História "Vingança..." - (2temp.) - Capítulo 2


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Cascão, Cebola, Denise, Do Contra, Magali, Penha, Personagens Originais, Toni
Tags Cascao, Cebola, Dcebola, Detetive, Do Contra, Magali, Maganise, Mistério, Penha, Suspense, Tmj, Toni, Turma Da Mônica Jovem
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Palavras 2.786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hola buenas noches 😘❤

Capítulo 2 - 22 - "impressão minha."


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A aula já estava prestes a acabar, mas ficamos em horário integral. Estávamos na aula de biologia e Penha continuava atrás de mim e da Magali reclamando de coisas completamente fúteis, já estava perdendo a paciência. 

Aquele tapa que a Magali deu nela foi hilário, espero que aquilo aconteça mais vezes, preciso tirar uma foto e postar no meu blog.

Essa garota é incrível mesmo!

— Estão liberados! — a professora nos liberou e logo todos os cavalos, ops, alunos começaram a sair, sobrando somente a nossa turma e Penha.

— O que os jovens dessa espelunca fazem no horário integral? Ficam fazendo apostas sujas e usando drogas? — Penha perguntou.

— Não, Penha. Geralmente nós temos atividades extracurriculares, como aulas de dança, teatro ou diversos esportes. Você pode escolher o que fazer. — Magali disse.

— Onde fica a sala de teatro? Essa parece ser a atividade mais aceitável no meio desse bando de… Animais! — Penha rosnou. Encarei-a nervosa e ela retribuiu o olhar.

— Você fez a inscrição? — Magali perguntou e Penha negou com a cabeça. — Tem que fazer a inscrição, é o óbvio. Mas, a sua cabecinha não deve funcionar muito bem e não pensou nessa possibilidade. 

Não pude evitar rir da cara de raiva que a Penha fez após a super hiper mega patada que Magali deu nela, assim como os garotos. A patricinha virou e saiu andando irritada e nos deixou rindo enquanto íamos até as salas das atividades extracurriculares. 

— Magali, você é incrível. — eu disse e a abracei de lado.

— Vocês viram a cara dela? Foi de dar dó. — Cascão falou. — Foi sensacional. 

— Obrigada, pessoal. Bom, tchau, meninos, eu e Denise vamos para a aula de teatro! — disse Magali.

Logo, Cebola virou-se para a sala de informática, Cascão foi em direção à quadra e DC se despediu de nós para ir embora. É o único que não faz nada por conta do trabalho de meio período que tem todas as tardes para ajudar sua mãe nas contas, que aumentaram ainda mais depois que Cebola foi morar com eles.

E, como eu sei disso? Bem, digamos que eu e DC estejamos bem amigos nesses últimos tempos.

Segui Magali para dentro da sala de teatro. Todos já estavam nos esperando.

(...)

— Os ensaios estão excelentes. Eu, como diretora da peça, estou muito orgulhosa de você! — disse para Magali, que sorriu.

— Obrigada, diretora. Fico feliz que tenha gostado.

Se aproximou de mim e fechou os olhos. Fiz o mesmo e nós duas nos beijamos. O contato dos lábios dela era tão bom, simplesmente só ficava melhor a cada beijo que nós dávamos. 

— Ora, ora, Denise e Magali. Essa eu nunca imaginaria. Pelo visto, as coisas aqui mudaram mesmo. — nós duas nos soltamos e encaramos a dona da voz: Penha. Sinceramente, essa garota não vai deixar a gente em paz?

— Sim, mudaram. Mas, a minha tolerância com você não vai mudar nunca, afinal, nunca existiu. — disse Magali já irritada. — Agora sai daqui, ninguém te chamou.

— Calma aí. Eu sou da equipe de teatro agora, querida! — disse Penha sorrindo falsa. Eu e Maagli reviramos os olhos — Também posso ficar aqui agora. Vim aqui atrás da diretora, é uma de vocês duas?

— Sou eu, lacraia. O que quer comigo? Estou ocupada parabenizando a minha atriz principal, não está vendo? — falei e Magali sorriu para mim. Sorri de volta.

— Vim aqui justamente por isso. Estou aqui porque quero ser a atriz principal dessa pecinha mixuruca. Ser figurante não é do meu portfólio. 

— Hmm, eu sei o que você quer que eu diga, Penha. Quer que eu diga "sim, você é a minha mais nova atriz principal", não é? — Penha assentiu. — Pois eu vou te responder: Não. Tchauzinho!

Segurei a mão de Magali e já estávamos indo embora, quando a voz de Penha surgiu atrás de nós novamente.

— Mesmo, Denise? Está me trocando assim na cara dura? 

Virei para ela e a encarei.

— Do que você está falando, sua doente? — perguntei. 

— Do nosso beijo no banheiro. Não se lembra? Não se lembra de como você me puxou assim e me deu um beijo assim. — Penha me puxou pela cintura e me deu um beijo, interrompido por mim, que a empurrei. 

— Tá ficando maluca, Penha? Quem me beijou foi você. Você que me puxou contra a minha vontade. — falei.

— Tá tentando nos negar, não é? Não se lembra da sua festa de quinze anos? Quando você me beijou pela primeira vez e prometeu que faria isso mais vezes. Pois eu me lembro até hoje de como você me segurou e me beijou deliciosamente. — dizia Penha parecendo estar emergida em seus pensamentos.

Filha da puta!

Ela desenterrou uma história que nem eu própria me lembrava mais. Como essa idiota farsante se lembra disso? Devia estar guardando para foder a minha vida…

E, pelo visto, está conseguindo.

— Denise? — Magali pronunciou meu nome. Notei pelo seu tom de voz que estava irritada.

— Eu tava bêbada naquela época… — disse e encarei Penha irritada. — Mas, foda-se, quem me beijou hoje no banheiro mais cedo foi você. Você que me puxou sem eu querer e eu deixei bem claro que não queria. Sua… Mentirosa!

Penha me puxou para mais um beijo e, sem querer, acabei cedendo. Depois de alguns segundos, ela se soltou de mim.

— Fica despreocupada, pode me beijar à vontade agora. Sua namoradinha já saiu correndo, podemos aproveitar! — Penha sorriu maliciosa enquanto ainda estávamos muito próximas. 

Me afastei rapidamente e olhei em volta. Magali de fato não estava mais lá. 

Porra!

Ameacei correr, mas Penha segurou meu braço levemente forte. 

— Me solta. Por que tá tentando me foder? Porque eu "te iludi"? Haha, faça-me o favor, Penha, você nem liga pra mim, só quer prejudicar a minha vida e a de todos que se aproximam de você. — soltei tudo o que estava guardado dentro de mim, enquanto uma lágrima sorrateira e solitária escorria pelo meu olho. — Agora me solta, desgraçada.

— Podemos negociar. — disse Penha.

— Como assim? Tá ficando maluca?

— Você me torna a atriz principal da peça e eu desminto toda a história para a Magali.

— Sem chances. Eu me acerto com ela, SOZINHA. Agora me deixa em paz de uma vez, filha da puta!

Virei de costas para ela e saí da sala de teatro, batendo a porta com toda a força que tirei de mim, fazendo um enorme estrondo ecoar pelo corredor.

Preciso encontrar a Magali.

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Segui caminho para a minha casa pisando firme no chão e espumando de ódio. Na realidade, não fazia ideia do porquê estar tão irritada, está bem claro entre mim e Denise que não temos nada.

E, aparentemente, não teremos, já que ela prefere beijar uma garota arrogante e mesquinha que acabou de voltar para o Limoeiro para estragar a vida de todos, como ela sempre faz, começando pela minha.

A minha vontade era de matá-la, mas já chega de matar pessoas, já basta o Toni. Preciso me controlar para não fazer alguma outra cagada. Entrei em casa e bati a porta.

— Magali? — era a minha mãe. Apenas ignorei-a e subi para o meu quarto, também fechando-o.

— Ok, amanhã tem aquele trabalho de biologia que a professora passou hoje e… — Joguei minha mochila na cama e sentei no chão. — Aquele trabalho em dupla com a Denise de português. 

Em um impulso nervoso, peguei meu travesseiro e comecei a batê-lo na cama repetidas vezes. Estava descontrolada, precisava descontar em algo que não tivesse vida e nem sentisse dor. 

De tanto bater, um pedaço de papel voou de dentro do travesseiro e caiu no chão. Me abaixei e peguei-o em minha mão.

"Estamos de volta."

Encarei a rua pela janela do meu quarto. O quê? De volta? Meu coração começou a palpitar rapidamente e eu sentia-a prestes a sair pela minha boca.

E se fosse o Rubens voltando para me atormentar? E se fosse a Mônica? E se fosse até o Toni?

— Magali? — virei assustada ao ouvir aquela voz. — Tudo bem? Estávamos com saudade de você.

Era Felipe, ao lado de Fernanda. Sorri ao vê-los e corri para abraçar os dois de uma vez só. 

— Que saudade de vocês. O que estão fazendo aqui? Não deveriam estar na escola lá na cidade de vocês? — perguntei curiosa.

— Nossa mãe nos transferiu. — disse Fernanda. — Queria que nós fizéssemos faculdade em um lugar melhor, e que tivéssemos um último ano em uma escola melhor. Então, como a gente já conhecia você e sabíamos que você estudava em uma escola boa e em uma cidade com diversas universidades boas… Ela nos transferiu para a Escola do Limoeiro!

— AHHH!! Mentira! Vocês vão morar aqui? — eu estava extremamente empolgada com a ideia de apresentá-los para toda a turma.

— Sim. Pelo menos até terminar a faculdade, vamos ficar aqui sim! — disse Felipe.

— Meu Deus. Que coisa louca, não consigo acreditar nisso. Estou muito feliz com essa notícia, podem ter certeza que vou fazer de tudo para vocês ficarem na minha sala junto o com toda a minha turma! — falei dando pulinhos extremamente constrangedores. 

— Queremos conhecê-los. Saber o que eles têm de tão importante pra te deixar tão bem! — disse Fernanda.

— É. — concordei. — Mas, como a minha mãe deixou vocês entrarem aqui?

— Eles me explicaram a situação, filha. — minha mãe entrou no quarto no mesmo instante. — Me explicaram que te acolheram enquanto você estava… Desaparecida daqui. Então, eu deixei eles ficarem aqui até você chegar.

— Ah. — minha expressão era de confusão. — Estava ouvindo atrás da porta, mãe?

— Er… — ela suspirou envergonhada. — Filha, você tem que entender que eu ainda estou muito preocupada com você. Você de voltar para casa, passou por alguns traumas. Fico preocupada com você.

— Ela tem razão, Magali. — Felipe falou. 

Assenti com a cabeça.

— Enfim, venham aqui vocês dois, preciso deixá-los atualizados sobre os trabalhos e deveres. Amanhã vamos apresentar dois trabalhos e são para nota, vocês precisam fazer. — disse eu. Eles arregalaram os olhos. 

— Uou. Pelo visto, nossa jornada aqui vai ser bem cansativa. — disse Fernanda e nós rimos.

Sentamos no chão e nos pusemos a fazer os trabalhos. Era bom tê-los ali, porém, minha cabeça não parava de pensar em como seria lidar com Felipe, Fernanda e Denise no mesmo lugar.

Espero que esses dois já tenham me esquecido, ou que conheçam alguma outra pessoa por aqui. 

Não posso deixar a vinda deles estragar algo.

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Já estávamos na terça-feira e eu e outros alunos que se interessaram pelas aulas de informática estávamos tendo umas instruções do novo torneio de games que a escola começaria a proporcionar todos os anos a partir de agora.

Interessante, só porque é o meu último ano na escola todas essas coisas boas estão acontecendo…

Eu não podia negar que estava muito animado, fazia bastante tempo que eu não participava de algo relacionado à games. Meio que deixei de lado quando comecei a me relacionar com o DC, não sei porque motivo, mas pretendia voltar.

Hoje o dia foi agitado. Tivemos alguns trabalhos para entregar e entraram dois novos alunos na nossa sala. Acho que o nome deles eram Felipe e Fernanda, se não me engano. Eram amigos da Magali e a conheceram enquanto ela estava desaparecida do Limoeiro.

Não fui muito com a cara deles, mas tanto faz, espero que eles não queiram se juntar ao nosso "grupinho". Por azar, o tal do Felipe optou por também fazer informática como atividade extracurricular.

O Licurgo, nosso diretor, deixou nossa sala enquanto todos nós fomos para cada computador começar a "treinar". Pelo que entendi — antes de começar a boiar e pensar em vários nadas enquanto ele explicava tudo — teríamos que treinar como em um time para competir com os alunos da outra escola do Limoeiro. 

Ha! Isso vai ser moleza.

O jogo era um game de RPG onde cada um dos 10 jogadores teria que assumir um papel e tentar invadir o império inimigo, que teria os mesmos papéis e objetivos que nós. Basicamente teríamos que treinar para conseguir matar os adversários até chegar no rei, que também teríamos que matar.

Eu estava bem empolgado, já que esse é exatamente o tipo de jogo que eu gosto.

— Seguinte, galera, nós temos que ter estratégia. Sem estratégia, vamos perder feio. O ideal é que a gente treine com nós mesmos. — assumi a liderança. — Dividimos todo mundo em dois grupos: Os combatentes e os defensores. Os combatentes irão tentar invadir o império adversário, enquanto os defensores irão defender a nossa base da outra equipe. Tudo bem? — Todos assentiram. Sabiam que eu era bem inteligente e já ganhei muitos jogos com as minhas técnicas e por isso confiavam em mim. — Dividam-se e decidam em qual grupo ficarão. 

— E por que a gente tem que seguir as suas regras? — perguntou um garoto que eu nem conhecia que devia ser do primeiro ou segundo ano. — Você nem deve saber jogar um jogo de RPG, prefere ficar chupando a rola e dando o cu pro seu namoradinho o dia inteiro.

Fechei meu punho, meu sangue estava começando a ferver e se ele continuasse falando eu iria dar um belo de um soco na cara daquele moleque homofóbico de merda. 

— E o que uma coisa tem a ver com a outra? Não é por ele namorar um garoto que ele não saiba jogar ou seja inferior que alguém. — rebateu Felipe, para a minha surpresa. Eu não fui com a cara dele e mesmo assim ele me defendeu. — Isso é ridículo, você devia parar de ser tão preconceituoso.

— Sem contar que o Cebola manda muito bem em RPG. Ele sempre ganha em primeiro lugar, você devia procurar se informar antes de falar. — disse outro garoto que eu também não sabia o nome. Minha fama tá boa, hein? Pra um garoto que eu nunca troquei uma palavra estar me elogiando.

— Obrigado! — sorri em agradecimento. Encarei o pirralho que falou aquilo de mim com desgosto. — Tem mais alguma coisa a falar que acrescente ou só asneira?

— Tenho. — ele levantou da cadeira que estava e veio vindo em minha direção. — Não vou aceitar ser liderado por um viadinho de bosta. Então sai daqui antes que eu te quebre inteiro na porrada.

Encarei ele raivoso, embora estivesse com um pouco de medo. Embora o guri fosse mais novo que eu, ele era mais alto e parecia ser mais forte que eu. Não falei nada, mas de repente alguém o puxou com força e segurou-o pela gola da camiseta. 

Era Felipe. Ok, esse garoto tá me defendendo demais pro meu gosto, se o DC ficar sabendo disso vai querer matá-lo com certeza.

— Ele vai liderar sim, eu posso ter acabado de entrar na escola e não saber como ele joga, mas pela opinião de TODOS aqui ele é um bom jogador, se vacilar o melhor daqui. E com certeza é mil vezes melhor que você. — dizia o rapaz. — Então se não quer ser liderado pelo Cebola só por ele ser gay, bi, sei lá, vaza! Ninguém aqui vai aceitar ter um homofóbico horroroso entre nós. 

— Eu não vou sair. — rebateu.

— Quem concorda em esse fulaninho desconhecido ir embora do nosso time, levanta a mão. — perguntei e levantei a mão, acompanhado de todos da sala.

Segurei a vontade de rir vendo a carinha de irritação dele. Felipe soltou-o. 

— Vai embora daqui. Esse gay aqui que tá falando com você pelo menos é conhecido nos jogos. — sorri orgulhoso vendo o dito cujo sair da sala pisando firme no chão. — Obrigado por me defender, Felipe. — sorri sem mostrar os dentes e apertei sua mão. 

— Não tem de quê! — ele sorriu. Não vou negar que olhando-o mais de perto, ele era até bonitinho. Aquele sorrisinho dele então. Ok, Cebola, já chega, você tem namorado.

— Enfim, gente, tivemos esse inconveniente, então agora sim podem escolher em qual grupo ficarão e então começaremos a treinar! — sorri maldoso. — E eu, logicamente, serei o rei.

Sentei em uma cadeira afastada dos outros, perto do computador, olhando para eles enquanto separavam as equipes.

Encarei Felipe de longe. Não sei porque, mas mesmo que ele tenha me defendido daquele outro garoto, ainda sinto algo estranho vindo dele. Não sei explicar.

Isso é estranho. Deve ser só impressão minha… 

—Continua—


Notas Finais


olha eu caraio

sim, o felipe e a fernanda voltaram. será que vai ter confusão com a denise? será que eles vão ser bonzinhos como eram na primeira temporada ou vão voltar uns ranços??

essa última cena gente, só pra deixar claro, não vai pesar na fic, ok?? ou seja, esse nojentinho homofobico não vai mudar em nada na fic, provavelmente nem vai aparecer mais. coloquei só pra """apresentar o felipe""" de novo. será que ele pode ser um novo empecilho na vida do dc e do cebola???

só o futuro dirá.......

e quem quer que a penha morra respira. acabou de chegar e já tá causando pras nossas divas e lindas magali e dedê, onde se viu????

OBRIGADA PELOS 22 FAVORITOS AAAAAA. com apenas um capítulo e 4 dias de lançamento, já temos 22 pessoas favoritando.

estoy muy felizita ❤


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