História Victim of Love - Capítulo 26


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Ação, Drama, Got7, Jinson, Longfic, Markjin, Markjinson, Markson, Romance, Suspense, Traumas, Yugbam
Visualizações 193
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!
Antes de ler, alguns avisos importantes:

Neste capítulo há alguns conteúdos pesados que podem causar algum desconforto, são eles: relacionamento abusivo, tortura, mutilação e uma leve menção a comportamento depressivo.

Você pediram e aqui está, o passado de JJP.

Boa leitura

Capítulo 26 - Passado


 

LEIAM AS NOTAS INICIAIS!!!

 

"Havia expectativa em nós e esperanças sem dúvidas
Mas todos se afastaram, porque nós não poderíamos viver como eles
Eu sorri ligeiramente, mas no fundo eu estava triste
Mas ninguém sabia sobre isso"

Mayday

 

Tudo começou no último ano do colegial. Um ano que tinha tudo para ser normal e tranquilo pra mim e Jinyoung, mas que acabou trazendo um grande problema para as nossas vidas: Park Sungjin.

Logo nas primeiras semanas ele foi transferido para a nossa escola e para a nossa turma, mesmo sendo dois anos mais velho. A presença dele na escola gerou muito falatório, porque ele era, simplesmente, o filho mais novo do político mais influente da cidade, e talvez um dos mais influentes do país. Além disso, tinha os boatos que cercavam o Senhor Park, de que ele estava envolvido com diversos esquemas criminosos, e por ser de uma família com tradição militar, acabava tendo as costas quentes. Mas quem podia provar? Tudo parecia mais com uma teoria da conspiração. Antes fosse.

Mas o fato é que, para o bem ou para o mal, Sugnjin era um evento por si só na nossa pequena escola, que apesar de estar cheia dos filhos de riquinhos da cidade, não costumava ter figuras tão ilustres.

E antes que você me pergunte, ele não era parente direto do Jinyoung. Era só uma coincidência mesmo. Apesar deles terem se tornado bem próximos.

Nunca fui muito fã desses riquinhos metido a besta que frequentavam a escola – o único amigo que eu tinha ali era o Jin –, então não dei muita atenção a esse novo aluno. Nem o meu amigo pareceu se importar com isso. Pelo menos, não no começo.

Sungjin rapidamente se tornou popular e todo mundo lambia o chão que ele pisava e até mesmo os professores pareciam encantados com a doçura, inteligência e educação do rapaz. Ninguém via aquele brilho sombrio nos olhos negros, a frieza no sorriso educado ou os gestos sempre muito bem calculados Mas eu sempre fui muito observador. Então em algum momento eu percebi que não podia confiar nele. E eu teria ficado longe dele, se não fosse por um detalhe: ele ter começado a demonstrar algum interesse em nós. Sempre nos rondando, tentando se aproximar. Ou melhor dizendo, rondando o Jin.

Foi questão de tempo de tempo até que eles se aproximassem. O meu amigo sempre teve problemas com os pais e isso o deixava muito sensível a situações do tipo. E digamos que a família do Sungjin era um tantinho problemática. Então eles tinham isso em comum, além de outras coisas. Diferentemente de mim, Jin não via nada de errado em Sungjin.

Não demorou para que ele entrasse em nossas vidas. Primeiro como um amigo de Jinyoung, depois como namorado. O que não contribuiu em nada para apagar a primeira impressão que eu tinha tido dele, já que naquela época eu era apaixonado pelo meu melhor amigo.

Mas não era só isso. Para mim, todas as palavras, todos os gestos, tudo nele soava falso e ameaçador. A cada novo dia eu me sentia ainda mais incomodado com a presença dele. E por um momento até pensei que estava exagerando. Que talvez tudo não passasse de ciúmes. Por isso me esforcei em manter aquela opinião para mim. Meu amigo estava feliz e isso deveria bastar para que eu ficasse feliz.

No entanto, a aversão que eu tinha a Sungjin acabou se mostrando recíproca. Ele não conseguiu sustentar a máscara por muito tempo e logo todo mundo a nossa volta passou a perceber que ele não gostava de mim. Não gostava de Jinyoung perto de mim. Sempre que podia ele dava um jeito de envenená-lo contra mim. Mas felizmente, a nossa amizade era mais forte que isso e ele nunca conseguiu fazer nenhuma desconfiança florescer no coração do mais novo.

O que não significa que ele não tenha conseguido nos afastar. Era difícil manter para Jin manter eu e ele no mesmo ambiente e a cada dia Sungjin tomava mais espaço na sua vida, o que, consequentemente, diminuiu o meu.

Se não bastasse isso, eu acabei passando no teste para uma produtora e comecei a dividir a minha vida entre treinos diários e a escola. O que acabou me afastando ainda mais do dele. E comigo longe, o namorado dele pôs as garrinhas de fora.

Jinyoung foi mudando dia após dia. O sorriso iluminado que deixava ruguinhas nos cantos dos olhos, dando lugar a um olhar mais opaco. O corpo ficando cada vez mais magro. Sempre que eu o via, ele parecia mais ansioso e estressado. Nós não fazíamos mais trabalhos escolares juntos e ele tampouco saía ou interagia com outros amigos e colegas. Na verdade, a cada novo dia, Sungjin o isolava mais num mundo só deles.

Apenas uma pessoa além de mim e dele conseguia se manter próximo do Jin. Kim Wonpil. O estranho “amigo” do Sungjin, que mais parecia estar ali obrigado. O que não estava longe da verdade, já que o Kim era, na verdade, meio irmão ilegítimo do Park mais velho.

O fato é que, Wonpil se tornou meu amigo e meus olhos na relação casal. Foi através dele que descobri sobre as brigas e crises de ciúme constantes. E por fim, que Jinyoung havia largado o clube de leitura e teatro a pedido do namorado. Algo que o meu melhor amigo havia escondido de mim. Uma das tantas outras que ele escondeu, na verdade.

Foi quando eu descobri isso, que decidi conversar com ele sobre o que estava acontecendo. Aquele relacionamento tinha deixado de ser saudável e se você para pra pensar, eles eram tão novos pra ter algo como aquilo. Tudo bem que Sungjin era um pouco mais velho que a gente, mas ainda assim. Parecia errado.

Apesar de soar cansado e concordar que as coisas não estavam indo bem, Jinyoung me garantiu que não deixaria mais o outro controlar tanto assim sua vida. Eu queria que ele terminasse, para mim era o único jeito de soltá-lo das garras do Park, mas nada do que eu disse pareceu adiantar. Então o máximo que pude fazer, foi ficar o mais perto que pude para garantir que meu amigo ficasse melhor melhor. Isso foi pouco antes da nossa formatura.

A partir daí, tudo transcorreu relativamente bem. Ou pelo menos eu achava que sim. Acho que no fundo, Jin apenas se tornou bom em esconder as coisas de mim.

No dia do baile, estávamos todos animados para a nossa última festa como estudantes. Até mesmo eu que não gostava tanto dessas coisas, mal podia conter a ansiedade pelo dia tão esperado. Nós três fizemos planos como encher a cara e passar a noite acordados. Eu, Wonpil e Jinyoung.

Mas poucas horas antes recebi uma ligação do Jin avisando que não iria porque o namorado não poderia e não faria sentido ele ir sozinho. Fui até a casa dele, mesmo sabendo que a bruxa mãe dele poderia me proibir de entrar e consegui convencê-lo a ir.

Mas a nossa alegria naquela noite durou pouco, pois Sungjin descobriu que Jin tinha ido com a gente, mesmo contra a sua ordem, foi atrás e arrastou para fora.

Foi a primeira vez que vi alguém levantar a mão para Jinyoung. Nem mesmo os pais dele, com todos os defeitos que tinham, fizeram isso com ele. Nem quando descobriram que ele gostava com garotos. Foi também a primeira vez que eu bati em alguém. E talvez se Wonpil e Jin não tivesse separado eu e aquele desgraçado, eu tivesse matado ele naquela noite.

Quando eu cheguei em casa com Jinyoung, minha irmã cuidou do olho roxo dele e dos meus machucados. Na época estava estagiando como enfermeira, então ela sabia o que fazer. Acho que o que mais doeu nela foi saber o porquê. Ela sempre foi muito próxima dele, como uma irmã mais velha mesmo.

Mas ela não sabia de tudo que vinha acontecendo. Talvez até desconfiasse que tinha algo errado, mas não sabia o quê. E eu também tinha escondido tudo. Conhecia o gênio superprotetor que ela tinha com nós dois e eu não a queria indo atrás de Sungjin.

Depois de conversar com nós dois e ouvir um belo sermão dado por Sunhee, Jinyoung finalmente compreendeu que não tinha como levar aquele relacionamento adiante e no dia seguinte ele terminou com com o outro Park. E não tinha volta.

A escola tinha acabado e eu tive que me mudar para o dormitório da empresa e intensificar meu treinamento. A ideia era me debutar num grupo no ano seguinte e eu estava muito empolgado com isso.

Livre da dependência dos pais, Jinyoung foi morar com a minha irmã e continuou os estudos na intenção de entrar para a Faculdade de Literatura. Eu estava mais tranquilo. Não tinha notícias de Sungjin e todas as vezes que falava com meus dois amigos e minha irmã, eles diziam que estava tudo bem. Mas não estava. E quando eu descobri, foi tarde demais.

Sungjin não deixou Jin em paz em nenhum momento, a ponto do meu amigo chegar a prestar uma queixa na polícia, o que não deu em nada. Quem iria se opor a um Park?

E os três esconderam isso de mim porque não queriam que perdesse o foco do meu debut. Também não sei se teria adiantado alguma coisa avisar e pensar nisso não muda o fato de que alguns meses depois, eu recebi uma ligação desesperada de Sunhee pedindo para eu ir para casa o mais rápido possível, pois Jin tinha sumido.

A única coisa que a gente sabia era que fazia um dia que Jinyoung não voltava para casa e Sungjin havia saído numa viagem misteriosa.

Avisamos a polícia, mas mais uma vez foi inútil. Wonpil nos contou que achava que tinha dedo do seu pai nisso, pois mesmo que soubesse das merdas que o filho fazia, ele o acobertava. E no final, os boatos sobre o Senhor Park eram verdadeiros, então não tinha muito o que se fazer. Estávamos de mãos atadas e sozinhos.

Wonpil acabou descobrindo uma pista de onde os dois poderiam estar. O pai dele tinha chalé de difícil acesso que costumava ser usado para trabalhos sujos. O Kim soube disso através do pai e do meio-irmão mais velho, Jaehyung. Aparentemente ambos também estavam interessados em encontrar Sungjin e ele desconfiava que isso pudesse não acabar bem para Jinyoung. Por isso ele me avisou e, mesmo sabendo dos riscos, nós dois partimos sozinhos para o tal chalé, na esperança de conseguirmos tirá-lo de lá antes que outra pessoa aparecesse.

Era arriscado, mas eu faria qualquer coisa para salvar o meu amigo. Eu não me importava muito se morrer fosse uma possibilidade. Eu só queria ele em segurança com Sunhee.

Quando chegamos lá, Jin estava preso num porão escuro com um machucado horrível no peito além de vários hematomas no corpo e muito debilitado. Quando criança, ele tinha adquirido fobia a lugares escuros e apertados por causa de um acidente. Sungjin sabia e usou isso contra ele para torturá-lo. Eu não sei muito sobre o que Jinyoung passou nas mãos dele naquelas quarenta e oito horas. Às vezes eu tenho medo de saber.

Antes que conseguíssemos tirá-lo de lá, os dois irmãos Park apareceram e aí tudo fugiu do controle. Lidar com um poderia ter sido fácil, mesmo com Jin tão debilitado e com dificuldade para correr. Mas Jae não estava muito disposto a deixar nós dois sairmos com vida de lá. Felizmente, mesmo não sendo muito queridinho dos meio-irmãos, Wonpil não tinha a vida ameaçada.

Lembrar de como tudo aconteceu ainda é um pouco confuso. Não porque eu não me lembre, mas porque realmente, as coisas aconteceram rápido demais e até hoje eu me pergunto como saímos de lá vivos. Talvez algum anjo tenha nos protegido, não sei. De qualquer jeito, não foi uma fuga sem custo.

No meio de toda a confusão Jae conseguiu seguir a gente. E ele ia nos pegar se eu não tivesse atirado. Foi um único tiro, mas bastou para ele parar de nos seguir. E eu não olhei para trás sequer uma vez para ver o que tinha feito, só importava que tinha funcionado.

Não era a minha intenção matá-lo. Mas eu estava com medo. Desesperado. E a única coisa que eu tinha em mente era tirar o Jinyoung de lá. Quando ele apareceu, eu sabia que se não fizesse algo, morreria, então atirei. Eu nem vi onde a bala pegou.

Eu só fui saber que o meu tiro tinha sido fatal no dia seguinte, quando Wonpil apareceu no esconderijo onde eu tinha me enfiado com Jinyoung para avisar que não só a polícia como todos os capangas que o Park comandava estavam atrás de mim.

A gente não podia ir à polícia e nem a um hospital. Então Sunhee cuidou dos machucados de Jinyoung. O ferimento no peito dele era uma queimadura feita com uma faca que aparentemente ele tinha aquecido no fogo e tinha infeccionado. Foi difícil tratar aquilo naquele lugar, mas era o que a gente tinha. Pelo menos a minha irmã era boa no que fazia, muitas das coisas que eu sei, foi ela que me ensinou. Ela deu conta da infecção e ele melhorou relativamente rápido.

Pelo menos desse problema em si, porque psicologicamente e emocionalmente, ele não estava bem. Ouvir a voz dele era raro na primeira semana. Mesmo quando fomos embora, demorou para que ele voltasse a agir com alguma normalidade.

A gente nunca chegou a conversar sobre tudo que aconteceu. Nem naquela época, nem depois. Mas não é preciso ser um gênio pra saber que aquilo o destroçou.

E sim, nós fugimos. Era a única opção que a gente enxergava naquele momento. Se eu fosse pego pelos Park, morreria. Se eu fosse preso, dariam um jeito de me matar também. E Jinyoung estaria desprotegido. Contar a nossa versão também não adiantaria, pois eles armaram tudo de um jeito tão fechado, que não tinha como acreditarem que foi legítima defesa. Inclusive, os pais de Jinyoung foram triviais em manchar a minha imagem com mentiras.

Depois que conseguimos fugir da cidade, durante vários meses, eu tive medo de como ele reagiria a tudo que tinha passado. Tinha medo de dormir e ele fazer alguma coisa. Eu queria procurar ajuda, mas não tinha como. Éramos dois foragidos procurados no país inteiro e não podíamos contar a ninguém o que tinha acontecido.

Com o tempo ele foi reagindo, mas não de um jeito bom, claro. Começou a beber muito, quase todo dia. E também tinha o sexo. Ele sempre foi o tipo de pessoa sexualmente ativa, mesmo antes disso tudo, mas depois ele parecia usar isso como uma válvula de escape. Sexo e álcool. Eu queria dizer pra ele não fazer isso, que não era saudável, mas de algum jeito, aquilo estava trazendo ele de volta, então deixei.

Foi quando tudo desabou de novo.

Sunhee não quis vir com a gente. Mesmo com todos os meus apelos, ela ficou. Disse que tinha que ficar e dar um jeito de provar nossa inocência. Eu tive medo, mas por um tempo, cheguei a pensar que talvez ela fosse ficar bem. Até que dez meses depois recebemos um email anônimo, que na verdade era de Sungjin. Ele matou a minha irmã e fez questão de mandar uma imagem do que tinha feito com ela pra gente. Do mesmo modo que hoje, ele fez com Wonpil.

Desde pequeno eu me acostumei com as perdas. Minha mãe aos dez. Meu pai aos quinze. Mas nada disso me preparou para a morte dela. Não do jeito que foi. Morta inocentemente por um louco apenas por ser importante pra nós dois. Pra me ferir e ferir Jinyoung.

Eu acho que ele sabia que eu voltaria. Era isso que ele queria. E eu quase voltei, se Jin não tivesse me impedido. Mas até hoje, eu penso em como eu queria poder voltar lá e matá-lo eu mesmo. Afinal, é uma morte a mais ou a menos, quando você já tirou uma vida. Mas eu sei que ela nunca ia querer isso de mim.

E foi assim que o meu amigo, mesmo desolado com a morte dela, me convenceu a não ir. Mas não é como se o desejo não estivesse aqui.

Desde então vivemos fugindo. Foi com isso que aprendemos que ele não nos deixaria em paz e não descansaria enquanto não pusesse as mãos em nós. Ele me odeia porque na cabeça doente dele, eu roubei Jinyoung dele. E segue obcecado em se vingar de mim e fazer sei lá o que o ex. Ele é louco.

Por isso temos tentado juntar dinheiro para sumirmos no mundo e nunca mais precisar ter medo de sermos encontrados por ele.

O nosso plano sempre foi matar Park Jinyoung e Im Jaebum e nascermos de novo, não apenas com novas identidades, como também com uma nova vida. Mas desde que chegamos aqui, tudo mudou e eu já não sei mais se o plano é mesmo.


 

– É isso, Jae. Esse é o nosso segredo. O que eu tenho escondido de você.

 


Notas Finais


Eu avisei que ia doer.

Me perdoem por todo esse sofrimento. Eu juro que em breve compenso vocês. E que a minha próxima longfic não vai ter tanto drama, quanto essa.
Com o capítulo de hoje, passamos da metade de VoL. Ela deve passar de 40 capítulos, mas não deve chegar a 50, então tem muita água pra rolar.

E aí? O que acham que vai acontecer agora? Pra onde o Jinyoung foi? Como o Youngjae vai reagir a tudo isso? E o principal, o que o Sungjin vai fazer agora? Aliás, eu juro que o amo o Day6 e o meu bolinho Park Sungjin, tá?

No mais é isso. Queria agradecer aos 151 favoritos e todos os comentários. Espero que depois desse capítulo, vocês não desistam de mim.

Beijinhos e até a próxima atualização.


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