História Vigilant Heart. - Miraculous. - Capítulo 1


Escrita por: e Kitty_bug

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Adrinette, Alyno, Heróis, Kwamis, Kwamis Humanos, Marichat, Marinette, Miraculous, Miraculous Ladybug, Plagg, Plakki, Rennapace, Tikki
Visualizações 42
Palavras 2.922
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello my sugar cubes, como vocês estão? Espero eu que bem certo?

Bom gente trouxe outra fic para vocês junto com a nossa querida purple_catS2.

Para aqueles que só lêem no Wattpad e hoje ficou de passagem, nossa fic tbm está sendo postada e atualizada lá no meu perfil Bug_kitty.

Agora sem mais enrolações, tenham uma boa leitura 🙃

Capítulo 1 - "Capítulo 1: Caso Chamak"


Fanfic / Fanfiction Vigilant Heart. - Miraculous. - Capítulo 1 - "Capítulo 1: Caso Chamak"

Era manhã em Angers, os pássaros voavam pelo céu limpo deixando seus lindos e diversificados cantos acordarem os habitantes da cidade. 

Eu estava dormindo tranquila em meu quarto, senti a luminosidade do sol bater em meu rosto e o som do despertador incomodar meus ouvidos.

— Aaah … não, só mais cinco minutos… — Coloquei minha cabeça embaixo do travesseiro após apertar o botão "soneca" do alarme. Por um tempo até que ficou um silêncio e eu voltei a descansar, mas de repente ouvi novamente o som dele me incomodar, foi só então que percebi que aquilo não era meu despertador e sim a campainha sendo tocada repetidamente.

Levantei no maior pulo ao perceber que havia alguém na porta e sem raciocinar o que eu estava fazendo corri até a entrada do meu apartamento para ver quem estava lá.

— Pois não, no que posso ajudar? — Perguntei coçando os olhos para enxergar melhor, já que a claridade me incomodava ao extremo.

— Garota você foi atropelada por um caminhão? Porque essa cara e essa voz de morta? — Alya, a delicada de sempre, me avaliou.

— Oi para vocês também, o que estão fazendo aqui? — Murmurei rouca ao notar a presença de Tikki ao lado da Alya.

— Viemos para resolver o caso da Nadja Chamack e o marido lembra? Ela pediu esse favor para a gente ontem no estúdio de filmagem e dissemos que faríamos o possível. — Tikki falou calma e serena.

— Putz, verdade. Me desculpem meninas eu esqueci.

— Percebe-se amiga. E o sonho estava bom? Para ter demorado tanto para chegar na porta e nos atender.— Alya perguntou já entrando na minha casa junto a Tikki.

— Na verdade eu não me lembro. Olha, fiquem a vontade, querem alguma coisa? — Perguntei fechando a porta.

— Eu queria água. — Tikki largou os materiais que trazia nas mãos em cima da mesa da sala antes de me olhar e sorrir docilmente. — Claro, se não for incomodo.

— Claro que não Tikki, pode pegar na geladeira. E você Alya? Quer alguma coisa?

— Que você me diga: Que pijama é esse do Jagged Stone que eu nunca vi? Tá meio curtinho né? — Comentou me secando com os olhos e corei levemente com o comentário levando meus braços na altura dos seios.

— Eu … bom eu … eu vou me trocar que é melhor. — Comecei a caminhar ainda um pouco vermelha na direção do meu quarto.

— Melhor mesmo e aproveita para pentear esse cabelo, está parecendo o de uma bruxa. — Falou sem que eu parasse de caminhar.

— Obrigada Alya, suas críticas sempre muito construtivas na minha vida.

— Eu sei, eu sei. O que seria da sua vida sem mim? — Disse meio convencida.

Revirei os olhos com sua frase e deixei as duas na sala entrando no meu quarto, aproveitei que já ia me trocar para tomar um banho rápido e escovar os dentes. Coloquei um shorts de pano branco e uma camiseta do super Mario bem antiguinha, eu não pretendia sair de casa mesmo. Escovei meus cabelos do jeitinho como Alya havia "pedido" e voltei para sala.

Tikki estava concentrada em algo no seu notebook com os óculos de leitura quase na ponta do nariz, Alya não estava muito diferente, mas seus dedos corriam rápido pelo teclado do computador.

— Consegui! — Alya gritou assustando Tikki que quase derrubou o notebook recém comprado. Ela olhou assustada pra Alya subindo os óculos no rosto sem entender nada.

— Porque raios você gritou criatura? — Tikki praticamente gritou de volta com o rosto vermelho de raiva. Comecei a rir e me sentei perto da Alya olhando o que ela estava fazendo no notebook.

— Eu consegui rastrear o cartão do senhor Chamack! — Alya respondeu animada e eu peguei o notebook do seu colo surpresa, Alya é boa nesse tipo de coisa, mas uau, isso foi um verdadeiro record!

Para falar a verdade foi bem animador, primeiro passo dado. Porém minha animação não durou muito mais do que rápidos sorrisos, já que não havia nada importante ali, apenas compras do dia a dia.

— O que foi Mari? Encontrou algo ruim? Você não parece animada depois que pegou o notebook da Alya. — Tikki disse e eu concordei bicuda com sua afirmação.

— Não tem nada aqui! Nadinha de nada, como pode não ter nada? Tem que ter alguma coisa. — Respondi um tanto incrédula com aquele resultado, Alya então pegou o notebook para ela novamente e olhou os arquivos com os próprios olhos antes de fazer a mesma careta que eu.

— É verdade, não tem nada de interessante.

— Talvez na realidade ele não tenha ninguém e Nadja pode estar imaginando coisa.

— Não acho que seja isso Tikki, minha intuição não falha. — Alya respondeu — Esse é só primeiro cartão, ele tem muitos outros.

— É estranho pensar que ele pode estar traindo a Nadja. — Falei abraçando minhas pernas, é de certo modo triste para mim, eu cresci perto da família Chamack, cuidei da filha deles por muitos anos e eles pareciam ter um casamento show, uma boa relação. Ainda por cima tem Manon que só está com seus quatorze anos e com toda certeza não vai reagir bem a uma história dessas. — O casamento deles pode acabar por nossa culpa.

— Não é nossa culpa Marinette, é o nosso trabalho, descobrir a verdade e apenas isso. Os dois que devem resolver o que fazer a partir do que for revelado. — Tikki falou e sorriu para mim, retribui o sorriso tentando tirar isso da cabeça, afinal ela não está errada.

— Tikki tem razão, se ele realmente traiu a culpa é dele. É melhor saber a verdade de uma vez… — Falou voltando a mexer no seu notebook.

— Nadja disse que ele passou o final de semana fora trabalhando. — Comentei pegando meu próprio material de trabalho para ajudá-las naquele caso.

— É mentira. — Tikki disse num suspiro, ela até mais do que eu, odeia casos de traição. — Ele não deixou a cidade em momento algum. Eu ao menos não achei registros sobre isso.

— Está certa. Ele não viajou, fez uma compra às duas da manhã do sábado, foi na cidade. Mas é longe daqui, perto da rodoviária. — Alya falou nos mostrando uma fatura do cartão de crédito dele.

— Que merda — Murmurei com o que havíamos descoberto, por mais que aquilo não fosse o suficiente, era alguma coisa para investigarmos ainda mais fundo. — Então partimos para próxima parte?

— Isso garota e ela vai ficar com você.

— Certo, eu vou preparar minhas coisas. — Me levantei do sofá e deixei as duas lá, agora eu tinha que ficar de olha no senhor Chamack, acompanhar a rotina dele e ficar de olho em qualquer deslize que ele dê. Se me permite dizer é bem chatinho, pode durar semanas sem um deslize que me levante suspeitas. Um dia é o que eu preciso para que eu tenha certeza.

Vesti algo simples, pensei que não teria que sair de casa, mas aqui vamos nós certo? Coloquei uma calça jeans, uma blusa branca e um sobretudo marrom, peguei e botei tudo o que eu precisaria em uma bolsa de alça longa.

A rotina de James Chamak começa daqui a alguns minutos e eu tenho que acompanhar tudo nos mínimos detalhes possíveis.

Voltei pra sala e vi as duas no sofá. Ambas resolveram juntas, sem meu consentimento, ficar na minha casa procurando por mais algumas pistas.

— Não vai comer nada? — Tikki me perguntou na porta.

— Não, o Senhor Chamack sempre passa em uma cafeteira, eu compro alguma coisa lá também.

— Tudo bem, mas tome cuidado, lembre-se que ele conhece você.

— Eu sei Tikki, não se preocupe. Agora eu preciso ir, toma conta da minha casa e não deixa a Alya perto da cozinha. — Disse e ela riu.

— Escuta aqui Marinette, eu só deixei o fogão queimar três vezes. — Ela falou ainda sentada no sofá fazendo eu e Tikki nos encararmos.

— Vou proteger ela com se fosse minha vida, palavra de escoteira.

— Você nunca foi escoteira! — Falei e saí correndo porta afora ouvindo uma risadinha dela antes.

[...]

Eu andava calmamente pelas ruas da cidade, sim eu estava seguindo o Senhor Chamack, mas era necessário para ter certeza do que estávamos investigando.

Em geral a rotina dele era a comum de sempre, sair de casa para a cafeteria, pegar seu clássico café expresso sem açúcar e ir ao trabalho, do trabalho voltar para casa para almoçar com a família e de lá de volta ao trabalho.

Sinceramente aquilo já estava ficando tedioso, mas eu não poderia perder meu foco.

Ele trabalha em um enorme prédio de uma editora de revistas de moda, eu fiquei do lado de fora o tempo todo observando a porta de entrada e saída para ver se ele saía do escritório antes do fim do horário do seu expediente.

O tempo foi passando e graças ao bom pai nada aconteceu fora do comum, suspirei com aquilo, faltava pouco para seu horário acabar e ele ir embora de volta para casa.

De repente senti meu celular vibrar na minha bolsa e saquei o mesmo rapidamente vendo ser uma chamada de vídeo da Alya.

— Oi Alya, o que foi?

– E aí amiga? Descobriu alguma coisa? Viu ele com outra mulher?

— Por enquanto nada, ele fez a rotina de sempre.

– Bom, eu e a Tikki temos uma notícia para te dar, ela pode ser vista como boa ou ruim, só depende de você.

— Diz logo o que é!

– Enquanto víamos o histórico do cartão de crédito do Senhor Chamack percebemos que ele começou uma rotina de comprar coisas numa sexy shop.

— Já ligaram para a Nadja?

Sim, claro que não perguntamos na cara dura se eles transam com brinquedos, mas a resposta dela não foi muito boa. – Tikki falou aparecendo na imagem do vídeo.

— Deixe-me adivinhar: eles não usam os brinquedos certo?

– Não amiga e isso é uma pista e tanto para o que já está quase óbvio.

— É, mas onde será que ele guarda esses brinquedos? Vem cá, na fatura do cartão dele consta a reserva de algum motel ou algo do tipo?

– Foi a primeira coisa por qual procuramos quando você saiu, mas não, aqui não consta nada sobre motéis.

— Ok, isso me ajuda muito gente, obrigada.

Porque? Suspeita de algum lugar que ele possa estar se envolvendo com alguma mulher?

— Agora é o horário de saída dele e se ele demorar demais para sair, acho que temos o nosso lugar.

Ok amiga, vamos continuar a procura por alguma outra pista relevante, qualquer coisa pode nos ligar ou mandar mensagem.

— Pode deixar, beijos nos falamos.

Beijos. – Elas disseram juntas e saíram da ligação, desliguei a mesma logo em seguida voltando minha atenção para a saída do prédio.

Fiquei um bom tempo esperando ele sair e nada, o cara não saia!

Suspirei e com muita paciência – talvez uma que já estivesse se esgotando – continuei a esperar, já que entrar lá não seria tão fácil, a entrada é restrita a funcionários, então eu só podia fazer aquilo mesmo.

— Fala sério, já se passou mais de uma hora, que tipo de pessoa gosta de ficar no emprego mais do que o tempo da sua carga horária? — Murmurei comigo mesma.

De repente uma van branca parou perto da entrada do prédio e pelo slogan estampado num adesivo nas laterais, era possível ver que era a entrega da nova edição das revistas que precisavam ser revisadas, essa era minha chance. Abotuei o sobretudo e adquiri uma expressão séria caminhando até van de onde um garoto – aparentemente jovem – desceu, provavelmente um estagiário.

— Mas que demora! Nós temos um horário a cumprir, sabia disso? — Disse dura e ríspida, começando meu pequeno teatro e senti até um pouco de dó da expressão assustada que garoto fez.

— Vo-você trabalha aqui?

— Sim, e já estou esperando por vocês há horas! Não sabia que essa empresa tinha funcionários tão incompetentes!

— Me desculpe... — falou pegando uma das caixas na van — Tivemos um pequeno problema com a van.

— Isso não importa agora, vamos me dê essa caixa, não temos muito tempo. — Mandei e ele me entregou sem nem pensar duas vezes, tadinho. Ele pegou a outra caixa e continuou me olhando sem sair do lugar.

— Vamos, o que ainda está fazendo aí parado? — Praticamente gritei e ele deu um pequeno pulo antes de sair andando na minha frente, abaixei a cabeça quando ele entrou no prédio, ele falou algo com recepcionista que liberou nossa entrada, fala sério eles precisam aumentar a segurança desse prédio, eu nem me esforcei tanto para entrar.

Logo adentramos na empresa e começamos a andar em direção do elevador. Quando entramos no mesmo entreguei a segunda caixa para ele que segurou sem dificuldade, desci para o andar onde o senhor James trabalhava – que pelo horário estava completamente vazio – caminhei até sua sala e pude ouvir vozes lá dentro juntamente a uma típica risadinha feminina, abri vagamente a porta da sala, mas ele estava ocupado demais com sua boca colada a de uma loira – claramente mais jovem que ele – para prestar atenção nisso.

— Que merda — Murmurei, mesmo que isso não me deixasse surpresa, mesmo que fosse esperado, a única pessoa que me veio em mente foi Manon.

Peguei meu celular e comecei a tirar algumas fotos tentando ao máximo não fazer nenhum barulho, aproveitei para filmar também – já que sou uma pessoa vivida perto de outras que costumam pagar de "espertinhas" e falar que as fotos são montagem.

Quando já havia obtido material o suficiente, fechei a porta e saí o mais rápido possível de lá. Passei pela recepcionista murmurando um boa noite e comecei a caminhar para longe do prédio discando uma ligação.

— Tikki? — Chamei quando ela atendeu a ligação.

Oi Mari, conseguiu alguma coisa?

— Sim, me diz: será que você pode puxar a ficha dos funcionários do prédio? Procura uma loira, aparenta ter uns vinte e poucos anos.

Tudo, bem. Vai demorar para chegar?

— Não, vou pegar um táxi e daqui a pouco chego aí. A gente conversa melhor em casa.

Tudo bem, até breve.

— Até. — Desliguei o telefone e guardei na bolsa, fiz sinal para um táxi que parou próximo a mim, entrei feliz por finalmente poder me sentar depois de dia inteiro de pé, suspirei fechei meus olhos, depois de tanto tempo na rua eu só queria o conforto da minha casa e não fazia a menor ideia de como contaria aquilo para Nadja, mesmo que ela já soubesse precisando apenas de uma confirmação.

[...]

— Aaaah finalmente, como é que se diz mesmo? Ah é! Lar doce lar, como senti sua falta. — Me larguei no sofá após entrar na minha querida e humilde moradia e largar minha bolsa em cima da mesa de estar.

— Mari? Chegou? — A voz da Alya ecoou pela casa vindo do meu quarto. Mas essas meninas tão se acomodando de mais na minha casa, não?

— Cheguei! — Gritei com preguiça de me levantar e ir até elas, mas aparentemente elas estavam tão curiosas para saber o que eu descobri que decidiram vir até mim.

— Menina, nos conta logo o que você descobriu! — Alya falou aparecendo na sala junto a Tikki e se sentou no braço do sofá enquanto Tikki se mantinha de pé.

— Mas é muita folga você né Alya?

— Eu sou sua amiga, eu posso! Agora vai para o assunto interessante. — O nível de ousadia está como? Suspirei e me sentei apontando para minha bolsa em cima da mesa.

— Tikki, pega minha bolsa por favor?

— Pego. — Caminhou até o objeto em cima da mesa e o trouxe até mim. Comecei a mexer dentro da bolsa e peguei meu celular já o desbloqueando e colocando no vídeo.

— Olhem isso. — Falei mostrando o vídeo para elas, que – assim como eu – por mais que já soubessem daquilo, se sentiram surpresas com a notícia.

— Por isso me pediu para puxar a ficha dos funcionários da empresa?

— Sim, você conseguiu achar?

— Para falar a verdade, tem mais de quarenta loiras naquele empresa na faixa etária de vinte anos, mas aí eu lembrei que o senhor Chamak trabalha na edição de fotos para as capas das revistas e joguei o perfil da menina somente nesse setor, o computador me enviou três resultados… — Me mostrou a ficha de três loiras impressas.

— Ótimo, agora é só mostrarmos essas fotos para a Nadja e ver se ela reconhece alguma delas, no víde não dá para ver direito o rosto dela. A única coisa ruim vai ser postar o caso no blog e ver a reação da Manon… — Murmurei e as duas me lançaram um sorriso compreensivo.

— Olha Mari, pensa pelo lado positivo, estamos livrando as duas de um homem que não as ama mais…

— Além disso, iremos postar o caso no blog apenas com a autorização da Nadja, caso contrário vamos procurar outro caso de famosos para jogar na internet! — Tikki falou e sorri, elas estavam certas, agora o último passo era ver qual daquelas três era a amante de James e principalmente, saber o que Nadja vai fazer sobre o caso...


Notas Finais


Olá, como vocês estão? aqui é Purple, acho que vocês não me conhecem aqui, mas eu tenho uma fanfic postada no wattpad.

O que vocês acharam do capítulo?

Essa é um fanfic da kitty_bug que eu estou participando como co-autora, deem muito amor para ela porque essa história merece.

Unis 🦄 e sugar cubes espero que gostem da história, e até a próxima atualização.


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