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História Vingadores - O Legado - Capítulo 34


Escrita por:


Notas do Autor


capítulo um tanto diferente/ não tão diferente do filme rsrs
espero que gostem desse final
😊🍃💕

Capítulo 34 - Guardiões da Galáxia


Fanfic / Fanfiction Vingadores - O Legado - Capítulo 34 - Guardiões da Galáxia

Espaço/ 2014

Morag


      Kimberly Danvers:


  Nós saímos da nave do meu pai, que acabou com o lugar onde parou, e mergulhamos em uma profunda escuridão assim que pisamos fora dela. Rocky e os Saqueadores estavam do lado de fora do Dark Ester, com a Tropa Nova, acabando com as necronaves do Ronan. Ele preferia estar na ação com armas, e eu com luta.


  - Não consigo ver. - Falou Drax, que eu não sabia ao certo onde estava por conta da escuridão.


  Não demorou muito para que a escuridão fosse iluminada por pequeninas flores brilhantes na cor amarelo. Olhei para trás e vi que elas estavam saindo da mão do Groot, que as estava liberando no ar. Elas tomaram conta do lugar. Era espetacular ver aquela cena.


  - Desde quando tem essa coisa? - Drax perguntou em tom de voz baixo e suave.


  - Tenho certeza de que a resposta é "Eu sou Groot". - Falou meu pai, irônico.


  - Não deboche do idioma do Groot - falei admirando as pequenas flores luminosas. - A culpa não é dele se você não entende.


  Houve um breve momento de silêncio, onde pudemos aproveitar aquele curto período de tempo em que identificamos a serenidade em nós.


  - O convés fica à trezentos metros por ali. - Informou Gamora, apontando na direção de um extenso corredor.


  - Saibam que estou grato por terem me aceitado após meus infortúnios - se pronunciou Drax, agradecendo pela nossa solidariedade. - É um prazer mais uma vez ter... amigos. Você, Quill, é meu amigo.


  - Valeu - disse meu pai, sem tanta importância visível.


  - Você, Kim - prosseguiu o Destruidor -, é minha amiga. Essa árvore tosca é minha amiga.


  - Não fala assim dele - falei com ar de riso e o meu pai soltou uma risada discreta, enquanto Drax me ignorou.


  - Essa meretriz verde também...


  - Ahh, para de falar! - repreendeu Gamora, irritadiça.


  Logo ouvimos um aterrissar no chão pouco a nossa frente. Era uma mulher, eu acho. Parecia um robô, completamente azul e careca, com olhos totalmente negros. Nebulosa.


  - Gamora - ela disse, com uma voz feminina. É, é uma mulher, confirmei minha própria dúvida. - Olha só o que você fez. Você sempre foi fraca, patética, traidora...


  Antes que pudesse dizer qualquer outra coisa, nós simplesmente ouvimos o barulho do tiro e vimos ela ser atingida por uma rajada de fogo, que a lançou para longe em uma explosão média.


  - Ninguém - falou Drax e todos olhamos para ele, que foi o responsável pelo tiro com a arma que estava em seu ombro - fala com os meus amigos assim.


  - Vão para o convés - ordenou a Gamora -, eu vou desligar a energia das travas de segurança.


  - Eu vou com você. - Falei quando ela tomou frente.


  - Não, Kim. - Repreendeu a Mulher-Verde. - Ela é minha irmã. Tenho que fazer isso sozinha.


  - Eu vou com você. - Falei decidida, enquanto ela olhava para mim. Ficou pensativa, e então disse:


  - Tá, tudo bem.


  Olhei para o meu pai e assenti com a cabeça, indicando que ficaria tudo bem, e após um suspiro de preocupação, ele foi com Drax e Groot para o convés atrás de Ronan.


  - Eu sou Groot. - Falou a árvore para mim antes de eles irem.


  - Se cuidem vocês também. - Sorri e então eles foram.


  Gamora e eu continuamos a andar pelo corredor metálico, que agora estava sem as flores brilhantes e com uma claridade melhor. Enquanto andávamos, pudemos ver a mulher/ robô azul reorganizar os seus membros quebrados. Era bizarro!


  Assim que ela se pôs de pé na nossa frente, Gamora se posicionou em frente a ela. Elas pareciam ter uma relação próxima, ou pelo menos deveriam ter.


  - Nebulosa, por favor! - pediu Gamora, com um tom de voz pesaroso.


  A Nebulosa não hesitou em atacar a Gamora, que não demorou para derrubá-la com apenas três golpes. A verdinha foi até um objeto metálico pendurado, que eu julgo ser o núcleo de energia que controla as travas de segurança da nave. Assim que ela puxou o objeto para baixo, foi revelado em seu interior um núcleo que parecia ser formado por veias de energia verde luminosa. Só o que tinha que ser feito era eliminar a camada de energia e puxar um dos cabos e as portas seriam destrancadas.

  Olhei para a Azulzinha e vi ela revelar espadas em ambas as mãos. Ela se levantou e antes que partisse para cima da Gamora, eu lancei uma rajada de energia nela, lançando-a contra a parede e fazendo ela cair no chão.

  - Destrava as portas. - Falei para a Gamora e ela pegou a arma que carregava e bateu no núcleo, eliminando a energia, e então puxou um dos fios, abrindo as trancas. - Olha aqui, Azulzinha - falei me voltando para a Nebulosa, que estava prestes a se levantar do chão e me atacar, mas eu coloquei o meu pé sobre o seu peito. - Eu estudei sobre você. Sobre a Gamora, sobre o Thanos e sobre o Ronan. Vocês eram o pacote completo que pretendiam acabar com a minha cultura e o meu planeta. Você é Nebulosa, a filha adotiva de Thanos, como a Gamora. Foi montada e remontada como um verdadeiro robô, e ainda assim a Gamora era a filha favorita de Thanos. Acredito que você tenha... sofrido muito com isso - falei de forma calma e empata, compreensiva e amigável. - Acho que como qualquer pessoa que se sente sozinha, você só... queria alguém em quem confiar. Alguém que pudesse ser sua família. E a Gamora deveria ser esse alguém. Você queria que fosse ela, não é? - olhei em seus olhos e vi que ela estava sendo atingida pelas minhas palavras, ela sentia exatamente aquilo a que eu me referia. - Por favor, só... pare de tentar matar ela e seja a irmã que você queria que ela fosse. Dane-se o fato de que ela sempre queria ganhar, enquanto você só queria uma irmã! - exclamei, tirando o meu pé de cima dela devagar, para ver se ela estava do meu lado ou não. Se não estivesse, ela me atacaria, mas não atacou. - Agora você tem uma - fiz uma pausa, estendendo a mão para ajudá-la a levantar. - Apenas aproveite e nos ajude a matar aqueles que machucaram você.


  Nebulosa ficou me fitando com seus olhos completamente negros, enquanto eu observava a sua aparência peculiar. Mas eu estou no espaço, quem disse que posso falar de aparências peculiares?


  Ela ficou pensativa, mas demorou muito para tomar a sua decisão final e pegar a minha mão, em silêncio e ainda acanhada, mas ela se acostumaria com a idéia.


  Após ajudá-la a levantar, ficamos frente a frente uma com a outra, e logo me afastei para o lado, dando passagem para que a Gamora visse o que o fato de ela ser a melhor desencadeou na sua irmã de criação.


  Elas caminharam uma até a outra, lentamente, e então, depois de se encararem por um tempo, elas se abraçaram, e Nebulosa finalmente pôde soltar suas primeiras lágrimas de alegria em tantos anos de tortura que sofreu.


  Quando se separaram, a Gamora disse:


  - Eu não queria sempre vencer.


  - Para de falar e deixem os problemas para trás. - Interrompi antes que elas tentassem se matar de novo. - Temos que matar o Ronan, agora. Os meus estão lá fora, e não quero que nenhum deles morra por minha causa.


  - Os seus? - indagou Nebulosa olhando para mim, confusa e curiosa. - Quem é você, afinal?


  - Ah, é - falei soltando um riso descontraído. - Meu nome é Kimberly Danvers, mas pode me chamar de Kim. Sou filha do Peter Quill, o quase namorado da sua irmã - sussurrei a última parte e ela soltou um riso discreto. Não sabia que ela conseguia sorrir.


  - Eu ouvi isso. - Disse a Gamora, atirando no teto com a arma que estava, nos dando passagem para irmos para o andar de cima com apenas um salto (elas) e eu fui voando mesmo.


  Quando chegamos lá em cima, a Nebula matou um dos soldados sem vida do Ronan com uma de suas espadas, enquanto o outro foi morto pelo Drax.


Logo nós seis nos posicionamos voltados para o outro lado do corredor extenso, onde Ronan, o Acusador estava olhando a batalha lá fora através do vidro de sua nave.


  Ele nos olhou, e gargalhou. Acreditava que éramos depravados e inúteis, era possível ver isso em seus olhos roxos estúpidos. Ronan estava subestimando do que éramos capazes.


  - E quem são vocês? - ele indagou, olhando para nós.


  - Nós - falou meu pai e eu completei:


  - Somos os Guardiões da Galáxia, sua besta.


  E então, Peter atirou com a grande arma quadrada que estava em seu peito, atingindo Ronan em cheio. Para tornar a pressão mais intensa, eu ajudei projetando energia pelas minhas duas mãos, e Gamora atirou com a arma que estava, tudo ao mesmo tempo. Pude ver quase em câmera lenta a pele dele se dilacerando e sento reduzido à pó, antes de ele explodir em uma fumaça azul brilhante.


  - Nós conseguimos! - exclamou Drax, extremamente feliz e aliviado pelo homem que matou sua esposa e filha finalmente estar morto.


  - Agora vamos sair da nave e eu vou destruí-la. - Falei à eles.


  - Como vamos sair daqui? Estamos sem nave. - Questionou Nebulosa e eu sorri.


      Algum tempo depois


  Depois de levar todos os seis para a nave onde o Rocket estava, eu voei rápida e ferozmente pelo interior da nave na minha forma binária, destruindo ela com facilidade. A Dark Ester então caiu sob o solo inabitado e sem vida de Morag, e todos os soldados de Ronan que estavam nas necronaves foram eliminados pelos Nova e os Saqueadores.


  Com todo o trabalho que tivemos, nós finalmente conseguimos eliminar um daqueles que acabariam com uma raça inteira.


  



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