História Vida Longa ao Rei -Imagine Jooheon - Capítulo 4


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Medieval
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Palavras 1.323
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Shoujo (Romântico), Survival

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Vida Longa ao Rei -Imagine Jooheon - Capítulo 4 - Capítulo 4

-Você a conhece?- perguntou o soldado agressor

-Sim, está escrava já tem um dono- ele diz sério

Jooheon soltou o braço do soldado e veio até mim de repente me beijando, eu não conseguia raciocinar direito, mas sabia que a sensação dos lábios dele colados no meu era algo que eu queria continuar sentindo, seu beijo não era algo abusivo, como quem quer mostrar que eu era sua propriedade, na verdade era quase como um pedido para que eu confiasse nele, seu beijo calmo fez com que meu coração acelerasse e aquilo certamente seria perigoso. Os gritos em comemoração dos homens que assistiam nos lembraram de onde estávamos, o que fez com que nos separassemos.

-Quem ousar toca-la, eu matarei- bradou ele fazendo os soldados gritarem ainda mais alto.

Jooheon continuava a me olhar profundamente, ele parecia ter muito a dizer como "me desculpa por te beijar de repente" e "Confie em mim, você está segura agora", eu apenas retribui seu olhar, tentando demonstrar que entendia.

-Acabou o Show- um dos Generais falou ainda em seu canto- voltem ao seus afazeres.

Depois de limpar e esfregar o chão com uma escova percebi que eu realmente não sabia o que deveria fazer ali, Ji Ha, a outra empregada que eu havia descoberto o nome mais tarde, estava sentada sobre uma das mesas do refeitório encarando um ponto qualquer, os sons das espadas ouvidas longe nos dava um certo sono, mas não era como se tivéssemos permissão pra dormir agora.

-Quelua?- Um soldado chamou na porta do refeitório roubando minha atenção.

Talvez fosse uma sensação errônea minha, mas ele não parecia do tipo que pediria um favor indecente, ou talvez o aviso do Jooheon tenha me feito acreditar que ninguém pediria algo desse tipo.

-Sou eu- respondi.

-Mandaram você limpar os estábulos- ele deu passagem pra mim na porta- vou te guiar até lá.

O segui por alguns corredores ainda desconhecidos, o soldado, mais tarde apresentando-se como Shownu, andava a minha frente, ele parecia imponente com aquela armadura prateada que vez ou outra reluzia com os raios de sol que entravam pelas janelas, sempre com passos firmes e a mão sobre o cabo da espada na cintura, olhando para uma janela da qual passava vi um dos pátios de treinamento da base, e logo ao meio Jooheon treinava com outro soldado, inconcientemente eu parei para observa-lo, seu olhar agora estava inexpressivo, sem aquele brilho que eu havia visto antes nas poucas vezes que nos encontramos, seus movimentos também pareciam precisos e impiedosos.

-Ele é um bom homem mas tende a ser perigoso- disse Shownu acompanhando meu olhar- Tome cuidado.

-Porque?- Questionei

-Para entrar na guarda real você tem que ser convocado pelo rei em tempos de guerra, e se não estamos em guerra a guarda real é formada por filhos de antigos soldados, não somos obrigados a se alistar mas temos a tendência de seguir os passos de nossos pais.

-E em qual dos casos ele se encaixa?- perguntei ainda o olhando treinar.

-Em nenhum dos dois.- o encarei confusa- Ele entrou com os próprios pés em um lugar onde até mesmo o mais corajoso dos homens evita se aproximar, sem título, sem nomes de familiares, nem informações de onde pudesse ter vindo.

-Isso não faz dele perigoso- argumentei. Shownu respirou fundo antes de voltar a falar

-Quando entramos no exército eles nos dão uma espada, até acostumar-se com o peso da lâmina ou o formato do cabo nas suas mãos todos sofremos um pouco, afinal não nascemos sabendo lutar, mas Jooheon- ele o olhou novamente- Ele não reclamou mesmo quando suas mãos sangraram, e quando questionaram se ele era forte o suficiente ele virou noites de treinamento de inverno na neve e no frio mesmo que seu corpo não aguentasse mais, alguém tão determinado assim só pode estar procurando uma entre duas coisas, um caminho ou sangue.

Dei uma última olhada em Jooheon, ele havia vencido seu adversário sem nenhuma piedade, mantinha a espada apontada para o pescoço de seu companheiro com um olhar inexpressivo, parecia uma pessoa diferente quando empunhava uma espada, me apressei em seguir Shownu pelo corredor até a ala leste da base militar, onde havia apenas cavalos, estábulo e feno, havia cheiro de cavalo, comida pra cavalo, água para o cavalo, eu e uma pá. Shownu sorriu brevemente como quem quisesse dizer "anime-se" e saiu voltando a seus afazeres, eu não gostei da idéia de ter que limpar os estábulos sosinha mas talvez aquele fosse um bom exercício para uma mente vazia de pensamentos, também havia a questão de onde eu dormiria aquela noite e se eu limpasse tudo muito bem, me sobrasse um lugar para dormir.

Depois de retirar uma quantidade absurda de sujeira de cavalo dos estábulos e ajeitar todo o feno para os animais eu pude finalmente respirar, olhei para o céu admirando os tons alaranjadas que indicavam o final do dia e o cair da noite e reclamei mentalmente pelo tempo começar a esfriar.

-BUU! -Alguém segurou meus ombros enquanto gritava

Eu deixei a pá cair e me virei assustada dando de cara com um Jooheon rindo de um jeito fofo.

-Desgraçado- chinguei

-Eu? É desse jeito que me chama pelas costas lavadeira?- ele fingiu estar ofendido

-E do que deveria chamá-lo? Dono? -Brinquei -Mestre? Já sei, criança de três anos?

-Que tal soldado incrivelmente lindo?- Ele pos a mão na cintura fazendo uma pose heróica

Eu parei de rir o encarando por um tempo, talvez no fundo eu questionasse se o que Shownu havia me dito sobre ele fosse mesmo real.

-Prefiro dono- falei séria

-Ok -Ele se deu por vencido- Jooheon então.

Eu ri da sua expressão e peguei a pá que tinha caído para logo depois colocá-la no lugar novamente, Jooheon pulou a minha frente e parecia escolher as palavras para me dizer algo.

-Onde vai dormir? -Ele perguntou

-Ali- apontei para uma pilha de feno no canto do estábulo

Ele fez uma careta de desgosto e segurou minha mão me puxando para dentro dos corredores que antes eu andava com Shownu, agora escuros pelo cair da noite, apenas iluminado por algumas tochas na parede.

-Para onde está me levando?- perguntei

-Shiiu!- Ele fez sinal de silêncio com os dedos- alguns soldados já foram dormir.

-Ok- cochichei- pra onde estamos indo?

Ele se limitou a sorrir e entrou dentro de um outro ambiente que mais parecia uma pensão, era um corredor com portas dos dois lados, nelas 5 nomes havia sido anotados em uma placa pendurada no centro por um prego em cada uma, um arrepio correu meu corpo quando notei se tratar do dormitório dos soldados. Ao fim do corredor, entramos em um quarto sem identificação na porta, Jooheon pegou a placa com seu nome e pendurou na porta antes de fecha-la e voltar-se para mim, desviei o olhar e me pus a analisar o cômodo, era um quarto grande com cinco camas e velas postas estrategicamente para iluminar todo o lugar, como todas as construções na base, aquela também era feita de madeira e os colchões de palha.

-Durma aqui- Jooheon disse atrás de mim me fazendo arrepiar

-Não precisa- virei para respondê-lo, mas encontrei um par de olhos castanhos e sérios.

Ele não havia brincado no convite e parecia que era o único ocupante daquele cômodo, mas mesmo aquele quarto estando mais quente que o estábulo agora, dormir no mesmo quarto que um soldado não parecia certo.

-Eu tive a sorte de ficar com um quarto apenas para mim quando entrei -Ele sorriu amistosamente- então não se preocupe e durma aqui, eu dormirei lá fora.

Ele jogou a espada em cima de uma das camas e saiu tão apressadamente que sequer tive tempo para protestar, olhei em volta um tanto perdida e me deitei na cama do centro olhando em direção a porta, aonde era possível ver a silhueta de Jooheon sentado no chão encostado nela, e com sua silhueta tremelusindo por causa do vento que soprava delicadamente as chamas da tocha do lado de fora do quarto, eu dormi, como se alguém me contasse uma doce história de ninar para pedir que belos sonhos me visitassem a noite.


Notas Finais


Please comentem alguma coisa 😫
Tô meio em pânico pq não estou confiante com essa fic.

Se estiver ruim apenas digam "Olha Pirata acho que vc deveria parar de escrever essa fic pq tá uma bosta"


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