História Videre - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Junghan "Jeonghan", Seungcheol "S.Coups"
Tags Jeongcheol, Jeongcheol Au!, Jeonghan, Seungcheol
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Palavras 578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IAI MOÇADA, OLHA QUEM TÁ DIVOLTAAAAAA

Isso aí eu mezmo, ninguém me conhece né

trágico

KDKADKA okei boa sorte pra vocês espero conseguir desviar das pedras

Capítulo 1 - Do not worry


Eu estava voltando da cafeteria onde conseguira um emprego temporário, era um dia chuvoso, eu me lembro. O céu estava nublado e as nuvens negras ao longe se aproximavam, indicando que a chuva não pararia por ali. O vento colaborava para deixar o clima mais frio, e eu com aquela blusa fina apenas desejava chegar em casa e me encolher debaixo dos cobertores.

Estava estressado, ja não bastava ter de lidar com clientes mesquinhos, havia tido uma discussão com Jisoo - um colega de trabalho - e isso me deixava ainda mais frustado.

Já sem paciência em esperar o sinal abrir, olhei rapidamente para os lados e atravessei a rua.

Mas ao ouvir o som ensurdecedor dos freios do carro, ja era tarde demais para que eu pudesse fazer alguma coisa.

__

Jeonghan ja havia arcodado a mais de meia hora, mas o fato de tudo continuar preto o fazia acreditar que ainda estava dormindo - ou quase isso. Este, que só se deu conta de que estava realmente acordado quando sentiu a pequena dor de algo "morder" seu braço, agora estava ali, chorando.

Pelo que ouviu, a pessoa na qual estava ali - provavelmente enjetando algum remédio em si - levara um susto tão grande que tinha quase certeza de que ela quase caíra ao chão.

A ficha ainda não havia caído. Era a frase que descrevia por completo aquele momento. Ja era a quinta vez que ouvia a porta bater, provavelmente indicando mais um médico repetindo alguma coisa para confirmar se realmente era o que pensavam. E claro, se seria apenas passageiro.

O dia se passou, sua mãe estava ao seu lado, e talvez muitos outros parentes apareceram por ali ao longo do tempo, ele tinha certeza disso.

-Senhora Yoon? - Jeonghan se assustou com a voz grossa repentina, e talvez sua mãe também. - Poderia me acompanhar até a minha sala um momento?

Tudo ficou em silêncio, então deduziu que talvez sua mãe havia olhado o médico como se perguntasse alguma coisa ou algo assim. E estava certo.

-Não se preocupe, ele vai ficar bem.

Então ouviu o ranger da cadeira e as mãos delicadas de sua mãe acariciando seus cabelos, em seguida passos, e a porta bater.

Silêncio.

Não conseguiu segurar algumas lágrimas que insistiam em sair. Teve medo de que mais alguém estivesse naquele quarto e o vesse chorando. Mas quanto mais tentava se segurar mais desabava.

Chorava como uma criança de dois anos que acabara de se machucar. Ninguém se atrevia a dizer a ele o que estava acontecendo, e isso era ainda mais agonzante, se não contavam era porque era algo grave, certo? Céus, nunca havia ficado tão amedrontado assim antes. Mas quem não ficaria quando não se enxerga nada e ninguém lhe conta o que está acontecendo?

Não percebeu, mas acabou por dormir. Era difícil diferenciar quando se estava acordado de quando se estava dormindo. Mas foi um cochilo rápido, ja havia acordado quando uma enfermeira apareceu para trocar os curativos e lhe dar os remédios.

-Filho? - e se assustou com a voz da mãe, que parecia um pouco alterada, o que o deixou mais preocupado.

-O que aconteceu? - Pôde ouvir o barulho da cadeira sendo arrastada para mais perto da cama, misturado a pequenos soluços e a porta se abrindo novamente.

-E-Eu tenho algo pra te contar, meu filho. - E as mãos de sua mãe seguraram as suas firmemente, como se ele fosse cair de um penhasco e elas o segurassem.

Mas não se precisa estar a beira de um penhasco para despencar.


Notas Finais


Ta não me matem okei, não agora calmaí que eu tenho uns avizinhos em pleno primeiro capituloMDKSKS

A capa é temporária, eu ia postar depois que ela ficasse pronta ~sendo que eu não comecei KDKDKS~ mas eu tava ansiosa então postei antes

Não contém comigo pra atualizar frequentemente. Se você lê alguma longfic minha ja sabe o desastre que eu sou com isso

i... ispero que vocês tenham gostado:v

a, e comentários me ajudam muito:3


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