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História Vingadores: Ultimato (REESCRITA) - Capítulo 20


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Notas do Autor


Oi, galera. Tudo bom com vocês? Aqui é o Saitama, e aqui está o último capítulo da reescrita de Ultimato, trazendo para vocês os destinos dos principais Vingadores e também de alguns outros heróis. Espero que vocês gostem, e desculpem-me o horário hehe.

Boa leitura a todos.

Capítulo 20 - O Fim da Era Vingadora!


..

“Os heróis tinham dado tudo de si durante a batalha de 3 meses contra a maior ameaça de todas, Thanos, o Titã Louco, que exterminou metade do Universo na posse das Joias do Infinito. Em meio a uma guerra imensa, inúmeros eventos de larga escala tinham acontecido, e sacrifícios acabaram sendo feitos para garantir ao exército dos Vingadores uma chance para enfim derrotar o vilão. E mesmo com diversos aumentos de poder no meio da batalha, o verdadeiro desespero se instaurou quando ele colocou suas mãos na Manopla, tendo derrotado todos que o enfrentaram. Assim, Thanos estalou seus dedos, mas nada aconteceu. Por fim, Tony Stark tomou as Joias para a sua posse, transformando todos os inimigos em poeira e dando a vitória para os Heróis mais Poderosos da Terra. Tendo sobrevivido por muito pouco, o bilionário olhava para o horizonte, sabendo que tinha feito a coisa certa. A vitória era mais uma vez dos Vingadores, e o Universo estava finalmente salvo, embora que ao preço da vida de uma companheira querida...”

Dois dias tinham se passado desde que Thanos finalmente conhecera seu fim pelas mãos de Tony Stark, o Homem de Ferro, tendo se esvaído em meio ao campo de batalha destruído. Com isso, o mundo, e todo o Universo pôde ter a desejada paz depois de tanto sofrimento pelas obras do Titã Louco e seus planos. Graças a derrota do vilão, as comemorações pelo planeta foram longas. Fogos de artifício eram vistos por todo o globo terrestre enquanto os heróis voltavam as suas vidas normais e também para as respectivas famílias que lutaram para ver de novo, com uma emoção e alegria enormes. Porém, ainda havia uma certa tristeza por parte de todos. Uma única pessoa não poderia estar participando de toda essa comemoração, alguém que tinha feito o sacrifício derradeiro para que Ben Tennyson pudesse combater Thanos. Essa pessoa era Natasha Romanoff.

“Bom, acho que todos queremos um final feliz, e isso é um fato. Mas, nem sempre as coisas acontecem do jeito que imaginamos. Espero que dessa vez, sim...”

Enquanto a mensagem vai sendo dita, os destinos dos heróis vão sendo mostrados. Na fazenda dos Bartons, o Quinjet pousa no gramado a frente da casa, fazendo os filhos do Gavião Arqueiro correrem até seu pai, que sai da nave. Emocionado, Clint os abraça de maneira forte, em seguida se aprontando para o pequeno Pietro, o erguendo no ar com uma felicidade absurda. Em meio a comemoração em São Francisco, Scott, Hope e Cassie observam os fogos de artifício, com o ex-ladrão acariciando o cabelo da pequena filha enquanto fita a namorada, voltando a olhar para os céus. No reino de Wakanda, sob o luar da noite, o rei T’Challa e a princesa Shuri se reúnem com sua mãe, Ramonda, para verem a alegria do povo pelas ruas do país, enquanto as naves passam na altura dos prédios. A antiga rainha apenas assente, feliz por estar vendo Wakanda se recuperando após a batalha.

“... Espero que o momento que alguém ler essa carta, seja em uma celebração. Em um momento que famílias, amigos e conhecidos estejam reunidos e que uma parte da normalidade tenha sido recuperada. Se é que dá pra dizer algo assim hoje em dia. Meu Deus, que mundo é esse? Não. Mundo, não. Universo, agora...”

Clint coloca Pietro no chão quando vê sua esposa, Laura Barton, se aproximando, indo de encontro com ela e segurando em seu rosto. Ambos emocionados com o reencontro, o casal então se beija, simbolizando a reunião da família depois de tudo que acabou acontecendo de ruim. Em sua casa no Queens, Peter abre a porta de casa, atraindo a atenção de sua tia May, que corre para abraçá-lo, completamente preocupada. Ambos conversam um pouco, e depois se abraçam fortemente. Na Benatar, os Guardiões da Galáxia, mais Thor, Valquíria, Korg e Miek brindam, começando a beber enquanto Peter Quill, com uma nova fita em mãos, contendo as novas músicas da Terra, sorri. Aquele seria seu Volume 3, assim escrevendo isso.

“... Se dissessem que não estávamos sozinhos quando comecei esse trabalho, eu ficaria bem surpresa, e possível que nem acreditaria se visse a extensão que isso chegou. As forças luminosas e das trevas que se mostraram em meio a tudo isso, tanto para o bem quanto para o mal. Acho que essa é a realidade que as pessoas que vierem depois vão ter que conviver...”

Na Base dos Cartoon Rangers, próxima a Beach City, Jason e Clarêncio se cumprimentam, igualmente aos demais Rangers. Logo, Wes abre um portal de volta para a dimensão dos Power Rangers, que se despedem dos companheiros, atravessando a brecha. E então, com a saída dos outros, Jeff e Sumo logo colocam suas mãos no ombro de seu melhor amigo, assentindo juntamente ao resto dos Cartoon Rangers. Parecia ser um indício de que Clarêncio oficialmente era o novo líder da equipe. Em uma estrada, Bucky Barnes e Sam Wilson apostam uma corrida com suas motos, sorrindo um para o outro. No Sanctum Sanctorum, Stephen Strange e Wong sobem as escadarias do lugar, e o Mago Supremo olha para baixo, pedindo para que Wanda Maximoff o siga, e ela, um pouco esperançosa, assim o faz.

“... Então, acho que o mais adequado, no caso de a missão acabar falhando, é deixar isso como prova. Sabe, caso aconteça algum evento inesperado que cause uma tragédia a todos. Enfim, o que resta é apenas esperar que o plano dê certo...”

Em Paris, os respectivos membros da equipe Miraculous se reúnem com suas famílias, com um abraço forte e carinhoso. E durante o show de fogos de artifício durante a noite, é possível ver Ladybug e Cat Noir se beijando, simbolizando a união do casal. Na cidade de Belwood, Ben e Gwen abraçam seus pais, emocionados por vê-los de novo após tanto tempo enquanto Max apenas observa com um sorriso simpático. Por fim, os três Tennysons, em uma floresta próxima, acenam para a nave de Azmuth e Albedo, que enfim partem de volta para seu mundo, deixando tudo em paz mais uma vez.

Logo, corta para a figura de Clint Barton, lendo a mensagem para outras pessoas próximas a um lago, enquanto uma tristeza era sentida pelos demais. Os demais Vingadores originais se encontravam mais próximos do arqueiro, ainda cabisbaixos pela morte de Natasha.

Clint (transmitindo) – “Assinado: Natasha Romanoff”Derramando lágrimas, ele guardou a carta no bolso, olhando para seus companheiros e assentindo – Tá na hora...

Professor Hulk (triste) – Vamos...

O esverdeado, acompanhado de Steve, Tony, Steven, Thor e Sonic, se juntou a Clint na margem do lago, onde os sete, juntos, soltaram algumas amarras de um simples pequeno buquê. Ele continha em seu centro, um dos ferrões elétricos e uma foto de Natasha junto com os demais Vingadores originais, aqueles que eram sua família de verdade. Lágrimas caíam de todos os sete enquanto se despediam da companheira que fizera o sacrifício supremo para que tivessem uma chance de derrotar Thanos. Ao longo do gramado, podia-se ver que basicamente todos os heróis estavam reunidos ali.

Desde Stephen Strange até os Guardiões da Galáxia. Todos ali para honrar a memória da heroína que tinha ido, tristes por conta de tudo, mas sabendo que aquilo tinha salvado todo o Universo. Em meio a todos, Ben se demonstrava a quase chorar, quando Gwen colocou a mão em suas costas, assentindo juntamente de Max. Os três continuaram a observar. E por fim, quase isolado de todos, ao longe, Nick Fury prestava suas últimas homenagens aquela que tinha sido uma de suas melhores agentes, assentindo. Ela tinha feito a coisa certa.

..

Um tempo após o funeral, quase todos já tinham prestado as condolências para a heroína falecida, se despedindo uns dos outros e então voltando aos seus respectivos lares e afazeres. Enquanto observavam o lago, Clint e Wanda pareciam refletir sobre tudo que tinha acontecido durante aquela batalha contra Thanos. Ambos tinham perdido alguém importante no meio daquilo tudo, mas pareciam determinados a seguirem em frente.

Clint – Eu queria que – Wanda o fitou – Houvesse algum jeito... De avisá-lo... Que vencemos – Ele olhou para a companheira – Que deu certo.

Wanda – Ela sabe... Os dois sabem disso...

Simples diálogos, mas que já entregavam muito a sensação dos dois, que então se abraçaram, consolando um ao outro pelas perdas de suas pessoas queridas. Natasha Romanoff, que deu a vida para conseguir a Joia da Alma para Ben Tennyson e assim conceder uma chance aos Vingadores; e Visão, que foi brutalmente assassinado por Thanos, mas fez o possível para impedi-lo o máximo que pôde. O sacrifício de ambos não tinha sido em vão, e enfim, poderiam descansar em paz, sabendo que as pessoas que amavam estavam seguras.

Em outro canto próximo de onde o funeral foi realizado, Tony caminhava juntamente a Pepper, Happy e Professor Hulk, conversando sobre como seria o futuro. Ele usava uma tipoia no braço direito, ainda reclamando por não ter um fator de cura e resistência como o do esverdeado. Porém, foi então que o bilionário avistou Strange ao longe, chamando Wanda para irem embora. Por instinto, o Stark andou até o Mago Supremo, ainda tendo algumas questões pendentes sobre tudo que tinha acontecido durante os 3 meses após a Dizimação. A última fala dele em sua mente antes de arrancar as Joias da manopla ainda o intrigava desde então. Assim, Tony se aproximou, atraindo a atenção de Strange.

Tony – E aí, Mago da Bleecket Street? Andou fazendo alguma magia depois do que aconteceu.

Strange (sorrindo) – Stark. Devo admitir que é bom vê-lo após a batalha – Olhou para a tipoia no braço direito do bilionário – Como está esse braço?

Tony (mexendo o braço levemente) – Provavelmente vou ter que começar a fazer alguma ginástica especial ou coisa do tipo agora, mas a dor passa depois de um tempo. Quer dizer, quem disse isso tem uma vantagem roubada – Olhou feio para Professor Hulk.

Strange – Então, por que veio?

Tony – Eu queria saber qual o truque de tudo isso?

Strange – Ainda intrigado sobre aquilo?

Tony – Já deveria saber. E não venha com esse papo de que não pode revelar nada, já que o arranhador de gatos intergaláctico sumiu – Cruzou os braços – Se explica aí.

Strange (confiante) – Bom, agora que tudo passou, eu posso contar. A verdade é que vencemos pelo caminho que o destino jogou sobre nós, Stark. Nada além disso, e acho que você já sabia disso bem antes de conversarmos.

Tony (com o rosto virado) – Tá, tá bom. Já cansei desses seus enigmas mágicos ou sei lá o quê – Fez um sinal de ir embora – Pode voltar pro seu prédio de feitiçarias lá.

Strange – Até algum dia.

O mago então se afastou de Tony, andando até um certo ponto, onde Wong e Wanda já o esperavam com um portal aberto para o Sanctum. Strange ainda deu uma última olhada para o bilionário, dando um sorriso leve antes de atravessar a brecha para sua nova casa, assim fechando o portal. Aparentemente insatisfeito com a resposta, Stark logo deu um sorriso, pensando se ainda haveria pessoas tão misteriosas como o Mago Supremo em algum lugar por aí. Foi quando Pepper o chamou para os acompanhar mais uma vez, e ele assim o fez, andando para junto deles.

Longe dali, após um certo tempo, Ben e Gwen finalmente se reuniam com a equipe Miraculous, já que não tiveram a chance de fazê-lo no meio da guerra. Era bom saber que estavam juntos de novo depois de tudo que tinha acontecido com relação ao estalar de dedos e toda a reviravolta para derrotar Thanos de uma vez por todas. Estavam conversando sobre como as coisas mudaram devido a invasão do Titã Louco e também como estavam se recuperando da batalha. Porém, Ben parecia um tanto quanto mudado. Um ar mais sério em seu rosto e também preocupado. Talvez fosse devido a quase perder seus entes-queridos mais uma vez ou ainda por se culpar pela morte de Natasha. Havia algo o incomodando sem dúvidas, mas se esforçava para manter um sorriso.

Gwen – E então, eu e o Strange conseguimos chegar ao ponto definitivo da visão do futuro. O ponto onde Tony Stark estalava seus dedos e o Thanos era derrotado.

Nino (surpreso) – Caramba, e vocês previram tudo isso em apenas alguns segundos?

Marinette – Foi o que eu perguntei logo que disseram sobre os milhões de futuros possíveis lá em Titã – Ela olhou para Ben, notando sua cara de preocupação – Ben, você tá bem?

Ben (disfarçando) – Hã? Ah, não é nada não, Marinette. Tá tudo bem sim – Uma gota de suor caiu de seu rosto – É sério. Não precisam se preocupar.

Adrien (desconfiado) – Sua cara demonstra o contrário, cara – Sem opções, Ben retirou a manga do pulso esquerdo, surpreendendo os parisienses – Ué?!

Alya (surpresa) – Ben, cadê o seu Omnitrix?

Ben (um pouco triste) – Eu o tirei...

Chloé – Mas por quê? Vai desistir de ser herói agora?

Ben – É que...

Marinette – Pode contar pra gente, Ben. Somos seus amigos.

Ben (triste) – É que depois de tudo que aconteceu, com relação ao Thanos e tal, eu pensei que continuar usando o Omnitrix traria mais e mais problemas pra minha família. Ainda mais contando que a Joia da Alma é a única das Joias do Infinito que sobrou – Ele ficou cabisbaixo ao lembrar de Natasha – Eu cumpri o que Natasha pediu para fazer, mas não sei se desistir de ser herói me faz desonrá-la. Eu sinto uma incerteza quanto a isso ainda.

Gwen (com a mão no ombro do primo) – Tranquilo, priminho. Achei até fofo da sua parte dizer isso.

Nino – Então, onde tá o Omnitrix agora?

Ben – Eu insisti pro Azmuth levá-lo de volta, mas ele disse que não. O Omnitrix poderia ser necessário para a Terra algum dia – Olhou para o pulso esquerdo – Bom, eu ainda não sei se vou voltar, mas acho que fiz por uma boa causa.

Marinette (orgulhosa) – Ben... Essa foi a melhor notícia que eu recebi, depois da volta de metade do Universo, claro. Não por causa de você ter deixado de ser herói, mas porque você evoluiu como pessoa. É difícil desistir de algo como isso.

Adrien (idem) – Você sacrificou o que era mais legal para proteger aqueles que ama. Acho que isso também é digno de um herói.

Ben (sorrindo) – Valeu, gente. Acho que eu tava precisando um pouco de apoio moral de alguns amigos, principalmente aqueles que te entendem.

Gwen – Aliás, pode ficar tranquilo, Ben. Enquanto o herói estiver em um hiato indeterminado, eu vou continuar fazendo seu papel de salvar a cidade dos perigos – Ben virou o rosto, fazendo biquinho, mas logo sorrindo.

Nino – Esses dois podem não demonstrar, mas se amam como família.

Chloé – É, eu passei por isso algumas vezes com meu pai e minha mãe, além da Marinette – A azulada a fitou, sorrindo – Acho que todo esse rolo do Thanos acabou também trazendo coisas boas pra gente.

Alya – Pois é haha! Quem imaginava que a Chloé ia virar tão nossa amiga assim?

Chloé (com uma veia na testa) – Não precisa forçar também, Alya.

O grupo continuava conversando em meio aos risos. Chloé ainda sim dava um sorriso ao ver seus companheiros, vendo o tanto que sua vida havia mudado por conta da batalha contra Thanos. Antes de tudo aquilo acontecer, não tinha nenhuma afinidade com outras pessoas a não ser Sabrina, sua mãe, seu pai e Adrien, mesmo tendo conseguido o mérito para ser uma heroína mais uma vez. Talvez fosse o fato das pessoas ainda não a aceitarem nos convívios sociais por conta de suas ações no passado. Até mesmo tinha ajudado a equipe Miraculous e o Homem-Aranha a derrotarem o Senhor Negativo, dias antes da invasão começar, juntamente da guerra. A verdade era que por mais que uma tragédia tivesse ocorrido, Chloé agradecia aquilo por ter finalmente conseguido mudar para melhor. Finalmente ter conseguido fazer amigos de verdade.

Além disso, havia uma incerteza em seu coração quanto a Peter Parker. Ele tinha a salvado de um ataque mortal na Joia da Alma, e ela tinha retribuído o favor no meio da guerra, até dando um beijo em seu rosto, mesmo com a máscara. Bom, a loira sabia que aquilo era questão para outro dia, voltando a focar na conversa.

Gwen – Mas então, Marinette, Adrien – Os dois a fitaram – Como estão as coisas entre vocês?

Marinette (envergonhada) – B-bem é que...

Adrien (feliz) – Sim, nós estamos juntos agora – Gwen e Ben fizeram um jóinha, como sinal de aprovação – Cara, nunca pensei que diria isso, mas obrigado Thanos. Você me fez ter a melhor namorada do Universo.

Marinette – Seu bobo. Enfim, é isso mesmo que tá rolando entre a gente.

Alya – E eu tô tão orgulhosa da minha melhor amiga!

Nino – Se bem que já sabíamos que uma hora ou outra, eles iam acabar juntos. Parece que foram feitos um pro outro.

Ben – É bom saber disso, pessoal.

- Eu também concordo – O grupo olhou para o lado, vendo Emilie e Gabriel Agreste se aproximarem.

Adrien (sorrindo) – Oi, mãe! Oi, pai!

Gabriel (idem) – Vejo que estão tendo uma boa conversa – Olhou para os dois Tennysons – Prazer em conhecê-los, Ben e Gwen.

Gwen – O prazer é todo nosso, Sr. Agreste.

Emilie (com a mão no ombro de Marinette) – Como eu ia dizendo, é bom saber que meu filho finalmente arranjou uma boa menina.

Marinette (sorrindo) – Obrigado, Sra. Agreste.

Gabriel (aliviado) – Enfim, depois de tanto tempo, acho que nossa família finalmente tem um bom futuro pela frente. Não acham?

Adrien e Emilie – Com certeza.

Max – Ah, então vocês estavam aí – Todos olharam para o Encanador, que está com o portal dos Encanadores em mãos – Estava os procurando por todo o campo próximo do funeral.

Gabriel – Nos desculpe por sumir de repente, Sr. Tennyson.

Max – Tudo bem. Até foi uma boa brincadeira de esconde-esconde pra um senhor de 60 anos. Enfim, acho que vocês já vão voltar para Paris, não é?

Marinette – Sim. Isso mesmo. Mas, primeiro...

A azulada e seus companheiros de equipe se aproximaram de Ben e Gwen, passando a se despedir da dupla de primos, tanto com cumprimentos quanto com abraços carinhosos. O laço de amizade desenvolvido entre os sete jovens heróis era bem grande, e mesmo com a partida e separação, sabiam que poderiam contar com a ajuda uns dos outros quando precisassem. Enfim, após um pequeno período de tempo, a equipe Miraculous acenou enquanto Max abria o portal para Paris. Logo, os sete parisienses adentraram a brecha, se despedindo dos Tennysons e voltando para sua cidade-natal, deixando o trio de Belwood a apenas observar. O Encanador mais velho assentiu para seus netos, abrindo outro portal para a cidade de onde vieram e o atravessando rapidamente, saindo do local do funeral.

..

Algum tempo depois, no meio da floresta próxima a Base em reconstrução, o grupo dos Vingadores Originais se reunia juntamente a Cream e Tails. O motivo era mais uma partida de um companheiro. Sonic estava prestes a voltar para o Universo 7, já com a aparelho de viagem entre multiversos de Whis em seu pulso direito. Para os dois outros mobiusanos, era até um tanto difícil ver o ouriço ir embora mais uma vez, mas sabiam que ele tinha uma casa, amigos e família o esperando onde quer que fosse. Sonic então se aproximou de seus companheiros Vingadores, passando a se despedir de cada um.

Professor Hulk – As coordenadas já estão ajustadas para o mundo onde as vibrações são semelhantes as suas, Sonic. Então, não deve ter nenhum problema na viagem.

Sonic – Certo, Bruce – O cumprimentou – Se cuida e aprende a controlar essa sua nova forma hehe.

Tony –Vê se controla aquela sua forma toda preta, que tava putasso com o Thanos. Quase matou muita gente pelo descontrole.

Sonic – Eu despertei aquilo por instinto, cara. Mas eu também te dou um conselho, vê se tenta exercitar esse braço aí – Apontou para a tipóia, deixando Tony sem jeito – Te peguei hehe!

Clint – Bom, o que eu posso dizer é pra você se cuidar.

Sonic – Eu vou, Clint. Pode deixar.

Steven (sorrindo) – Sinto que não vai ser a última vez que a gente vai se ver, amigo.

Sonic – Pode ser que você esteja certo – Fez um toque de mãos com Steven – Até mais, Ste.

Thor – Foi uma honra lutar ao seu lado mais uma vez, meu amigo. Espero poder enfrentá-lo na próxima vez que vier a esse mundo.

Sonic (animado) – Ah, agora você me deixou animado para um combate, mas não pense que eu vou estar no mesmo nível. Eu vou estar muito mais forte. Então, treine – O Deus do Trovão assentiu.

Steve – Pode não ser a mesma coisa que antes de você sumir, mas eu queria dizer que foi bom tê-lo na equipe de novo – O cumprimentou – Se cuide, Sonic. Nunca esqueceremos o quanto você fez por esta equipe.

Sonic – Assim você me deixa emocionado, Cap hehe! Se cuida você também – Bateu nas costas de Steve – O mundo precisa de um líder emocional para lidar com a recuperação, e você é a pessoa certa pra isso.

Assim, tendo se despedido de seus companheiros de equipe dos Vingadores, Sonic se dirigiu até Tails e Cream, que ainda estavam um pouco a frente do grupo de seis heróis. Os dois se viraram para o ouriço, ainda um pouco tristes, mas o abraçando com toda a força e carinho. A relação de amizade aquele trio de mobiusanos era forte, e tinha ficado ainda maior graças a tudo que aconteceu envolvendo Thanos. Era difícil acreditar que teriam de se separar mais uma vez, mas o destino assim queria. E então, após um pequeno tempo de abraço, os três se separaram.

Sonic – E eu espero muito que vocês fiquem bem. Que não façam nenhuma besteira enquanto eu acabar não voltando.

Tails – Não precisa ficar falando isso. Nós vamos sobreviver – Sonic assentiu – Se cuida, amigão.

Cream (sorrindo) – Diga a Amy, a Rouge e o Shadow que estamos com saudades – O ouriço ficou a frente da dupla, ativando o portal para o Universo 7.

Sonic (idem) – Claro que vou, mas... Vocês não querem vir mesmo? Podem viver lá, comigo. Longe das ameaças deste mundo.

Tails – Valeu amigão, porém, nossa casa é aqui. Não precisa ficar triste porque não vamos com você. Estaremos juntos de qualquer jeito, Sonic. É só acreditar.

Cream – Boa sorte com seus amigos lá!

Sonic – Bom, se vocês dizem, quem sou eu pra mudar, né? – Se virou de costas, acenando – Até mais, pessoal. Espero que nós nos vejamos algum dia.

Desse modo, o ouriço atravessou o portal criado pelo dispositivo, que em seguida se fechou, deixando que ele voltasse para seu novo Universo de origem, onde seus outros amigos o esperavam. Tails e Cream se entreolharam, com sorrisos no rosto, acreditando que em algum momento, Sonic iria voltar com os amigos mobiusanos que ainda estavam por lá. Os Vingadores originais pareciam um tanto tristes por se despedirem de mais um companheiro, mas sabiam que ele tinha seus motivos, passando a fitar o céu entre as árvores. Era hora deles voltarem as suas vidas normais também.

Dois dias depois...

Escócia

Depois do funeral de Natasha, os heróis tinham se dispersado, cada um seguindo seu caminho e escolhendo as estradas que seguiriam a partir de então. E em meio a tudo isso, com a população sobrevivente de Asgard na Terra e com um novo lar para morar, restava apenas construir as estruturas que formariam o novo Reino Dourado e também esperar pelo comando de um novo rei. Thor certamente seria a pessoa indicada para essa tarefa, mas o deus não pensava desse modo. No momento, ele se encontrava sob um penhasco ao longe da construção, com uma expressão de seriedade em seu rosto. Por mais que o destino lhe guiasse para ser um governante, ele certamente já tinha decidido o que iria fazer. Logo, Brunhhilde chegou ao seu lado, atraindo sua atenção.

Brunhhilde – E então, quando devemos esperar a volta do novo rei?

Thor – Sobre isso, eu andei pensando um pouco a respeito. Já fiz uma decisão.

Brunhhilde – Thor, seu povo precisa de um rei para guiá-los. Principalmente em um mundo que você conhece de cabo a rabo.

Thor (olhando para a guerreira) – Não, eles já têm alguém a quem seguir.

Brunhhilde (rindo) – Essa foi boa – Ela olhou para Thor mais uma vez, e ele parecia manter sua fala, a deixando surpresa – Não pode tá falando sério sobre isso, né?

Thor – Estou sim – Passou a olhar para o horizonte – Acho que está na hora de eu ser quem realmente sou, ao invés de ser quem esperam de mim. Além disso – Olhou para a companheira – Você é uma líder muito melhor do que eu. Vai fazer um bom trabalho.

Brunhhilde – Bom, se é assim, sabe que vai ter muitas mudanças por aqui, né?

Thor – E estou contando com isso, majestade.

A guerreira asgardiana então olhou para Thor, ainda um tanto surpresa por conta de ter o cargo de governanta de Asgard em sua posse a partir daquele momento. O Deus do Trovão, confiando no potencial da companheira, apenas estendeu sua mão, assentindo e então sendo cumprimentado. Aquilo era uma firmação do que estava por vir para o povo do Reino Dourado, além da forte amizade que ambos tinham ali. Logo, passaram a observar o horizonte mais uma vez.

Brunhhilde – Então, o que vai fazer?

Thor – Não sei ainda. Acho que é a primeira vez em tanto tempo que não sei meu caminho – Sorriu – Mas acho que sei por onde começar.

Rocket – Ô barbudão – Ambos olharam para o guaxinim, e a Benatar estava pousada na encosta próxima – Vamos logo ou vai ficar de namorico?

..

Dentro da sala principal da nave, os Guardiões da Galáxia estavam reunidos, passando o tempo enquanto esperavam a chegada de Thor. Analisando alguns mapas holográficos, Quill tentava achar alguns trabalhos para o grupo fazer em algum momento. Foi quando o Deus do Trovão chegou, colocando sua mochila acima de uma mesa e se aproximando do capitão da Benatar.

Thor – Certo, muito bem – Ficou do lado de Quill – Os Asgardianos da Galáxia finalmente estão de volta hehe! Vejamos o que temos – Mudou o mapa, fazendo o pistoleiro o encarar.

Quill (irritado) – Ei – Mudou de volta – Não sei se sabe, mas essa ainda é minha nave, então não pode ficar tocando no que pode. Eu mando aqui.

Thor (sorrindo) – Queel, vamos lá. Se divirta.

Quill – “Queel”?

Thor – É claro que sei que você manda na nave – Mudou o mapa mais uma vez, irritando Quill ainda mais.

Quill (irritado) – Você diz que eu mando, e ainda sim toca no mapa.

Thor – Tá demonstrando suas inseguranças quanto a eu assumir o cargo.

Quill – Você não vai assumir o cargo de líder.

Gamora (revirando os olhos) – Começou...

Drax (comendo Zagnuts) – Deveriam se enfrentar pela honra da liderança.

Nebulosa – Parece justo.

Rocket (animado) – É, nós poderíamos até fazer uma competição – Os Guardiões concordaram, incluindo Gamora – E então, galera, com facas ou armas?

Mantis (idem) – Façam com facas!

Groot (sorrindo) – Eu sou Groot.

Gamora – Fiquei interessada agora também.

Vendo que os Guardiões pareciam interessados numa briga pela liderança do grupo, Thor e Quill se entreolharam, começando a rir enquanto os demais membros permaneciam confusos. Alguns até iam embora para outros cantos, já sabendo que nada iria rolar.

Thor – Não vai ser necessário, amigos. Todos nós já sabemos de quem é o real comando aqui – Quill o fitou.

Quill (confuso) – Meu... Né?

Thor – É claro, é claro, é claro.

Desse modo, com uma pequena briga pela liderança quase que iniciada a partir daquele ponto, os Guardiões foram para a cabine da Benatar, a ligando em pouco tempo e então levantando voo. Logo, sumiram nos céus, indo rumo ao espaço profundo, em busca de novas aventuras e missões para fazerem enquanto aparentemente ganhavam um poderoso novo integrante para a equipe. No penhasco, Brunhhilde apenas acenou, antes de olhar para a Nova Asgard em construção, sorrindo e pensando no que viria a acontecer no futuro como nova Rainha do Reino Dourado.

Beach City

Steven, agora separado dos Cartoon Rangers e os outros Rangers, seguia em direção a sua antiga casa de praia no templo das Crystal Gems. Ele já havia finalmente resolvido as coisas com sua mãe e com os Vingadores, mas faltava uma coisa. Os eventos com Thanos o fizeram perceber qual seria seu destino após entregar o cargo de líder dos Rangers para o amigo Clarêncio. Era hora de finalmente voltar as origens e para sua verdadeira casa de infância. O híbrido subiu as escadas de sua casa antes de ir em direção a porta para abri-la em seguida. As Crystal Gems se encontravam sem aparentemente nada pra fazer quando viram a porta se abrindo, se surpreendendo ao verem Steven de volta e com algumas malas. Ele sorria para suas irmãs, alegre em rever sua antiga casa.

Steven (sorrindo) – Oi, pessoal.

- STEVEN!! – Elas disseram em uníssono, completamente chocadas enquanto o híbrido entrava na casa, colocando as malas na escadaria para sua cama.

Steven – Parecem bem surpresas em me ver mesmo?

Pérola (alegre) – Oh, claro! Nenhum de nós esperava uma visita sua, justamente hoje.

Peridot – Mas por que você veio?

Lapis – Acho que ele veio passar o fim de semana com a gente.

Ametista – Foi alguma coisa envolvendo a Connie, Steven?

Steven – Não, gente. Não foi nada sério. É que – Olha para sua casa – Depois do que aconteceu com o Thanos, eu acho que o Clarêncio se demonstrou muito mais capaz do que eu pra liderar os Rangers agora, ainda mais com o fato de que minha Energema foi destruída.

Garnet (sorrindo) – Então, está voltando pra casa – Steven assentiu.

Bismuto (feliz) – Que ótima notícia, Steven!

Pérola (animada) – Ótima mesmo! Finalmente vou poder ter um bom parceiro para as aulas de esgrima – Steven se demonstrou confuso – É que desde que Connie se tornou parte definitiva dos Rangers, não tenho dado conta de tantas alunas e alunos que vieram.

Ametista – Pérola, foram apenas 4 alunos durante todos esses anos – A esbranquiçada ficou envergonhada.

Steven – Tudo bem. Acho que eu posso ajudar com isso, mas primeiro, é melhor termos um fim de semana pra descansar – Suspirou, aliviado – Eu tô exausto de tanto lutar.

Peridot – Aquela batalha foi dureza. Recebi relatos das Diamantes, dizendo que as Gems que lutaram na batalha acabaram entrando em um sono profundo logo que voltaram a Homeworld.

Bismuto – Sobre as Diamantes, por que elas não ajudaram no conflito? Até o tal Vilgax ajudou.

Peridot (dando de ombros) – Elas ainda estão resolvendo coisas com os planetas que colonizaram no passado.

Lapis – Mesmo com o Universo correndo risco...

Steven (aliviado) – Como é bom estar de volta.

Ele não demonstrava, mas estava emocionado por dentro. Finalmente, depois de tanto tempo passado, Steven estava se sentindo em paz consigo mesmo, não sentia que precisava mostrar ou provar algo para alguém, sentia-se cheio de tanta felicidade quanto de uma paz que preenchia seu interior. O mesmo abre um sorriso, entre as lágrimas internas que caíam, e seguiu em direção de suas irmãs, passando a conversar com as mesmas. Ele estava em paz.

Floresta

Próxima da Base dos Vingadores em reconstrução, Professor Hulk, Bucky Barnes, Sam Wilson e Steve Rogers se preparavam para uma última missão, usando de uma versão menor do túnel quântico, construída durante os dias sucessivos a batalha contra Thanos. Por mais que tivessem derrotado o Titã Louco, as Joias do Infinito que coletaram ainda pertenciam a eras distintas através do tempo. Além disso, uma promessa com a Anciã precisava ser cumprida, para que nenhuma realidade alternativa acabasse sendo criada. O veterano Rogers estava com seu uniforme, a frente de uma mesa onde se encontrava uma maleta com as 6 Joias do Infinito. Também estava uma máquina transformadora galvaniana, deixada por Azmuth justamente para transformar as gemas em seus respectivos receptáculos mais uma vez.

Professor Hulk – Lembre-se, Capitão. Tem que devolver as Joias pro exato momento que as pegamos pra não abrir várias realidades alternativas – Steve assentiu, fechando a maleta e a pegando.

Steve – Tranquilo, Bruce – Pegou o aparelho de Azmuth, o colocando dentro da maleta também – Vai dar tudo certo.

Professor Hulk (triste) – Capitão – O veterano o fitou – Eu tentei trazê-la de volta. Quando estive com as Joias, eu tentei... Ela faz muita falta...

Steve – Eu sei... – O esverdeado assentiu, passando a usar as duas mãos para mexer nos controles enquanto o veterano andava para a máquina, acompanhado de Sam.

Sam – Não quer mesmo que eu vá com você, Cap? – Os dois se encararam – Vai precisar de uma ajudinha, eu acho.

Steve (sorrindo) – É um bom homem, Sam – Colocou sua mão no ombro do amigo – Mas essa é minha responsabilidade.

O aviador assentiu, deixando que o companheiro se dirigisse para perto de Bucky Barnes. Em sua mente, queria muito poder ajudar o Capitão América com a missão que precisava para devolver as Joias, mas respeitava suas decisões quanto a tudo, por mais que estivesse desconfiado de que havia alguma coisa a mais acontecendo. Steve se aproximou de Bucky, e os melhores amigos se entreolharam mais uma vez, parecendo como se fosse a última vez.

Steve – Certifique-se de não fazer nada estúpido até eu voltar.

Bucky (dando de ombros) – Como eu poderia? Tá levando a estupidez toda contigo – Os dois então se abraçaram – Vou sentir sua falta;

Steve – Vai ficar tudo bem, Bucky.

Logo, Steve se dirigiu para a pequena máquina próxima, subindo as escadarias e pegando o Mjolnir posicionado em sua borda, ficando acima do túnel. Nos controles, Professor Hulk começava a ajustar os comandos para ativar o que precisava para Capitão voltar no tempo, e alguns barulhos foram emitidos. Bucky e Sam começavam a observar enquanto Steve suspirava, se preparando para fazer a última missão e devolver as Joias aos pontos exatos que foram retiradas. Logo, ele tocou no aparelho GPS em seu pulso, formando o traje quântico ao redor do corpo.

Professor Hulk – Ficando quântico em 3... 2... 1 – Apertou um botão, fazendo Steve entrar no túnel – E voltando em 5... 4... 3... 2... 1...

O esverdeado terminava de fazer a contagem, mas parecia que algo tinha dado errado, pois o veterano não havia reaparecido acima do túnel. Logo, Sam começava a ficar preocupado com o que poderia ter acontecido enquanto Professor Hulk tentava mexer nos controles mais uma vez.

Sam (preocupado) – Cadê ele? O que tá acontecendo?

Professor Hulk – Não tô com cara de quem sabe, né?

Sam – Traz ele de volta. Traz ele de volta agora! – Enquanto isso, Bucky se virava, vendo algo.

Professor Hulk – É o que eu tô tentando, calma!

Bucky – Sam – Ele o fitou, ficando ao seu lado e observando a mesma coisa – Bora.

Em meio a preocupação com o repentino sumiço de Steve Rogers, a dupla de melhores amigos do veterano começava a ir em direção a uma figura sentada num banco, próxima a uma árvore. Logo, Professor Hulk notava a mesma coisa ao longe, se perguntando o que estava acontecendo naquele momento. Sam e Bucky ficaram a alguns metros do senhor que estava observando o lago, e parecia que o ex-agente da H.Y.D.R.A. sabia de quem se tratava, indicando para que o companheiro ao lado fosse até a figura a frente. Ainda confuso, o aviador concordou, passando a andar até chegar ao banco de madeira, onde viu de quem se tratava o velho que estava ali. Sam deu um sorriso.

Sam – Capitão.

Velho Steve (fitando o amigo) – Oi, Sam...

Sam (curioso) – Então, alguma coisa deu errado, ou alguma coisa deu certo?

Velho Steve – É um pouco complicado, mas dá pra dizer que eu sempre estive aqui... Observando o horizonte acontecer diante dos meus olhos. Queria poder ver isso de outro modo...

Sam – Entendi. Bom, o que te levou a fazer isso?

Velho Steve – Desde que tudo isso terminou, eu pensei em levar em conta a vida que o Tony me disse pra seguir algum dia. Ter uma família.

Sam – E como foi a sua vida?

Velho Steve – Foi belíssima...

Sam (sorrindo) – Tô feliz por você, Cap – O senhor assentiu, e Sam passou a observar o lago – Mas ainda me sinto inseguro de viver num mundo sem o Capitão América pra liderar.

Velho Steve (mexendo numa maleta circular) – Sobre isso – Tirando o zíper, ele a abriu, revelando o escudo do Capitão América refeito – Antes de ir, eu pedi pro Steven usar a saliva dele pra consertar os pedaços. Agora, é seu.

Sam (surpreso) – Tá falando sério...?

Velho Steve – Pegue.

Uma sensação de surpresa pairava sobre o rosto de Sam Wilson, que simplesmente não entendia o que estava acontecendo ali para Steve Rogers lhe passar o escudo do Capitão América. Era um tanto difícil acreditar que justamente ele continuaria o legado. Ele olhou para o lado, vendo Bucky assentir. Sendo assim, o aviador retirou o objeto circular da maleta, o girando e o colocando no braço esquerdo. Assim que o fez, o observou. Era uma sensação inexplicável, quase que única. Um ar de novo patamar passou pelo corpo de Sam, o deixando surpreso. O velho Steve continuava o observando.

Velho Steve – E então? Qual a sensação?

Sam (sorrindo) – É como se tivesse outro dono...

Velho Steve – Agora tem – Com a fala, Sam olhou para os céus, suspirando e voltando seu olhar para o senhor.

Sam – Obrigado... Vou dar o meu melhor – Ambos se cumprimentaram, e o Steve colocou sua outra mão, com uma aliança, sobre a de Sam.

Velho Steve – Eu sei que vai. Por isso é seu.

Sam (percebendo a aliança) – Vai me contar sobre ela?

O senhor de idade então desfez o cumprimento, passando a olhar para o lago, refletindo sobre a vida que tinha vivido após voltar no tempo. Ainda sim, ele deu um sorriso.

Velho Steve – Não, não quero não...

Ambos continuaram observando o horizonte a frente, sentindo novos tempos chegando e uma nova era de heróis surgindo para defender a Terra das ameaças. Um novo Capitão América estava surgindo para continuar o grande legado de Steve Rogers, e essa pessoa era Sam Wilson.

1950

Por fim, em meio a uma simples rua florida dos anos 50, podia-se ouvir uma música romântica sendo tocada, vinda de dentro de uma das casas do lugar. Pela janela, dava para ter uma clara visão de um casal há muito tempo separado pelo destino, finalmente conseguindo cumprir a promessa que fizeram há anos. Steve Rogers e Peggy Carter, ambos emocionados por estarem juntos e por terem sua dança, tendo realizados ambos seus desejos mais profundos. Logo, após a agente derramar uma lágrima, eles se olharam com paixão e então deram um beijo apaixonado.

 

FIM!


Notas Finais


Muito obrigado a todos que favoritaram, comentaram e interagiram com a história! Não fazem ideia do quanto isso me ajudou! Só tenho a agradecê-los por tudo! Enfim, finalizamos a reescrita de Ultimato. Mais uma vez, obrigado a todo mundo que participou disso!

PS: Agora, vou focar na Competição Cartoon, então esse Universo vai entrar em um hiato.

Enfim, obrigado a todos, e até mais!


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