História Vício - Capítulo 17


Escrita por:

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Kuchel Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Zeke Yeager
Tags Arumika, Harem, Hentai, Levi Ackerman, Mikasa Ackerman, Morte, Perseguição, Rivamika, Tortura, Violencia, Zeke
Visualizações 39
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OOII
VIM ATUALIZAR ESSA BAGAÇA PQ NEH KKKKKKKKKKK

ESPERO Q GOSTEM...
BOA LEITURA.

Capítulo 17 - Não parecia...


"ME desculpe" 

"Me desculpe" 

"ME DESCULPE!"


Era tudo isso que conseguia escutar de Mikasa. Não ouvia mais nada, apenas ela repentino isso. 

De nada conseguia ver também. Estava tudo preto, depois desfocado. E como uma câmera com defeito sua visão se recusava a voltar.


Mas o que demônios havia acontecido?


Universidade .

Universidade .


"ELA ESTÁ AQUI!"

Alguém gritou. 


- Mikasa, por que não enchergo?

E Levi pode ouvi-la chorando sem responder nada. 



HORAS ANTES....





Como de costume, acordou cedo. Tomou seu banho, tomou café, se arrumou para sair trabalhar. Aquela era uma corriqueira manhã de quarta-feira. 

Segunda e terça a esperança era negativa, quarta nula, quinta e sexta ia aumentando lentamente. Até sábado onde era de pura paz... e domingo... depois, tudo outra vez.

Se mantia firme. Assim que ajeitou a gravata, deixou Laito alimentado e fechou todas as janelas, Levi foi até sua porta, destrancou, e assim que a abriu.... teve a mais pura sensação que se um dia ele visse a cara do capeta, seria aquela mesma ali.

O velho se escorava na porta. Fedia a seu cigarro barato. Roupas velhas. E o sorriso cínico típico dele. Sorriso esse que o lembrou de outra pessoa. 

- Como vai, querido sobrinho? - Kenny perguntou normalmente.

- Ao que parece melhor que você, velho.

- Frio como um cubo de gelo e arrogante como uma I-Dol... você não muda mesmo, não é? Nem em personalidade, nem em altura. - a desgraça ainda sorriu. Véio desgraçado! Deus como podiam ser parentes se odiando tanto?

- Vai a merda Kenny! Não vou te dar nenhum dinheiro! 

- Obrigado mas não quero. - retrucou entrando no apartamento sem permissão. 

"Se acalme! Descubra o que ele quer primeiro."


- Então, o que quer?  - perguntou cursando os braços. Kenny sentou-se no sofá e tirou um pequeno papel do bolso do blazer.

- Estou aqui a trabalho. Me mandaram atrás de um assassino... não, uma assassina que está no Japão. - respondeu o sobrinho estendo o papel, que Levi descobriu ser uma foto três por quatro, tipo de identidade. 

- Por que mandariam você, um detetive mediano, para o outro lado do mundo atrás de uma assassina? - sabia que foi mal educado quando falou "mediano", afinal, Kenny Ackerman era um detetive de alta classe com todos os seus casos resolvidos... E em trinta anos ele fez muitos trabalhos. Muitos mesmo.

- Disseram que, ela têm o mesmo sobrenome que nós.... - cada palavra foi dita pausadamente. De todas as perguntas que faria ali, Kenny sabia a resposta para todas.

Levi, escutando a frase e olhando para a foto esteve perto de ter uma crise, bem ali. A foto era de uma menina, cabelos compridos e negros, olhos que ele mesmo já havia elogiado e o mesmo semblante de sempre, tédio.  Mesmo parecendo significativamente mais nova, a reconheceria em qualquer lugar. Era Mikasa. A dica de sobrenome entregava muita coisa. 

Controlou-se ao máximo.  Provavelmente, Kenny já sabia toda a verdade. Mas mesmo assim ele faria perguntas. Merda. 

- Você a conhece, Levi? 

É agora...

- Sim, é minha aluna. 

- Sabe o nome dela?

- Não, não tenho tempo para ficar decorando essas merdas...

Mantenha a postura.

- Pois Bem, sabia que o nome desta aluna sua é, Mikasa Ackerman. - tentou forçar uma surpresa pela coincidência de nomes - Ela e a gangue  dela - gangue? - Já estiveram em diversos países... no total o grupo já matou mais de quinhentos agentes de todas as agências de proteção.... todas que você possa imaginar eles já enfrentaram e estraçalharam com os homens. Só ela, deve ter trucidado mais da metade das vitimas...

- Gangue? 

- Sim. Ela está numa gangue, se auto denominam "shingeki" que, em japonês significa "raiva", "ira". Ao que se sabe, ela é a única mulher do grupo. Equipados com armas de todos os tipos. Assassinos de todos as especialidades. Ela teve o cuidado de escolher cara um de um país diferente. 

- Quantos?

- Ao que parece já foram mais de trinta... hoje, devem ser apenas uns dez, talvez menos....  Nenhum nunca chegou a ser realmente capturado e interrogado. Ela os matava antes. 

- Como tem tanta certeza que ela lidera tudo? E ainda, matava seus próprios companheiros?

- Sempre que entram em conflito eles matam quase todos os agentes, sempre deixam um, para enviar a mensagem de que estiveram ali. E mesmo participando ativamente do combate, ela têm seu jeito único de matar. Com isso, observando as cenas depois de tudo, é sempre ela, e somente ela, que poder matar o homem ou mulher no comando. E ela nunca "apenas mata". Os corpos são deixados de uma forma irreconhecível. Não estou exagerando, de tudo que já vi, aquilo me embrulhou o estômago. Com isso... acredita-se que ela seja a líder. 

- E sobre os companheiros?

- Pense, se um é capturado, ele irá ser inevitávelmente torturado. Uma hora, não importa o quanto seja fiel, ele iria ceder. Sabendo disso, sempre que vinha o risco... ela matava. De acordo com os sobreviventes que chamamos de "mensageiros" , apenas ela matava os companehiros. Nenhum outro podia. Acho muito estranho as regras deles.

- Ok, mas o que você pretende me contando isso?

- Quero que saiba. Sendo sua aluna eu esperava que você estivesse próximo, as fofocas dizem que todos que se "alistaram" fizeram por "amor ". Podemos dizer que ela é como uma bruxa . - bruxa Levi já sabia que era, e a novidade? - Enfeitiça os homens nas florestas e faz eles entrarem em seu mundo colorido para, no fim, acabarem mortos por ela mesma. Escute, Rivaille. Hoje, algo grande irá acontecer. E irá acontecer aqui. Quando acontecer quero que suma-se. Pois se encontrar com ela, estará morto.

Olhou sério aos olhos do tio, o velho não  se preocupava com ele. Provavelmente o queria como isca para atrair Mikasa, já devia até saber que eles haviam transado. Que saco. E agora? 

Tudo aquilo poderia ser mentira, mas não  parecia. Mikasa, uma assassina? E seus amigos possessivos são sua gangue?

Mas que Poha?

- Obrigado Kenny. Seguirei o aviso. 

- Sei que sim, Rivaille...


"VOU É O KARALHO!"


" SEI QUE NÃO VAI NEM FUDENDO" 


Kenny sorriu antes de pedir licença todo educado e sair pela porta... e Levi ficou ali.... 


Imaginando como o "corriqueiro" da quarta-feira  havia ido por água à baixo.





Notas Finais


E ae?
Opinoes....?
Por favor me contem....
Alguém entendeu alguma coisa?
Hehehheheh

Desculpem a demora ... mas eu tava de um jeito impossível...

Com o feriado acho q tudo melhora ... mas n prometo.

Até a próxima
ESPERO Q tenham gostado...

Hehehehehe

E ae?


DESCULPEM QUALQUER ERRO

tchau


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...