História Vida de sobrevivente não é fácil 9 temporada! (1 a 8 juntas) - Capítulo 135


Escrita por: ~

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Palavras 857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Psé né galera, sumi, voltei, sumi de novo, mas estou aqui e.e
Espero que gostem desse capítulo

Capítulo 135 - Capítulo Cinco- Nas mãos do inimigo


Pov do Mike:

Já fazia três horas que estava dentro de um caminhão com os outros, nossas mãos estavam amarradas enquanto tinha três soldados da Heather apontando armas para nós.

 Guilherme tinha sua cabeça deitada em meu colo, sua situação não era nada mão, sua pele ficava cada vez mais pálida enquanto ele perdia seu sangue lentamente, já faz algum tempo em que eu toquei em sua testa e ela queimava de febre, eu não posso perder outro irmão, não ele.

- Poderíamos tentar desarma-los e os deixar inconscientes- Diz Soluço ao meu lado.

- E arriscar a vida do meu irmão? Nem fudendo!- Digo para o mesmo, qualquer deslize e o Guilherme estaria morto.

- Você tá certo... - Diz Soluço parecendo se tocar do problema sem solução no qual nos metemos.

Sinto o caminhão parar lentamente até tudo ficar em silêncio, foi quando abriram as portas do caminhão revelando vários soldados armados que nos puxaram com tudo para fora.

- Sejam bem vindos ao seu novo lar, e possivelmente, o último- Diz Heather ao sairmos.

Era cercas de dois prédios do lado e um hospital no meio, existiam grades de ferro que impediam a entrada dos zumbis na região, os quais eram muitos.

- Peguem o garoto morrendo nas mãos desse dai e leve-o para o local que combinamos- Fala Heather para seus soldados.

Guilherme é tirado a força de meus braços e protesto com o ato tentando o alcançar e o tirar de perto daquela maldita.

- O QUE VOCÊS VÃO FAZER COM ELE? ME LARGUEM!- Grito me debatendo tentando me soltar de dois soldados dela que me impediam de se aproximar deles.

- Ora Mikezinho, você ainda não entendeu? Estão na minha casa agora, e nesse local, quem manda em tudo isso sou eu- Diz Heather rindo- Que pena, você agir desse jeito só vai te causar mais problemas, Caio, já sabe oque fazer.

Vejo um soldado vindo até mim estalando seu dedos com um sorriso macabro e quando menos percebi, sou acertado com um soco do mesmo em meu resto com uma força ao ponto de me fazer demaiar.

Estamos muito ferrados.

[...]

            Pov da Luna:

- Sei que você acabou de passar por uma baita confusão, mas eu posso ajudar, tudo oque você precisa fazer é me contar- Digo sentado do lado xá senhora, que bebia um pouco de café no qual eu mesma servi.

- É uma história muito longa... - Diz Vitória.

- Conte-me - Digo a encarando, a mesma suspira.

- Eu antigamente era uma garota que frequentava muitas festas, baladas, andava com muita gente de má influência, meus pais nunca gostaram desse lado meu, por eu ser muito "Livre".

 Um dia, eu conheci um garoto em uma das festas, incrível, todas as garotas babavam por ele... Eu também estava nessa lista.

 Ele me notou em uma das festas semana depois, chamou-me para sair e eu sem pensar duas vezes aceitei, logo criamos uma amizade e começamos a ficar cada vez mais... Íntimos.

Até um dia em que meu pai descobriu meu namoro com ele, meu pai nunca aceitaria eu ficar com um garoto que só pensava em festas e diversão, então, em um dia, eu acabei fugindo com o rapaz.

 Começamos a viajar para vários lugares, por anos eu vivi junto com ele em sua vã, até um dia em que eu descobri estar grávida do mesmo.

Eu achei que ele ficaria feliz com a notícia, quando eu o contei ele fingiu ter ficado feliz e pediu-me para comprar algumas bebidas para festerjamos a notícia, mas quando eu voltei... Ele tinha ido embora.

Eu não tinha dinheiro, nem lugar para ficar, nada, eu tive que viver na rua, grávida, tendo que me alimentar do pouco dinheiro que eu ganhava na rua das pessoas, eu estava ficando magra cada vez mais, foi aí que eu tive que... Roubar.

 Eu não me orgulho disso, não me sentia bem fazendo nada daquilo, mas era para a sobrevivência minha e de minha filha, eu tinha que fazer isso.

Até um dia em que eu fui pega em flagrante por um policial e presa.

 Fiquei meses na cadeia por todos os roubos cometidos, até ter tido a minha filha lá mesmo...

Eu não podia ficar com ela em um ambiente como aquele, era perigoso demais para um recém nascido, então tive que manda-la para um orfanato, com um um nome que eu mesmo tinha escolhido.

 Astrid.

Depois que fui solta da prisão, eu passei anos a procurando, arrumei um trabalho, um lugar para ficar, enquanto a procurava pelos orfanatos, até descobrir que ela tinha sido adotada.

 Na hora em que eu descobri isso meu mundo inteiro caiu, minha filha... Minha única filha tinha sido adotada e eu poderia nunca mais a encontrar.

 Mesmo com tudo isso, eu ainda tinha esperança de encontra-lá, passei anos a procurando, logo o apocalipse começou, realmente não tinha chances de eu a encontrar, mas após anos e anos, eu finalmente a encontrei e olhe só... Ela me odeia!- Diz Vitória começando a chorar.

Eu... Eu realmente não consigo acreditar nisso, ela não tem culpa de nada e ainda por cima... Ela é minha vó...

Tudo oque eu faço é abraça-la enquanto a mesma chora em meu ombro.

 Eu preciso concertar essa confusão.

                     Continua?




Notas Finais


Espero que tenham gostado, comentem para eu saber o que acharam, até logo o/


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