História Vida de Garota - Capítulo 3


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Categorias Fairy Tail
Personagens Alzack, Cana Alberona, Charlie, Droy, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Happy, Jellal Fernandes, Jet, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Pantherlily, Rogue Cheney, Rufus Lore, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Wendy Marvell
Tags Amizade, Drama, Fairy Tail, Gruvia, Jerza, Nalu, Revelaçoes, Romance, Segredos
Visualizações 43
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - A vida e suas injustiças


Fanfic / Fanfiction Vida de Garota - Capítulo 3 - A vida e suas injustiças

                                                                               Pov. Juvia

Ele estava ali. Algumas carteiras na minha diagonal na terceira fileira à minha direita.

 Era tudo o que me separava de Gray Fullbuster. Ele arrumava os cabelos com as mãos e parecia estar entediado na aula, esperando ansiosamente o intervalo como o resto de nós. Na verdade eu nem prestava atenção na aula já fazia alguns horários, eu sempre tirava uma parte do dia para admirá-lo e imaginar como nossa vida seria feliz caso ele percebesse isso.

E caso você tenha algum complexo mental e ainda não tenha percebido eu sou apaixonada por ele. Foi amor à primeira vista, eu lembro como se fosse ontem.

Flash back on

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Magnólia Beach Club, 9 anos atrás

- Pode pular filha – Disse o meu pai

- Mas eu estou com medo pai, eu não sei nadar – Disse chorosa

- Se acontecer alguma coisa papai pula e te pega

Olhei para a água, desconfiada. A piscina era funda e eu não usava bóias, meu pai disse que era a única forma de eu aprender.

- Você não quer entrar comigo papai?

- Deixa de frescura menina - Disse ele me empurrando na água

Foi um susto. Eu me debatia loucamente para tentar manter minha cabeça fora d’água.

- Ela está quase conseguindo – Conseguia ouvir o babaca do meu pai

- Ei, eu acho que ela está se afogando – Alguém disse fora da piscina

- Não, não.. é assim mesmo que começa – respondia ele para a pequena multidão que começava a se formar

- Ela está só fazendo drama, para com isso Juvia!

Por um momento eu cansei de tentar, meu corpo começou a afundar e eu pude ouvir o borbulhar da água quando alguém pulou para me pegar. Eu estava de olhos fechados, mas me lembro da sensação, ele me ergueu nos braços e me tirou para a fora da piscina, pude ouvir vozes desesperadas se misturando umas nas outras.

- Ela deve ter engolido água – Disse alguém na roda que se formou.

A mesma pessoa que havia me tirado então colocou sua boca sobre a minha e começou a sugar a água dos meus pulmões, depois de umas três tentativas eu cuspi um pouco, me sentei e terminei de cuspir o restante quando vi meu salvador.

Ele era pouca coisa mais velho que eu. Devia saber nadar muito bem apesar da pouca idade. E era maravilhosamente perfeito, a coisa mais bonita que eu já tinha visto.

- Será que já terminou tudo? Ela já está bem?

Na esperança de tocar seus lábios mais uma vez, me joguei no chão e fiz a sofrida. E deu certo, ele voltou a fazer boca-a-boca só para garantir. Era uma sensação boa, nunca tinha experimentado antes.

- Ahmm?? - Ele parou quando percebeu que eu estava fazendo biquinho para beijá-lo também.

- mais.. mais.. – Eu sussurrava

- JUVIAAAAAAAA – Minha mãe gritou e empurrou Gray para longe de mim

- Tudo bem minha filha? - Eu a ignorei. Estava olhando meu salvador, seus olhos pretos iam de encontro com o meu

- Seu idiota o que você estava fazendo? - Disse minha mãe dando tapas histéricos no meu pai

- Eu tinha tudo sob controle mulher!

- Claro que tinha...

Visto que eu já estava bem, a multidão em minha volta começou a se desfazer e o garoto sorriu para mim e tomou seu caminho.

- Tá tudo bem meu anjo? – Disse minha mãe me envolvendo com uma toalha.

- Meu... Primeiro beijo... – Disse tocando os lábios enquanto olhava aquele lindo garoto entrar na loja de presentes. Estava perplexa. Jamais esqueceria seu rosto.

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Flash back off

 

O problema disso tudo é que eu acho que ele não se lembra, mas eu tinha de fazer com que ele me percebesse, eu tinha que agradecer pelo o que ele fez por mim 9 anos atrás. Isso mudaria hoje, ele me notaria e se lembraria do dia em que nos beijamos.

Gray estava sentando em um banco no pátio usando o celular e para a minha surpresa estava sozinho. Respirei fundo 3 vezes e me sentei no banco onde ele sentava. Eu estava suando frio, talvez pudesse chegar um pouco mais perto e encostar meu braço no dele, seria incrível sentir aqueles músculos de novo, pensei.

Me entortei e fui chegando para o lado discretamente até conseguir uma distância segura para que eu movesse o braço e tocasse no dele. Foi o que eu fiz e a minha pele tocou a dele por 2 segundos. Foi uma sensação mágica, imaginei se os nossos filhos teriam essa pele macia como o pai.

Meu pensamento foi interrompido quando eu cravei o olhar na sua perna, mesmo com a calça por cima dava pra ver os músculos da sua coxa, eu tinha de tocá-los.

Me curvei no banco como quem estivesse se deitando e encostei minha perna na dele, não conseguia sentir direito pois a textura da calça atrapalhava, cheguei ainda mais perto e forcei minha perna contra a dele, nossos braços estavam tão próximos que aproveitei para encostá-los também.

Ele então parou de olhar para o celular e me olhou com uma cara de poker face.

- Você se importa de chegar um pouco mais para o lado? Está muito colada em mim – Ele disse.

Gelei.

- É mesmo! – Eu disse rindo – Eu nem tinha percebido.

- Jura? Porque estou quase caindo do banco...

Meu rosto corou. Me endireitei no banco e me afastei

O Sinal para voltarmos a aula soou e ele se levantou sem nem olhar pra mim. Eu era uma idiota, uma idiota completa. Não tinha a mínima ideia do que fazer nesse tipo de situação, se ele fosse lembrar de mim de agora para frente, seria como uma pirada esquisita. 

 

                                                               Pov Mirajane

 

- Tem certeza que já quer ir pra sala? – Perguntei.

- Tenho ! – Disse minha irmã – Eu prometi ao Natsu que ajudaria ele a terminar sua redação ainda hoje.

- Tudo bem então... – Me despedi de Lisanna.

Eu estava orgulhosa da minha irmã, talvez fosse coisa de família, mas nós sempre estávamos dispostas a ajudar quem precisasse. Eu sentia muita a falta dela e do Elfman, sentia saudades de morar com eles, de suas risadas, de assistirmos filmes juntos, de jogar jogos de tabuleiros até tarde... Enfim, sentia saudades.

O problema é que nós 3 somos órfãos, nossos pais morreram em um acidente de carro e cuidamos uns dos outros desde então. Conseguimos com muito trabalho duro comprar uma kitnet perto da escola, mas era minúscula, e não tinha espaço o suficiente para nós 3 morarmos.

Desde então eu moro na república. Consegui um quarto por lá e tenho feito as tarefas domésticas da casa, nos poupando assim de uma empregada. As meninas concordaram em me dar um desconto por isso, então decidi deixar nosso apartamento para a Lisanna e para o Elfman.

Fiz meu caminho até o refeitório e enquanto esperava uma mulher gentil fazer o meu sanduiche de peito de peru escutei uma gritaria vinda do final do refeitório. As várias pessoas que estavam ali correram para ver do que se tratava.

- Aqui está querida – Disse a senhora.

- Obrigada – Respondi.

Peguei meu lanche e me aproximei da confusão, não entendi bem o que aconteceu, mas pude ver Bisca saindo do refeitório à passos fortes e correndo pra fora, seguida por Alzach.

 No refeitório Jenny estava deitada no chão, xingando palavras ao ar e arrumando o cabelo, agora muito danificado.

- É.. com licença, saberia me dizer o que aconteceu aqui? – Perguntei para um garoto chamado Rogue.

- Uma menina louca atacou a Jenny enquanto ela estava lanchando – Ele disse.

- Atacou? Como assim? – Disse assustada.

Foi quando avistei Levy na multidão. E me dirigi a ela.

- Levy? O que houve? – Perguntei eufórica.

Ela estava bem nervosa e claramente em choque.

- A Bisca se jogou em cima da Jenny Realight e as duas começaram a brigar – Disse Droy, amigo de Levy em seu lugar.

- Mas por que ela fez isso? – Questionei.

O garoto deu de ombros.

Fiquei tão chocada quanto todo mundo. Como Bisca poderia ter atacado alguém? Eu não sabia as respostas para aquilo. Bisca morava comigo na república e sempre foi tão na dela, nunca imaginei tal coisa vindo dela.

Depois da confusão a grande roda que estava em volta se desfez e Jenny sentou-se em uma mesa com muitas pessoas ao seu redor. Que logo saíram quando a garota pediu para ficar sozinha.

O sinal que sinalizava que o intervalo havia terminado soou para a infelicidade de muitos. Me dirigi à sala de aula com o restante das pessoas que estavam no refeitório e que persistiam em falar sobre o acontecido.

Na sala de aula, os comentários não pararam, uma roda de pessoas circulava Jenny enchendo a garota de perguntas e no outro lado da sala estava Bisca, sendo consolada por Lucy e Erza. Me aproximei das garotas, quando ouvi Bisca desabar em choro.

- Ela estava em cima dele, dando em cima dele – A menina de cabelo verdes soluçava – Ela sabia que era o meu namorado, fez de propósito...

- Não ligue para esse pessoal Bisca, você sabe como eles são – Consolava Lucy.

- Não é com eles que me importo – Suspirou – Agora o Alzach está uma fera comigo

Eu não sabia dos detalhes, mas pelo que me pareceu Bisca havia tido um ataque de ciúmes e agredido a outra garota. Muitas pessoas agora cercavam Bisca, procurando ouvir o que a garota tinha a dizer sobre o acontecido.

- Vocês não tem uma vida pra cuidar não??? – Erza gritou com a multidão.

- JENNY REALIGHT, BISCA CONNELL !!! – A voz do diretor Makarov ecoou pela sala. O alvoroço parou e o silêncio que se seguiu foi absoluto. Era incrível como um homem da estatura dele conseguia surtir tal efeito nas pessoas.

As duas então se levantaram e se dirigiram para fora da sala sem dizer uma palavra.

- Quem aqui viu o acontecido? – Questionou o diretor.

- A Connell ficou louca e partiu pra cima da Jenny completamente do nada – Soltou Angel, sem que lhe fosse dada a vez de falar.

- Isso não é justo, elas são amigas e uma vai defender a outra – Interrompeu Erza.

- SILÊNCIO – Gritou Makarov – Angel me acompanhe e.. Mirajane Strauss, você estava lá também certo?

Fui pega de surpresa.

- É sim... mas eu não..

- Ótimo – Disse o diretor sem me deixar terminar de falar – Vocês duas façam a gentileza de me acompanhar também...

Obedecemos e fomos em direção à sala que eu espero nunca precisar comparecer novamente, mesmo que seja pra prestar testemunho, a diretoria.

Makarov parou em frente a porta e apalpou os bolsos.

- Malditas chaves, esperem um minuto – Disse sumindo pelo corredor, agora deserto.

- Você está morta – Disse Jenny para Bisca, quebrando o silêncio.

- Eu vou contar tudo o que eu vi... – Angel deu um risinho.

- Vocês duas não são as únicas aqui – Bisca olhou pra mim – O Makarov sempre confia na palavra da Mira...

As garotas pararam e me examinaram, cochichando algo que não consegui ouvir.

- Encontrei – Disse Makarov enquanto se aproximava – Com esse pessoal espertinho todo cuidado é pouco.

Tal comentário fazia sentido, alguém fora louco o bastante para arrombar e entrar na sala do diretor semana passada, o que foi algo bem suspeito pois não deram falta de nada, agora a sala ficava trancada sempre que não houvesse ninguém.

- As duas envolvidas me acompanhem, quero ouvir o que cada uma tem a dizer – Disse o diretor – Vocês duas podem esperar aqui, em instantes eu chamarei vocês. Falou enquanto apontou para um sofá de espera.

Eu e Angel nos acomodamos no sofá que por sinal era muito confortável. Ficamos em silêncio por um breve momento.

- Eu sinto pena... – Soltou Angel.

- Pena? – Perguntei.

- Sim, sinto pena de você Mirajane – Continuou a garota – Você me parece ser uma pessoa legal, mas morar com essas meninas...

- Elas são ótimas...

- Claro que são – Riu baixinho – Se esse não fosse o caso, você até poderia ser da elite sabia?

- Por que eu? – Quis saber.

- Você é bonita e os garotos gostam de você, até o nosso pessoal reconhece isso...

- Hum... – Foi o que eu consegui responder, estava lisonjeada pelo elogio.

- Você já pensou em ser modelo?

- Bom, eu já fui capa de um catálogo da Fiore Fashion uma vez..

Angel pareceu perplexa.

- Ta vendo? Você tem muito potencial... só que fica escondida dentre amizades mal escolhidas...

- Elas são boas pessoas - Defendi - E eu acho que se vocês se dessem uma chance poderíamos ter uma classe bem unida se todo mundo se desse bem...

Angel então parou de falar e encarou o chão, pensando em uma possibilidade talvez bem distante.

Eu estava um pouco surpresa, não sabia que o pessoal do fundo tinha tal imagem de mim. Eles me admiravam, e o que eu poderia fazer era retribuir o favor.

- Seu colar – Falei apontando para as lindas pérolas brancas em formato de penas no pescoço de Angel – É muito bonito.

- Gostou? – Disse ela tirando a bijuteria – Adoro coisas que se remetem à anjos.

- É lindo...

- Então é seu – Falou por fim.

- Eu.. Eu não poderia...

- Tudo bem – Sorriu a garota – meninas ricas como eu sempre presenteia quem é merecedor.

Eu não era rica, e tampouco poderia dar presentes a minhas amigas. Eu não queria aceitar, mas recusar podia ser muita falta de respeito.

- Fico muito agradecida...

Angel me encarou com um sorriso.

A porta da direção se abriu e Makarov nos chamou para se juntar a conversa

- Pois bem.. – Disse o diretor quando nós sentamos – Angel o que aconteceu?

- Jenny foi atacada sem motivo – Começou - esse tipo de gente deveria ser afastada da escola por uma questão de segurança dos alunos...

- Ele não perguntou o que você acha de mim, só perguntou o que aconteceu... – Interrompeu Bisca

- Mas quanta falta de educação – Se intrometeu Jenny.

- Calada, você é uma sirigaita, agarrou o meu namorado para me provocar – Gritou Bisca.

- GAROTAS! – Makarov se alterou e deu um tapa em sua mesa.

- Esse tipo de agressão é coisa séria Srta. Connell, logo você que participa do sistema de bolsas...

- Mirajane, eu lhe chamei porque você tem um senso de justiça muito honesto, isso aconteceu de fato. Congelei, a verdade é que se aconteceu eu não presenciei, eu só peguei o final da briga.

Bisca me olhava com os olhos arregalados, com a esperança de que eu confirmasse tal acontecido, que eu não presenciei por sinal, e Jenny e Angel tinham os olhos cravados em mim, ansiosas em saber qual seria a minha resposta. Tinha que ser eu, e logo hoje que comecei a me dar bem com a garota que foi tão gentil até a ponto de me dar um colar.

- Bom a verdade é que eu não vi... se aconteceu eu não vi, estava pegando o meu lanche no momento. Eu não queria ser injusta com nenhuma das partes e falei a mais pura verdade, para o descontentamento de Bisca.

Entendo... – Makarov preenchia algo por escrito – 2 semanas de trabalho comunitário senhorita Connell, começará na próxima semana...

Bisca fixava seu olhar em um ponto fixo, triste e cabisbaixa, não me olhou nos olhos nem por um momento depois da minha fala, Jenny e Angel tentavam esconder o sorriso em seus rostos e foi nesse clima que fomos dispensadas.

- Obrigada por ter ficado do meu lado – Disse Jenny no caminho de volta á sala.

- Eu somente falei o que eu vi – Falei em resposta – ou melhor, o que eu não vi...

- E fez muito bem – Disse dando uma piscadinha com um dos olhos.

Ao entrarmos na sala o clima ficou tenso, as pessoas voltaram o olhar pra nós em busca da resposta para a pergunta “Quem se ferrou? ”.

- Foi tudo bem? – Perguntou Cana para Bisca.

- Pergunte a Mirajane, ela tem um senso de justiça como ninguém – Disse enfurecida – Ela ficou do lado da barbie e eu vou ter que fazer 2 semanas de trabalho comunitário.

Os olhos das meninas da república então se voltaram a mim, uns surpresos, outros decepcionados e alguns até raivosos. Todas então foram para a carteira de Bisca conversar e eu fui deixada de lado, naquele momento a aura estava tão ruim que eu decidi até trocar de lugar, depois eu conversaria com Bisca.

Procurei uma carteira vazia e avistei uma em frente à mesa do professor Wakaba, peguei meus materiais e quando levantei uma voz me parou.

- Mirajane! – Falou Jenny.

Eu virei para trás e avistei Jenny e Angel me chamando para ocupar uma cadeira lá do fundo. Eu não gostava muito do fundo, achava que na frente eu ficaria mais atenta, mas talvez uma única vez não teria importância. Me dirigi em direção delas.

Então eu sentei com eles, só naquele dia. Eu sentei com a Elite.



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