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História Villain - Capítulo 1


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Notas do Autor


Super pistola porque os povu que acha que meus babies de Boku no hero podem ser traídores e tals... Ai resolvi fazer essa fanfic e foda-se!

Desculpem meu revoltamento, por favor, me ignore e comece a leitura... sou meio surtada assim mesmo!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Villain - Capítulo 1 - Capítulo único

Point Of View: Autora

 

Para todos da sala 3-A, o idiota elétrico, vulgo Denki Kaminari, estava agindo estranho. Não parecia fora do comum, mas eram estranhezas frequentes e fazia cerca de 2 meses. Não era possível que fosse apenas coisa da cabeça deles, uma simples coincidência... ou seria?

A primeira vez, foi quando pediram para o loiro dar uma opinião sobre a liga dos vilões ter atacado a excursão, que tiveram semana passada, e como foi muito esquisito eles saberem dela - já que apenas professores e sua sala, do terceiro ano, tinham conhecimento -. 

Ele apenas olhou para cima, coçando o pescoço, como quem tentava formular algo e, de repente, sua face desesperado ficara de forma evidente.

"Esqueci a torneira ligada!", saiu correndo para seu quarto e depois nem não desceu mais.

Você deve estar pensando: "Claro que é apenas uma coincidência!", mas uma coincidência dessas não pode ocorrer 27 vezes, de acordo com as contas de Midoriya, por dois meses e toda vez que citava-se: traidor, liga dos vilões e/ou ataques de anti-heróis aleatórios.

O incidente da torneira, foi o primeiro de muitos outros: Queimar a televisão - durante a reportagem de uma suspeita de que alguém pudesse estar traindo os heróis -, estar longe durante ataques de vilões na U.A.  e, quando está por perto, sai quase sem ferimentos ou nenhum; ficou doente (ou """"doente"""") durante a outro ataque, entrou em curto quando perguntaram sobre "estar estranho" e várias outras coisas.

Claro, se tratando de Denki, de acordo com Kirishima - seu outro melhor amigo -, poderia ser realmente tudo da cabeça deles e na verdade o loiro apenas tinha muito azar e muita sorte em momentos errados... assim por dizer.

No entando, Shinsou confiava em Kaminari até vendado, de tampões de ouvido, uma fita na boca e amarrado. 

Desde o segundo ano, quando oficialmente se tornou um membro da sala, o loiro tentou ser amigo do de cabelos roxos (por ter um certo interesse por ele); sempre fazendo piadinhas e tentando ajudá-lo em qualquer quesito - até se ele mesmo não soubesse -. 

Óbvio que Denki conseguiu! Além do mais, Hitoshi não era aquele muro de aço como aparentava ser. Era calmo, gentil e preocupado; esboçava mini-sorrisos com as palhaçadas do loiro, tinha insônia, por causa de seu passado - por isso as olheiras - e adora gatos (tudo descobertas do pikachu).

Talvez fosse pelos detalhes dos quais diariamente descobriam e admiravam que se apaixonaram. É... Exatamente como você leu. Se apaixonaram e escondem isso com medo de acabar com a amizade... mal sabem eles da reciprocidade.

Mas voltando ao ponto principal, o pseudo filho de Aizawa se recusava a acreditar na veracidade dessa traição... Denki jamais faria isso em sua concepção. E a gota d'água foi quando pediram para usar seus poderes nele.

— É sério isso? Vocês são amigos dele, como podem me pedir uma coisa dessas? – reclamou irritado.

— Precisamos confirmar, esses acontecimentos têm sido estranhos. Por mais que confiamos nele, precisamos saber se é apenas uma coisa da nossa cabeça ou se... – Midoriya foi cordado.

— Se realmente acreditassem, não me pediriam! Vocês, mais do que eu, sabem que Denki tem um imã para estranhezas, não me surpreende que agora não seja diferente.

— Mas, Shinsou, 27 vezes em dois meses é fora do comum... – Insistiu Uraraka.

— Minha resposta final continua sendo não. Vocês ao menos tentaram falar com ele?

— Tentamos... mas ele entrou em curto. – Desta vez, Mina se pronunciou.

— Talvez porque pressionaram ele... sabem como ele é! – Justificou ainda mais irritado, porém sua aparência se mantinha controlada.

— Por favor, só precisamos confir...– o corte veio por Bakugo.

— Oe, seu extra, uma confirmação não mata, porque se a gente realmente achasse que aquele Pikachu do Paraguai é culpado, tínhamos o entregado. Então, se confia nele, faça a porra do teste, cacete! Não é difícil fazer essa merda! – Ditou, Kacchan, em seu típico ar de calmaria e paz.

Hitoshi apenas os olhou com desgosto e se virou indo para as escadas, e subindo-as logo em seguida.

 

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Não acreditava que estava fazendo isso.

Bateu na porta suavemente, essa que foi aberta quase que imediatamente. Foi recebido por pulinhos animados e um sorriso que desapareceu conforme a seriedade em que as palavras foram ditas:

— Precisamos conversar.

— Ah! E sobre o que seria para estar tão sério? – Deu uma risada sem graça por pensar que o outro tivesse descoberto sobre sua paixão secreta sobre ele.

— Ultimamente todos notaram que você tem agido estranho, me pediram pra perguntar se tal comportamento tem alguma ligação com os ataques de vilões na U.A. ? – Jogou toda informação em cima do pequeno... 

Sério que pensavam isso dele?

— Espera... como? – Ele estava incrédulo.

— Você tem alguma ligação com esses ataques? – Repetiu a pergunta e sentiu seu peito apertar. Não queria fazer isso, seu loiro estava sendo acusado e mal soube defendê-lo direito.

— Que? Mas é claro que não, Toshi! Eu jamais faria isso. – Disse com os olhos arregalados e a voz levemente alterada.

— Calma, Kami...

— Calma, nada! Eu estou sendo acusado de algo que não fiz! Por acaso não acredita em mim?

— Meu All Might, é claro que acredito! É só que...

— Você precisa confirmar, não é? – Sua voz estava baixa, como se estivesse preste a chorar.

— Denki, me deixa explic... – Tentou fazer o loiro levantar a cabeça para olhá-lo, puxando seu queixo, mas o toque foi expressamente rejeitado.

— Anda logo! – Disse mais alto, estava irritado e magoado.

— Ok! – disse sério, mudando totalmente de postura, preparando-se para usar sua lavagem cerebral. – Diga sim ou não.

— É o qu... – Foi interrompido pela individualidade que foi ativada.

— Denki Kaminari, você ajuda ou tem alguma participação, mesmo que miníma, nos ataques que vem ocorrendo na U.A.? – Indagou sério, porém aliviado... sabia que não era culpado.

— Eu não faço parte da liga dos vilões, nem os ajudo. Eu não faço parte de nada que seja odioso ou possa prejudicar meus amigos e a pessoa que eu gosto. – O roxeado balançou a cabeça levemente para cima, desativando sua peculiaridade.

— Oh, Kami... eu sabia que... – quando se aproximou o suficiente, notou os pequenos riozinhos descendo pelos olhos do pikachu, então se apressou para secá-las, mas novamente seu toque foi rejeitado.

— Sai do meu quarto... sai você ou sai eu. – Disse baixo.

— Ei, você entendeu errado... – Começou a explicar, mas Denki não queria ouvi-lo.

— Eu entendi errado o que? Que vocês desconfiavam de mim e você veio "tirar a prova"? Eu posso ser o que for, mas o que vocês fizeram passou dos limites! – Brigou indignado  – Eu saio!

A porta foi aberta estrondosamente e Shinsou foi atrás de Kaminari, que saiu apressado e pisando fundo.

Na sala comum, estavam todos os outros estudantes, da sala A, esperando ansiosamente pelo resultado, mas o que viram foi Denki descendo as escadas e o lavagem cerebral desesperado atrás do outro.

— Denki, por favor, me deixa explicar! – Suplicou mais uma vez, mas fora ignorado.

Seu loiro tinha saído do dormitório, sabe-se lá para onde.

— O que aconteceu? – Perguntou, Mina, de modo cauteloso

— Sabe o que aconteceu? Essa merda aconteceu! – Tirou o gravador de dentro do bolso da blusa de moletom e jogou no sofá... ainda estava gravando. – Por culpa de vocês, Denki acha que eu desconfiava dele!

— 'Pera ai... Você escolheu fazer isso ou não, não nos culpe, seu merdinha! - Exclamou Katsuki em seu habitual tom de deboche.

— Verdade, eu escolhi, mas foi porque eu sabia que se vocês não conseguissem a resposta de um jeito, iriam descobrir de outro e esse outro poderia magoá-lo bem mais! – Exaltou-se, mas percebeu que não valia a pena... não mais – Eu vou subir, se virem ele diga que estou no quarto dele pra conversar.

Ninguém mais na sala se pronunciou. Não sabiam o que fazer. 

Deku foi o primeiro a se mover, indo em direção ao sofá pegar o gravador e o pôs pra tocar.

 

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Shinsou estava deitado na cama do loiro, sim, ele tinha essa permissão. O loiro o deixava fazer as mesmas coisas que fazia em seu quarto, o deixando bem a vontade. Bem, talvez isso fique no passado e ele mal mal quisesse olhar em sua cara.

Pegou o travesseiro que o outro usava e o abraçou, aspirando o cheiro de shampoo e sabonete que ele tinha. "Cheiro de girassol", pensou.

Talvez pudesse estar delirando, mas esse era o cheiro dele... E talvez ao lembrar disso, tenha molhado o travesseiro com seus próprios rios salgados. Não podia evitar. Gostava muito do menor e queria que essa situação fosse resolvida logo. 

 

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— Eu falei, Denki tem muita sorte e muito azar em momentos errados! – Reafirmou Kirishima

— Sim, mas mesmo assim, tínhamos que confirmar! E se esse Denki não fosse, de fato, o nosso Denki, e se fosse um vilão? Não podíamos arriscar. – Disse Deku analítico como sempre.

— Mas isso não muda a situação, gero. Temos que explicar pra ele o que aconteceu. – Falou Tsuyu.

— Além disso, nós, basicamente, destruímos um casal... Ah, eu estava louca pra ver os dois juntos! – Bufou Mina

— Como assim, alienígena? – Indagou o explosivo

— Aaaaaah! Acho que não comentei com vocês que os dois se gostam muito, no sentido romântico, mas eles parecem ter medo de acabar com a amizade e tals... – Comentou

— Verdade, agora que você falou, os dois pareciam muito próximos um do outro, tipo o Kacchan e o Kiri-kun – Analisou Deku – Vamos falar com Denki e, depois, jogá-lo naquele quarto até que reatem. – Falou determinado e só então parou para pensar no que disse...

— O que você disse, Deku de merda? – Perguntou Katsuki caminhando lentamente até o esverdeado, levantando as mão como se estivesse indo atacá-lo.

— Suki, calma! Não vamos criar mais problemas... – Kirishima tentou impedir o início da briga.

— Calma é o caralho! – Disse indo em direção ao coitado do brocólis.

— Ah... Desculpe por isso, Suki! – Falou e logo colocou Katsuki em seus ombros!

— Kirishima, seu merda, me põe no chão agora! Eu vou te explodir, tubarão do caralho! – Bakugo ameaçou o ruivo, mas sabia que não funcionaria.

— Lá em cima, a gente conversa! – Retrucou e subiu se despedindo do pessoal.

— Mais algum casal vai aparecer? – Perguntou Mina

— A-acho que não é o ponto, né? – Falou Midoriya meio acanhado por lembrar do seu crush em Todoroki.

— Hm... sei não, hein! Isso me parece suspeito, mas depois resolvemos isso. Começar "operação Shinkami".

 

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Já tinha umas 2 horas que Hitoshi se encontrava deitado no quarto silencioso de Denki. Seu corpo encolhido em posição fetal, com a rosto enfurnado no travesseiro do menor.

Mas todo aquele silêncio foi cortado por barulho de passos e muitas pessoas falando ao mesmo tempo. A porta foi aberta com brusquidão e logo uma pessoa foi, literalmente, jogada ali dentro e então barulho de porta sendo trancada.

— Merda... – Praguejou o possuidor de um raio preto em sua cabeleira loira.

— Denki? – Chamou-o receoso, enquanto fungava levemente por conta do choro.

O loiro ergueu a cabeça e se levantou do chão, indo em direção ao amigo.

— Toshi, eu... – começou acanhado, mas o roxo pegou em seus pulsos e falou:

— Kami, você... Eu... você sabe que eu jamais duvidaria de você! Mas o pessoal pediu e eu queria jogar na cara deles... mas você entendeu errado... eu não... – Ele soltou as frases rápido e com pouco nexo.

— Ei, cara, olha aqui. – pediu e o outro obedeceu. - Eles me explicaram tudo e eu que deveria pedir desculpas, ok? Você não fez nada de errado.

— Você não está com raiva mais?

— Não. – Sorriu se sentando ao lado do amigo/atual crush.

— E magoado? – Perguntou olhando nos olhos incrivelmente amarelos e hipnóticos do loiro.

— Também não, Toshi. – Respondeu quase que no automático, dando uma risadinha, mas ainda estava absorto demais observando os olhos dele.

— Você acredita em mim? – Perguntou colando sua testa na dele, soltando uma das mão que, estavam juntas, caminhou até a bochecha de Denki e começou a passar o polegar ali.

— Só se... só se você disser que confia em mim. – Ditou baixinho, como quem conta um segredo, enquanto se deleitava com o carinho do maior.

Os narizes e as respirações se chocam, ambos estavam enebriados. Numa êxtase tão grande que mal conseguiam falar; os corações estavam acelerados e suas mão entrelaçadas.

Antes, os olhos que estavam apenas conectados, oscilavam, agora, para os lábios, pedindo uma permissão silenciosa. Permissão que já estava mais do que concedida.

Shinsou finalmente teve coragem de avançar e selar o milimétrico espaço que havia entre a boca dos dois, o qual iniciou-se com apenas um selinho e esquentou com um beijo de língua com uma leve corrente elétrica... não, não no sentido figurado! Eletricidade pura, mas numa voltagem muito baixa.

O ósculo durou um tempo até perderem o ar e se separarem ofegantes.

— Denki, eu gosto de você. – Declarou direto como sempre foi.

O menor ainda estava de olhos fechados aproveitando a sensação. E quando veio tal declaração ficou feliz, tão feliz que entrou em curto e ficou naquele estado idiota por alguns minutos.

O outro apenas riu de sua reação tão típica e esperou um pouco, mesmo que ainda apreensivo.

— Eu também gosto de você, Shin-kun. – Disse finalmente, mesmo que muito acanhado.

— Posso te beijar de novo? – Perguntou em seu tom normal, mas com aquele sorrisinho de lado que Denki amava por simplesmente ser involuntário.

— Não peça, seu bobo. – Se escondeu no vão do pescoço do outro.

Ele o fez. Puxou rosto dele para ir de encontro com o seu, e outro beijo quente começou. As línguas brigavam por espaço e dominância e as mãos, antes entrelaçadas, percorriam pelo corpo do menor agarrando em sua cintura para subi-lo em seu colo.

Kaminari passava suas unhas curtas em seu pescoço, dando lhe arrepios gostosos e, além disso, aproveitou-se da situação para dar leves, porém ousadas, rebolas no colo alheio.

— Ah! Denki... não... faz isso! – Pediu ao quebrar o beijo, mas suas bocas ainda coladas.

— Desculpe... – Deu uma risadinha.

— Kami?

— Sim?

— Namora comigo?

— É claro que sim! - Abraçou o roxo e pelo empurrão, caíram deitados na cama.

— Sabe o que lembrei? – pergunta Denki.

— Que estamos trancados aqui?

— Exatamente. Estamos trancados aqui! – Deu uma risada para depois selar novamente seus lábios.

 

 


Notas Finais


Obigada por terem lido e qualquer erro, por favor, comentem... é meio chato ler fanfic com muitos erros ortográficos, desde já agradeço.

Beijão, babies!


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