História Violados - Capítulo 22


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Categorias Star Wars
Personagens Personagens Originais
Tags Darth Maul, Imperador Palpatine, Maul, Sith
Visualizações 33
Palavras 2.929
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E então, o fim.
O que dizer além de um imenso obrigada?
Bem... espero que gostem.
Boa leitura♥

Capítulo 22 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Violados - Capítulo 22 - Epílogo

Epílogo


O que a lagarta chama de fim do mundo, o homem chama de borboleta.

Richard Bach


30 anos depois...




Um par de olhos azuis varriam a escuridão com pesar evidente, que reluzia em sua íris. Um rosto coberto por um manto negro, espreitava cada duna das areias sem fim, do deserto desconhecido e perigoso de Tatooine. As botas afundavam até a metade em cada passada dada pela figura solitária com a aparência inofensiva. Ela suspirou e parou de repente. Não era inofensiva. Não mais. Não depois de tudo que viveu, de cada trilha que tomou, e de tudo que fez ao lado de sua família para mantê-los vivos.

A mulher olhou para um lado e depois para o outro, sentindo e buscando. Os olhos azuis vagaram pelo céu daquele lugar inacreditavelmente belo, e um suspiro de contentamento rompeu dos lábios rachados pelo frio extremo.

Um vento cortante varria cada parte, levando consigo areia, e passando pelas brechas da roupa da figura altiva parada, arrancando arrepios indesejados que subiam pelo corpo espalhando tremores incontidos. Ele sibilava feroz, mostrando quem detinha o poder ali, dobrando todos a sua vontade. Impiedoso e voraz. Com reverência a natureza e a Força, fechou os olhos, se conectando com o Cosmos, como raramente fazia. Se abriu para a Força, e recebeu tanta coisa de volta, que a respiração engatou. Vida, morte, dor, fome, amor, miséria, opressão, esperança… Propósito. "Eu posso vê-lo mãe.", a voz perolada de sua filha respondeu dentro de sua mente, guiando a mulher até onde queria ir, onde buscava ir, onde precisava ir. Sua ferida. Seu amor. O motivo de ter tido uma vida e ter dado uma vida a ela… a sua menina que agora já era uma mulher e trilhava seu próprio caminho. Forte, inteligente, leal e tão poderosa que todos ao seu redor, tornavam-se meros espectadores do grande espetáculo que era. "Se oculte e me busque pela manhã", disse a mãe, pelo forte vínculo que possuíam e jamais se extinguiria. Assim ela obedeceu, sabendo que não podiam ser notadas naquele tempo, onde a Sombra pairava, sempre atrás do rastro que deixavam. Escondidas. Não só pelas suas vidas… como também pela de sua família. Os Syndulla se arriscaram, e o mínimo que Kamina podia dar, era responsabilidade de não deixar ninguém saber… muito menos aquele… que um dia fora homem e hoje era apenas máquina. Vader. Ela sabia bem quem ele era. Ela sabia muito. Sabia o suficiente para se manter longe.

Voltou a caminhar na areia fofa, sendo observada pelo céu estrelado, se guiando pela Força que a mostrava exatamente onde ir, dominada pela dor e pesar… pela velha ferida incurável que jamais iria cicatrizar. Ainda sufocava. Ainda queimava e parecia em algumas horas, que lhe partiria ao meio... mas não chorava. Nunca mais se permitiu chorar. Fazia anos que de seus olhos nenhuma lágrima era derrubada. Forte, permanecia de pé. Tentando se tornar quem nasceu para ser.

Agora ali, diante de seu objetivo naquele planeta, achava que havia feito as melhores escolhas, mesmo que erros tenham sido cometidos, e tenha tido necessidade de abrir mão de muitas coisas… dele. De Maul.

Ela parou de pé, ao ver o tremeluzir da chama, na entrada de uma gruta, e antes de avançar, suspirou fundo.

No céu, quatro luas caíam pelo horizonte, e na manhã, dois sóis iriam nascer. O termino de um ciclo… um dia também se juntaria a ele. Tudo tinha um fim… e nem sempre era como nas belas estórias de livros. Aprendeu que a vida era complicada demais, complexa demais, e seus términos geralmente tendiam ao drama, e não ao "Felizes para sempre." De bom grado aceitou. Tudo que veio, aceitou. Assim como ele… Da forma que a vida ensinou.

Com passadas decididas seguiu, e sabia que antes de ter vislumbre do rosto do homem, já tinha sido pressentida. Não pela Força. Assim como Kamina, ele também estava igualmente fechado. Tempos sombrios… dias de caos…

— Quem vem aí? — Bradou o homem. Não havia raiva, medo ou impaciência. Era uma voz cansada e mansa, que lembrava Cham.

— Noite senhor! — Kamina se aproximou, tão gentil quanto a condição permitia. Com seus dedos trêmulos e cobertos por uma luva grossa, tirou o manto de seu belo rosto. Marcas roubavam sua mocidade, desenhando em sua pele, linhas e mapas, que contavam a história de sua vida. O vento voraz levou seus cachos bem presos, que agora além do negro, eram pintados em alguns tons de branco. O tempo vinha para todos. — Estou aqui em paz! — Ela sorriu, tendo sob si, olhos gentis, mas que reluziam em um poder evidente.

— Se esta em paz, venha! Sentai-se aqui e diga as boas novas do caminho que trilhou! — Ele sorriu. Kamina também. O homem analisava com atenção a desconhecida, que o observava com curiosidade, como se soubesse algo além, que não deveria saber. Ela viu os cabelos grisalhos, o manto marrom, que cobria a veste branca, e um ar de sabedoria contagiante. Parecia ter vivido mais de uma vida…

— Venho de um lugar indelicado senhor. — Com elegância em cada gesto, Kamina se sentou na pedra circular, diante dele, que segurava uma cuia nas duas mãos, parecendo ficar cada vez mais interessado na mulher e no que buscava. — Difícil achar lenha aqui… — Ela riu, olhando para o fogo crepitante, que aquecia seu corpo.

— Nesses tempos sombrios, fica cada vez mais difícil não achar um lugar indelicado. — Eles se olharam em silêncio, até o vento cantar alto, levando os cachos negros que ficavam grisalhos pela idade, mas que nada roubavam a beleza estonteante dela. — Sempre achei magnífico como um deserto escaldante durante o dia, pode se tornar frio pela noite.

— E em como um lugar tão inóspito, pode ser tão deslumbrante aos olhos. — Ele a olhou mais, e uma nota de confusão surgia a cada minuto ali. Viu a mulher olhar o céu, buscando algo invisível aos olhos, mas que era tão intenso, que apenas pela expressão facial, podia ser percebido. O homem bebericou sua cuia e estreitou o olhar. Ela era familiar…

— A senhora aceita uma sopa de cebola? — Ele ofereceu com humildade, apontando para a panela que fervia no fogo. — Não sou o melhor cozinheiro que irá conhecer… na verdade, sou péssimo nisso. Mas irá aquecer seu corpo nessa noite fria. — Ela aceitou com um sorriso e um aceno que transbordava em agradecimento. Enquanto o homem servia uma cuia para ela, Kamina o analisava e deixava ser analisada, um tentando descobrir mais do outro.

—Hum! Deveras modesto! — A mulher pontuou com graça, rindo ao engolir o caldo. Não estava com fome, mas o calor do alimento proporcionou um alívio momentâneo do frio que os envolvia.

— A senhora que é gentil. — Ele sorriu. — E sou grato. Gentileza tem se tornado escasso. Um bem precioso que se esvai…

— Muitas coisas têm se tornado escassa. Não só gentiliza. — O homem nada disse, e olhando para o fogo, tomou mais de sua sopa.

— O que busca em um lugar como Tatooine? — Ela o olhou fundo. — Vivo aqui mais tempo do que gostaria de admitir. Conheço o povo. E sei que não é daqui.

— Dizem que pessoas buscam lugares como esse por três motivos: Fuga, busca e por feridas que não se cicatrizam. — Kamina bebeu mais de sua cuia. Não o olhou por longos segundos, mas sabia que estava sendo analisada. — Está aqui por qual desses? — Ela o olhou firme e deixando transparecer um pesar tão grande, que ele pode sentir em sua alma.

— Pelos três motivos que citou. — Eles se olharam e nada disseram. O vento sibilou alto, e por longos segundos nada foi escutado, além disso. — E a senhora? — Ela sorriu com dor.

— Estou em eterna fuga. E busco uma ferida. — O homem sorriu, e com calma, pois, sua cuia de lado, dando toda sua atenção para a mulher.

— Geralmente as pessoas desejam esquecer suas feridas. Cura-las. Não busca-la. — Ela o olhava como se pudesse invadir sua mente e alma. Um olhar triste de quem viveu muita coisa. Coisas que não deveriam ser vividas.

— Feridas… — Kamina bebeu de sua cuia e mastigou com paciência um pedaço de cebola. — O senhor já teve aquelas feridas que salvam? Aqueles ferimentos que te deixam mais forte, com calos? Quando um soldado aprende a lutar, cada ferimento o deixa mais forte. Mais sábio e mais preparado para a vida. Aquela ferida que te fez crescer e ser melhor. Aquela ferida que marcou tanto um período de sua passagem, que não quer esquece-la? — O homem a analisou, e em seus olhos azuis, uma breve compressão surgia, como se uma luz tivesse iluminado sua mente escura.

— Tive muitas feridas como essa. — Ele apenas suspirou com pesar. Os dois contemplaram o céu com reverência, cada um pensando nos caminhos percorridos, e as feridas que os levaram até ali. — Tive que lidar recentemente com um ferimento desses… — A íris da mulher reluziu em dor e compreensão. Os dois sabiam mais que diziam. — Uma ferida antiga de minha mocidade. Uma ferida que me causou tanta dor, mais tanta dor, que não há nada que faça ela cicatrizar. — Ele a olhou atentamente. — Mas essa ferida me fez melhor. A dor que ela me causou me fez ver o mundo com mais profundidade. Descobri com essa ferida, que não existe "preto e branco"… São vários tons… camadas. E principalmente me ensinou que o mal não nasce… precisa ser criado. — O homem voltou a olhar o céu, para depois firmar seus olhos na mulher silenciosa que o ouvia com atenção. — Então acredito senhora, que te entendo.

— Como curar uma ferida assim? Como seguir em frente?

— Acho que não sou a pessoa certa para dar a resposta que busca. — Ela sorriu, e ele jurou ter visto uma lágrima. Mas não teve certeza.

— Essa ferida me deu uma vida. Me deu algo maior. Mas também tirou minha inocência. Afogou meus sonhos mostrando a realidade. Rompeu minha alma com a ausência e até hoje… Até hoje eu olho para o lado esperando que essa ferida esteja lá… pois, eu simplesmente não quero lidar com a partida. E aqui estou eu… de frente para você, querendo compreender como faço para prosseguir, após saber que essa ferida… — Ela engasgou com o próprio ar, segurando o choro. — Não está mais lá. Que anos passaram, e não adianta mais… que acabou. Acabou simplesmente. — Ele a olhou. Ela sustentou o olhar. Uma compreensão surgia. Um entendimento maior, um reconhecimento mútuo…

— Julgo que temos uma ferida em comum senhora. — Ele riu com dor, lembrando-se quem ela era. Uma vaga e longínqua memória de uma noite, em um baile de Naboo, quando seus olhos viram uma mulher estonteante surgir pela porta do salão.

— Acho que sim Mestre. — Ela riu. Não iria chorar, repetiu mentalmente, sentindo a realidade chegar como uma tempestade cruel. Como as de Wayland… Finalmente o Jedi a reconheceu.

— Mestre… não sou chamado por isso faz tanto tempo. — Havia dor ali, que nada tinha a ver com a ferida que falavam. E sim de outras. Bem mais amargas para o homem. — A Imperatriz perdida. — Ele sussurrou. Todos sabiam da busca pela mulher "desaparecida"… e sua filha. A princesa Imperial.

— Nunca estive perdida Mestre Obi Wan. — Kenobi não tinha dúvidas disso. Se soubessem naquela época. Se a jovem tivesse dito algo, poderiam ter evitado tanta dor. Como se tivesse pressentido seus pensamentos, ela respondeu. — Era uma menina. Tão tola e medrosa… — Kamina suspirou. Cansada. — E depois veio ela… tão linda que não podia arriscar sua vida. Minha filha precisava de mim. Como hoje Luke precisa de você. — Obi Wan estancou em surpresa pela menção ao filho do Skywalker.

— Como sabe? — Pela primeira vez naquela noite ela viu medo nos olhos de Kenobi.

— Sei de muitas coisas. Mais do que gostaria. Mais do que precisava. Não vim aqui para vê-lo ou entrar na guerra. — Pontuou com firmeza. — Fiz uma escolha, anos atrás. E optei por manter minha filha longe disso. — Era nítido que aquilo causava remorso na mulher, que não tentou esconder por nenhum momento. — Fiz escolhas. Como você. Como todos… Sei que dói estar aqui. Longe de quem ama. Ajudando. Esta por um bem maior. E eu, por amor. Descobri que minha filha seria mais útil oculta do que mostrada para todos. — De repente, um temor surgiu no olhar dela, substituindo a dor que dominava cada parte da mulher. — Um poder Mestre Obi Wan. Um poder único, que com muita dificuldade, mantive longe. — Eles se olharam. Dois mares azuis e intensos, duas vidas duras e marcadas por abnegação.

Kamina fechou os olhos e se ergueu, abraçando o corpo. Pensando no passado, nele e em todo seu caminho até ali, aquele planeta, que tinha dois sóis como regente. Deu as costas para Kenobi e mirou o deserto sem fim. Um horizonte de areia, banhado pela luz das quatro luas. As únicas testemunhas daquele encontro.

O silêncio ficou ali, bailando pesado, onde a única nota era a do vento, e os passos do homem, que se aproximava sorrateiramente, se abrindo para a Força e buscando Kamina, que ao sentir, se revelou para Obi Wan, que queria entender. Entender como Darth Maul se tornou algo para ela. A mulher se virou lentamente, olhando nos olhos dele e se mostrando, revelou como o Sith entrou em sua alma e nunca mais saiu. Como o amava. Como se entregou. Como fugiu de Sheev Palpatine e sua tentativa de acha-lo, sem que o Imperador tivesse acesso ao seu paradeiro. Em como doeu e ainda doía. Aquilo durou minutos, onde ‘flashes’ rodavam pela mente do Jedi, e quando acabou, Kenobi parecia surpreso, desnorteado, mas logo se recompôs, tornando a figura sábia e altiva de antes.

— Eu deveria ter ido atrás dele… — Ela riu amargamente. — Repito isso todos os dias… Meditei tentando me comunicar com Maul… Mostrar onde eu estava. — Kamina suspirou, olhando o céu. — Mas dentro dele só havia dor… Somente dor. — Obi Wan nada disse por longos minutos. Começou a se perguntar, se a vida do Zabrak pudesse ter sido diferente caso a mulher tivesse conseguido encontra-lo, mas logo mudou o pensamento. Não havia volta. Não mais. Não ali. Não para ele.

— Maul chamou seu nome… "Kamina…" — Disse o homem. — Não me lembrei de você.

— Meu nome se perdeu quando O Imperador passou a usar meu título de "Imperatriz".

— Não tive outra escolha.

— Sempre há escolhas mestre. Escolheu a que julgou ser certa. Não estou aqui para me vingar…

— Para que está aqui senhora?

— Para me despedir. Para vê-lo uma última vez. Para… eu preciso disso. Me entende? — Ela questionou, sem saber o que buscava ao ir até ali.

— Queimei o corpo… Maul se juntou as areias de Tatooine. — Uma lágrima escorregou e se perdeu no manto que cobria Kamina. As outras ela engoliu com firmeza. Estava morto. Morto. Não podia mais sonhar em um dia encontra-lo…

— Ele sentiu dor? — A mulher cerrou os olhos.

— Não. — Ele a viu respirar e voltar a olha-lo. — Não havia nele o homem que conheceu. Era um receptáculo de vingança e dor.

— Eu sei a Sombra que Maul se tornou. Sei o que fez… e isso… dói.

— Não importa mais. Acabou. Agora a Força o tomou. Maul faz parte dela agora… 

— Sim. Ele faz.

Eles se olharam. Firmes e com um entendimento de vida. Maul virou uma Sombra cruel que levou dor a todos. Fez questão de destruir tudo que viu. Se perdeu tantas vezes, que no final, não sobrou nada. E após perder tudo, após ficar sozinho, tentou recomeçar. Tentou vingar sua mísera vida, indo atrás de como matar Vader e o Imperador. Mas se perdeu uma última vez. Partiu pela mão do homem que tentou destruir. Mas como sempre, o amor mostrava ser sábio, e ódio tolo.

Um ao lado do outro, permaneceram de pé, em uma reverência silenciosa ao Zabrak que cruzou com a vida deles. Maul deu a ela mais que liberdade, e entregou a Kenobi aprendizado de uma vida, onde entendeu que violência é criada em terrenos onde amor não habita.

Kamina Palpatine ficou ali até o nascer dos dois sóis. Olhando o deserto junto de Obi Wan, o exilado Jedi. Nada foi dito. Não havia o que se dizer. Palavras às vezes eram inúteis.

A nave desceu erguendo areia, assim que os raios de sol batiam no belo rosto da mulher. Era hora de partir.

— Se algum dia quiser se unir a rebelião. — Ele disse.

— Sei onde acha-los. São bem barulhentos. — Ela sorriu, cobrindo a rosto com o tecido negro. Ele apenas a olhou. Kamina viu o Jedi mexer no manto marrom que o cobria, e dele retirar dois Sabres de luz e estender com pesar e respeito. A arma de Maul.

— Leve com você. — Ela pegou em seus dedos trêmulos. — Existe um ditado Jedi que diz "O cristal é o coração da lâmina. E a lâmina, o coração do portador."

Kamina nada disse. Não havia o que dizer, apenas acenou para o homem e caminhou para a nave, que já estava devidamente pousada.

Da escotilha aberta, uma jovem saiu ao lado de um Echani. Linda. Obi Wan a olhou, parado de pé na frente de sua gruta, e Yennefer  sustentou o olhar de volta. O Jedi sorriu ao vê-la, com uma compreensão maior.

Parecia a mãe… Mas os olhos… Amarelos como dois sóis.



Notas Finais


Não sei como posso descrever como me sinto grata.
Bem, irei fazer uma fic da Yennefer. Simmm eu sou louca e não consigo sair do Spirit♥ Amo escrever. Muito. Postarei como de costume lá em Elo.
Espero que tenham interesse de acompanhar. Será grande e trabalhosa como Elo. Kkkkkk Obrigada e Obrigada.


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