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História Vingança... - (2temp.) - Capítulo 15


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Notas do Autor


putz olha eu aqui buuu

SPOILER: * ****** *** ****** ***** ******** 😘😘

Capítulo 15 - 2x15 - "presos; part. II"


🄳🄴🄽🄸🅂🄴

Eu estava ficando maluca com tanta responsabilidades em cima de mim. Tinha que ajudar todas as pessoaa que iriam atuar, repassar com o pessoal que iria controlar os efeitos sonoros, auxiliar o pessoal na troca de cenário. Que inferno, estou ficando maluca com tanta coisa pra fazer, sinto que vou surtar a qualquer momento.

— Xaveco, meu amor, tá tudo bem com o som? — perguntei para o garoto loiro, que estava sentado na cabine de som junto com todo o roteiro em mãos para saber quando colocar determinado efeito.

— Tá sim, Dê. Falta só começar essa peça, né.

— Você dá conta de tudo sozinho aí dentro? — perguntei e ele fez um "uhum" confiante. Sorri leve e saí dali correndo para a parte de trás do palco, onde está o pessoal que vai controlar o cenário. — Isa, minha linda, tá tudo bem por aqui? Vocês vão dar conta de empurrar esse cenário e trazer o outro em menos de dois minutos?

— Claro, Denise. Não precisa se preocupar. E vai beber uma água, mulher, você tá ofegante. Vai descansar que tá tudo na nossa mão! — Isa riu da minha cara de cansada.

— Valeu, vocês são muito fodas. Eu vou pra cabine da diretora ver esse espetáculo. Vamos arrasar!

Dei pulinhos e logo saí dali corrida para a minha cabine, onde eu ficaria sozinha com todas as minhas mordomias de diretora. Péssimo dia para aquelas que não gostam de mim, né non?

Sentei em minha cadeira, de frente para a abertura da cabine que me dava uma visão ampla do palco e de quase toda a plateia. 

O auditório da escola era enorme, então logo em minha frente tinha o palco, que seria onde as equipes de teatro e as de dança das duas escolas apresentariam. Aquele mesmo palco iria servir para a competição de games das escolas. 

Peguei a minha pipoca e comecei a comer, enquanto olhava para o palco. Uma outra garota entrou na cabine, provavelmente a diretora da equipe de teatro da outra escola. Encarei-a debochada com cara de "Nós que vamos ganhar."

— Você que é a Denise, a diretora da equipe da Escola do Limoeiro?

— Sim. Posso saber por que quer saber?

— Nada, hihihi. Meu nome é Mirela, sou a diretora da equipe da Escola Mercedes de Almeida. — sentou-se na cadeira ao meu lado. — Sério que a equipe da sua escola aceitou ser comandada por uma garota de 17 anos que ainda usa maria-chiquinhas? Hihihi, que patético.

— Escuta aqui, amor, meu cabelo é estilo, diferente desse teu cabelinho lambidinho de vaca. E outra, a minha escola vai ganhar em tudo hoje, você vai ver. Não sabe com que tá se metendo, bebê. Quem é Mercedes de Almeida quando se tem Escola do Limoeiro, a escola mais conhecida do bairro e da cidade? — disse tudo de uma vez só, sem pausas. Já tô com ódio dessa aprendiz de Penha. — Então cala a sua boquinha e veja o talento da nossa escola.

Licurgo, o diretor da escola, começou a fazer os agradecimentos por todos que compareceram e fez a contagem para o início da peça. Enquanto ele falava tudo, eu lembrei que nem dei um último boa sorte pra Magá. Enfim, espero que ela me perdoe.

As cortinas se abriram e então tivemos uma surpresa: Magali não estava ali. Só estava o cenário e um grande vazio onde Magali deveria estar.

Onde a minha namorada está?

Peguei meu celular correndo e abri o zap da Magali, mandando um "cadê você, sua loka?". A mensagem nem tinha chegado para ela, estava apenas um risquinho. Meu coração já começou a palpitar mais rápido e eu já estava suando. 

Onde está a Magali?

Levantei da cadeira apressada no mesmo instante, vendo a agitação na plateia e pessoas perguntando "cadê a apresentação?". Licurgo tentava acalmar os pais confusos 

— Magali? Onde você está? — perguntou Licurgo no microfone.

— É, acho que você estava errada, Denise. A sua protagonista nem ao menos apareceu, hihihi. — disse aquela oxigenada de bosta ao meu lado.

— Cala a boca, sua puta do caralho. — insultei logo ela e saí da sala correndo para tentar encontrar a Magali. — Puta que pariu, Magali, não acredito que você vai desistir mesmo.

Saí correndo até o camarim da peça. No meio do caminho, me esbarrei com uma pessoa enquanto corria.

— Ai, inferno. Que porra é essa? — levantei do chão irritada.

— Denise? Você viu o Cebola por aí? Eu tô procurando ele que nem um maluco pela escola inteira e não acho ele. — vi quem esbarrou em mim: Do Contra. Ele me perguntou como se nem tivesse acabado de me derrubar, aquele infeliz.

— Não, eu não vi. E você viu a Magali? Eu tô procurando ela, já deveríamos estar apresentando, mas ela também sumiu. Que ódio! 

— Não, eu também não vi ela e…

— CASCÃO!! CASCÃO!! Ai, meu Deus, onde você foi se meter? — eu e DC viramos para o corredor em nossa frente e vimos Thathy abrindo todas as portas que tinham naquela parte do corredor.

— Thathy? O que aconteceu? — perguntou Do Contra.

— Eu tô procurando o Cascão. Ele me pediu para eu encontrar ele no ginásio onde ele treinava, mas eu já passei lá e ele não tá. Não encontro ele em lugar nenhum, o celular dele não recebe nenhuma mensagem, as ligações só caem na caixa postal. — disse ela com a voz trêmula.

— A Magali também não recebe as minhas mensagens e nem as minhas ligações. — falei.

— O Cebola a mesma coisa. Thathy, você pelo menos viu ele ou a Magali por aí? — perguntou DC.

— Não, não vi nenhum deles em lugar nenhum. Estou muito preocupada, o Cascão já quase morreu uma vez, e se ele estiver correndo perigo?

O que a Thathy falou pareceu ser como se alguém tivesse acendido uma lâmpada no meu cérebro e eu finalmente estava começando a entender o que estava acontecendo aqui agora.

Eu sabia que aquela vadia nojenta não ia desistir tão fácil de nos deixar em paz.

Olhei pro Do Contra e ele parecia ter captado assim como eu sobre quem deveria estar com a Magali, o Cebola e o Cascão.

— Do Contra, você já sabe quem tá fazendo isso, não é? — perguntei mesmo já sabendo que ele sabia.

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— Penha! É ela, só pode ser ela, garotas. — disse eu. Denise sorriu com ar de "esse é meu garoto, entendeu o que eu queria dizer.".

— Penha? É aquela mesma garota que tentou matar o Cascão envenenado? — perguntou Thathy com cara de nojo.

— Ela. A mesma que tentou destruir a Mônica e o Cebola no passado e agora voltou para destruir com todos nós. — disse Denise. — Muito me admira ela não ter feito nada com nós três.

— O quê? Mas, eu nem conheço ela, como alguém pode querer matar alguém que nem conhece?! — perguntou Thathy assustada. — Não quero morrer, sou muito nova pra morrer.

— Há, é a Penha, querida. Eu também não tinha nenhum mísero contato com ela no passado e mesmo assim ela me estuprou e tentou me matar preso na casa dela. — disse eu.

— Só de você andar com a gente, digo eu, DC, Cê, Magá e Cas, já está na mira dela. Com certeza ela já te conhece e tá tentando te caçar também. — disse Denise. — Cai na rede da Penha, ela mata. Por isso, nós vamos andar sempre juntos, ok? Não podemos nos desgrudar ou então podemos ser os próximos a sumir. Combinado?

Eu e Thathy assentimos que sim. 

Todos os nossos três celulares receberam notificação e nós pegamos eles.

— "Se preparem, queridos…" — começou a ler Thathy.

— "... Esse noite vai ser incrível…" — dei continuidade.

— "... E eu vou exterminar todos vocês." — Denise terminou de ler a mensagem, que foi mandada para nós três. — "Assinado ~P.".

— P de… Penha. — disse eu. — A gente precisa achar eles. RÁPIDO. Ou então ela vai matar eles e vai tentar matar a gente depois. — falei essa última parte com a voz trêmula e chorosa. — Eu não posso perder o Cebola, não posso. E vocês provavelmente não querem perder a Magali e o Cascão, não é?

— Não mesmo. — disse Thathy. — Vamos logo, gente, estamos perdendo tempo!

Denise fez sinal para que seguissémos ela e assim fizemos.

Preciso saber onde está o Cebola…

E matar quem tá tentando tirar ele de mim.

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— Aaah. — abri meus olhos e olhei em volta. Estava tudo muito escuro e abafado, eu devia estar em algum lugar dentro da escola ou até dentro da casa do Felipe, sei lá. Eu estava com uma corda presa em meus braços no teto do lugar, com as pernas flutuando sem conseguir tocar meus pés no chão. — Mas que porra…

— TEM ALGUÉM AÍ? — ouvi uma garota gritar. Espera, eu conheço essa voz.

— Magali? Sou eu, o Cebola. Que lugar é esse? — perguntei.

— Ufa! É só você. Sei lá, eu acordei aqui faz não sei quanto tempo, jurava que estava sozinha aqui. — disse ela.

— Aaaah. Que inferno de lugar é esse? — ouvimos outra voz conhecida. Dessa vez era o Cascão.

— Gente, espera, estamos só nós três aqui dentro presos ou tem outra pessoa aqui? — perguntei.

— TEM ALGUÉM AQUI? RESPONDE AGORA! — Magali deu um grito ensurdecedor. — É, acho que não. Quem estivesse acordaria com esse grito.

— Seguinte, que bosta é essa? Por que eu tô preso no teto flutuando? — perguntou Cascão. — Vocês sabem como sair daqui?

— Não, Cascão, estamos presos aqui. Não conseguimos sair dessas cordas, estão muito apertadas, e não sabemos se o chão está perto. — disse Magali. — Vai que a gente tenta se soltar e cai de um precipício.

— Eu tô pouco me fudendo pra precipício, precisamos sair daqui agora, gente. — disse eu. — Quem estava com vocês antes da gente acordar aqui? O Felipe estava dentro da sala de informática comigo, ele tentou me… Pegar à força. Eu dei um chute nele, tentei fugir, e depois eu não lembro mais de nada.

— Eu tava com o Toni. Ele me trancou no camarim da peça junto com ele, estava com uma faca. Eu só lembro dele passando a faca bem perto da minha barriga e eu dando um soco na cara dele, depois não me lembro mais nada. 

— E eu tava com a Cascuda, ela também tava com uma faca e começou a… Me ameaçar e tals, porque eu terminei com ela da noite pro dia e tal. A última coisa que eu lembro é dela me dando um socão na minha cara. Mas, eu não sinto dor nenhuma.

— Bom, vocês já sabem quem fez isso com a gente: A Penha. E até a Cascuda tá contra a gente agora? — perguntei.

— Pois é. Eu ainda não consigo acreditar nisso… 

— Nós precisamos sair daqui o quanto antes, galera, antes que a Penha apareça pra nos matar. — disse Magali. — Chega de papo furado, precisamos sair desse lugar o quanto antes e…

As luzes do cômodo se acenderam, revelando onde estávamos todos nós. Eu estava no fundo do cômodo, Magali do lado esquerdo e mais pra frente, assim como Cascão, só que do lado direito, de frente pra Magali.

— AAAAAAAAAAAAAAAA. O-OLHA O QUE TEM EMBAIXO DA GENTE, AAAAAAAAAAAAAAAAA. — Magali gritava desesperada.

Engoli em seco após olhar pra baixo. Embaixo de nós, no chão, tinha um monte de cobras, aparentemente bem venenosas. Eu e os outros dois estávamos presos no teto de fato, que era bem distante do chão, que estava infestado de cobras, umas amontoadas às outras.

— AAAAAAAAAAAAAAAA…

— PARA DE GRITAR, MAGALI. PORRA! — gritei irritado. Ela respirou fundo, já quase chorando de medo. Eu mereço. — Ok, agora não tem realmente o que fazer, estamos encurralados, se tentarmos sair, vamos cair no meio das cobras.

— O que são umas cobrinhas se comparado com a minha vida? — perguntou Cascão estressado.

— Tá, vai lá, idiota. Se joga no meio das cobras e morre envenenado, dessa vez de verdade. — disse Magali. — Usa um pouco o cérebro, caralho.

— Pelo menos eu não tô gritando igual uma menininha por causa dessas cobras igual você, tô tentando pensar em algo pra salvar a minha vida, que é bem mais importante do que ficar gritando. — Cascão rebateu.

— POIS ENTÃO SE JOGA NO MEIO DAS COBRAS, INFERNO, ASSIM ELAS VÃO SE CONCENTRAR EM VOCÊ E VAI DEIXAR EU E O CEBOLA ESCAPAR EM PAZ!!!

— ACHEI QUE A GENTE PODERIA PENSAR EM ALGUMA COISA JUNTOS E…

— CHEGAAAAAAAAAAAA!!!!! — gritei extremamente irritado. — Tem como as duas crianças pararem de brigar?

Os dois me encararam irritados e suspiraram.

— Vamos tentar pensar em algo, pessoal, estamos sozinhos aqui, precisamos colocar nossas cabeças juntos pra funcionar.


— Se a do Cascão funcionasse né… 

— Magali, dá um tempinho, por favor. — disse. — Sei lá, vamos bolar algo e…

— Planos infalíveis? De novo, Cebola? Sério? Você sabe que não dá certo. — Cascão praticamente cuspiu na minha cara.

— Desiste, cara, a gente vai morrer aqui. A não ser que alguém nos veja aqui e nos salve, de resto, estamos mortos de qualquer jeito. — falou Magali.

Abaixei a cabeça e respirei fundo. O que vamos fazer agora? Estamos fodidos, não tem o que fazer numa situação dessas.

— Então, seguinte, pessoal, já que nós vamos morrer, quero que saibam que eu amo muito vocês. Fizeram parte da minha infância, me fizeram feliz, me fizeram sorrir quando eu menos queria. Obrigado por tudo, galera! — falei eu.

Dizer aquilo era tão doloroso. Mas, de fato, não tem o que fazer. Vamos morrer ou de fome com o possar dos dias, ou por veneno de cobra se tentarmos fugir.

— Faço das suas palavras as minhas, Cebola. Obrigado, meninos. Desculpa por gritar com você, Cascão, se vamos morrer, vamos morrer de bem, né? — Cascão desmancha a cara de cu e dá um sorrisinho.

— Não se preocupe, eu que me desculpo por ter te ofendido. — nós três rimos e logo nossas caras tristes voltaram à ativa. — Obrigado, galera. A gente se vê no céu.

— Idiota. — disse Magali.

— Idiota é você. — rebateu Cascão.

— Começou de novo essa palhaçada? — perguntei e eles riram.

Passamos longos minutos conversando, apenas conversando sobre tudo o que já passamos nessa vida, desde as brincadeiras na infância até esse atual momento de nossas vidas.

— Passamos tão perto de ter uma vida normal. A gente iria fazer faculdade ano que vem, trabalhar, montar nossa família, se divertir. Mas, tínhamos que morrer tão perto disso… — Magali disse.

— Eu não acredito que passei 15 anos da minha vida estudando pra no final, morrer no último ano. Isso me deixa puto. — Cascão desabafou e nós rimos.

— Pelo menos a gent… 

— Olá, meros mortais. — ouvimos uma voz bem alta invadir nossos ouvidos e nos assustamos.

— Onde?

— Ali! — Magali apontou para o teto do cômodo. Tinha uma televisão pequena, onde estava Penha, sorrindo vitoriosa. A imagem era muito ruim, de muita baixa qualidade, mas o áudio era bom. — Você conseguiu o que queria, não é, sua vadia desgraçada?

— Foi tão bonitinho ver vocês se despedindo um do outro. Owwn, iti malia. — disse ela. Revirei os olhos. — Sim, eu consegui o que queria. Finalmente vocês vão morrer.

— Onde está a Denise, o Do Contra e a Thathy? — perguntei.

— Procurando vocês. Resolvi separar vocês em três: Primeiro vocês três, depois eu mato eles. — disse ela.

— O QUÊ? Você vai matar a Thathy? Mas, ela nem te conhece, demente. — disse Cascão.

— Se se misturou com vocês, já tá morto. — sorriu ela. — Eles estão desesperados atrás de você, se arriscaram até vir atrás de mim e me ameaçar.

Penha foi substituída por uma gravação sem som de uma câmera, onde aparecia o DC, a Denise e a Thathy gritando com Penha, provavelmente perguntando onde nós estamos.

Do Contra… Só de ver sua imagem já me deu vontade de chorar igual uma criança. Ver ele me partiu o coração, queria tanto estar abraçado com ele. Quando estou com ele, parece que nada pode me atingir, me sinto seguro com ele, protegido. 

Eu vou sentir tanta falta dele. Não queria fazê-lo sofrer com a minha morte.

— "Se eu não encontrar eles, ou descobrir eles mortos, pode ter certeza que você vai ser a próxima a morrer, cadela!" — Magali disse. — Foi isso que a Denise disse, deu pra ler pela leitura labial dela.

Todos nós estávamos chorando igual a bebês, até a imagem de Penha voltar à tela.

— Isso, chorem. Chorem muito! Isso me dá tanta alegria. Alegria de saber que vocês estão sofrendo. O sofrimento alheio alimenta a minha alma. — dizia ela.

— Você ainda vai ir pra prisão, sua vagabunda. Vai apodrecer lá, ou então em uma clínica psiquiátrica, surtada do caralho! — Cascão gritou. Ouvimos a risada maligna de Penha ecoar pelo lugar.

— Boa sorte aí nos próximos dias, amados. Vocês vão se encontrar com a Mônica seja lá onde e… 

Penha parou de falar do nada. Parecia ter ouvido algo no lugar onde ela estava, pois virou a cabeça pro lado para conferir. Fez uma cara de espanto sinistra ao ver algo ou alguém que até eu me assustei.

— Falando de mim, Penha? — ouvimos alguém falar com ela pela televisão.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAA. — Penha começa a gritar desesperada, tenta levantar, mas um pedaço de madeira enorme cai sobre sua cabeça, derrubando a garota no chão.

— O que aconteceu? Quem foi? — perguntou Magali.

— Oi, turma. Tudo bem com vocês? — ficamos perplexos ao ver quem apareceu na tela da televisão. Era a... Mônica.

A MÔNICA????????

— V-você não t-tava m-morta? — perguntei assustado

— Eu forjei a minha própria morte, mas isso é papo pra outra hora. Eu sei onde vocês estão presos, vou falar com a Denise, o DC e aquela outra garota pra irem junto comigo salvar vocês daí. — disse Mônica.

— Como podemos confiar em você depois do que fez comigo e com o DC?

— Bom, eu joguei um pedaço de madeira gigante na cabeça da Penha, que inclusive tá sangrando aqui no chão. Eu sei que quando ela acordar, SE ela acordar, vai fazer de tudo pra me matar de verdade por eu ter acabado com o plano dela. — disse ela. — Eu traí a Penha. Isso mesmo, a Penha, a única pessoa do mundo que você não deve trair, só pra vocês não morrerem. Enfim, estou indo aí, acreditem vocês ou não. Tchau!

Ela desligou a televisão. Eu, Magali e Cascão nos entreolhamos confusos e totalmente perdidos.

— Ok, o que aconteceu aqui? — perguntamos os três juntos. — Bom, espero que ela esteja falando a verdade… — disse eu.

Não acredito. A que ponto eu cheguei? Estou esperando a Mônica, a mesma garota que infernizou a minha vida no ano passado, para me salvar.

Estou entrando em decadência… 

Mas, eu espero que seja verdade e ela tenha mudado.

—Continua—



Notas Finais


olha a mônica aí de volta pessoal. será q ela vai ajudar o pessoal ou vai piorar ainda mais a situação????? saberemos no capitulo 36 que sairá amanhã :D

eh só eu ou vcs tbm estão com mt vontade de matar a penha com essas cobras??


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