História Vidas Roubadas - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Visualizações 13
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura. Qualquer dúvida me perguntem, se estiver confuso me falem ok?!

Capítulo 1 - Suicidio.


Fanfic / Fanfiction Vidas Roubadas - Capítulo 1 - Suicidio.

- Eu.. eu sempre gostei de Regina.

Uma confissão daquele que amo. Desde quando éramos pequenos, ele sempre me salvou, em todas as situações. se existe alma gêmea literalmente éramos uma.

- Saia comigo? -disse ele

- Tudo bem. - Eu estava tão.. tão feliz, que esqueci de respirar. Mas eu não sabia de nada, Deus! como eu não sabia mesmo, como uma vida pode mudar em questão de segundos..eu não fazia ideia do quanto a felicidade era importante.

Silene..

Todos... todos me odeiam, apenas Robin que sempre foi legal comigo. até pensei em cogitar, que poderíamos ser um casal. -soltei uma risada- Até parece que ele ia gostar de mim, uma menina gorda, feia, que não servia pra nada, totalmente descartável.

Eu não aguentava mais minha vida, sempre fui desprezada, até por meus pais. amigos? nunca tive, sempre. Sempre sozinha, e naquele dia eu estava disposta a tentar uma música, que meu pai sempre cantava pra mim quando era pequena. se eu sabia que ia dá certo? - Não, não sabia. Mas se desse certo, sorte seria minha, se não desse, ninguém ia sentir minha falta. então eu fui lá, no alto daquele prédio, estava decidida, a segui, consegui seu número, era lua vermelha, sabia a hora e lugar que ela estaria, subi os últimos degraus da escada que levava ao terraço do prédio.

Regina..

- Sumiu.. sumiu, não! não!...Não! como pode mamãe- Disse indignada, procurando por toda a cozinha, já estava atrasada pro meu encontro com Robin. - Cadê mamãe?

- Cadê o quê?- já desconfiando do que estava acontecendo

- Meu colar! ele estava bem aqui- apontei pra mesa do café, sai desesperada procurando entre minha bolsa de novo, que não vi minha mãe indo encontro a meu pai e estendeu a mão como se soubesse que estaria com ele.

Parei desanimada, papai era protetor ao extremo, quando soube que eu ia ter meu primeiro encontro chegou chorar, ele era meu protetor, meu tudo.. assim como minha linda e maravilhosa mãe do mundo, eu os amo, faço tudo por eles meus amores. enfim meu pai tirou meu cordão do bolso da camisa..

- Namorar aos 16 anos, isso é contra meus princípios. - disse bravo, mas meu olhar foi direto pro meu cordão que era da minha vo.

- Aqui! - disse minha mãe me entregando em mão.

- Ela e muito nova Cora- Disse meu pai ainda bravo..rsrs

- Obrigada mamãe! - disse a abraçando.

Selene..

Subi as escadas, roendo minhas unhas era agora ou nunca, não tenho nada perder mesmo, vai da certo! eu sei que vai- disse a mim mesmo por confiança.

Regina..

- Seu primeiro encontro, minha princesa! divirta-se- disse minha mãe colocando meu colar e me abraçando em seguida.

- Obrigada mamãe! - disse sorrindo

- Até mamãe, papai- Dei um beijo em seu rosto e sai.

eu e Robin combinamos de nos encontrar em um sábado a tarde, ele me esperaria em um banco perto do hospital Havaí..sai de casa coloquei meu fone fui andando, não era muito longe de casa, fui sorrindo e pensando em como eu tinha sorte como eu o amava, eu tinha uma vida perfeita, amigos, família, namorado, estava no momento mais feliz. O avistei de longe dei uma risadinha. Rsrs tirei meu fone guardei na bolsa, percebi meu celular tocando, era um número privado, fiquei em dúvida se atenderia ou não, mas por fim atendi, poderia ser algo importante.

- Alô..

- Aqui é sua colega de classe, Silene

- Silene! o que houve?

- Vou..vou me matar.. eu vou morrer

- Porque esta falando isso? - disse fiquei em estado de Shok, Silene, a menina mais quieta da classe.. sempre quis me aproximar dela, mas ela nunca permitiu, está me ligando dizendo que vai se matar? -não! está brincando

- Olhe pra trás

Nesse momento me virei para trás, não vi ela por perto, der repente olhei pro alto e lá estava ela, Selene a mais de 20 metros de altura, me assustei- Silene! disse desesperada- Vou ja ai! comecei a andar, quando ela falou brava

- Fique onde está, e assista. fiquei com medo, assustada e sem reação, totalmente imóvel olhando ela lá em cima fazendo cada movimento, que meu coração cada vez mais acelerava de medo, pavor pânico..- Não Selene. Fique onde está por favor, você pode.. cair e...

-Ela pulou.. eu.. eu não acreditei! ela pulou.. daquela altura, na minha frente.. porque? porque me fez assistir ela cair? Porque eu? era tudo que pensava.. tudo foi em câmera lenta, a acompanhei com meus olhos cair até o chão eu foquei ali.. totalmente imóvel, quando de repente tudo apagou..

Silene..

É agora ou nunca. A avistei de longe lá de cima, e quando percebi que ela o viu, tomei coragem e liguei

-

- Alô

- Aqui é sua colega de classe, Silene- Disse, querendo acabar com tudo logo, sem paciência

- Silene! o que houve? - disse com aquela voz doce e irritante, porque tudo nela é tão irritante, porque sempre é o centro das atencões ?porque é bonita? linda? totalmente o contrário de mim.. fui logo ao assunto - vou. Vou me matar.. eu vou morrer

- Porque esta falando isso? - Parecia preocupada.., mas sabia que era fingimento, ninguém ligava..

- Olhe pra trás - ela viu. tomei coragem, deixei meu celular de lado e pulei.. pulei na certeza que agora tudo mudaria de uma forma ou outra.

A dor era insuportável, eu sentia como se várias agulhas estivessem perfurando minha pele de todos os ângulos possíveis. A escuridão teimava em me puxar, e eu teimava em não ir com ela, mas uma hora eu não conseguiria mais lutar.

Relaxei e apenas deixei acontecer, um dia aconteceria mesmo, não é? De repente, como se um filme estivesse passando em minha cabeça, vi todas as minhas memórias passarem por meus olhos. Me senti como se estivesse no cinema, sentada em uma poltrona confortável, saboreando meu chocolate preferido e nem ligando para o fato de que assim que o filme acabasse, minha vida acabaria também.

no hospital..

- Pesados.. minhas pálpebras e corpo estava pesado, pesados como chumbo. abri meus olhos com muita dificuldade, pois tudo doía, e não me lembrava de nada do que tinha acontecido.- o que houve comigo?- vejo uma enfermeira de longe e vejo que ela esta se aproximando de mim..

- Como está?- não encontramos lesões em nenhum lugar, sente algo?-foi logo dizendo

- Não- disse confusa, me levantando, e ela carinhosamente me ajudou, quando ela ia saindo a perguntei de Selene-

- Desculpe! só mais uma coisa, o que houve com Selene? ela esta bem?- disse tudo num folego só, ela se aproximou de mim com uma cara de quem não havia entendido nada

- o que esta dizendo? - disse ela me encarando nos olhos- Você é a Selene

Eu.. eu não ouvi isso. - que? -perguntei quase sem voz, não acreditando, não estava acreditando em nada, em nada daquele dia. vi que a enfermeira saiu e disse alguma coisa que nem cheguei ouvir.como assim eu sou a Selene? como?como?não?isso é um pesadelo, amanhã vou acordar e tudo estará ao normal, decidi olhar meu corpo, pra comprovar a enfermeira que ela estava se confundindo de paciente, me destapei, logo vi um espelho em frente a minha cama, vi um rosto.. que.. que.. não é possível, não sou eu essa.. Meu Deus! Alguém me ajude, comecei a gritar de desespero, cai da cama, chamando pelo doutor, alguém tinha que saber o que estava acontecendo ali.

- Doutor por favor! o que esta acontecendo aqui, cadê meu corpo- Disse desesperada gritando, chorando. Perdida.

- Por favor se acalme senhorita Selene-falou tentando me acalmar

- Eu não sou a Selene- disse em pranto. derrepente ouvi a voz de uma mulher brava, na porta do quarto gritando por Selene, logo levantei a cabeça assustada

- Selene, pare de incomodar- ela foi até o médico e pediu desculpas, pegou forte minha cabeça abaixou e fez eu também pedir desculpas ao médico. to muito assustada, perdida, o que está acontecendo?

- De um minuto a ela, ela esta em Shok- disse o doutor tentando aclamar aquela senhora, que até então nunca tinha visto, mas parecia mãe de Selene;

-O que eta havendo aqui..- disse a mim mesma.

A senhora saiu me puxando do hospital, ate a casa dela, eu não falava nada, estava confusa, não sabia o que tinha acontecido, estou no corpo de Selene, será que ela está no meu? chegamos ate a casa. Era pequena, desarrumada, suja fiquei com medo de entrar mas a senhora me empurrou pra dentro. ela foi direto ao quarto pegou um casaco e já ia saindo de novo.

- Eu não.. tentei falar, mas logo senti um tapa forte e ardido em meu rosto.

- não me cause mais problemas – Disse ela - sai do trabalho por sua causa

E saiu.. me deixando sozinha- olhei pro espelho e novamente a de dentro é.. procurei uma cama e deitei, tentaria dormir e rezar, pra que isso tudo seja um pesadeloente vi o rosto de Selene refletido-essa pessoa não sou eu- Falei chorando- ..


Notas Finais


Gente os erros me desculpe! Prometo concertar, É gostaria de saber o que acharam. Bjinhos aTe o próximo!


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