História Vídeo Game - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Shouto Todoroki
Tags Katsudeku, Kiribaku, Kiribakutododeku, Tododeku, Tododekukiribaku
Visualizações 518
Palavras 3.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oilár! Demorou, mas cá estou eu com mais um capítulo desta fanfic! Bem, vamos aos avisos:

— Era pra ter somente dois capítulos, porém eu decidi que terão cinco rs

— Os lemons serão KatsuDeku, TodoDeku, Kiribaku e KiriTodoBakuDeku

— Demorei porquê eu que tô viciada em GTA agora :v

No mais, boa leitura!

~ Qualquer erro me avisem que eu arrumo ~

Capítulo 2 - Vamos transar mesmo?


Após termos aceitado a proposta de Shoto, eu e Bakugo havíamos chegado rapidamente em meu apartamento, dentro do qual era possível ouvir barulhos de tiros* e alguém conversando —  xingando a mãe — sem parar.

Lá está, Todoroki jogando, como sempre!

— Tem certeza? E se perdermos? — Bakugo iniciou, apoiando as mãos nos joelhos, ofegante e cansado por termos subido mais de cinco lances de escada — E você precisava morar no último andar?

— Eu vou escolher de luta — falei confiante — Shoto nunca ganha de mim — sorri de lado e murmurei um “era o apartamento mais barato que encontramos”.

— Ele pode estar treinando e Kirishima é bom em jogos do tipo.

— Cale a boca, deixe de ser negativo!

 Bravejei e respirei fundo, segundo antes de agarrar a maçaneta e abrir a porta, animado com o nosso plano — de acabar com o vício em vídeo game dos outrem.

— Cale a boca você — respondeu-me o loiro, irritadiço, querendo me socar por termos corrido tanto em tão pouco tempo.

Mas vai dizer que não vale a pena mostrarmos para os nossos maridos quem é que manda?

— Desculpe, eu estou nervoso — Me expliquei, empurrando a madeira, com tudo — Chegam... — abri a boca, surpreso e não nego que quase salivei com a bela visão diante de meus olhos.

Ok, aqui temos uma cena que eu não esperava encontrar:

Todoroki sentado no sofá menor, seminu, com o controle dois em mãos¹ e um cara ruivo, sentado no maior, com o controle um, dando uma surra no bicolor, que reclamava de não ter conseguido ganhar nenhuma partida, ainda.

— Perdedor — O de cabelo inteiramente vermelho comemorou, molhando os lábios e jogando para trás alguns fios que caiam em sua testa — Eu disse que você nunca irá ganhar de mim em MK² — sorriu e se espreguiçou.

 Seu sorriso era bonito, bonito pra’ caralho! E não só isto, mas seus braços definidos e a mostra me instigam.

Deus abençoe a regata!

— Kirishima! Seu saco de lixo de bosta³ — Katsuki berrou em meus ouvidos, chamando a atenção dos dois, que trouxeram seus olhos assustados para nós — O que está fazendo aqui? — Ainda mais irritado, se atravessou em minha frente e caminhou até o ganhador, arrancando o objeto de suas mãos.

Ah, então ele é o desgraçado — gostoso — que vivem gritando com Shoto no headset.

— O que faz aqui? — questionou-o. Eu e Shoto nos entreolhamos. Não pude evitar de reparar em seu torso descoberto e, na toalha que contornava seu pescoço, evitando que gotículas d’água pingassem de seus fios coloridos.

Oh, que bela merda... Ele acabou de sair do banho e deve estar usando aquele perfume que eu tanto amo, só para me provocar!

Sem querer, reparei numa gotinha que escorria por seu peito e abdômen, traçando o caminho da felicidade, em direção do cos de sua calça.

— Calor — sussurrei e me abanei, tentando manter o foco.

— O mesmo que você — voltei a encarar os outros dois, que discutiam, agora, cara a cara — Seu filho da puta!

— Você nem gosta de jogar! E não me chame assim! — pareceu pensar — E, de onde conhece o Shoto? — Seu tom era de ciúme puro.

— Eu não disse com qual joystick eu ia brincar, meu amor — mostrou-o o dedo do meio e, sem deixar que eu me defendesse ou protestasse, num movimento brusco, virou-se para mim e fui puxado para dentro de seus braços, que afundou o queixo em meu ombro, apertando-me contra si. Era mais do que um abraço normal, já que eu conseguia sentir uma ereção recém desperta no meio de suas pernas — E que Shoto? Estou aqui pelo Midoriya, o meu Midoriya!

Vejam só, eu não sou o único excitado aqui! E sabe o mais incrível? Estamos desta maneira por causa desses dois babacas, que não nos dão valor!

— Mas que porra é esta? — fora a vez do meu amado levantar e reclamar, indignado com a cena diante de seus belos olhos heterocromáticos — Solta ele! — disse o homem que não solta o controle do Playstation 4.

Que momento mais cômico: Estou abraçado com Kaachan, que está segurando o riso, enquanto Kirishima e Todoroki mantêm seus olhares predatórios sobre nós.

É claro que eu não perderei esta chance!

— Que duro, Kaachan — assoprei contra seu ouvido, que se arrepiou — Isto tudo é para mim? — continuei a provocação e mordi o lábio, contornando-o com meus braços.

— Estou do jeito que você gosta, não é? — Ele entrou na brincadeira, apertando-me cada vez mais, esfregando nossos corpos cansados do expediente de horas atrás.

— Demais — dedilhei seus braços cobertos pelo terno.

— Só precisamos tomar um banho antes — enfiou as mãos por baixo de minha camisa social, raspando as unhas ali — Vamos juntos?

— Será um prazer — cravei minhas unhas no tecido de suas costas e mordisquei seu lóbulo.

— Vamos rápido, então. Está doendo muito aqui — impulsionou o quadril contra o meu, chocando nossos volumes — Quero te foder — Alguém entrou de cabeça na brincadeira e eu estou amando!

Meus olhos não desgrudavam dos homens que nos observavam, de boca aberta e, excitados — afinal a ereção de Shoto estava marcada em sua calça de moletom, o que me leva a acreditar que Eijiro não está muito diferente, se não mais.

— Parem aí mesmo! — berraram para nós, em uníssono e aproximaram-se, finalmente largando aquelas porcarias.

— Volte a jogar, amorzinho — mostrei a língua para ambos — Que agora é a minha vez de pegar no analógico do Kazinho.

 E antes que nos impedissem ou separassem, desfiz o abraço do loiro e agarrei sua mão, puxando-o comigo para o banheiro.

Em meio a batidas na porta e xingamentos, eu e Katsuki nos banhamos, planejando — também trocando carícias — como “pioraríamos” as provocações ao sairmos dali.

[...]

— O que vocês fizeram? — foi a primeira coisa que perguntaram ao cruzarmos a porta, de mãos dadas.

— Coisas — Katsuki disse, referindo-se aos gemidos que simulamos na banheira, dando a entender que estávamos transando.

Não irei negar: Quase rolou mesmo e por iniciativa minha — que culpa eu tenho se ele é tão lindo quanto Shoto e Kirishima?

Céus, eu estou cercado por três homens deliciosos e preciso aproveitar!

— Coisas é o que eu vou fazer com a tua cara, Bakugo! — A expressão do ruivo era de descontentamento.

— Menos, bem menos — soltei Katsuki e bufei, querendo que Todoroki demonstrasse mais preocupação e que não estivesse com o controle, novamente, na mão — Por que não jogamos logo? Assim resolvemos o problema entre nós quatro — bradei e corri até o sofá, jogando-me no mesmo, somente de boxer.

— Por mim pode ser — Eijiro falou e agarrou o loiro pelo pulso — Mas você fica do meu lado! — O ouvi dizer “somos namorados, não somos? Então fique comigo!”.

Ciúmes, queime de ciúmes também, Todoroki Shoto.

— Claro que não! Somos nós dois contra vocês! — afirmei, me coloquei de pé e o puxei para mim, com força, que cambaleou e caiu em minhas pernas. Kirishima cerrou os punhos, possesso.

Estralei os dedos, pedi para que Bakugo se arrumasse em meu colo e agarrei o controle, ligando-o: — Vamos fazer assim, prestem atenção! — iniciei, começando a explicar como faríamos e o que apostaríamos — Serão três partidas e cada uma será melhor de três! Quem perder tem que beijar sensualmente ou fazer o que o colega de time adversário quiser!

— Ficou louco? E se algum de nós propor sexo? — Shoto questionou, enfurecido e batendo o pé.

— Daí você transa — O respondi, simplista.

— Eu é que não transo com o loiro, quão menos com o Kirishima! Seria gay demais!

— Esqueci que só o teu namorado, eu aqui, sou gay, né, Shoto? Imbecil! — Meus olhos arderam e eu lacrimejei, entristecido pelo o que ele dissera.

Odeio esta pose de “sou homem másculo” — que atrai olhares de todas as mulheres — de Todoroki, a qual o mesmo sempre usa como forma de me deixar enciumado.

Mas agora é a minha vez de fazê-lo se sentir como eu me sinto. Pois se eu fazer com que eles percam, terão que transar e deste jeito, Todoroki deixará de ser o “machão” que só sabe ficar jogando. E também, caso eu e Bakugo percamos, será uma boa chance de esfregar na cara dele o quanto eu sou desejado e posso transar sim com outros, caso ele não mude de atitude — afinal de contas, eu descobri que Eijiro tem um fetiche interessante: Assistir o namorado transar com alguém que não seja ele, fato que é a minha deixa para enganar meu querido Todoroki.

— Isto quer dizer que você acha que vai perder, Shoto? — Kirishima o indagou, com a sobrancelha arqueada — Por mim tanto faz, te como sem problema algum — deu de ombros e inspirou fundo.

— Me come porra nenhuma! —  O bicolor vociferou.

— Chega! Vamos jogar ou não? — Bakugo nos interrompeu, rebolando em meu colo, desafiando Eijiro, que nos encarava com uma careta de poucos amigos.

— Qual jogo? — Todoroki perguntou.

Se depender de mim será Mortal Kombat!

— MK! — berrei junto de Eijiro, que me olhou de canto.

— Só porquê eu não sei jogar essa merda — bufou Shoto, estressado — E você, Baku alguma coisa?

— É Bakugo e pode ser esse também — encolheu os ombros e virou os olhos, querendo, nitidamente, sair daquela situação o quanto antes.

— Então fechado! Serão três partidas! Quem perder a primeira terá que fazer o que for mandado! — O ruivo anunciou e ergueu o braço, comemorando vitória antes de jogar.

— Cara, você deixaria o teu namorado transar com o meu?

 De novo, lá estavam os dois começando uma discussão sem fundamento.

— E daí? É melhor que eu transar com você, não é? — Kiri perguntou retoricamente.

— Isto é verdade — Shoto concordou, balançando a cabeça várias vezes.

— Uhum — responderam em conjunto e cruzaram os braços.

— Pelo amor, vamos jogar logo ou eu vou embora! — O alourado gritou e levantou, espantando-me.

Recompus-me em segundos: — E eu vou junto!

— Não! — Todoroki e Kirishima ralharam, jogando-se no sofá maior, prontos para começarem a “lutar”.

[...]

— Finish him — Eijiro disse eufórico, ensinando Shoto a finalizar o meu personagem, que recebendo só mais um golpe, cairia morto, decretando a derrota do nosso time.

Tentei demonstrar decepção, entretanto, o resultado me agradara imensamente; o meu plano estava ocorrendo como eu queria.

E, se dependesse de Katsuki, eu teria a melhor noite da minha vida, aqui, neste exato momento.

— Ganhamos duas e vocês uma — Sua voz soou forte, eriçando meus pelos do braço.

— Nós já percebemos, Shoto.

— Bora’ fazer o que for mandado! — É impressão minha ou o ruivo está animado demais com a ideia? — Vai, Katsuki, fode ele!

— O quê? — Shoto aumentou os olhos e piscou diversas vezes, sem entender se aquilo estava realmente acontecendo.

— Calm...

Quando abri a boca para me pronunciar, Katsuki que ainda permanecia sentado em meu colo, virou-se de frente para mim e eu travei ao ter seus lábios pressionando os meus, num beijo inesperado.

Sem qualquer reação, tranquei a respiração, sentindo a ponta de sua língua pedindo para invadir minha boca e assim, iniciar um beijo atrapalhado e necessitado. Seus dedos seguravam meu queixo com certa firmeza, impedindo-me de se afastar — se bem que, mesmo que pudesse, eu não o faria, não neste momento em que Todoroki está com os olhos vidrados em nós dois.

O sabor de sua saliva era esquisito, talvez em virtude dos cigarros que o mesmo costuma fumar depois de um dia longo no serviço.

 Fechei os olhos e permiti desfrutar de sua massagem lenta em minha língua.

— Que tesão, cara! — Eijiro falou e eu abri o olho, encarando-o de canto, que havia abaixado o calção e se masturbava vagarosamente, como se estivesse em casa e fosse normal fazer aquilo diante de “desconhecidos”.

— Não vou mentir, tô gostando também — Não, Shoto, não é para você gostar!

Preciso parar com isto antes que a coisa piore!

 Como se previsse que eu fosse pedir para acabar com tudo, Bakugo, num movimento rápido, segurou meu rosto com ambas as mãos e me empurrou contra o encosto do sofá, pressionando meu corpo para baixo, impedindo-me de se mexer. Tentei balbuciar algo, contudo só consegui agarrar a barra de sua boxer — emprestada — e ofeguei ao sentir seus dentes mordiscarem sensualmente o meu lábio inferior.

Que se foda! Eu estou sedento por sexo e, se o meu marido não liga, quem sou eu para ligar? Vou é transar mesmo!

Mais intenso do que eu poderia imaginar, o beijo aprofundou-se, arrancando o ar de nossos pulmões. Tomado conta de mim, suspirei e encerrei a junção de nossas bocas, que ficaram interligadas por um filete de saliva.

Quente. Sinto-me tão quente que posso entrar em combustão!

— Vamos transar mesmo? — perguntou ele ao levantar e tirar a cueca jogando-a num canto qualquer. Seu pênis era deveras apetitoso e grosso.

Não é que eu não queria, aliás, quero e muito, mas e os outros dois? Aceitarão numa boa? Eu estou a um passo de dar para o namorado de um deles!

 — Sim, vocês vão — Eijiro trincou o maxilar — Vão logo!

Em silêncio, Shoto abaixou a calça, ficando apenas de boxer, como eu e Kiri.

 — Vamos?  — sorri com o “sinal” positivo deles e voltei a grudar nossos lábios: — Espero que você me foda com força, ao contrário de Todoroki, que sequer me fode — exaltado pelo o que eu dissera, Katsuki enfiou com tudo a língua em minha boca e puxou-me para baixo, de forma com que conseguisse erguer meu quadril e tirar minhas cueca.

— Será um prazer, Deku — franzi o cenho com meu apelido novo.

Duro como uma pedra, meu pau pulou para fora do tecido e ele salivou: — Vou deixar para te chupar na próxima rodada — ofegou, se ergueu e agarrou meus ombros, levando-me de joelhos em cima do tapete, com a bunda empinada para si.

— Vou começar e não pretendo parar, ouviram, Kirishima e Shoto?

— S-Só vai logo!

— Fode ele de uma vez!

 Não consegui distinguir quem dissera o quê.

Eu me encontrava beirando a sanidade: Beijando, lambendo e chupando, Katsuki invadia meu cu com sua língua habilidosa, levando-me a arfar e suar como se o ambiente estivesse com o ar condicionado desligado.

Uma de suas mãos veio parar em meu mamilo esquerdo, enquanto abria minhas nádegas com a outra, enfiando seu rosto ali, em meu meio.

Arqueei as costas de prazer e deixei que um gemido alto escapasse. Puta que me pariu, eu vou gozar!

— Que tesão — Ele disse e riu, pondo-se atrás de mim, me segurando pela cintura. Meus mamilos endureceram, em sinal de prazer.

O encarei por cima do ombro, que observava minha bunda com um olhar famintos, o qual me deixou sem fôlego. Como um bom provocador que sou, passei o braço por debaixo de meu corpo e enlacei seu pau, que escorria pré-gozo, masturbando-o.

Sem um pingo de vergonha ou me importando com quem nos assistia, fechei os olhos e comecei a rebolar, impulsionando o quadril para trás. Agora seus dedos me penetravam bruscamente, em sincronia com sua boca, que ao se curvar por cima de mim, mordia meu lóbulo e pescoço, com vontade.

— Quero teu pau — implorei sôfrego.

 — Gosto assim — Seus dedos atacaram minha boca, libertando meu ânus.

suspirei e tremi quando tive seu pênis arrancado de minha mão; senti sua glande abrir caminho dentro de mim, afundando-se com tudo no mesmo segundo, fazendo-me gritar.

Seu pênis está tão duro que meu cu pulsa ansioso para tê-lo entrando e saindo dali o mais rápido possível.

Katsuki Bakugo é, definitivamente, uma perdição — e pauzudo.

Ele apertou minha carne com mais força e eu suspirei em deleite.

— Mexe, enfia bem fundo!

O encontro de seu peito com minhas costas tornava tudo mais intenso. Remexi a bunda, buscando senti-lo me rasgar ainda mais.

 Estremeci com a forma que seu pau deslizou para dentro, como eu o estivesse sugando despudoradamente; para dentro e para fora, fundo e forte… com dificuldade, Katsuki segura meu rosto com uma das mãos e sua boca procura a minha. Sua língua imita os movimentos que faz com o quadril e me incitam a me tocar, para uma chegada ao ápice mais rápido.

Me afundei em seu pênis, uma, duas, cinco, dez e vinte vezes… desfruto dele assim como ele desfruta de mim, sentindo-me no céu com o som dos nossos corpos suados chocando-se.

Seu cabelo molhado grudado em sua testa e os lábios inchados, e entreabertos me fizeram perder o resto da sã consciência: — Kaa... chan!

— D-De... ku, geme, ge-me mais.

Agarrando firme em minha bunda, cravando as unhas em minha pele, Bakugo empurrou-me para a frente, me fazendo afundar a testa no tapete felpudo, enquanto eu era fodido deliciosamente por ele.

A cada nova estocada, ele se torna mais duro mais do que antes, enterrando-se tanto que chega a tocar minha próstata.

— Kaac...han! — gritei.

 Largou minhas nádegas e passou para meus ombros, o que aumentou sua aprofundação em mim.

Bombeando sem parar, seu pau pulsante e cheio de veias entra e sai de mim, arregaçando-me, não uma, nem duas, mas milhares de vezes...

Sem conseguir avisar, perdido em todos aqueles sentidos e sentimentos, meu corpo todo estremeceu e minhas pernas fraquejaram, levando-me a cair, tal como Bakugo, que me fodia com tanto vigor. Com estocadas firmes e vigorosas, gozamos juntos: Eu em minha mão e ele em meu cu, que se encheu com sua porra, por completo.

Exausto, espero ele sair, devagar, de mim, caio por inteiro no tapete e me viro de frente para Shoto e Kirishima, que também recém haviam gozado, sujando seus abdomens.

Nossas respirações pesadas nos uniam, tornando tudo mais engraçado e sexy. Encaramo-nos, os quatro, o suficiente para entender que não tivemos o bastante.

 Nós queremos mais, muito mais e agora, trocando de parceiros.

Posso estar morto de cansaço, porém: — Quando é que vamos jogar a segunda partida? — fiz questão de ser o primeiro a dizer algo, quebrando o clima silencioso entre nós.


Notas Finais


*: Tem um personagem em MK que atira, daí que vem os sons.
¹: No controle do PS é possível distinguir um jogador do outro, devido as cores serem azul para o player um e vermelho para o dois.
²: Mortal Kombat, jogo de luta.
³: Referência a minha fanfic https://www.spiritfanfiction.com/historia/dvds-12312514

Como dito nas notas inicias, terão mais dois lemons, dado este motivo, quero que vocês escolham qual deva vir a seguir, sim, vocês poderão escolher entre o foursome, TodoDeku ou Kiribaku, sintam-se a vontade!

Espero que tenham gostado, em exclusivo você @SatanJoker, meu bebê mais lindo, amo tu <3

Nos vemos no próximo!

Edit: O foco neste capítulo é KatsuDeku, deixando de fora os sentimentos dos outrem; por isso, Shoto não demonstrou ciúmes, mas demonstrará no próximo capítulo.


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