História Vida de Mu...sico - Capítulo 3


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Albafica de Peixes, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kiki de Áries, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Mime de Benetnasch, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Pandora, Saga de Gêmeos, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene
Tags Afrodite, Aiolia, Aiolos, Camus, Drama, Lemon, Milo, Miloxshaka, Mime, Muxafrodite, Muxmisty, Muxsaga, Romance, Saint Seiya, Shaka, Shion, Yaoi
Visualizações 81
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Harem, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Como estão?

Passando pra deixar o terceiro capítulo pra vocês, meus lindos! Espero que gostem!

Beijão e até as notas.

Obs: Agradeço a todos que estão acompanhando, favoritando e comentando. 😘😘😘😘

Capítulo 3 - Busy day


Fanfic / Fanfiction Vida de Mu...sico - Capítulo 3 - Busy day

Em meio a correria de sexta-feira com trabalhos para entregar, apresentações e, é claro, o movimento de final de semana na livraria, finalmente havia chegado a hora de ir para casa descansar. Eu teria que trabalhar na manhã seguinte, mas pelo menos não teria aula. Nesse sábado, também não teria ensaio.

Fui até a sala onde ficavam os armários e tirei meu jaleco para colocar dentro do armário. Enquanto separava minhas coisas ansioso para sair dali, me despedi dos meus colegas e peguei minha mochila para ir embora. O segurança abriu a porta para que eu saísse e como de costume, lhe desejei uma boa noite.

Segui meus passos pela avenida principal, sentindo uma brisa passar por mim e vi um clarão no céu, seguido de um estrondo que quase me fez cair no chão do susto. Pelo jeito o raio havia caído perto e não estava afim de ficar ali pra ver outro cair, quem sabe, na minha cabeça. Buda me livre!

Apressei o passo e comecei a sentir alguns pingos caírem sobre meu rosto. Olhei para um lado e para outro, tentando buscar algum lugar para me abrigar, até que vi um alpendre. Corri até lá para me proteger dos pingos abaixo dele e para meu azar, não havia trazido meu guarda-chuva por causa de minha teimosia. Custava a acreditar em previsões e como sempre, me dava mal depois.

Fiquei um tempo ali esperando a chuva cessar, mas conforme o tempo passava, a chuva ficava ainda pior. Peguei meu celular e tentei ligar para casa na esperança de ter "alguma alma caridosa" que pudesse me resgatar, mas foi em vão. Estava convicto de que se eu continuasse ali, mais coisas poderiam acontecer e não seria tão burro a ponto de me arriscar e “pagar pra ver”, como dizem por aí.

As ruas estavam vazias e olhei para a tela do celular, vendo que já passava das dez e meia da noite. Os ônibus naquela hora também demoravam para passare e para completar, o frio começou a me provocar calafrios.

Sem pensar, saí apressadamente sentindo meu corpo encharcado de tanta chuva e fui iluminado por uma luz que veio por trás de mim. Me virei e claro que pensei no pior. Comecei a me questionar sobre o que eu havia feito de errado para passar por tantas coisas ruins, até ver o carro parar próximo da esquina e fechar meu caminho. Coloquei a mão sobre a testa para tentar ver quem era e arregalei os olhos. O que ele pensaria de mim ao me ver aquela hora na rua? Se bem que o que eu faço não diz a respeito a ninguém.

— É Mu, certo?

Eu olhei e assenti com a cabeça. Como ele sabia meu nome?

— Para onde está indo?

Olhei para o interior do carro e vi o estofamento de couro branco. Podia apostar que aqueles bancos teriam aquecedor.

— Mu? — me chamou novamente e me dei conta que havia me distraído.
— Ah, eu estou indo pra minha casa. Não fica muito longe daqui. — respondi e vi pelo seu olhar que me analisava.
— Certo. Entre.

Jura?

— Eu não quero incomodar. Além disso, estou ensopado. Seu carro vai acabar estragando.
— Quanto a isso, não se preocupe. — sorriu — O estofamento do meu carro é impermeável. Vamos, entre.

Ele insistiu e acabei aceitando. Afinal, o que teria de mal pegar uma carona com o reitor? Dei a volta no carro e vi a porta se abrir. Sorri e esfreguei as mãos em meus braços. Assim que me sentei, senti o banco aquecido e sorri internamente. Eu sabia.

Resolvi mostrar minha gratidão pelo seu gesto e olhei para ele.

— Obrigado pela carona, senhor reitor.
— Pode me chamar de Saga. — disse e olhou para mim em seguida. Aquela carona iria render no dia seguinte. Eu conhecia meus amigos. — Eu não sou muito mais velho do que você. Deve saber disso.
— Ah, desculpe. Eu não queria…
— Tudo bem. Você só está sendo educado.

Mais uma vez me senti mal. Não posso dizer que aquilo foi um fora, mas a sensação de constrangimento era parecida. Vi ele levar a mão para trás de seu banco e me alcançou uma toalha.

— Eu faço academia à noite e sempre carrego algumas toalhas caso precise. — se justificou e assenti, achando estranho. Nem havia falado nada.
— Bem pensado. — sorri minimamente e passei a toalha em meu rosto, até que parei.

Ele olhou pra mim e soltou um riso.

— Está limpa. Não se preocupe.

Sorri sem graça e passei a toalha em meus braços, mas somente para disfarçar. Não havia reparado muito nele, mas ao ver seus braços bem definidos, assim como suas pernas, pensei que ele deveria ser mais uma daquelas raras exceções. A maioria dos professores eram velhos, mas como havia mencionado, ele era o tal aluno prodígio. Fiquei me perguntando no que mais ele seria diferente.

Peguei meu cabelo e trouxe para minha frente, apertando-o com a toalha suavemente. Tive a leve impressão de que ele me olhava de canto de olho, mas talvez estivesse errado. Devia ser loucura de minha cabeça.

Olhei para a frente e vi meu prédio logo adiante.

— Eu moro naquele prédio ali. — apontei.

Burlando as leis de trânsito, ele passou por cima da calçada. Olhei para ele de canto de olho e procurei minhas chaves. Não queria lhe tomar mais tempo e também já estava cansado por diversos motivos. Ao agradecer, ele me olhou de um jeito que me deixou constrangido e pensei se ele não havia bebido. Isso explicaria passar daquele jeito por cima da calçada.

— Bom… Muito obrigado pela carona. Se o se… Se você não estivesse lá, eu teria pego um resfriado, apesar de achar que ainda não estou livre disso acontecer. — ri de mim mesmo. Ainda bem que estava chovendo, ou poderia ser alvo de fofocas no prédio.

Ele retribuiu o sorriso e acabei encabulado. Me despedi novamente e tentei abrir a porta, mas não consegui. Ao tentar abrir de novo, ele se pôs em minha frente e a abriu. Por alguns segundos, o senti muito perto de mim e antes que ele pudesse falar qualquer coisa, saí rápido. Desconfiava de sua bebedeira e com aquele clima estranho, comecei a suspeitar de outras coisas.

— Obrigado, senhor!

Nem olhei direito pra saber se ele gostou ou não. O fato é que eu precisava entrar rápido em meu prédio, pois jamais havia sentido aquela sensação antes. Antes de fechar a porta do prédio, vi que ele ainda me olhava daquele jeito embaraçoso e tive a leve impressão de que estava mal intencionado. Afinal, por mais que fosse reitor do conservatório, eu mal o conhecia e sabia muito bem da fama excêntrica que ele possuía.

Subi rápido até o apartamento e vi Shaka e Angel sentados no sofá dormindo. Respirei fundo, pois havia subido os degraus de dois em dois (e tenho noção de que fiz muito barulho até subir) e pendurei minhas chaves. Assim que deixei as coisas no sofá, pude observá-los melhor. Pensei em acordá-los para dar-lhes uma bronca por não me atender, mas dormiam tão tranquilamente que fiquei com pena. Pareciam dois anjos. As garotas da universidade sempre comentavam que eu tinha sorte de morar com rapazes tão bonitos e não discordo delas.

Resolvi sair dali antes que acabasse acordando ambos, mas acabei tropeçando no pé de Angel. Ele acordou assustado ao me ver ali naquele estado e fez um movimento, acordando Shaka.

— Desculpe, Angie. Eu não quis acordar vocês…
— Tudo bem, sem problemas. — disse e bocejou.
— Poxa, Afrodite... Tinha que me acordar desse jeito? Mais um pouco e levo um bofetão seu.
— Me des… do que me chamou???
— Por favor, não discutam! A culpa foi minha. — intervi.
— Tá tudo bem, Mu. Eu vou dormir. Boa noite pra vocês. — disse e se levantou.
— Boa noite, Angel.

Shaka se levantou em seguida, mas o chamei para contar o que havia acontecido.

— O que foi, Mu? — perguntou em meio a um bocejo.

O fiz se sentar no sofá e me virei olhando em seus olhos, ajeitando uma mecha para trás de minha orelha.

— Você não vai acreditar no que acaba de me acontecer…
— O que? — perguntou ao esfregar os olhos.
— Eu estava vindo pra cá quando começou o temporal. Tentei esperar, mas aquela chuva parecia não ter fim. E então, resolvi vir assim mesmo.
— Era isso que tinha pra me contar? Nossa! Estou impressionado. — revirou os olhos e franzi o cenho.
— Está tarde para ficar com ironias… — ele deu de ombros e respirei fundo. — Bom, eu estava caminhando, quando um carro parou do meu lado.
— E aí?
— Aí que tive uma surpresa ao ver quem era. Você não vai acreditar…

— Fala logo, Mu, ou eu… vouuu… — voltou a bocejar.
— Saga. — disse e vi ele arregalar aqueles olhos azuis.
— Saga? Eu acho que não... — interrompeu e abriu os olhos. — O reitor!!!!
— Sim! E você não sabe da pior. Ele ficou me olhando de um jeito que fiquei até desconfiado.
— Hum… — fechou os olhos e ficou sério. — Vai ver gostou de você.
— Nem brinca! Eu não sei, mas tem algo que me diz que ele não é uma pessoa confiável.
— Lá vem você com esses papos…
— É sério, eu acho que...
— Mu, não me leve a mal, mas eu estou podre de cansado. Vou dormir, tá?! — se levantou.
— Está bem. Boa noite, Shaka.
— Boa noite.

Após vê-lo ir para o nosso quarto, fui até o banheiro. Eu precisava de um banho quente depois daquela chuva fria que havia pego no caminho. Sequei meu cabelo com o secador da Shina e fui me deitar. Assim que me cobri, a imagem de Saga veio em minha mente e lembrei da primeira vez que o vi, assim que entrei na faculdade.

Eu estava assinando uns papéis relacionados a minha inscrição, quando me deparei com um homem distinto. Ele parou ao meu lado e falou com a moça que estava me atendendo.

Olhei para ele instintivamente e fui correspondido. Seu olhar era sério e enigmático. Sem dúvida, interessante. Ninguém havia me olhado daquela forma e o que fiz foi simplesmente voltar a assinar os papéis. Minhas mãos tremiam um pouco, mas não ao ponto de deixar transparecer. Vi a moça voltar com alguns papéis e os entregou para ele.

— Aqui estão os papéis que pediu, reitor.
— Obrigado. — agradeceu e se retirou, voltando seu olhar para mim.

Olhei curiosamente e senti minhas bochechas esquentarem.

Reitor...Olhei novamente para os papéis e me perguntei como pode um homem tão jovem como ele ser reitor da faculdade? Assinei e entreguei os papéis, olhando novamente para aquele homem que andava tão imponente pelo corredor da universidade.


Passei a mão sobre o rosto e me virei para o lado. Shaka dormia tranquilamente e me dei conta de que tinha que fazer o mesmo se quisesse estar inteiro no dia seguinte. Puxei a cordinha do abajur e apaguei a luz. Aos poucos me senti relaxado e acabei dormindo.


Notas Finais


Hummm. 🌚🌚🌚 Reitor já apareceu e pareceu super interessado em nosso Muso. Haha

Shippam?

Obrigada por acompanharem a fic, meus amados!

Beijos.


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