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História Vida na Máfia - Jeon Jungkook - Capítulo 15


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Notas do Autor


Gente me desculpem a demoraaaa, tava morrendo de saudade de vocês, aliás obrigada pelas duas mil visualizações, sou totalmente grata a vocês, agora vamos para a história.❤

Atenção: Pode conter erros ortográficos.

Capítulo 15 - Sequestro


Fanfic / Fanfiction Vida na Máfia - Jeon Jungkook - Capítulo 15 - Sequestro

Lilith Pov.

O que um ser humano com uma vida normal faria a uma hora da madrugada? Exatamente, iria dormir, olha uma série ou algo do tipo...Mas como minha vida não é tão normal assim, neste momento eu estou em meio a um tiroteio.

Vamos dar um pouco de contexto para vocês, aparentemente alguém contratou um grupo de assassinos para tentar me matar, é um grupo de sete homens que eu nunca vi na minha vida.

Isso até seria divertido, se eu não tivesse sido pega totalmente desprevenida, já chamei reforços mas mesmo assim as coisas não estão muito favoráveis para o meu lado.

Ao todo são sete homens, com mais ou menos 1,80 de altura cada e todos muito bem armados com submetralhadoras, o pior é que no momento tudo que eu tenho é duas pistolas, DUAS PISTOLAS.

Eu estava indo para casa na minha moto quando vejo dois carros me seguindo, automaticamente notei que tinha algo errado ali, não era a EK porque o Jeon avisaria, eu acho...

Então só pode ser enrascada.

Me enfiei em um prédio abandonado aleatório que estava sem nenhum ser vivo, ali eu iria começar minha caça.

Então assim que eu entrei no prédio já olhei para todos os lados tentando memorizar o local e criar planos estratégicos que me dêem uma vantagem a mais.

Eu nunca ando sem um mini estoque de balas junto com a arma, afinal só a arma não adianta de merda nenhuma, eu devo ter no mínimo umas 32 balas.

O que significa que eu posso errar só algumas vezes, o prédio era pequeno, haviam apenas cinco andares, logo fui subindo até o quarto andar cuidando para não me perder.

O prédio está um breu horrível já que é abandonado e a única luz presente é a da rua.

Aparentemente esse era um prédio residencial, pelo menos parece muito.

Esbarrando em alguns lixos presentes no chão eu corro o mais rápido que consigo até o penúltimo andar, escuto passos nos andares inferiores mas nada próximos de onde eu me escondo.

Coloco o celular no silencioso e vejo o sinal fraco, mesmo assim tento enviar uma mensagem para as meninas com o endereço do prédio.

Desligo o celular novamente entrando em um dos apartamentos presentes ali, estava totalmente vazio porém continha mais luz facilitando a visão.

Caminho por todo o local procurando o melhor lugar para escapar ou me esconder.

Como a maioria desses prédios baixos possuem uma escada de emergência vou até a varanda e agradeço ao universo por achar a desse rápido.

Cuidando para não me machucar pelo nervosismo presente em meu corpo, caminho até a escada cautelosamente e começo a descer sem pressa alguma.

Em meus pensamentos quase todos eles ainda estariam dentro do prédio me procurando, deixando apenas um do lado de fora e bingo.

Havia um desgraçado escorado em minha moto enquanto parecia mandar uma mensagem para alguém, me escondo atrás da parede fora de seu campo de visão, pego uma das minhas pistolas para colocar às balas e poder atirar para fugir.

Miro em sua cabeça e respiro fundo, qualquer erro pode ser um problema.

Seguro a arma de maneira firme e puxo o gatilho, apenas o som da bala sendo disparada é ouvido , logo após seu corpo cai com tudo no chão.

Ia começar a andar em direção da moto quando escuto tiros sendo disparados em minha direção, me escondo novamente e então começa um tiroteio, focada nas pessoas que atiravam em mim acabo não escutando passos cautelosos atrás do meu corpo.

Então sinto um pessoas me agarrando e colocando um saco em minha cabeça, não importa o quanto eu lute eles ainda são muito mais fortes do que eu então apenas desisto para não gastar energia atoa.

Além do saco na cabeça também amarram minhas mãos e meus pés, é impossível eu fugir ou fazer qualquer coisa.

Mãos firmes seguram meu corpo e então começamos a ir em direção dos carros presumo eu.

Diferente do que eu imaginava eles não me colocam no porta-malas mas sim deitada sobre o colo de três dos homens que sentaram na parte de trás do carro.

Eles me colocam de barriga para baixo o que dificulta minha respiração, então me balanço procurando uma posição mais confortável já que meus seios também estavam sendo esmagados e isso dói pra porra.

Vontade de chorar é tudo o que eu sinto quando um homem bate em minha bunda me mandando ficar parada, o motivo do choro não é tristeza, mas sim raiva.

Raiva por notar que após todos os anos de treinamento acabei nessa situação nojenta, raiva por querer quebrar esses arrombados no meio por tocarem no meu corpo tão descaradamente enquanto falam coisas obscenas e nojentas, porém não podendo fazer nada.

30 minutos depois.

O carro para, tudo indica que chegamos no local que eles queriam me trazer, novamente sou carregada nos braços de algum deles e me sinto totalmente indefesa. Estou sem celular, sem arma, sem visão e sem ter como me mover.

Eles me colocam deitada no chão e então devolvem minha visão retirando o saco da minha cabeça. Tem um homem sentado em uma cadeira à minha frente, junto com ele está um cachorro enorme que me olha com um olhar fofo apesar de tudo.

O homem está sem camisa e seu corpo é todo tatuado, o que eu acharia uma bela visão se não fosse as condições nas quais ele me colocou.

-Lilith, estou certo?- Olho no fundo de seus olhos sem dizer nenhuma palavra.- Não vai falar?- Ele inclina a cabeça para o lado.- Você é má sabia disso? Saiba que não sou eu que estou atrás de você, estou fazendo isso a pedido de alguém, porém você matou um dos meus e isso não foi nada legal.

-Foda-se?- É a primeira palavra que sai da minha boca.- Eu realmente não ligo para toda a merda que você pretende falar.- Começo a rolar pelo chão tentando me afastar dele.

-Onde pensa que vai?- Ele levanta e prende o cachorro na corrente, depois vindo em minha direção parando na minha frente e me virando de barriga para cima.- Não me interessa se você quer ou não ouvir, você vai ouvir mesmo assim.

Ele apoia a ponta de seu sapato em minha testa forçando minha cabeça contra o chão porém sem machucar.

- Eu não sou psicóloga para ficar ouvindo seus problemas, me erra.- Ele começa a rir como se eu realmente tivesse falado algo engraçado.

Então ele se senta em meu colo como uma putinha senta em seus parceiros sexuais e apoia seus antebraços ao redor da minha cabeça fazendo nossos rostos ficarem próximos.

-Você fica mais bonita assim. De boca fechada.- Olho para ele com olhar de tédio.

-Quem foi que mandou vocês fazerem isso comigo?- Pergunto sem paciência.

-Nomes são confidenciais em meus trabalhos, conto apenas para pessoas mais íntimas.- Ele afirma.

-Falou a pessoa que sentou no meu colo igual uma cadela no cio na primeira oportunidade, quer mais intimidade que isso?- Sorrio para ele.

-A cadela aqui é você vádia.- Ele aperta minhas bochechas fazendo formar um biquinho em minha boca e então morde meu lábio fazendo sangrar.

-Ai caralho! Seu canibal doido do cacete!- Grito sentindo o gosto de sangue na minha boca.- Vou te mostrar como é bom o gosto de sangue.- Aproximo nossos lábios e início um beijo rápido com ele que retribui rápido demais, então mordo sua boca com força fazendo ele se afastar.- Eu avisei.

-Pirada do cacete.

-Sai de cima de mim saco de batata, não vê que tu é pesado?- Me mexo tentando tirar ele que só ri igual um idiota.

- Eu não vou sair daqui tão fácil assim gata.

Então um barulho alto é ouvido ao nosso lado, a porta havia sido arrombada e quem entra por ela é quem eu menos esperava.

Com um olhar assassino em seu rosto ele olha em nossa direção e inclina o rosto para o lado em puro deboche.

-Seu filho da puta...- Jeon Jungkook parece ser dominado pelo próprio Lúcifer ao transbordar o mais puro ódio por seus olhos.

~Continua no próximo capítulo...


Notas Finais


Até a próxima nenéns.❤


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