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História Vilão... Novamente? - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olha eu de novo :v Não vai ter imagem de novo, agora é por preguiça mesmo, ainda são 4PM então não tenho desculpa. Bom proveito

Capítulo 2 - O começo


A partir de agora lhes contarei como foi essa minha vida de merda, sendo um comum sem individualidade…

 

Voz ao longe – Deku!!! Fiquei sabendo que não tem individualidade, então não poderá mais andar com a gente de novo…

Midoriya – Mas eu não tenho culpa Kacchan, os médicos quem me falaram para simplesmente desistir de tentar…

Bakugou – Isso ainda não é um bom motivo para voltar a andar com a gente.

Coadjuvantes – É! É! Realmente Midoriya não é um bom motivo, o que vai fazer para continuar a andar com a gente?

Midoriya – Bom, eu não… Eu… Não poderíamos simplesmente continuar como sempre foi? Por que tem que mudar agora?

Bakugou – Parece que você não entende mesmo seu nerd ridículo. Não ter individualidade significa ser o mesmo que merda aqui entendeu? Ou ainda não é compreensível para você?

Midoriya – … Não podemos mesmo?

Bakugou – Bem você pode continuar á andar com a gente…

Coadjuvantes em uníssono – Ele pode?!

Bakugou – Claro, mas ele terá que fazer algumas coisas para a gente… Você entende Deku? -Fala com um sorriso no rosto em quanto aproximava os punhos- Não entende?

Midoriya – M-Mas Kacchan não éramos amigos? Por que tem que acabar assim? O que eu fiz? Só por que não tenho individualidade? Ou você simplesmente me odeia a tal ponto?

Bakugou – Seu nerd desprezível já deve ter entendido, mas por que tornar as coisas tão difíceis para si mesmo? Eu simplesmente quero ser seu amigo como sempre fui, o que tem de errado nisso?

 

Em quanto Bakugou falava isso ele se aproximava aos poucos e cada vez mais e mais explosivo. Sim, a individualidade dele era explosão do jeito dele. O que se pode fazer em uma hora dessas… Bem o que eu fiz não foi nada inteligente, mas eu queria testar algo na hora, ver se conseguia ao menos deixar uma pequena marca nele… E bem, não foi uma ideia muito inteligente mesmo. Eu não tinha corpo suficiente e nem técnica, eu simplesmente não sabia onde estava me metendo… E bem não queria saber mesmo, eu era fraco e não podia evitar…

 

Em quanto Bakugou corria em minha direção o certo seria correr no mesmo lado para fugir dele o mais rápido e não apanhar. Mas eu corri em direção à ele e tentei um combate frente a frente tentando vencer o meu próprio medo, para não ficar preso nessa fenda.

 

Bakugou – Sua puta você realmente acha que pode ir em um combate de frente comigo? Seu desgraçado vou te mostrar que não vai ter chance nem para lamber meus pés ao pedir perdão!!-Gritou Bakugou em quanto corria em minha direção com suas mãos completamente brilhantes por conta as explosões- Vai se ferrar seu nerd desgraçado!!

 

Em quanto Bakugou corria e gritava feito um condenado eu apenas tentava me manter calmo pelo minha primeira batalha “de verdade”, uma briga infantil mas que teria um impacto nas minhas futuras brigas…

No momento do impacto onde meu inimigo e eu nos acertamos eu obviamente cai no primeiro impacto e e não tive chance já que ele tinha a individualidade dele do seu lado, e não só ela, como reforços, pessoas que poderiam simplesmente me quebrar também, então resolvi no final ficar no chão e adestrar uma postura de defesa, onde eu simplesmente não me machucaria de mais…

 

Bakugou – Finalmente percebeu seu desgraçado de merda! Finalmente entendeu que não pode brigar comigo de jeito nenhum? Seu desgraçado agora eu vou te foder sua puta desagradável, vai ter que me respeitar até no inferno!!

 

Em quanto ele gritava coisas assim eu estava quase chorando pensando em um motivo, alguma coisa para poder me livrar daquela vida rotineira, e então eu senti uma dor imensa em meu peito que se propagou para o corpo inteiro, eu não podia aguentar aquilo como estava sendo com os pontapés e os socos que estava recebendo então gritei, com tanta força que eu acho que algum adulto se preocupou e foi correndo ver, e então só me lembro de ter visto os 3 pirralhos que estavam me espancando abaixarem e taparem seus ouvidos, foi a última coisa que eu vi antes de apagar por completo…

 

Eu tive um pesadelo nesse tempo. Sonhei que estava esquartejando algo, ou, alguém… Não sei ao certo, eu não conseguia sentir nada além de uma tremenda euforia. Então…

 

Srta. Inko – Midoriya!!! Meu filho!!! Está tudo bem? Não se machucou? -Gritou minha mãe ao entrar em um lugar que parecia ser um hospital- Está tudo bem? O que aconteceu? Não se machucou? Algum lugar dói?

Midoriya – Mãe? Não… Está tudo bem… -Isso é estranho, não lembro de minha mãe ser tão gentil comigo assim faz algum tempo, desde que eu fui descoberto como um anômalo ela tem me evitado e feito coisas bem brutas- Não mãe, está tudo bem, o que aconteceu?

Srta. Inko – *suspiro… Bem meu filho você estava mexendo em seu computador animado para eu por aquele vídeo que você mais gosta, estava todo animado quando de repente você paralisa, pareceu como que aquela sua animação toda foi embora e você ficou pálido de repente, e gritou, começou a grita, um grito ensurdecedor, algo que nunca em toda a minha vida tinha ouvido antes. Tentei te ajudar a se acalmar mas acabei não conseguindo com o barulho ele simplesmente era de mais… -Falava minha mãe em quanto segurava minha mão e quando repentinamente me abraçou com força- Me desculpa Izuku, me desculpa se eu fiz alguma coisa que te causou isso…

Midoriya – Huh! Mas… Eu… -Cochichei baixo comigo mesmo- Eu não estava apanhando do Bakugou e dos outros? Então não era para eu ser encontrado de baixo de uma árvore? Por que minha mãe disse que eu paralisei em frente ao computador? E por que ela está sendo tão boa comigo? -Cochichei em quanto olhei para a parede, por sorte tinha um calendário- O quê!?! -Fiquei pasmo comigo mesmo- agosto de… 2027? Estou no passado? O quê? Como?


Notas Finais


De novo não coloquei ela ainda mas já escrevi aqui, é legal preencher o que se tem na hora, então não sou realmente culpado :v


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