História Vida (e coração) agitados- Imagine Taeyong (NCT) - Capítulo 7


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Jaemin, Jeno, Personagens Originais, Taeil, Taeyong, Ten, Yuta
Tags Blackpink, Bts, Colegial, Cross Gene, Imagine, Irene, Jaemin, Jennie, Jeno, Jihyo, Jimin, Jisoo, Joy, Jungkook, Lalisa, Lisa, Lucas, Mark, Momo, Nct, Pentagon, Romance, Rose, Sana, Seulgi, Taehyung, Taeyong, Takuya, Ten, Twice, Você, Wendy, Yuta, Yuto
Visualizações 68
Palavras 1.999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii meus amores!❤️
Bom, primeiro de tudo, me desculpem pela demora, eu explico melhor o porquê da minha ausência nas notas finais, pra não ficar enrolando muito aqui.
E segundo: Muito obrigada pelos 50 favoritos, amo vocês aaaaaaaa❤️❤️❤️❤️
Boa leitura 🖤

Capítulo 7 - Work


No outro dia...

Narradora Vision•

Enquanto andava em direção à escola, apenas uma coisa passava pela cabeça de Taeyong: a carta de Ogawa. Porque depois de tanto tempo ele teria resolvido do nada entrar em contato com sua ex-sogra e seu ex-cunhado? Porque ele pareceu tão preocupado? Aquela carta parecia ter sido escrita com muita pressa. Retirou ela do bolso, para que pudesse lê-la novamente, mas dessa vez, prestou atenção em cada mínimo detalhe.

"Oi. Sei que já fazem três anos, mas acreditem, não foi culpa minha. Queria que Yangmi tivesse crescido com vocês, seria muito melhor para ela do que viver aqui. Tentei entrar em contato antes, mas meus pais sempre interceptaram as cartas, não queriam que Yangmi tivesse contato com a sua "família louca", como eles dizem. Mas não se preocupem, ela está bem. Tentarei dar um jeito de levá-la até vocês. Espero que estejam bem também e que ainda morem no mesmo endereço, caso contrário isso provavelmente nunca chegará até vocês. Preciso ir, até breve. Ogw."

Porque ele não tinha assinado seu nome inteiro? Embora fossem apenas três letras, o rapaz alto de pele alva tinha certeza absoluta de que é ele. Porque os pais dele impediam que Yangmi mantivesse contato com ele e sua mãe? Será que ela estava bem? Pelo que Ogawa disse na carta, não parecia muito contente com o crescimento que sua filha estava tendo. Ah, se Sunmi estivesse ali...

E foi preso em seus devaneios que ele colidiu com algo ou alguém durante o caminho.

S/N: – Aí... — Colocou a mão na testa, indicando que ali ocorrera o impacto.

TY: – Me d-desculpa, eu realmente não vi por onde estava andando... – Disse o mais alto, corando e gaguejando por ter trombado justamente com quem ele não queria em hipótese alguma trombar.

S/N: – Não, não. Tá tudo bem. — Sorriu sinceramente e se abaixou para ajudar rapaz à pegar suas coisas, que haviam caído no chão com o choque. Avistou um papel diferente, com uma caligrafia diferente, e colocou-o rapidamente em seu bolso. Ela e sua curiosidade... — Aqui está — sorriu gentilmente ao entregar dois dos livros ao rapaz.

TY: – Obrigada. — Estava tão hipnotizado com a beleza da moça que nem deu falta do pedaço de papel escrito às pressas por Ogawa. — Onde está o Yuta?

S/N: – Ah, aquele embuste? — Perguntou S/N se referindo ao irmão. — Ele dormiu demais, provavelmente só vai entrar na segunda aula. 

TY: – Não vai perder muita coisa, hoje a aula toda infelizmente é de matemática. Odeio reposições, ainda mais quando são no sábado de manhã e com cinco aulas seguidas de matemática. 

Os alunos foram para a escola num sábado pois a professora de matemática havia faltado a semana toda, já que estava doente. Eles teriam reposições.

S/N: – Sério que você não gosta de matemática? É uma das minhas matérias favoritas! Sem contar que eu acho que a professora explica muito bem. 

TY: – Exatas não são bem o meu forte. Bom, mudando de assunto, então hoje você irá em casa para fazermos aquele trabalho, certo?

S/N: – Certo.

TY: – Quer ir direto daqui da escola pra lá ou prefere ir almoçar na sua casa e depois eu te busco?

S/N: – Acho que prefiro ir direto pra sua casa, assim lhe dou menos trabalho. Sabe cozinhar?

TY: – Bom, todos elogiam minha macarronada. Gosta de macarrão?

S/N: – Ok, então comerei a sua macarronada no almoço. — Sorriram um para o outro.

Quando se deram conta, já haviam entrado na escola. E mais uma vez, se separaram. Taeyong foi para perto de Mark, Johnny, Jaemin, Jeno e Ten; enquanto S/N foi se juntar à Jennie, Lisa, Rosé e Jisoo. 

Quando entrou na sala, ela tirou o papel que havia "furtado" de seu amigo há um tempo atrás e o guardou na mochila, não poderia lê-lo ali, poderia ser algo pessoal. Sua consciência dizia que ela não deveria se meter naquilo, mas a curiosidade falou mais alto e decidiu que leria depois.

°Quebra de tempo°

Até que pra cinco aulas seguidas de matemática num sábado, o dia pareceu passar bem rápido. Quando se deu conta, S/N já estava caminhando ao lado de Taeyong para ir à casa dele.

TY: – Bem, chegamos. — Disse abrindo o portão para a japonesa passar.

S/N olhou atentamente ao redor, prestando atenção em cada detalhe. Embora fosse uma casa simples em vista da dela, era uma casa muito bonita. Dois andares, com sala, cozinha, banheiro, lavanderia e copa em baixo, e dois quartos bem grandes, uma suíte e um banheiro em cima. Era exatamente como nas casas de filme americano. Quando Taeyong abriu a porta, ela ficou mais espantada ainda. Os móveis eram maravilhosos, e passavam a sensação de conforto. Logo depois da sala, havia uma escada que levava ao andar de cima, e ao lado dela, uma rampa que S/N presumiu ter sido feita para a mãe de Taeyong. 

S/N: – Uau... É uma casa muito bonita.

TY: – Não tão bonita quando a sua, mas é legal sim. — Disse sentando no braço do sofá.

S/N: – Onde está a sua mãe? Gostaria de conhecê-la.

SH: – Estou bem aqui. — Descendo a rampa ao lado da escadaria, apareceu uma mulher. 

S/N: – Olá! Sou S/N Nakamoto. — Disse chegando mais perto da mulher e apertando a sua mão.

SH: – Ela é tão simpática como você mesma a descreveu, Taeyong. — Disse olhando para o seu filho.

TY: – Mãe!!! — Corou imediatamente, fazendo S/N e SunHee sorrirem. 

SH: – Olá S/N. Sou Lee SunHee. Taeyong me avisou que você viria, mas houveram alguns imprevistos e infelizmente terei de sair. Sinta-se em casa, e comportem-se, viu?

TY: – Mãe, não precisa disso tudo. — Disse se levantando e indo até a cadeira de rodas da mulher. — Vamos, eu ajudo a senhora.

SH: – Está vendo só S/N? Faz de tudo para se livrar dessa velha aqui... — Embora SunHee tivesse uma aparência sofrida, ainda era muito brincalhona. 

Depois de dois minutos Taeyong voltou para dentro de casa, para perto de S/N. 

TY: – Pronto, ela já está no táxi.

S/N: – Sua mãe é muito legal. 

TY: – É, ela é muito engraçada. Minha maior inspiração. Mesmo depois de tudo que ela passou, continua sendo a mesma que era há anos atrás... Está com fome?

S/N: – Sendo bem sincera, estou. — Foi sincera e direto ao ponto, sua barriga estava doendo de fome.

TY: – Bom, então eu vou fazer o almoço. Vamos? — Perguntou indicando a cozinha com a cabeça. 

Enquanto Taeyong cozinhava, S/N observava, já que não havia muito mais o que fazer. Depois de uns 20min, a comida finalmente estava pronta. 

S/N: – Hm... Está realmente muito bom! Meus parabéns, você cozinha muito bem! — Disse a moça, que já estava sentada à mesa e se deliciando com a macarronada de Taeyong.

TY: – Obrigada, mas deveria agradecer à minha avó. Ela que me ensinou. — Disse, já enfiando macarrão guela'baixo também.

S/N: – Sem querer me meter e saber mais do que deveria, mas eu preciso te fazer uma pergunta. Se não quiser, não precisa me responder também... — Taeyong concordou com a cabeça — Quais foram os imprevistos dos quais sua mãe mencionou?

Taeyong engoliu em seco e suspirou.

TY: – Meu pai. Ele está na UTI. Dirigiu bêbado de novo e capotou o carro. 

S/N: – E-eu... Eu sinto muito. Me desculpe te fazer falar sobre isso.

TY: – Não, tá tudo bem. Sei que não foi essa a sua intenção. É que... Dói um pouco falar sobre isso, nós dois éramos muito ligados até três anos atrás, mas agora só brigamos, e saber que a vida dele está por um fio faz meu coração disparar. Ele pode não ser o melhor pai do mundo, mas ainda assim, é o meu pai, e querendo ou não, eu o amo.

S/N: – Você deveria ir falar com ele. — Disse pegando nas mãos do rapaz. — Diga à ele tudo o que sente. Não deveria ter deixado de ir vê-lo pra ficar aqui. 

TY: – Imagina. Eles só permitem que uma pessoa entre por vez na sala mesmo. Enquanto minha mãe fica lá com ele, nós fazemos o trabalho, e depois eu irei vê-lo.

S/N: – Prometa que irá vê-lo.

TY: – Prometo. Mas... Porque essa sua preocupação toda?

S/N: – Aconteceu praticamente a mesma coisa comigo têm uns dois anos. Meu avô faleceu enquanto eu e minha família viajávamos. Eu não pude me despedir direito dele, a última vez que falei com ele foi quando o abracei dizendo "tchau" porque iríamos viajar. Não estou dizendo que espero que aconteça o mesmo com você e seu pai, claro que não, espero que ele fique bem, mas não quero que você cometa o mesmo erro que eu cometi caso algo de ruim aconteça.

TY: – Hey, não foi um erro porque não foi culpa sua. E eu tenho certeza que onde quer que seu avô esteja agora, ele tem orgulho de você. — Disse apertando a mão da garota e sorrindo para ela. — Antes que eu de nós chore, eu vou lavar a louça e você seca, pode ser?

S/N: – Combinado. — Dito isso, ambos se levantaram e foram em direção à pia. 

Como Taeyong havia feito pouca coisa já que sua mãe almoçaria fora de casa, teve pouca louca pra lavar, mas mesmo assim, foi o suficiente para ele e S/N fazerem da cozinha uma completa zona, já que fizeram uma guerrinha de água. 

Depois de rirem muito e finalmente terem enxugado a cozinha, eles estavam completamente molhados. 

TY: – Você tá encharcada. Tem alguma roupa na sua mochila?

S/N: – Só um short e uma calcinha, que eu sempre carrego.

TY: – Porque as mulheres sempre carregam algo assim?

S/N: – Suponhamos que estou naqueles dias e acontece um acidente e vaza tudo. Preciso estar preparada. — Disse parecendo ser óbvio.

TY: – É, tá certo. Vem, vamos lá pra cima. Eu vou me trocar e te empresto uma camiseta. 

S/N: – Ok. 

Eles subiram e foram até o quarto de Taeyong, que por sinal era muito organizado. A cama de casal estava com o lençol muito bem estendido, e quando ele abriu o guarda-roupa, S/N pôde perceber que este também estava devidamente arrumado, completamente diferente do quarto dela. Em cima do criado mudo, havia um porta-retrato com uma foto. Nele estavam cinco pessoas: Taeyong, SunHee, um homem abraçado à ela (que S/N presumiu ser Kwan, o pai de Taeyong), e bem no meio deles, uma mulher vestida de noiva com uma linda bebezinha no colo. 

TY: – Essa época foi incrível. Até agora, a melhor época da minha vida. — Suspirou e sorriu, embora fosse evidente que era um sorriso triste — Não sei se algum dia serei tão feliz que nem fui durante aquele período.

S/N: – Essas é Sunmi? E essa, Yangmi?

TY: – Exatamente. — Sorriu levemente ao lembranças invadirem sua mente. — Ah, aqui está. — Disse de repente se lembrando que a japonesa estava esperando pela camiseta que ele estava segurando. 

S/N: – Ah, obrigada. — Pegou a camiseta, e por um instante, lhe ocorreu a ideia de perguntar o que havia acontecido com elas, mas hesitou. Pensou que certamente não era algo bom para ter deixado Taeyong daquela maneira, e então, rumou para o banheiro trocar de roupa.

Saiu de lá e deu de cara com Taeyong já trocado, esperando ela. 

TY: – Tem certeza de que está usando um short por baixo disso? — Disse espantado com o comprimento do short de S/N, que quase nem aparecia devido à camiseta (que para ela ficava enorme). Ele não podia negar também que ela ficou maravilhosa vestida daquele jeito.

S/N: – Quanto mais curto for, menos peso eu carrego. Bom, agora vamos fazer esse trabalho logo?

TY: – Vamos.

Desceram para a cozinha e se sentaram à mesa fazer o trabalho. Em poucas horas ele ficou pronto, já que suas mentes geniais estavam trabalhando nele.

S/N: – Bom, concluímos. Eu acho que ficou bom, e você?

TY: – Ótimo, um dos melhores trabalhos que eu já fiz.

S/N: – Que bom. Ah... Agora eu preciso ir. 

TY: – Vamos então, eu te levo até lá.

S/N guardou todos os seus materiais e ajudou Taeyong à arrumar a bagunça. Ela e ele já estavam na porta de entrada da casa quando Taeyong a virou bruscamente pelo braço, encostando-a na parede.

S/N: – T-taeyong... 

TY: – Me desculpa, mas eu preciso fazer isso.

E assim, iniciou um beijo entre os dois.


Continua...





Notas Finais


HUEHUEHUE, não me matem por ter parado nessa parte, pfvr

Vocês querem que o próximo capítulo seja hot?😏🔥

Explicando o porquê do meu sumiço: semana passada foi tudo muito corrido pra mim, e aí eu não consegui atualizar por conta disso. Aí nessa última semana, meu app tinha bugado e eu tive que instalar e desinstalar um monte de vezes pra conseguir acessar minha conta. Me desculpem😔❤️

Espero que tenham gostado e me perdoem por qualquer erro.
Beijos e até próxima meus xuxus❤️


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