História Villains - Capítulo 3


Escrita por: e favdusty

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Asui Tsuyu, Bakugo Katsuki, Iida Tenya, Midoriya Izuku, Mineta Minoru, Personagens Originais, Present Mic, Shouta Aizawa, Todoroki Shouto, Uraraka Ochako, Yagi "All Might" Toshinori
Tags Anime, Boku No Hero Academia, My Hero Academia, Original
Visualizações 83
Palavras 1.131
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.
Créditos do capitulo a @ansatswrise.

Capítulo 3 - Three


Estava a noite, e frio, muito frio. O cabelo, de mechas escuras e belas balançavam com a brisa gelada do local, apesar da dor, ela não conseguia chorar. Talvez já tivesse esgotado suas lágrimas.

As luzes iluminavam tanto, o metal sujo das latas de lixo brilhavam com a iluminação escassa, deixava tudo mais assustador. Apesar de ela já estar acostumada, aquele lugar ainda dava arrepios em sua espinha.

Suspirou, esfregando seu braço esquerdo com a mão direita, sua pele queimava e sua carne ardia, incomodava e pulsava. Aquela dor de novo, ela odiava aquela dor.

Entrou novamente, não respondeu quando foi chamado e não retornou nenhum olhar, odiava tudo ali, todos, cada coisinha que se movia ali dentre lhe dava angústia e raiva.

Foi a uma sala afastada, onde guardava suas coisas, se agachou de frente a sua bolsa e limpou o ferimento, enfaixando rapidamente, escondendo com a manga da blusa escura que usava.

Mais uma cicatriz para sua lista.

Essa se tornara uma das cicatrizes que Dabi teve orgulho de deixar no braço da mais nova.

[...]

Kaya olhava o copo de leite com certo desgosto, não gostava do líquido de jeito nenhum, mas era a única coisa que serviam a ela naquele bar onde se encontrava com o irmão.

— Sua idiota. — A voz de Dabi invadiu o local.— Você ousa trair a liga dos vilões, se tornando amiga de um deles.

— Eu não trai a liga, eu nunca fiz parte disso.—Kaya falou deixando o copo no balcão.

—Você não devia desobedecer suas ordens.

A voz se acalmou. No fundo, ela sabia que ele se importava, não com ela, mas com o que se tornaria ali.

— Por que? Irá me punir? Ou melhor irá arrancar minha mão e entregar a seu chefe? — Kaya debochou do mais velho.— Vamos venha aqui, arranque minha mão.

A garota mostrou raiva em cada palavra, Dabi sabia que aquilo era parte do ódio falando, ela nunca o desafiaria a esse ponto, estava ficando cega por causa do ódio e aquilo era um perigo para todos ali dentro.

— Não irei arrancar sua mão. — Dabi parou enfrente a garota e agarrou seu braço esquerdo.— Mas não se esqueça do que sou capaz de fazer.

A garota gritou de dor ao sentir seu braço queimar, sabia que o mais velho estava apenas te dando um aviso, o próximo ela ficaria sem sua mão. Dabi largou o braço da garota e saiu do local a deixando junto com os subordinados.

[...]

Kaya andava em direção a sua casa pensando no que o colega havia feito em seu braço, por mais que naquele momento ela havia soltado o que ela guardava ou parte do que ela guarda para si mesma, algo estava errado, o mais velho nunca chegou a tentar fazer uma cicatriz em si, nunca a atacou para machucar.

— Kaya. — A voz de Uraraka invadiu os ouvidos da bicolor.—O que aconteceu com o seu braço?

— Olá. — Kaya se virou já pensando em uma resposta. — Estava treinando com um colega.

— Ele te machucou mesmo. — Uraraka falou vendo a garota tombar a cabeça. — Tome mais cuidado.

Kaya assentiu e se despediu, seguindo seu caminho, mas ela não havia percebido que falou que havia ido treinar com um colega, sendo que ela não conversava com nenhum dos garotos.

A garota chegou em casa, vendo a senhora a olhar preocupada, ela já sabia que a menor foi ferida por alguém da liga dos vilões. A senhora apenas deu um sinal para que garota sentasse ao seu lado, e foi isso que a menor fez.

—Quem fez isso?

— Você sabe, Ojo-san, é sempre assim. — mentiu, não queria a colocar no meio dos seus problemas.

Apesar da dor diminuir, ela continuava ali, era diferente da dor incomoda que Tomura causava, aquela era milhares de vezes pior, não em intensidade, mas em duração. Não ficaria surpresa se sentisse isso até amanhã, até depois.

— Vou dormir, boa noite.

Se levantou e seguiu até seu quarto, sem virar para trás, assim que tomou banho, evitando molhar muito o machucado recente, ela enfaixou o braço novamente e se deitou.

Demorou horas para finalmente dormir.

[...] U.A school

Kaya observava o enigma na porta da sala, ela havia chegado mais cedo. A garota leu o enigma e jogou a cabeça para o lado, estava confusa com aquilo e sabia muito bem que demoraria para descobri a resposta do enigma que parecia ser óbvio.

— Oque bate no seu rosto que você não vê, mas pode sentir?.— A garota falou.

— Vento.— Uma voz passou pela garota.— Vento é a resposta.

A garota escreveu no papel confiando na resposta dada pelo garota de cabelos roxos que provavelmente era de outra sala. A porta da sala se abriu, Kaya virou para agradecer o garoto, mas ele não estava mais lá.

A garota entrou e se sentou no seu devido lugar, a mesma ainda sentia dor no braço que foi machucado por Dabi, não sabia porque ele fez aqui, mas podia desconfiar que Tomura o mandou o garoto para fazer aquilo, por mais ela não ligasse para aquilo, queria saber o motivo daquilo.

Kaya ouviu o barulho dos alunos entrando na sala, sabia que eles estavam confusos, já a prova já havia sido feita e nenhum dos alunos fez oque devia ser feito.

— Yin e Yang, você que fez a prova?. —Bakugo gritou indo em direção a garota.— Responde...

—Sim, fui eu.— Kaya cortou o garoto.— Não me chame de Yin e Yang, quantas vezes vou ter que repetir?

— Enquanto você estiver aqui, eu vou te chamar assim.— Bakugo falou vendo a garota te olhar pela primeira vez.

Kaya não estava com vontade de discutir com o Bakugo, a dor estava consumindo seu corpo e sua mente. No entanto o garoto apenas praguejou algo e se sentou no seu lugar, sabia ele que garota era uma pessoa calma e muito controla, ele não conseguiria faze-la passar da linha paz.

[...]

Uraraka observava Kaya atentamente, a garota não estava usando o casado da U.A, oque deixava as cicatrizes do braço direito amostra, já que braço esquerdo está totalmente enfaixado por causa da ferida que ela tinha, mas também a garota não entendia todas aquelas cicatrizes.

— Kaya, como você ganhou tantas cicatrizes?.— Uraraka perguntou.

— Um longa história.— Kaya respondeu vendo um garoto loiro aparecer.

—Oi, Denki.— Uraraka sorriu para o garoto.

—Oi Uraraka e Kaya.— Denki sorriu para a bicolor que apenas balançou como aceno.— Fale comigo, eu não sou como o Katsuki.

Kaya riu anasalado com o comentário do garoto e iniciou uma conversa com a garoto que por sua vez, pela primeira vez não teve a intensão de dar encima da garota.

Kaya sentia algo diferente em relação aos dois alunos, eles não tiveram medo de falar com ela ou a jugaram de primeira sem ao menos conhece-la...

Esse sentimento, era algo que ela não devia estar sentindo, podia prejudicar todo plano que ela foi designada a cumpri.


Notas Finais


1-Ojo-san é a forma que a kaya achou para chamar a senhora sem nome.

Obrigado por ler...


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