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História Vida de Agente (Repostado) - Romanogers - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Vida de Agente (Repostado) - Romanogers - Capítulo 2 - Capítulo 2

Natasha Pov

 

Natasha se arrependeu de ter rejeitado o convite de Steve. Afinal, tudo que ele queria era apenas sexo? Ela podia contar a ele. O problema era que ela não queria. Enquanto mantivesse as notícias para si, parte dela podia continuar achando que seu casamento tinha alguma chance. Mas se tivessem conversado... se tivessem feito amor e tivesse doído um pouco, ela te­ria mais uma lembrança para guardar em um futuro sem ele. Em vez disso, estava sentada com um sorriso colado no rosto enquanto ouvia uma conversa na qual não tinha interesse algum.

Steve recebera uma ligação na metade a festa e desaparecera para atender, deixando-a totalmente sozinha.

Ela sabia que ele não voltaria depois da ligação. Ele sempre preferia trabalhar a ficar com ela. Na­quele dia à noite, certamente não seria diferente. Portanto, quando terminaram de cantar o "parabéns", ela se retirou.

Ela havia sentido dores na região pélvica durante todo o dia, mesmo sem estar menstruada. Agora, a dor se agravava e não se limitava mais ao período menstrual. De acordo com o médico, as dores eram típicas de sua condição, mas certamente não eram agradáveis.

Estava ficando cada vez mais difícil esconder a verdade de Steve também, mas logo... não precisa­ria mais. Ela revelaria os resultados da laparoscopia feita secretamente em Miami. Então, diria o que o médico havia falado sobre o futuro nas condições dela, e Steve diria que o casamento havia chegado ao fim.

O pensamento era ainda pior que a dor no abdome e ela forçou sua mente a lidar com o presente, e não com o provável futuro.

Talvez um longo banho de banheira e os remédios para dor pudessem ajudar e ela não teria de tomar uma das bombas de medicamento prescritas pelo médico.

Elas sempre a deixavam tonta, e ela detestava isso. Havia dias em que sequer lembrava do que tinha fei­to. A surpresa foi Steve nunca ter reparado. Se ela precisasse de provas de que não passava de uma con­veniência para ele, aí estava uma.

Como um homem, mesmo tão distraído quanto Steve, podia deixar de notar o comportamento da esposa como uma viciada em drogas? Mas ele nunca falava nada quando ela estava sob efeito dos medica­mentos para dor. Para dar crédito a ele, ela fazia o melhor para esconder sua condição... de todas as for­mas. Mas havia uma grande parte dela que se ressen­tia pelo fato de isso ser tão fácil.

Se ele se importasse, não seria. Tinha certeza disso.

Com o coração pesado, ela começou a encher a ba­nheira. Nenhuma mulher devia ter de conviver com o sentimento constante de que amava sem ser corres­pondida. Doía muito.

Quando a banheira encheu, ela tomou os remédios para dor e entrou nela.

Haviam passado trinta minutos quando ela ouviu ruídos no quarto. Deixou a mente flutuar de forma que apenas a periferia de sua consciência registrasse o que aqueles ruídos significavam.

— Se você tiver dormido aí, então vou ficar mais que um pouco chateado com você.

Ela abriu ligeiramente os olhos e o impacto de sua presença a atingiu como sempre. Nenhum homem era lindo assim.

— Não estou dormindo. Não tem que se irritar.

— Certamente parece sonolenta — ele falou em tom de acusação, mas seus olhos escuros a devora­vam de uma forma que dizia que um seguro banho de banheira não era a única coisa na mente dele.

O interesse óbvio dele encontrou uma resposta ávida no corpo dela. A eficácia do banho de banheira para amenizar a dor significava que ela podia investir nisso, se quisesse. E ela queria. Quando contasse a ele a verdade e ele aceitasse que haveria apenas uma solução prática para o futuro, ela passaria o resto da vida sem sentir as conseqüências do toque dele.

— Que tal você se juntar a mim? — ela sugeriu, olhando para o magnífico corpo dele. — Somente para fins de segurança, entende?

Ele apertou os olhos.

— Isso é um convite?

— O que acha?

 Ele fez um som que era estranho, como um gemido de frustração, embora seu corpo reagisse de uma for­ma óbvia e básica diante da sugestão.

Ela ocultou o sorriso de satisfação diante da evi­dência de que o homem a desejava. Então, olhou para ele por entre os cílios.

— Está querendo dizer que não está interessado? — ela perguntou, em um tom que indicava que não acreditava nisso. — Seu corpo diz o contrário.

— Talvez não seja meu corpo quem está no con­trole aqui.

Ela inclinou as costas, sentindo-se aliviada pelo fato de o movimento não ter causado mais que des­conforto em sua pélvis.

— Talvez deva ser.

— Droga, Natasha, o que está acontecendo?

Ele nunca xingava na frente dela. Ela ficou tão im­pressionada que novamente relaxou na água. E se ele não a quisesse? Um homem podia não conseguir con­trolar as respostas do seu corpo, mas ele não precisa­va acatá-las. Não se essa não fosse o desejo de sua mente.

Com medo de ter de implorar, caso falasse alguma coisa, ela saiu da banheira calada.

— O que está fazendo? — ele perguntou com a voz rouca.

— O que parece? Estou saindo. — Ele podia jogar um balde de água fria nela, mas não precisava humi­lhá-la.

Ele emitiu um som que fez um frio correr na espi­nha de Natasha.

— Fique onde está, sua maldosa provocadora.

— Não estava tentando provocar — ela negou.

Ele começou a desabotoar a ca­misa.

— Imagine se quisesse.

De repente, ela percebeu que ele não havia tentado jogar água fria, mas pretendia entrar na enorme ba­nheira com ela. Ela sorriu, aliviada.

— Tem certeza disso?

Ele tirou a calça e a cueca e revelou sua impressio­nante e rígida ereção. Ele realmente a desejava, mas, pela expressão de seu rosto, não estava contente com isso.

Ele entrou na banheira e a puxou ao seu encontro em apenas um movimento, roçando seu rígido mem­bro contra ela em uma contenda sexual.

— Não tenho mais certeza de um monte de coisas em relação a você.

Ela abraçou o pescoço dele, deleitando-se em seus fortes músculos e no calor de sua pele.

— Pensei que sempre tivesse certeza sobre mim... sobre tudo.

— Eu gostaria. — A boca dele procurou a dela e ela não encontrou a freqüente e sedutora astúcia.

Algo havia realmente o incomodado e ele mal con­seguia se controlar. Seu marido ultra-urbano estava demonstrando um lado de sua natureza que sempre fizera questão de esconder cuidadosamente. Natasha duvidava que sequer ele soubesse que esse lado exis­tia, embora ela sempre tivesse suspeitado disso. Às vezes, ela via olhares quando estavam fazendo amor, mas essa fora a primeira vez em que viu o controle dele à risca. Não se importava. Na realidade, ela ado­rava isso.

Paixão descomplicada era tudo de que precisava agora para livrar a mente de pensamentos que não conseguia sustentar. Ela correspondeu ao beijo, dei­xando o desespero que sentia se traduzir em uma ne­cessidade física que ultrapassava a retribuição à dele. Ele aprofundou o beijo de uma forma que sua língua assumia total possessão da boca de Natasha.

Ela deixou os dedos descerem pelos fortes contor­nos do peito dele, acariciando seus cabelos loiros e macios, e puxando-os ligeiramente.

Ele afastou a boca.

— Sim, boneca. Você sabe o quanto gosto disso. Faça novamente.

Ela fez e então se inclinou para frente para provar a pele salgada dele com a ponta da língua. Se ao me­nos ele a amasse, e não apenas se importasse com o que ela poderia lhe dar... Mas pensar nisso traria dor, e não prazer, e ela trancou a porta de sua mente, que tratava desse assunto com ferocidade.

Ela se aconchegou nele, apreciando seu cheiro e a sensação de seu calor contra o rosto dela. Era tão per­feito para ela fisicamente.

As grandes mãos dele apalparam o bumbum de Natasha e ele a levantou, roçando sua ereção contra a junção das coxas dela, provocando uma resposta úmida e pulsante em que ela se deleitou. Ela emitiu um gemido rouco. Sentia uma necessidade tão inten­sa que enterrou os dedos na pele macia dele.

Ela o amava tanto e por isso, nesse momento, ele era absoluta e totalmente seu.

Ela pressionou os seios contra o peito dele e roçou de um lado para o outro. A estimulação aos bicos rí­gidos de seus seios, juntamente com a forma como ele unia seus corpos intimamente, quase fora sufi­ciente para levá-la ao orgasmo.

De repente, ele se moveu dentro da água com ela por cima do corpo, jogando ondas de água aromatizada pelo chão. Ele abriu as pernas dela para que ela montasse nele, enquanto ele a puxava pelos quadris e a penetrava com vontade. Sua pontaria foi perfeita e ele a preencheu completamente em apenas uma in­vestida.

O corpo dela estremeceu com a súbita intrusão, mas não chegou a doer.

Parecia tão bom, tão certo... tão apertado. Eles se encaixavam perfeitamente dessa forma... como seu corpo podia torná-la imperfeita para ele na forma que mais importava?

Ele afastou a boca.

— O que foi? Qual é o problema?

Ela o fitou, os olhos ardendo com as lágrimas que jamais deixaria que ele visse.

— Nada. Você parece tão incrível dentro de mim — ela arfou.

— Você ficou imóvel.

— Sempre dói um pouco no início.

Ele sorriu, com seu ego masculino inflado.

— Sim, mas você gosta, certo?

— Adoro. — Adoro você, ela sussurrou profundamente em seu coração. Para sempre.

— Então, deixe-me tomá-la novamente.

—Sim.

Ela deixou, excitada diante da falta de dor e desejando que assim continuasse durante toda a transa. Já era cuidadosa para não deixar que ele fosse muito profundamente, e ele deixou que ela controlasse. Ela sempre brincava com ele assim, e era muito prazeroso para ambos.

Inclinando a cabeça para trás e respirando ofegante, o rosto dele se contorcia de prazer, quando ele disse:

— Você é muito boa nisso.

— E você é incrível.

Ele ficou rígido sob ela, com o corpo preenchido por uma tensão que não tinha nada a ver com prazer sensual.

— Então, por que tem me rejeitado tanto ultima­mente? — ele perguntou, com a voz ligeiramente to­mada de emoção.

Ela não tinha resposta... pelo menos não uma que estivesse pronta para discutir agora, quando o prazer. Estava à beira de fazer com que se esquecesse de tudo então, em vez de dizer algo que pudesse estragar tudo, ela o beijou. Ele retribuiu, e sua boca logo assumiu o controle e beijou os lábios dela, como se buscasse punição. Não que ela não se sentia punida. Ela respondia com ardor e aumentou o ritmo da transa até sentir um prazer crescer dentro de si e parar na estratosfera, sentia que a sua mente fora esvaziada de pensamentos racionais, e seu corpo estremecia com a satisfação mais completa.

Ele agarrou os quadris dela e penetrou uma vez, duas... três vezes e a levou a um segundo orgasmo, tão próximo ao primeiro que deixou seus pulmões vazios.

Ele gritou e ela sentiu o calor dele dentro do seu corpo, antes de tomar ar e cair sobre o seu corpo, can­sada.

Ela beijou o peito dele.

— Foi maravilhoso.

— Sim — ele respondeu, respirando pesadamente. — Sempre é.

— Sim.

— Então, por que...

Ela cobriu a boca dele com a mão.

— Sem conversas. Vamos apenas curtir. Certo?

Ele franziu a testa.

— Por favor — ela implorou.

Ele assentiu com um movimento rápido de cabeça. Ela sorriu e deixou a cabeça recostar no peito dele novamente.

— Gostaria que ficássemos assim para sempre.

— Você falou sem conversas.

— Falei — ela o beijou novamente, pois não con­seguiu evitar, e relaxou o corpo.

As mãos dele passaram dos quadris dela para as costas e ela se aconchegou no círculo dos braços dele, seus corpos ainda conectados da forma mais íntima possível.

Então, ele a carregou para o box e eles fizeram amor novamente sob o chuveiro antes de tomarem banho e irem para a cama, onde ela adormeceu assim que deitou.



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