História Vida inútil - Capítulo 4


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Tags Assassinato, Ayato, Diabolik Lovers, Histórias Originais, Ilusão, Kanato, Laito, Mistério, Morte, Reiji, Sakamakis, Shuu, Subaru, Suspense, Terror, Tortura, Traição
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Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Concerteza teremos muitas perdas


POVs. Narrador


O esperado de um ginásio é seu chão de cimento, recoberto por um teto de telhas, que não absorve o som estrondoso quando as pesadas gotas de chuva entram em contato com a superfície sólida, várias luminárias instaladas em pontos estratégicos para iluminar o local, uma parte separada para os vestuários e para a sala de equipamentos.

Esse ginásio, na verdade era um pouco diferente do que estão acostumados, uma clareira para ser mais exato. Rodeada por diversas árvores, com seus grossos troncos de cor amarronzada após a chuva molhar um pequeno espaço de terra seca. O céu com uma tonalidade clara, com o por do sol próximo.

Os novatos estevam alinhados em três fileiras, cada uma com dez integrantes. O que se destacava era a predominância do gênero masculino, contando de noventa e nove porcento. Pois para salvar a existência feminina, Saiko era a quinta da terceira fila, da direita para esquerda.

Para. Observando tudo a sua volta. As conversas baixas, a tensão do lugar, a euforia dos calouros, pela esperança de uma vida de aventuras.

A diretora Tsuyuko apareceu por entre as árvores e seguiu caminho até Yoshi, o discurso era para motivar os novatos, mas a reação foi contrária. Os preocupo quando disse que os dias seriam puxados, e semana após semana, alguém seria posto para fora.

Ela ouvia tudo atentamente, vidrada no rosto esbranquiçada, dos lábios miúdos mas avermelhadas da diretora.

Tsuyuko- Como sabem, aqui não é uma escola - dando referência há alguns alunos a chamarem de "diretora" - Não estamos em uma instalação de idosos - ao terrivel erro de chamá-la de "senhora" - Estamos em um colégio militar, e eu sou general, dirigindo esse colégio a mais de anos e nunca fui tão desrespeitada.

Andando por entre as fileiras, parou exatamente ao lado de Saiko. Seu corpo estremeceu com a aproximação, ela olhou para os lados procurando algo. Não encontrando seguiu caminho, ao lado de Yoshi, que fazia algumas anotações.

Tsuyuko- Primeira fileira da esquadra, quarenta e cinco flexões! Segunda fileira, Cinquenta e cinco flexões! Terceira, sessenta e cinco flexões! 

Justo a última fileira ficou com o maior número, a fileira onde Saiko estava. Após ela dar as ordens todos começaram as seções, os chão molhado causava calafrios dificultando a realização do exercício.

Um tempo se passou até que todos terminassem e retornarem as filas, general Tsuyuko chamou metade do grupo e sumiu, a outra metade foi com Yoshi, por mero azar ela ficou em seu grupo.

Seguiram pelo lado oposto da general Tsuyuko, passaram o tempo inteiro por uma estrada de pedras coberta de musgo, a copa das árvores não deixavam quase nenhuma iluminação passar, já que o sol havia aparecido por inteiro a minutos atrás.

O vento gelado fazia o corpo de Saiko tremer, várias vezes teve acessos de tose e espirros altos tirando a atenção de Yoshi do caminho para ela. Várias vezes a repreendendo.

"Não tenho culpa de espirrar. Não sou que decido isso!"

No caminho sua preocupação aumentou, mais um passo perto de seu destino.

???- Para de ficar estralando os dedos! - o garoto de cabelos castanhos a observou pelo canto do olho.

Saiko- Estou nervosa, tenho que fazer alguma coisa pra... 

Antes de terminar a frase Yoshi virou para trás, a fila parou de andar. Ele caminhou até ela e a encarou, a mesma olhava para a nuca do colega, suas mãos começaram a tremer e suar. Voltando para frente, mas dessa vez não continuou andando, simplesmente se abaixou em um tronco de árvore morta e tirou algo, impossível de ver.

Se esticasse o pescoço ele iria ver.

Yoshi- Se espalhem e procurarem mais dessas, se quiserem sobreviver e cumprir o objetivo de hoje - a cola desandou e todos se espalharam a procurar.

Saiko recuou um pouco ao ver a arma que Yoshi portava, apontada para ela.

Yoshi- Nem começamos e já tem alguém causando confusão - ela andava mais para trás e ele se aproximava mais - Posso abrir fogo a qualquer um que esteja atrapalhando o desenvolvimento dos outros, ordens da general Tsuyuko.

Saiko- Não estou fazendo nada! 

Yoshi- Não levante a voz comigo! - ele gritou, o barulho da trava soltando trouxe um tremor ao seu corpo.

Ela recuoi mais um pouco, os alunos já estavam rodeando e vendo a cena, alguns com armas, outros com partes de informe e outros elementos.

Yoshi se encaixou na lupa e a procurou, mas não viu nada, ela havia sumido.

Olhando de cima ela via o vice general confuso, sorrindo caminhou em silêncio até ficar posta em cima, a arma que Yoshi portava era de alta potência e suas roupas eram melhores que o uniforme dos demais.

A ideia pareceu perfeita, e logo a pos em prática.


Yoshida mal percebeu o breve momento, em que os galhos acima de sua cabeça se mexeram e de lá pulou sua única aluna. Derrubando Yoshi no chão, ela prendeu seu pescoço, com os braços em chave, o mobilizando.

Ela pegou a arma de sua mão e o soltou. Ele caiu de joelhos, apertando o pescoço e tossindo, os outros a olhavam com espanto, admiração ou medo. Ela engatinhou a arma e mirou no homem aos seus pés, ele não se levantou, e ela percebeu o motivo. Não havia prestado atenção, mas a arma estava sem balas.

Procurando uma saída, ele virou a arma e bateu em seu pescoço, sem prevenir o movimento ágil, ele caiu no chão desmaiado.

???- O que você fez!? - o Albino disse a empurrando para trás.

Saiko- Você é cego? 

???- Tsc! - ela se virou e afastou.

Klaus- A menininha é inteligente - sorrindo, caminhou até ela. Batendo palmas ironicamente.

Saiko- Me chama de menininha de novo e mal vou exitar em socar sua cara - vendo que falara sério, parou de ironia e se apaixonou.

Klaus- O que vai fazer agora? 

Saiko- Olha pra quem você estará perguntando.

Ele a examinou e mordeu os lábios, sorrindo malicioso.

Prevendo seu ato ele segurou sua perna e a puxou, os dois caíram no chão. Ele apertava seu pescoço e ela tentavs se soltar.

Klaus- Faz parte do protocolo, ele escolheu você como chefe do grupo - ele apertava mais, seu rosto ficava mais vermelhos, a falta de ar era maior que qualquer coisa alí presente - Mas não vou deixar uma garota tomar o controle!

Apareceu por entre as árvores, um garoto idêntico a Klaus. Deixando a todos confuso, mas a ação inesperada fez com que soubessem quem era verdadeiro.

Saiko ia desmaiar em minutos se alguém não irritasse o irmão gêmeo de Klaus. Eric Shimizu, isso mesmo. Tinham o mesmo sobrenome da diretora, não era coincidência, eram filhos da general.

Eric viveu com seu pai, que o ensinou tudo sobre a arte do vandalismo. Estrupo, roubo, mentiras, negociações falsas. Realmente tudo.

Já Klaus, criado pela mãe, quase nunca estava em casa por conta das missões do exército, na época ela havia começado a carreira, mas sempre foi educado por sua babá, uma mulher doce e idosa, que hoje, não está mais presente.

Klaus- Solta ela Eric! Solta! - ele puxou o irmão, seu corpo foi arremessado contra a parede, quando voltaram seu olhar para eles, já estavam no chão. Klaus, mais fraco estava apanhando, socos em seu rosto, já cuspindo sangue.

Foi tempo de um dos Sakamakis apontar a arma para Eric e atirar.

Caiu no chão, seu corpo inerte. O buraco de bala, jorrava sangue.

Klaus estava no chão, recuperando os sentidos. Enquanto Saiko estava desmaiada.

O Albino se agachou ao lado de Klaus e o ajudou a levantar. Enquanto o garoto de cabelos castanhos mexeu em Saiko, uma tentativa inútil de acorda-la.

Klaus andou até ela, pegou sua garrafa e jogou a água gelada em seu rosto.

Saiko acordou sobressaltada e deu um tapa fraco na cara de Klaus, Depois murmurando um obrigada e desculpa.

Klaus- E então, o que vamos fazer? 

Saiko- Quem é ele? Suponho que ele seja seu irmão.

Klaus- Isso - ele sorri sem graça - Desculpa pelo que ele fez...

Saiko- Tanto faz

Todo o grupo reunido, estavam discutindo o que fazer com o corpo do irmão de Klaus. Sem notarem, Yoshi se levantou, recuperado da batida. Arrumou a e uniforme e passou a encarar seus alunos.

"Realmente teremos muitas perdas" ele pensou, olhando para o corpo de Eric no chão. Por mais que fosse desastroso, teria que contar a general que uma aluna teria matado seu filho. Suspirou e entrou no meio da roda. 

Todos ficaram em silêncio e o olhando fixamente, apenas uma aluna, que o olhava com desprezo.


Notas Finais


Mais um cap
Comentem o que acharam, críticas, sugestões, opiniões e etc
Mas é isso
Até mais


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