História Violet Harmon, a verdadeira história - Capítulo 3


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Categorias American Horror Story
Personagens Adelaide "Addie" Langdon, Ben Harmon, Constance Langdon, Hayden McClaine, Nora Montgomery, Personagens Originais, Tate Langdon, Violet Harmon, Vivien Harmon
Tags American Horror Story, Murder House, Tate Langdon, Violet Harmon
Visualizações 63
Palavras 485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii bbs!! Eu tive uns grandes problemas e n postei por um boooom tempo, mas aqui está! Espero q gostem❤️

Capítulo 3 - Apenas o começo


Fanfic / Fanfiction Violet Harmon, a verdadeira história - Capítulo 3 - Apenas o começo

Acordei e olhei pro relógio na minha cômoda que marcava exatamente 4:23 a.m. Droga! Acordei cedo demais e não sentia o mínimo de sono. Resolvi me levantar e explorar um pouco a casa, e o primeiro lugar que pensei foi o sótão; Eu implorara a meus pais para que me deixassem fazer de tal cômodo meu quarto, eles, porém, negaram, afirmando que era muito mofado e afastado dos demais e que teríamos que fazer uma grande reforma nele para que se tornasse o mínimo confortável.

Exitei por um momento mas logo puxei as escadas e adentrei o local que era um breu mas ao contrário do que me disseram, quando liguei à luz, vi que era limpo e havia até mesmo uma cama lá, bem velha, mas estava lá, pensei se meus pais estavam reconsiderando meu pedido mas percebi que não assim que reparei que havia um nome talhado na Madeira da cama: Boul.

Era algo infantil com certeza, de um menino de mais ou menos uns 8 à 10 anos. Mas algo me incomodou, na base da escada estava uma corrente que levava às cobertas, ou seja, aquela criança era acorrentada lá em cima; será que sofria algum abuso? As probabilidades surgiam em minha mente, aquela casa me impressionava cada vez mais; sempre amei coisas macabras, morar em uma casa que continha suas próprias memórias parecia maravilhoso! Olhei pela janela e o Sol já estava surgindo, desci e fui à cozinha, meus pensamentos continuam na possibilidade de algo realmente cruel ter acontecido em meu novo lar. “Essa definitivamente é a melhor casa que eu poderia morar” pensei.

Peguei duas torradas na geladeira, geleia de uva, creme de amendoim e fiz meu sanduíche, encontrei um suco, e tomei meu café; Ainda estava cedo, o ponteiro do relógio marcava 6:17a.m, tinha tempo antes de ir pro inferno que os adultos chamam de escola. Subi as escadas, peguei meu caderno e comecei a desenhar, o resultado realmente me agradou, era um coração, o que mais gostava de desenhar. Levantei, fui ao banheiro, liguei o chuveiro e ouvi a água cair, era um som tranquilo que me acalmava... me despi, abri o box e me deixei molhar, quem sabe aquela água não levava meus males...

Sai do banheiro enrolada na toalha e notei como o dia havia mudado: estava nublado, o que deixava o mundo um pouco mais cinza, combinando um pouco mais comigo. Eu adoro dias nublados ou chuvosos, parece que o mundo perde um pouco do seu brilho hipocrita pra se juntar a mim, nessa tristeza que me acompanha aonde quer que eu vá.

Coloquei uma roupa, tomando o cuidado de sempre para que meus braços não ficassem à mostra (a última coisa que eu preciso são as perguntas e os olhares tortos das pessoas para minhas cicatrizes). Olhei no espelho e estava bom, nunca fui muito vaidosa mas também nunca liguei muito pra essa parte.


Notas Finais




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