História Vida de Garota - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Personagens Alzack, Cana Alberona, Charlie, Droy, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Happy, Jellal Fernandes, Jet, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Pantherlily, Rogue Cheney, Rufus Lore, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Wendy Marvell
Tags Amizade, Drama, Fairy Tail, Gruvia, Jerza, Nalu, Revelaçoes, Romance, Segredos
Visualizações 37
Palavras 2.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Encontros do acaso


Fanfic / Fanfiction Vida de Garota - Capítulo 4 - Encontros do acaso

                                                                                  Pov. Erza

O alarme para a última aula soou.

- Só falta mais uma, hoje o dia foi um saco – Se queixou Milliana – A aula agora é de que mesmo?

- Química – Respondi – Você deveria anotar os horários de uma vez para não ter que me perguntar toda aula.

- Credo Er-chan... – Riu Milliana.

Milliana é minha amiga de infância e somos muito próximas apesar dela não morar na república. Ela disse que não quer arcar com os gastos, mas a verdade é que ela não larga o bem bom de seus pais que dão tudo a ela de bandeja.

A última aula do dia tinha acabado de começar, porém me surpreendi  quando a nossa professora de Química, Mrs. Poluchka, entrou na sala, ela estava acompanhada de um rapaz...

- Boa tarde classe, eu peço que deem as devidas boas vindas ao novo colega de classe de vocês.

Dei uma boa olhada no garoto, tinha cabelos azuis, uma tatuagem estranha de um lado do rosto e vestia roupas finas e elegantes.

- Fique a vontade para se apresentar – Disse a nossa professora.

- Bom meu nome é Jellal Fernandes... Eu acabei de me mudar para a cidade com a minha família e a partir de hoje serei colega de vocês.

- Ohhh eu sei quem ele é – Disse Miliana se voltando para mim - Ele é o filho daquela família rica de empresários que se mudou para a cidade, eu ouvi boatos...

A professora Poluchka começou a falar.

- Jellal foi aluno com grande prestígio na sua antiga escola, teve destaque em todos os esportes e obteve as maiores notas da turma, é um honra tê-lo em nossa instituição.

O garoto deu um sorriso metido que me fez bufar.

- Grande coisa... – Disse baixinho.

- Parece que agora você tem um concorrente Erza – Me disse Miliana com um risinho.

- Só se é concorrente quando se está a altura – Disse sorrindo de volta.

- Bom eu sei que já é a última aula, mas fique a vontade para assistir... Pode se sentar aonde desejar... – Falou Poluchka.

O garoto então veio e se dirigiu a cadeira vazia que estava ao meu lado.

Eu me sentia um pouco incomodada com ele, apesar de não saber ao certo o porquê. Talvez pelo fato de eu ser a destaque da escola, pensei.

 Ele não iria mudar isso de jeito nenhum... Não iria ocupar meu lugar de destaque que eu lutei tanto para conseguir. A única coisa em que eu não vencia ali era Levy nas provas e só, todo o resto eu dominava.

- Você pode deixar a ideia de lado – Falei para ele quando sentou-se.

- Oi? Que ideia? – Ele falou se fazendo de desentendido.

- A ideia de querer ser o prodígio da escola, você está na minha área agora não fique se achando tanto – Disse ríspida.

- Mas eu não estava pensando isso... – Se Defendeu.

- Claro que não – Falei irônica.

Ele parou e ficou me encarando por um instante.

- Você esta sendo grossa comigo por uma coisa insignificante como essa? Eu tenho coisas mais importantes para me preocupar do que querer ser o destaque da turma se você quer saber – Ele disse – Sabe eu desgosto de pessoas que acham que o status é o que mais importa...

- Você que o diga – Falei.

Nossa discussão foi interrompida quando uma garota da elite se dirigiu até ele.

- Olá, meu nome é Angel, muito prazer – Disse a garota com um sorriso cínico.

- Jellal, é um prazer – Falou – Bom saber que existem pessoas que sabem receber bem os novatos...

- É eu sou assim, sempre gosto de fazer as pessoas novas se sentirem a vontade – Disse a garota.

Se forem ricos sim, acrescentei mentalmente.

- Bom se quiser pode se sentar lá atrás com a gente – apontando para o grupo da elite que se sentava no fundo da sala. Minerva e Jenny acenaram e Jellal deu um sorriso bobo.

- Seria ótimo – Disse enquanto se levantava e deu uma secada para mim com o olhar, para depois se sentar ao lado de Rogue e Rufus.

- Ele não disse que não gostava de pessoas que se importavam com os status? – Milliana riu.

- Ele vai descobrir sozinho – Falei enquanto observava ele cumprimentar o resto dos membros esnobes daquele grupo de pessoas que diziam ser a elite.

A aula de química demorava uma eternidade para passar. Em um momento de extremo tédio voltei meu olhar discretamente para o novato para ver como estava se saindo.

- Está preocupada com ele? – Milliana me surpreendeu ao notar que tinha reparado.

- Não... ele encontrou o lugar dele – Olhei novamente para trás.

Dessa vez ele me viu e apontou para o quadro como se eu devesse prestar atenção. Fiz uma cara de raiva e ele sorriu.

- Ele é mesmo um idiota – Falei.

- Eu acho que você gostou dele – Milliana falou com uma voz baixinha.

Dei um olhar para ela que a fez paralisar de medo.

- Só estou brincando Erza... Calma.

- Não é engraçado.

Milliana ficou o observando.

- Para de olhar ele vai saber que estamos falando dele.

- Ele até que é bonitinho Erza... – Milliana disse pensativa – Eu só não entendo aquela tatuagem no rosto dele, será que a família dele aprova isso?

- Não sei Milli, se esta tão interessada pergunte a ele... – Falei bruscamente, aquela conversa já me irritava.

- Talvez devesse – Disse Milliana já cheia das minhas patadas.

O restante da aula se seguiu em silêncio. Aquele garoto me deixou irritada a ponto de eu até ser grossa com a Milliana, que saiu sem se despedir de mim quando a aula acabou.

Que ótimo agora isso, pensei.

Me dirigi ao bugre e encontrei Lucy, Levy e Evergreen que já estavam ali. Sentei no banco do motorista e levei a mão a cabeça enquanto esperava o restante das garotas.

 Eu queria que aquele dia acabasse logo e pensava que depois de dormir e acordar no outro dia talvez aquele garoto de cabelos azuis não estivesse lá no dia seguinte... Talvez fosse só um sonho.

- Vocês viram aquele garoto novato? – Lucy tinha que tocar no assunto.

- Jellal Fernandes, sua família tem uma grande empresa metalúrgica e vieram para a cidade para ampliar seus negócios, eu li no jornal da manhã – Completou Levy.

- Ele parece ser simpático – Disse Lucy

- Ele é um babaca... Ele e o restante daquele pessoal da elite – Me intrometi.

Lucy e Levy trocaram olhares, mas não perguntaram nada.

- Se ele acha que porque vem de uma família rica e famosa pode vim e virar o rei da escola está muito enganado.

- Está tudo bem Erza? – Perguntou Levy.

- Sim, não é nada – Falei, o que me fez lembrar de algo.

 – E quanto a você Levy? Como se saiu hoje com o Gajeel? – Perguntei

Na segunda aula, vi Levy fazer um trabalho com um garoto estranho, já ouvi dizer que ele foi expulso da sua antiga escola por se descontrolar e mandar um professor pro hospital, mas eram só boatos...

- Verdade, eu vi que o professor Gildarts colocou vocês para fazerem dupla juntos, que falta de sorte – Acrescentou Lucy.

- Ele é uma boa pessoa, só não é bem compreendido – Defendeu Levy.

- Não é mesmo, a sala de detenção parece ser a segunda casa dele – Evergreen finalmente falou.

 Me parecia que ela só se dispunha a falar quando era para soltar seu veneno. Eu não gostava de morar com ela, mas não tinha escolha. Ela leu o regulamento e se dispôs a pagar, eu não era a dona da república afinal.

-  Você deve passar muito por lá para saber disso – Falei – O que é estranho, porque quase sempre me esqueço que você existe, nunca te vejo fazendo nada útil.

- Faço muito mais do que vocês todas um dia sonharão em fazer – Sorriu ironicamente.

Claro que estava mentindo, ela só ficava com Laxus e sua gangue sentada em algum banco de praça fumando e achando que isso mostrava o quão maduros eram.

Mirajane, Juvia e Cana chegaram algum tempo depois.

- Estão todas aqui? Falta alguém? – Perguntei.

- Onde está a Bisca? – Cana falou.

- Aaah ela tinha me enviado uma mensagem, vai passar no Alzach depois da aula – Respondi.

- Ele está com raiva dela por conta daquilo? – Perguntou Levy.

- É bem capaz – Disse Evergreen – Mas até que eu achei merecido o que ela fez com a Jenny no refeitório. Ao menos em uma coisa eu concordava com ela, pensei.

- Mas ainda assim ela continuou bonita – Acrescentou Mirajane.

Eu não entendi aquele comentário, Mirajane  era uma pessoa muito boa e gentil, e parecia que as pessoas se aproveitavam da sua inocência para usá-la, pensei.

- Bom então vamos – Disse por fim pisando no acelerador.

Quando chegamos em casa, mal estacionamos o carro e Evergreen já saiu para a rua,  para encontrar seus “amigos” muito provavelmente. Ela nunca passava nenhum tempo com o resto das garotas e ainda se queixava que nós a excluíamos. Já não bastava a Wendy se sentir assim por não frequentar nossas aulas e ... Caramba.

- Gente esquecemos a Wendy ! – Disse enquanto todas trocamos olhares. O sentimento de culpa era mútuo.

 

                                                                 Pov. Wendy

 

- Vamos logo Chelia, a Erza e as meninas estão me esperando – Reclamei - Não quero receber uma bronca da Erza se me atrasar.

- Então me ajuda Wendy, não estou conseguindo achar a resposta da última – Falou Chelia muito nervosa.

- Meninas a aula já acabou, me entreguem o que vocês já tem feito – Pediu a professora Marvis.

- Não posso, se entregarmos assim não vamos conseguir nota boa, eu preciso de nota... – Disse Chelia para mim.

Não adiantou. A professora Marvis se levantou e recolheu nosso exercício inacabado.

- Esta tudo bem Chelia, vão ter outros exercícios de nota e a professora Marvis é muito gentil, qualquer coisa peça à ela para te passar um trabalho extra, se quiser eu te ajudo.

Chelia sorriu para mim.

- Obrigada Wendy, você é uma ótima amiga – Disse.

Eu e Chelia somos melhores amigas, sabe daquelas do tipo que contam tudo uma pra outra? E eu me sinto muito a vontade com ela. Tirando as meninas da república eu sinto como se ela fosse minha segunda casa.

- Se precisar é só me ligar – Falei – Tenho que ir agora, do jeito que a Erza é impaciente é capaz até de elas me deixarem.

Rimos e demos um abraço de despedida.

Chegando ao estacionamento, para a minha surpresa o bugre não estava lá.

- Com licença – perguntei ao homem que ficava na guarita do estacionamento – O senhor viu um bugre vermelho por aqui?

- Vi sim, foi embora faz uns 5 minutos – Ele disse – Por acaso você não ia com embora nele ia? Esta sozinha?

- Hm ... Não – Menti  – Eu só ia pegar uma coisa com elas, mas tudo bem eu vejo isso amanhã.

- Ok, boa noite então – Ele respondeu.

Eu não acreditava que elas tinham me deixado pra valer, deviam ter se esquecido que eu existo, isso acontece com frequência, pensei.

Eu até entendo que elas devam ter seus próprios assuntos de universitárias, mas eu também sou parte delas, e mesmo estando na escola que fica no prédio ao lado da universidade, ser esquecida para trás é um pouco demais...

Pensei que quando chegassem lá iam dar por minha falta e voltar para me buscar. Só que eu não queria esperar, peguei minha mochila e decidi ir de pé.

 Talvez se voltassem e vissem que eu não estava lá ficassem preocupadas e assim serviria de lição para que não me esquecessem de novo. Eu estava mesmo chateada.

O caminho não era muito difícil de se fazer e a república não ficava muito longe, mas já estava escurecendo quando eu sai da escola.

Foi quando eu a vi pela primeira vez. Estava passando pela rua principal de Magnólia quando vi um vulto correndo para dentro de um beco que fedia a peixe.

 Me aproximei devagar e pude ver com mais clareza. Era uma gata branca, parecia ser bem cuidada, mas estava suja e muito obviamente com fome para procurar no lixo algo que a agradasse.

Abri minha mochila e peguei um biscoito que tinha comprado no intervalo, joguei no chão e vi a gata se aproximando. Seu olhar era desconfiado, ela cheirou e depois começou a comer. Vi que em seu pescoço havia um pequeno laço rosa e na sua amarra um nome: Charles.

- É esse seu nome? Charles? – Perguntei.

Ela continuava a me observar como se seu nome soasse familiar quando dito.

- Você foi abandonada? – Queria saber.

Apesar de suja dava pra ver que antes ela foi muito bem cuidada, mas alguém simplesmente havia se cansado dela e a largado por ai, ou então talvez fosse muito triste e fugiu de casa.

- Você é igual a mim – Desabafei com o animal – Eu também fui deixada pra trás hoje.

Ela me olhava, achei que quisesse mais comida. Peguei todo o pacote de biscoito e despejei perto de mim. Ela hesitou por um momento e devagar se aproximou e começou a comer. Arrisquei acariciá-la e ela não resistiu, em questões de segundos os biscoitos haviam acabado.

- Estava mesmo com fome – Falei, enquanto ela lambia os dentes.

Peguei minha mochila e andei para fora do beco. Olhei novamente para Charles e ela me seguiu e depois sentou no chão. Talvez quisesse mais comida, pensei.

- Não tenho mais, já te dei tudo.

Naquela hora ela me olhava nos olhos. Não era comida que ela queria, ela queria minha companhia. Eu não podia levá-la, garotos e animais eram proibidos na república e Erza ficaria furiosa se acordasse e visse uma gata embaixo de sua coberta pela manhã.

Continuei olhando pra ela alguns minutos, cogitando a possibilidade. Ela não era tão diferente de mim afinal... Só queria alguém com quem se sentisse a vontade. Só queria não ser abandonada de novo...

- Você vai ter que se comportar mocinha... – Avisei.

Abri a mochila, tirei alguns livros para dar espaço e coloquei a Charles dentro, deixei uma brecha com tamanho suficiente para que pudesse respirar, mas não passar. Coloquei a mochila nas costas, peguei os livros nos braços e continuei meu caminho até a república.

- Fica quieta, jájá estaremos em casa – Avisei para a mochila que se debatia freneticamente.

Alguns minutos depois...

Abri a porta da sala. Eu tinha que ir rápido para o meu quarto antes que alguém reparasse na minha mochila.

- WENDY! – Falou Mirajane aliviada.

Começei a subir as escadas rapidamente, quando vi Lucy no topo da escada.

- Espera ai, você não esta triste? Não vai acontecer de novo... – Lamenta Lucy.

- Você veio andando sozinha? Por que não ficou esperando lá? Erza foi lhe buscar e ligou desesperada quando viu que você não estava mais lá – Falou Cana meio surpresa.

- Er... Não..., a irmã da Chelia me trouxe – Menti.

Lucy e Cana ficaram me olharam meio torto.

- Não esta mesmo chateada? Nós entendemos se estiver... – Disse Lucy

- Não, esta tudo bem, vou pro meu quarto preciso muito de um banho – Passei por elas correndo para não perceberem  como a minha mochila dava chutes.

Entrei no meu quarto e tranquei a porta. Abri a mochila sobre a minha cama e Charles pulou de alívio, ela ficou imóvel por um momento olhando para o seu redor, aquele lugar estranho e cheio de pelúcias.

- Este é o meu quarto, você esta segura aqui – Falei segurando ela em meus braços e olhando no seu rosto.

- Vou cuidar de você – disse para depois a abraçar.

Aquela breve sensação de conforto trouxe consigo preocupações... Ela não poderia ficar no meu quarto pra sempre.

Eu teria de achar um lugar pra ela ficar enquanto eu não estivesse em casa. Então me veio a cabeça a possibilidade de escondê-la no porão da república, quase nunca iam lá e era bem espaçoso para Charles brincar.

Me assustei quando ouvi a batida forte na porta.

- Wendy? Posso entrar? – Disse Erza do lado de fora.

Entrei em pânico, não conseguia pensar direito. Coloquei Charles debaixo do cobertor, fui até a porta, destranquei-a e voltei correndo para a cama deitando praticamente em cima da gata.

- Está tudo certo? – Disse Erza quando abriu a porta.

- Claro, por que não estaria? – Sorri.

- Bom porque eu acabei te esquecendo na escola... Me desculpa, eu juro que não vai acontecer de novo – Disse vindo em minha direção e sentando na cama.

- Tudo bem não esquenta – Disse meio nervosa, eu não estava mais sentindo Charles de baixo de mim.

- As meninas disseram que você veio com a Sherry... – Ela disse.

- Sherry? – Perguntei.

- Sim, não é ela a irmã da Chelia? – Ela disse.

- Aaah sim, claro a Sherry...  – Disse mais nervosa ainda quando vi Charles sair do cobertor e começar a escalar o travesseiro que estava atrás da cabeça da Erza. Quase tive um infarto.

- Esta tudo bem mesmo?  Você parece meio tensa – Ela indagou.

- Não, tudo bem... É que eu tive um dia meio cansativo e queria tomar banho se você não se importar ... – Falei.

- Tudo bem então – Disse ela ao se levantar da cama para o meu alivio – Então eu vou descer, quando acabar vá jantar.

- Claro - disse enquanto coloquei a mão na cintura dela e a acompanhei para fora do meu quarto para que não se virasse. Assim que ela saiu, tranquei a porta, suspirei fundo e olhei para Charles que brincava com o travesseiro e me olhava confusa.

 - Essa foi quase... – Disse enquanto seguia em sua direção.

- Mas não se preocupe... – Falei – Enquanto tivermos uma a outra, sempre teremos um motivo para nos arriscar.

 



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