku fechou os olhos, esperando que o rapaz a beijasse. E aconteceu. Começando lento, Mikuo passava uma das mãos no rosto de Miku, escorregando essa mão para a nuca da garota. Ela também cruza as mãos na nuca de Mikuo, entrelaçando os dedos entre os cabelos do rapaz.

As mãos de Mikuo chegam às coxas de Miku, escorregando por baixo da camisola, massageando aquela área. Ele não sabia bem o que fazer, se sentia perdido, então fez o que a cabeça dele pedia: cortou o beijo, vendo a expressão de “quero mais” da garota, deitando-a na cama e deitando-se por cima.

Miku o olhava de forma profunda, levando as mãos delicadas até o rosto do rapaz, que arrepiava a cada toque dela.

Mikuo começa a beijá-la no rosto, descendo esse beijo para o pescoço; nunca tinha dado um chupão antes, mas tinha que ser naquele momento! Beijava o pescoço da garota, chupando a pele de forma suave, enquanto levantava a camisola de Miku, passando a mão por baixo dela.

Uma das pernas de Mikuo estava encostando-se à intimidade de Miku. Ele podia sentir a garota impaciente, se esfregando na perna dele, enquanto ele já apertava um dos seios dela.

Mikuo... Ah... — Miku gemia, começando a sentir o corpo esquentar com aqueles toques. — Isso é bom demais...

Ela agarrava os cabelos do garoto, dando alguns puxões de leve.

Mikuo se levanta rápido, ficando de joelhos na cama, livrando-se da camisa de mangas longas e revelando o peitoral razoável. Miku senta na cama, passando a mão do umbigo, até o peito de Mikuo, olhando-o cheia de desejo pelo melhor amigo.

Mikuo agarra a camisola da garota, arrancando-a do corpo dela, deixando-a apenas de calcinha e sutiã, e jogando a roupa pelo quarto; volta a deitá-la na cama aos beijos. Ambos já ofegavam, loucos um pelo outro. Mikuo atacava os lábios de Miku num beijo mais selvagem, esfregando a perna na intimidade da garota, isso parecia fazer efeito.

Miku agarra os ombros do amigo, invertendo as coisas. Ela puxa o corpo de Mikuo para a cama, ficando por cima. Ela podia sentir as partes íntimas do amigo pulsando por baixo da calça, roçando na parte íntima dela.

Miku abre as calças do rapaz impaciente, ainda sentada sobre ele.

Mikuo levanta, e Miku suspende um pouco o corpo, para descer as calças do rapaz, deixando-o só com a cueca, revelando pouco do membro ereto por baixo do pano. Ela senta por cima, rebolando no colo do amigo.

Mikuo solta gemidas abafadas, abraçado em Miku. O contato com a intimidade de Miku, roçando para cima e para baixo, estava querendo o enlouquecer.

Ele abre o sutiã com um pouco de dificuldade, jogando-o para o lado e assistindo os seios da amiga. De novo, não sabia como fazer direito, mas não recuou. Passou a língua no bico do seio da garota, abocanhando-o, ouvindo-a gemer e sentindo as mãos dela por trás da cabeça, apertando os cabelos dele com uma força moderada.

Mikuo-kun! Ah... Ah...

Miku podia sentir a língua de Mikuo no bico do seio dela, subindo, descendo, indo para o lado e para o outro, isso fazia ela sentir uma sensação gostosa nas partes íntimas, que não a deixava ficar parada no colo do rapaz.

Ouvir as gemidas abafadas de Mikuo, também estava a deixando ouriçada.

Ele sai dos seios de Miku, voltando a deitá-la na cama. Enquanto a beijava nos lábios fogosamente, passa a mão por baixo da calcinha dela, sentindo que a parte íntima da garota já estava úmida.

Sentir a mão dele naquele lugar, fazia Miku gemer mais e rebolar na mão do amigo.

Ele também já queria penetrá-la. As gemidas e os toques dela já estavam o fazendo se contorcer de prazer. Mikuo deixa Miku sozinha só um segundo, procurando a camisinha na calça, que estava no chão.

Miku o esperava deitada, ofegante e mordendo o lábio inferior, impaciente. Nunca tinha transado com ninguém, e sabia que provavelmente a primeira penetração doeria, mas estava tão louca de prazer, que a dor nem a importava naquele momento. Ela só queria sentir Mikuo por dentro dela logo.

Enquanto isso, Mikuo tinha achado a camisinha.

A excitação não o deixava ter controle das próprias mãos.

Ele abre a embalagem com ajuda dos dentes, tirando a camisinha e colocando-a no membro ereto. Volta para a cama, ficando entre as pernas da amiga, que gemeu nervosa só de sentir o calor da aproximação dele, e do membro dele na própria entrada.

Ah... Está pronta? Miku...

Ele se segurou um pouco para perguntar.

Miku só afirma com a cabeça, entre as gemidas, estendendo os braços para Mikuo, que se deitou mais sobre ela. Devagar, Mikuo foi penetrando-a. A empolgação pedia que ele fosse com tudo, mas o lado racional falava mais alto, ele tinha medo de machucá-la, então lutou contra o momento.

— Ah!! — Miku dá a primeira gemida de dor, sentindo o membro do amigo entrando.

E-Está quase! AH!

Gemeu mais alto quando conseguiu entrar. Miku contorcia a expressão de dor, agarrando-se aos lençóis, depois passando as mãos para as costas do rapaz e arranhando-as com força.

Mikuo não conseguiu avisá-la que começaria a se mexer, o corpo dele estava em êxtase. Ele começou a se mexer, entrando e saindo, sentindo-se ser apertado pela parte íntima de Miku, que estava tendo sensações de prazer e dor. Apesar da ardência, que não era tão agradável, ela não queria que parasse.

É muito... Apertada! Ah! Ah...! — ele gemia a cada estocada.

Continua, Mikuo-kun! Ah! Ah! Mikuo-kun! — Miku gemia a cada estocada que recebia. A dor ainda estava ali, mas não dava. Não tinha como parar.

Mikuo continuou gemendo, sentindo o corpo se mexer mais rápido, agindo fora do controle dele. Miku estava deliciosa. Ele não queria que aquela fosse a última vez, mas a primeira de muitas.

Já podia se sentir viciado.

A-Ah! Está vindo — ele gemeu entre as estocadas rápidas, sentindo as mãos de Miku agarrarem e apertarem os ombros dele, numa tentativa desesperada de controlar aquele misto de prazer e dor. — M-Miku! AH!

Os corpos dos dois se estremeceram em espasmos e Mikuo caiu exausto sobre o corpo de Miku. Ambos estavam muito cansados e ofegantes.

***

Os dois estavam deitados, ainda despidos. Mikuo estava coberto até o abdômen e Miku usava a coberta para esconder os seios. A garota estava com a cabeça deitada sobre o braço do “amigo”, com a mão sobre o peito dele. Estava com os olhos fechados, porém ainda não tinha pegado no sono.

Mikuo olhou para ela, ainda incrédulo.

Aquilo tinha acontecido mesmo?

— E agora? — Mikuo resolve cortar o silêncio.

— Hm? Como assim?

— A gente... Para?

— Para com o quê?

— A gente vai fazer isso de novo?

Miku estela, tímida. Se debruça só um pouco, para olhar aquele cara de pau nos olhos.

— O que você acha?

— Eu não sei — Mikuo diz, tímido.

— Dá para tomar uma decisão na vida?

— Eu sei lá! O que você quer?

Miku sorri, sapeca.

— O mesmo que você — ela diz de forma manhosa, se aproximando.

Mikuo sorri entre o beijo que começa tímido e vai ganhando mais profundidade.

De repente, os dois param. O que era aquilo? Um barulho de passos?

Assustada, Miku levanta, olhando na direção da porta fechada.

— Meus pais — ela diz, fazendo com que Mikuo também se levante, assustado.

— Você não tinha dito que eles só chegavam amanhã?!

— SH! — ela chia, tampando os lábios de Mikuo. — Eu não sei por que eles foram chegar agora! Se vista, eu vou ver se os enrolo — ela beija os lábios do garoto uma última vez antes de se levantar e sair da cama.

Miku cata o sutiã e a camisola pelo chão, vestindo-se rápido e saindo do quarto.

De fato, os pais tinham chegado no melhor momento possível. Mas o bom é que eles não entravam no quarto da garota, então o que ela fez foi segurar a hora com Mikuo no quarto, até que os mais velhos fossem para o quarto, dormir. Assim que passassem pela porta, Miku sabia que não sairiam mais até de manhã.

Horas depois, quando isso enfim aconteceu, ela foi até o quarto para libertar o rapaz.

Ele já estava com as roupas, esperando por ela, sentado na beira da cama.

— Desculpa! — Miku disse, encostada na porta.

Você demorou — Mikuo cochichou.

— Vamos logo, antes que alguém nos veja!

Miku e Mikuo desceram na pontinha dos pés, procurando fazer o máximo de silêncio. Mikuo teria problemas se o pai dela o encontrasse ali, a situação seria óbvia demais de deduzir. Finalmente, ele pôde colocar os sapatos e sair porta afora.

Miku não pôde ir muito além, por isso só parou atrás da porta, enquanto o outro ficou do lado de fora.

— Amanhã... Você podia ir lá em casa — Mikuo chamou, tímido.

— Hm? — Miku estava prestes a fechar a porta, mas o convite a chamou atenção.

— A gente pode assistir um filme, sei lá.

Miku dá risada, baixinho claro.

Passa a mão para o lado de fora, acarinhando o rosto de Mikuo.

— Combinado, garoto transudo. Boa noite!

— Boa noite — Mikuo respondeu, sorrindo.

Queria muito passar a noite agarradinho a ela, mas os pais dela tiveram que chegar! Bom, Mikuo tinha consciência de que Miku ainda não estava pronta para sair da vida dele, e ele também não estava pronto para sair da dela. Sem dúvida nenhuma, ainda queria sentir muito mais da deliciosa amiga de infância.

Isso, com certeza, se tornaria um vício.

 

♥ Fim ♥


Notas Finais


Ah, é!
Meus hentais são "românticos". XD
Eu não sei e nem consigo escrever uma coisa 100% pervertida.
Acho que não é minha natureza. kkk

Mas mesmo assim, espero que tenham gostado um pouquinho.
Eu não tenho confiança NENHUMA para escrever cenas de sexo.
Para eu postar isso, é porque eu amo demais vocês. kk

Enfim, fui!

XOXO *3*


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