História Vilarejo Lagoa: uma fanfic Maze Runner - Capítulo 5


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Categorias The Maze Runner
Personagens Alby, Ben, Caçarola (Frypan), Chuck, Gally, Minho, Newt, Teresa, Thomas
Tags Nally, Newtmas, Thally, Thominho
Visualizações 25
Palavras 894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aviso: +18

Capítulo 5 - Rendição


Fanfic / Fanfiction Vilarejo Lagoa: uma fanfic Maze Runner - Capítulo 5 - Rendição

Durante a noite era comum que os garotos da Clareira fizessem fogueiras e se reuníssem ao redor delas para jantar e conversar, e os grupos eram bem distintos. O pessoal da colheita, que possui mais garotos, fazia a maior das fogueiras, e eram os mais brincalhões e muitos não se importavam em trocar carícias na frente dos outros. Eles eram liderados por Gally, que não esconde de ninguém sua natureza mais livre, e também não está nem aí para a fama de “rodado”.

Em algumas ocasiões, Alby também acendia uma fogueira próxima a cabana central, que funcionava como um local para reuniões e era onde ele mais permanecia junto com Newt. Na cabana central também ficavam os doentes, que eram raros, por isso o acesso a ela era restrito aos líderes da Clareira e aos chamados restauradores, que tratavam os doentes.

Thomas estava junto a Alby, Minho e Newt, e mais alguns enfermeiros ao redor da fogueira.

- “Qual é a do Gally afinal?” – pergunta Thomas, a quem quisesse responder.

- “Ele possui seus seguidores. Abraçou forte a cultura das tochas, e, sinceramente, se não fosse por ele, ela já teria acabado.” – responde Alby.

- “Cultura das tochas? Vocês são criativos...” – brinca Thomas.

- “Ei, Thomas! Posso falar com você?” – grita Gally da outra fogueira.

- “Aah, fala sério...”

- “Vai lá. Vê o que ele quer. Acho que está na hora de todos irmos deitar, amanhã vamos levantar cedo.” – diz Alby.

Thomas se dirige à Gally, um tanto relutante. O rapaz, que não parece tão intimidador depois de umas horas bebendo rum, é direto.

- “Eu quero você. Aqui, agora.”

Alguns rapazes riem, outros se retiram: “acho que querem privacidade...”

- “E o que exatamente você pretende?”

Gally se vê sozinho com o novato, e tomado pela bebedeira, cria coragem e se aproxima do ouvido de Thomas, sussurrando.

- “Quero sentir o seu gosto, tocar você.”

Gally puxa Thomas pela camiseta, encostando seus corpos, fazendo o outro sentir seu órgão ereto. Thomas se vê atraído, não consegue se conter, parece dominado pelo garoto, que é bem mais alto que ele. Ele discretamente olha ao  redor, se assegura de que todos já foram. Lentamente aproxima sua cabeça  peitoral de Gally, toca com seus dedos nos braços dele, mas bruscamente recua.

- “Vamos, eu sei de um lugar...” – diz Gally, puxando Thomas pela camiseta.

A fogueira já estava quase extinta. Os rapazes caminham em direção ao que eles chamam de celas, buracos cavados no solo da Clareira, na parede do labirinto, onde eles geralmente mantém “presos” os garotos como forma de punição. Mas aparentemente, as celas também são usadas para as diversões casuais de alguns garotos, Thomas não pode deixar de notar um casal na cela ao lado. Eles entram.

Gally parece estar com muito tesão, ele tira sua camisa e puxa Thomas novamente para si. Os dois se ajoelham de frente um para o outro e se beijam, Thomas a princípio está relutante, mas Gally nem de longe parece se importar com isso, ele finalmente está sentindo o gosto da fruta que há mais de um mês anseia provar. Logo Thomas se entrega, Gally toca o órgão do novato, que já está ereto. Thomas tira sua camiseta e os dois continuam a se beijar, enquanto Gally abre o zíper de Thomas e brinca com seu genital. Depois de muitos amassos, Gally pega a mão de Thomas, querendo também ser tocado. Thomas puxa sua mão de volta, e os beijos param de repente.

- “O que foi? Vamos, eu quero que me faça gozar.”

Mas Thomas parece não se sentir a vontade com suas mãos tocando o pênis de Gally. Mas o loiro decide não estragar o momento, começa a beijar o corpo de Thomas, descendo da boca, passando pelo pescoço, peitoral, abdômen, e finalmente começa a fazer sexo oral no garoto. Thomas geme alto, ele nunca havia sido tocado assim antes. Gally  demonstra ser um amante experiente e realmente parecia se deliciar. A mamada é longa, mas Gally interrompe e volta a beijar Thomas, que pausadamente pede para que o outro volte a chupá-lo. Gally não parece disposto a continuar fazendo oral em Thomas, e sutilmente segue beijando o ombro do garoto, seguindo em direção às costas. Quando menos percebe, Thomas se vê dominado. Gally beija a nuca do garoto, que ergue seu braço direito para tocar a cabeça de seu parceiro. Gally dá uma leve mordida na orelha de Thomas, passeia com sua língua na nuca do rapaz que geme e se masturba loucamente ao mesmo tempo. Gally cospe em sua própria mão esquerda e lentamente começa a tocar​ o ânus de Thomas, que fica sem reação. Depois de brincar bastante com seus dedos, Gally inclina seu parceiro para frente, deixando-o de quatro, cuidadosamente penetrando Thomas, que grita de dor e tesão. Os dois permanecem por 11 longos minutos unidos pelo prazer, até que Gally ejacula diante das largas costas suadas do novato, tendo finalmente realizado seu maior desejo.

- “Foi o melhor que já tive...” – sussurra um exausto Gally, que se veste e deixa a cela.

Thomas também se veste, mais lentamente do que seu parceiro, mas ali ele fica, ainda respirando com cansaço, pensando no que acabara de acontecer. Lembra-se logo que teria que passar por outros garotos até deitar em sua rede, então, com um pouco de vergonha, decide dormir ali mesmo.



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