História Vinland Saga (Interativa) - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, História, Passado, Romance, Século 11, Treta, Vinland Saga
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiro capítulo da história
Será baseado no mangá a Fanfic.
Começando agora
Aproveitem

Capítulo 3 - Capítulo 1: A primeira guerra


Fanfic / Fanfiction Vinland Saga (Interativa) - Capítulo 3 - Capítulo 1: A primeira guerra

O presságio da morte vinha com eles...

Junto das negras nuvens da batalha.

SÉCULO 11

REINO FRANCO (ATUAL FRANÇA)

Cisnes brancos voavam pelos céus, indiferentes aos gritos e os sons da guerra, que eram ouvidos de toda parte. Um forte Franco, protegido por muros de madeira e um rio agora estava cercado de guerreiros. Eles estavam com os escudos erguidos, tentando se proteger de uma chuva de flechas que era lançada de guardas no topo da muralha de madeira. A ponte em que eles estavam logo se enchia de cadáveres recheados de flechas.

—Merda... FORMEM MAIS BARREIRAS!—Gritou o comandante, erguendo o escudo e segurando uma corda que estava amarrada a um tronco grosso de madeira com uma ponta de ferro fundido.—ABRAM ESSES PORTÕES!

O Aríete que eles seguravam bateu na porta de madeira do forte várias vezes. O general do forte percebeu o perigo daquela arma.

—DERRUBEM O ARÍETE!*—O general berrou, erguendo a espada. Os arqueiros descem os arcos e abrem espaço pra um grupo de soldados com bestas*.—ESQUADRÃO BESTA! PREPARAR... APONTAR... FOGO!

Em comparação com o arco, quando uma besta atira uma flecha ela vai tão forte que pode atravessar uma porta. E não foi diferente com os escudos de madeira dos soldados, que foram estilhaçados com as flechas. Os soldados atingidos morriam na hora. Vendo que não tinham chance naquela batalha, os soldados invasores fugiram. Vitória dos Francos defensores.

—Excelente. HOMENS! REÚNAM OS FERIDOS PARA QUE AS MULHERES POSSAM CUIDAR DELES!—O general tirou o capacete, limpando o rosto manchado de sangue e suor.—O Resto recolha as flechas em melhores condições. Peçam pra algumas mulheres lhes ajudarem também.

Logo aquela manhã de guerra se converteu numa tarde de conserto: Os cadáveres dos mortos tinham as flechas arrancadas pra serem limpas e usadas de novo e os feridos eram curados. Logo depois era feito um "Funeral" pra os soldados inimigos e os aliados, que eram enterrados por lá.

—Por sorte eles só podem atacar pela frente. O lago nos protege por trás.—Falou o general, enquanto uma mulher limpava seu braço.—Graças a Deus eles não são bons navegadores.

Mas um povo era. Observando tudo de um morro tinham um grupo de homens. Um deles, loiro de olhos azuis. Seu nome era Akela e ele sorria pacificamente.

—Como Guerras entre tribos Francas podem ser tão interessantes?—Akela comentou com um dos homens que estavam com ele.—Os inimigos agora são apenas 800, mas os defensores do forte estão em um número muito menor...

—E eles são ricos.—Disse um homem de barba escura e usando um capacete.—Pretende atacar junto dos invasores? Isso nos daria uma vantagem.

—Sabe que não pode confiar em cristãos, companheiro.—Akela falou, pondo seus olhos na direção da igreja do Forte. Homens carregavam um baú cheio de pérolas e ouro.—Tudo eles dão praquela construção, a Igreja. E os invasores vão se focar lá no ataque. E eu não tô afim de dividir com Francos.—Ele assovia e olha pra trás de seus homens.—Thorik! Já acordou?

Um jovem saiu da multidão de soldados. Ele era loiro, com cabelos arrepiados e um físico forte pra sua idade. Ele tinha olhos, porém, de cor esverdeada com uma fúria já presente e cruel. Akela adorava aquele olhar.

—Tenho uma missão pra você, pirralho.—Akela disse, se aproximando de Thorik.—Vá até os atacantes e diga a eles que queremos nos aliar a eles. Também lhes dê a estratégia de atacar durante o amanhecer. E Em troca de nossos... Queremos metade dos espólios.

—E o que eu ganho se mandar essa mensagem?—Thorik perguntou, sua voz soando tensa de ódio.

—Ok... Que tal 5 moedas de ouro?—Akela arrancou alguns assovios de surpresa de seus amigos ao dizer isso.—Que tal?

—Você sabe muito bem o que eu quero.—Thorik fechou os punhos ao dizer isso.—Eu só vou se eu tiver o que desejo.

—Nossa. Calma aí baixinho. Você mete medo hein. Ok te darei o que quer. Em nome de Tyr*.—Akela não mentia. Thorik era muito assustador. Mas logo Akela se acalmou.—Se quiser o que deseja, arranque a cabeça do general ou de qualquer outro oficial importante.

Thorik resmungou algo incompreensível e saiu descendo a colina, indo na direção aonde o acampamento dos francos que atacavam o forte se encontrava. Akela riu baixo e olhou pra o forte inimigo. Um amigo dele encarava as costas de Akela.

—Esta se perguntando porque deixei aquele arrogante cuidar das negociações?—Perguntou Akela ao amigo, que assentiu.—Os defensores estão impacientes. E às vezes mediadores morrem antes mesmo de negociar. E aliás... Pra que se importar com um moleque que achamos por aí?

ACAMPAMENTO FRANCO

—Alto! Quem é você?—Berrou um guarda, falando francês (irei mostrar apenas a tradução de suas falas).—Responda, Petit!*

—Existe alguém que fale minha língua por aqui?—Thorik falou, se aproximando dos 2 guardas.—Vim trazer uma mensagem ao chefe.

—Estrangeiro imundo...—Falou o segundo guarda, de mão na espada.—Cuidado. Pode ser um espião.

—Eu vou perguntar de novo... Algum de vocês fala norueguês?

—Cai fora.

O guarda ia empurrar Thorik até que o mesmo agarrou sua mão e o imobilizou, pondo uma faca em seu pescoço. O homem ficou confuso de tão rápido que foi.

—EU SOU HERALD!—Thorik gritou, usando seu nome falso favorito.—E EXIJO ALGUÉM QUE FALE MINHA LÍNGUA!

QUEBRA DE TEMPO: 10 MINUTOS

Thorik estava com os pulsos amarrados e 2 guardas apontando espadas pra seu pescoço. Na frente dele tinha uma mesa farta. Um homem baixinho e gordo comia um Faisão* inteiro.

Não ele não era só baixinho e gordo. Ele era um balofo. Seu pescoço tinha cedido lugar para uma juba de banha que era encharcada de suor, espinhas e cerveja. Seu cabelo ralo lembrava uma sopa de tão oleoso. Sua cabeça era tão achatada que parecia que um gigante ou alguém com um martelo gigante esmagou ele e o deixou daquele jeito.

Ele vestia uma roupa justa e apertada de couro, além de uma capa e vários anéis. Ele olhava pra Thorik com desprezo. Esse era o líder do grupo, chamado de General Jabbatho.

—Então vocês querem metade dos nossos espólios é?—Perguntou o General, devorando uma costeleta de javali.—Crianças brincando de mercenários... Está confiante quanto ao que diz, Norueguês?

Os soldados soltaram sussurros e murmúrios no espanto. Nunca tinham visto um Norueguês antes. Thorik realmente representava os grandes guerreiros bárbaros do norte. O tradutor que encontraram traduziu o que o General falou pra Thorik e ele deu sua resposta:

—Até um garoto como eu vê que atacar um inimigo de frente é um erro. Pela falta de homens, eles estão concentrando tudo na frente. Em minha opinião vocês devem atacar por trás, pelo lago.

—Mas todo estrangeiro é burro hein?—Jabbatho falou, olhando pra Thorik como se ele fosse um jumento.—Se fosse possível teríamos feito isso! Mas não dá pra por um barco naquela porcaria de lago!

—O único rio que se conecta ao lago é cheio de cachoeiras e é dentro de um labirinto.—Falou o comandante das tropas, saindo de trás de Jabbatho. Ele tinha cabelos ruivos e seu olho esquerdo estava enfaixado devido a batalha.—E nossos barcos estão a 1 quilômetro morro acima por isso só atacamos pela frente. Não dá pra atacar a margem.

O tradutor traduziu o que ouviu pra Thorik. Ele mudou seu olhar sério pra um de tédio.

—Você recusa a oferta? Se for... Akela dará os 100 homens que prometeu pra você pros caras do forte pra que eles lutem contra vocês.

Todos ficaram espantados. 100 homens?! Imediatamente as espadas dos guardas foram mais aproximadas de seu pescoço.

—A mesma coisa vai acontecer se me matarem. Se quiserem ter aliados fortes, sugiro que aceitem nossa oferta e me permitam dar o aviso ao Akela até hoje a noite.

Silêncio. A expressão de desprezo de Jabbatho reduziu depois de beber um cálice de vinho.

—Ok eu aceito sua proposta.—Jabbothe falou, dando o cálice pra uma serva.—Mas se estiver mentindo, será executado.

—Em nome de Tyr juro que não estou mentindo.

—E em nome de Jesus Cristo e Santa Maria, juro que honrarei minha parte do acordo e metade dos espólios serão seus.

Os homens soltaram Thorik. Ele encara Jabbatho e estende a mão.

—Devolve minha espada. Ela era do meu pai.

CONTINUA...

NO PRÓXIMO EPISÓDIO:

Akela: 1 flecha... 2... 3...

Amigo do Akela: 2 altas e 1 baixa. É o sinal.

Akela: Vamos mover os Drakkars.

*

Jabbatho: Será bom ter bárbaros como aliados.

Comandante: Mas senhor, lembre-se que eles receberão metade de nossos espólios.

Jabbatho: Deus me perdoará se eu negar um acordo pra um pagão.

*

Thorik: Quem é o general do forte?

Jabbatho: O com a pena no capacete. Que homem irritante ele é...

*Thorik sai correndo pra Batalha, já sacando 2 punhais*

GLOSSÁRIO

-Ariete: Uma arma de guerra medieval usada até hoje. É um tronco de madeira grande com um "Capacete" de ferro. Era usado pra arrombar portas

-Petit: Pequeno em francês

-Faisão: Ave de médio porte conhecida por ser bela e deliciosa. É um pouco maior que um galo e está ameaçado de extinção.

-Tyr: Deus da Justiça e da Coragem da Mitologia nórdica. É conhecido por ter sido o responsável por prender Fenrir, lobo do caos, após por a mão em sua boca. Qualquer promessa feita a Tyr deve ser cumprida senão sua justiça divina cairá sobre sua cabeça


Notas Finais


Até a próxima pessoal!


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