História Vida Nova - Capítulo 10


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Visualizações 166
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 10 - Capitulo Dez


Capitulo Dez

Na grande biblioteca da mansão de Sesshoumaru, estava Inuyasha. Que amava livros, poesia, flores e com certeza não parecia nada com o seu pai e com o seu irmão mais velho.

Os dois sempre eram brutos, por muitas vezes machitas e que não gostavam de ser contrariados. Já Inuyasha era sensível igual a mãe. Gostava de ajudar os mais necessitados e estava sempre engajado em movimentos que ajudassem as minorias.

Não concordava com o fato de o pai ser um homem rico e bem sucedido e ainda lucrar em cima de pessoas pobres. E toda aquela hipocrisia política. Tudo muito perfeito em propagandas, em quanto na vida real milhares de pessoas passavam fome, sem ninguém fazer nada a respeito.

E por conta disso e de sua luta social, vivia em conflito com o pai. Mas não, Inuaysha não sabia nada dos negócios ilegais que o pai e o irmão movimentavam. E ainda tinha esperança de que um dia eles pudessem mudar de ideia, e talvez com sua influencia política, pudessem mudar o mundo para um lugar melhor para todos.

E ali, lendo um livro que encontrou na biblioteca do irmão. Algo que ele nunca imaginou encontrar ali, sentou-se em uma poltrona e começou a ler. A leitura estava muito interessante, que nem percebeu quando alguem entrou na biblioteca e se aproximou curiosa.

Rin – o que está lendo? – o rapaz se assustou e deu um pulo da poltrona, escondendo o livro atrás de si.

Inuyasha – a quanto tempo está aqui?

Rin – acabei de entrar. Tenho que estudar para as provas finais – disse despreocupada – o que estava lendo? Parecia muito interessante.

Inuyasha – não é da sua conta.

Rin – nossa... como voce é grosso. Nada parecido com sua mãe – emburrou-se com a atitude dele. pois bem, o modo de como Izayoi falava do filho, parecia que ele era realmente diferente de Sesshoumaru e do pai Senador.

Inuyasha – voce que é muito curiosa.

Ela deu de ombros, mas ele tinha razão. Rin era muito curiosa e não se deu por vencida. Esperou um vacilo de Inuyasha, ate conseguir arrancar o livro das mãos do garoto.

Rin – “Tirando a Farda” – leu o titulo do livro – é sobre o que?

Inuyasha – eu não sei – disse sem jeito.

Rin – “relatos de sexo entre militares” – leu o subtítulo e começou a folhear o livro. E para sua surpresa, era um livro erótico homoafetivo – hum... voce gosta desse tipo de livro?

Inuyasha – não... eu..eu encontrei por um acaso. E não imagina que tinha esse tipo de livro no meio da coleção de Sesshoumaru. bom... eu tenho muita coisa para fazer – deu as costas e saiu.

Ela ficou sozinha, não deu muita bola para o livro e deixou em um canto qualquer em cima da mesa. Logo foi procurar os livros que precisava para os seus estudos.

#-#

Depois de tomar um bom banho, Sesshoumaru vestia roupas leves. Momentos antes estava na academia, mas não tinha conseguido nem fazer dez minutos de exercícios. Parecia que tudo em volta girava e que a qualquer momento seu corpo iria desabar. Ligou para o seu medico, e ele recomendou que fosse melhor não fazer muito esforço fisisco.

Entao, agora, Sesshoumaru iria passar o dia livre. Decidiu não fazer mais nada em relação aos seus negócios. Afinal, não havia recebido nenhuma noticia de Miroku, que ainda investigava o sumiço de sua mercadoria. Fora isso, não havia nenhum problema grande. Tudo seguia bem. a distribuição do produto, a comercialização e é claro, todo o lucro que isso arrecadava.

Jaken – senhor Sesshoumaru... – entrava no quarto – aqui está o seu remédio – e entregou para ele, que prontamente o tomou.

Sesshoumaru – a Rin já chegou da escola?

Jaken – sim, está na biblioteca estudando.

E com essa informação, Sesshoumaru foi ate a biblioteca. Não soube por que, mais teve uma súbita vontade de ver a menina.

E assim que entrou na biblioteca, a menina apenas levantou os olhos para ver quem era, mas logo voltou sua atenção para a sua leitura. Ignorando a presença do homem. Sesshoumaru, entao, se aproximou e sentou ao lado dela. Permanecendo calado.

Os minutos foram se passando, e Rin foi se incomodando com ele ali do seu lado. Sem falar nada, apenas a olhando. E isso não deixava se concentrar nos estudos.

Rin – não tem nada melhor para fazer do que ficar me olhando? – apesar de ter medo de Sesshoumaru, ela ainda conseguia enfrenta-lo.

Sesshoumaru – não posso passar um tempo com minha esposa? – ela o encarou, sem saber se havia entendido aquela frase realmente. Aquilo foi algum deboche?

Ela entao voltou ao seu estudo, tentando não dar bola para o homem. Que por sua vez, pegou um livro em cima da mesa, o mesmo livro que Rin havia abandonado ali.

Sesshoumaru – voce estava lendo esse livro?

Rin – não. Era o seu irmão. Não imaginava que um homem como voce gostasse de ler esse tipo de literatura.

Sesshoumaru – não é meu. Era de Sara, deve ter mais do tipo. Foi ela quem comprou a maioria dos livros da biblioteca.

Rin – voces tinham um caso?

Sesshoumaru – sentirá ciúmes se eu disser que sim? – a encarou com um meio sorriso.

Rin – é claro que não. Nunca sentiria ciúmes de voce. Esse casamento é uma farsa e fui obrigada a fazer parte disso. Eu não sei quais são suas intenções, mas eu nunca terei sentimentos por voce, e duvido que tenha algum por mim que não seja “posse”.  Como se fosse um objeto.

Sesshoumaru – não é uma farsa... voce é verdadeiramente minha esposa. O que me faz lembrar que, não houve beijo na cerimônia – a segurou pelo queixo e a beijou.

A menina se surpreendeu com aquele beijo. Não esperava por aquilo naquele momento. e aquele havia sido seu primeiro beijo de verdade. É claro, os beijos nojentos de Naraku não podiam ser levados em conta.

Mas pensando nele. Rin teve raiva. Raiva por ter aquele pai, raiva por ele ter “vendido” ela para Sesshoumaru. raiva por não poder ser livre. Teve raiva daquele beijo. Entao, empurrou Sesshoumaru com todas as suas forças e com lagrimas nos olhos.

Rin – EU TE ODEIO SESSHOUMARU... – gritou, se levantando e indo ate a porta. e antes de sair – TOMARA QUE MORRA – disse suas ultimas palavras e bateu a porta.

Correu chorando para o seu quarto, e la se jogou na cama. era claro para ela que Sesshoumaru gostava daqueles jogos psicológicos com ela. e ser bonzinho com ela, fazia parte disso. Não ia demorar muito para que ele mostrasse sua verdadeira face, e coisas cruéis estavam por vim. Era isso que Rin esperava.

O barulho do seu choro foi abafado pelo o som que vinha de fora do quarto. Uma certa confusão. E Rin se levantou para ver o que era. Abriu a porta e os empregados corriam desesperados e ninguém soube lhe dizer do que se tratava. Ate que ela resolveu ir por si própria ver o que estava acontecendo.

E essa confusão toda vinha da biblioteca, onde estava momentos antes. E ao entrar viu Sesshoumaru caído no chão. Jaken estava desesperado e Inuaysha parecia reanimar o irmão, que continuava desacordado.

Inuyasha – uma ambulância... chamem uma ambulância – ele também parecia nervoso.

Continua...


Notas Finais


nem demorei dessa vez... espero que tenham gostado. e nao, nao se preocupem... ele ainda nao vai morrer agora.


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