História Violett - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Elizabeth Olsen, Sebastian Stan
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Palavras 1.869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey!

> Desculpa pelos erros ortográficos e pontuação

> Minha ideia era postar mais capítulos após essa semana que estive fora , mas acabou que não consegui escrever muito

Boa
Leitura 💟

Capítulo 19 - Manto de rei


Fanfic / Fanfiction Violett - Capítulo 19 - Manto de rei

Violett

Sinto meu rosto esquentar, viro e mudo de posição tentando impedir que a luz e o calor parem de me incomodar. Ainda estava cansada não me importaria de dormir por mais tempo , quando isso não surte efeito afundo meu rosto no travesseiro e resmungo . Mesmo que eu queira continuar dormindo é inútil as tentativas, pois já estou muito acordada para voltar a pegar no sono.

- Merda! -- murmuro contra cama.

Sinto falta de algo. Ou melhor de alguém.

Olho para o lado e não vejo James , coloco a mão no lugar onde ele deveria estar e esta frio , oque quer dizer que ele ja levantou a um tempo. Pego meu celular na estante ao lado da cama e o ligo checando as horas.

9 : 20 AM

A livraria ja abriu a uns vinte minutos. Bufo e mando mensagem para Bruno dizendo que me atrasaria, mas ficaria até mais tarde como um pedido de desculpas. Crio coragem para sair da cama e me levanto com certa dificuldade, vejo que minhas roupas estão na cadeira ao lado da porta limpas e secas. Me visto e vou ao banheiro lavar o rosto, não tinha escova de dentes aqui então pus um pouco no dedo e fiz oque podia para tirar o gosto estranho de todas as manhãs. Arrumo minimamente meu cabelo e saiu do banheiro, procuro por minha bolsa no quarto, mas devia estar na sala.

Saiu do quarto e procuro por James, o mesmo estava de costas para mim com seu abdome nu. Posso ver nitidamente sua tatuagem de três aspirais em movimento, não era muito grande ficava próxima ao seu ombro e era bonita.

- É celta , não é ? -- ao ouvir minha voz vejo-o se assustar.

- Porra , Jones!

Riu.

- Me desculpa, mas devia prestar mais atenção -- ele bufa e desliga o fogão. O vejo pegar dois pratos no armário de cima , logo em seguida ele serve panquecas em ambos os pratos junto a frutas e um café e um suco natural.

- Respondendo a sua pergunta , sim é celta. Se chama Triskele , significa controle entre mente , corpo e espírito ou passado, presente e futuro -- explica.

- Interessante.

O café é tranquilo, James tem talento na cozinha assim como meu pai. É nesses momentos que penso que preciso aprender a cozinhar ,ou terei que passar mais noites com Sarah no hospital por conta de alguma intoxicação alimentar . A conversa entre nós acontece normalmente, mesmo quando estamos em silêncio não é constrangedor. É calmo. É como se tivessemos alguma normalidade em nossa vida, por minima que seja.

Ao acabarmos o ajudei a lavar a louça e a guarda-la , James vai para seu quarto para se arrumar , pois seu primo havia ligado o chamando com urgência na empresa de seu pai . Ele bufa e discute, mas no final se rende. Ele volta alguns minutos depois já vestido mais social , ele ficava bonito daquele jeito , mas não mais do que com suas roupas normais. Ele passa por mim e sinto o cheiro de seu perfume , era extremamente bom.

- Quer que eu a leve para livraria? -- ele pergunta procurando por suas chaves.

- Não precisa eu pego um uber .

- Tem certeza? Ainda da tempo -- ele insiste.

- Tenho sim -- pego minha bolsa sobre o sofá e a passo pelo braço -- Tem certeza que vai ficar bem?

- Sim , vaso ruim não quebra facil -- dou um sorriso de canto .

- Mais ainda sim quebra -- ele me encara por alguns segundos e sinto a necessidade de dizer algo. Não sabia oque devia fazer , abraça-lo ? Beija-lo ?

Não estava acustumada e não sabia que tipo de relação levávamos, se é que à alguma relação entre nós.

- Vou ficar bem , Jones -- ele sorri com as mãos no bolso de suas calças. Me aproximo ficando na ponta dos pés e beijo sua bochecha.

- Eu sei , mas é inevitável não me preucupar -- me afasto e saiu de sua casa. Começo o caminho até o fim de sua rua , precisava andar um pouco. O aplicativo já mostra o motorista e a placa , decoro mentalmente e paro em frente a um super mercado . Vejo o carro preto se aproximar confiro a placa e sorriu ao ver ser o certo.

O moço do uber era simpático, ele havia acabado de se separar e sua filha de 7 anos precisava se acustumar com as decisões dos pais. De alguma forma eu sempre conseguia saber muito sobre uma pessoa, apenas de falar alguns minutos com ela.   Ele parou em frente a livraria, me despedi após o pagar e agradeci pela corrida. Entro na livraria e vejo que à um bom movimento, Bruno atendia uma mulher e uma criança, ele me lança um olhar com uma falsa raiva que me faz rir.

A livraria teve um movimento muito bom hoje, e Bruno logo me perdoou pelo atraso após descobrir o motivo do porque me atrasei. Parece que para ele é quase um pecado negar dormir com um homem bonito. Após ele sair fico sozinha arrumando as coisas , viro a placa de aberto para fechado e chaveio a porta, já estava escuro na rua e estava quente . Começo com os livros perto da porta, sempre são os primeiros a serem vistos e remexidos , os arrumo adequadamente e depois passo pela bancada do meio da loja. Ali havia uma mistura de livros com alguns CDs de bandas, coisas malucas do Sr. Tonhson.

Subo para o andar de cima onde havia os pufes e mesas para leitura, era aconchegante e calmo. Perfeito para um leitor. Dou uma varrida rápida lá e limpo as mesas com o pano úmido, as vezes olhava as horas para ter certeza que não vou me atrasar para a faculdade. Se eu tiver sorte chego a tempo.

Procuro pela minha bolsa no balcão, mas não a encontrava por nada no mundo. Bufo e vejo as horas, eu tinha 5 minutos para chegar e a Star Seven fica a quase meia hora daqui. Entro para os fundos para checar os armários, pego as chaves em meu bolso de trás e abro o armário , ela estava ali.

Pego meu celular no balcão e o coloco na bolsa, ao sair da livraria sinto o mormaço me fazendo desejar uma garrafa de água. Entro em meu carro e meu celular vibra, havia duas mensagens, uma de Sarah querendo saber onde estou e outra de Cabe. Ignoro a de minha amiga e vejo a de cabe.

Cabe perseguidor  : Há um um homem no seu predio, ex cientista da V.Corp , pelo que sabemos não sabe que é você, mas tome cuidado.  

Esconda os números. 

Estou por perto. 


Olho em volta em um ato involuntário e bufo ao ver o carro de Cabe estacionado um pouco distante do meu. Deixo o celular de lado e ligo o carro.

Havia chegado somente 15 minutos atrasada, um Record para quem sempre se atrasa. Por sorte o professor já esta acustumado e sabe que por mais que me atrase eu sempre venho.

Ao entrar em casa Sarah esta no sofá vendo desenho com um pote de sorvete em mãos, ela me olha e me lança um olhar bravo. 

- Eu pensei que você podia estar morta, Violett! Custa responder minhas mensagens?

- Fique calma , estou bem , não estou? -- sento-me ao seu lado pegando sua colher  roubando um pouco do sorvete. Não havia comido nada a um bom tempo, meu estômago necessitava de comida ou algo comestível.

- Já falamos sobre isso , eu me preucupo com você e tudo que esta acontecendo só faz com que me preucupe ainda mais -- ela pega a colher da minha mão e faz uma cara engraçada de raiva.

Começo a rir e ela bate em meu braço fazendo beiço.

- Não ria , depois de tudo que aconteceu eu me sinto responsável por você.

- Eu sei... e eu agradeço pelo cuidado e paranoia, mas eu estou bem , sei me cuidar , ok? -- ela bufa.

Beijo sua bochecha e saio da sala indo para meu quarto. Precisava de um banho, as calças apertadas estavam começando a ficar desconfortáveis.

Após o banho eu e Sarah pedimos pizza , não arriscariamos nos aventurar na cozinha. Ainda temos um pouco de juízo. Conto a ela sobre nosso vizinho ex cientista da V.Corp , obviamente ficou assustada e quis se mudar, mas a convenci a ficarmos e nos acalmamos . Cabe as vezes me ligava ou mandava mensagem para saber se esta tudo bem, fiquei feliz por saber que ele estava mesmo por perto , assim tanto a minha quanto a segurança de Sarah estavam em boas mãos.

Deito-me na cama e encaro o teto. Onde eu estava me metendo? Pela primeira vez estava me permitindo pensar em alguém, talvez seja a parte emocional por termos algo que nos une. Meu lado racional me dizia que era arriscado me aproximar do abismo , se eu continuasse andando em direção a ele eu ia cair ou ser jogada .

Mas para ser sincera não me importava de me atirar no abismo do olhar de James. Eu só estarei escolhendo a forma mais fatal de suicídio.

Que mal à?


.......•......•......•.....•.....•.......•......•......

O homem entre no hotel com pouca iluminação e sobe as escadas ao quarto número 445 , a tinta velha descascava e era coberta por mofo. Com certeza não era o lugar que seu chefe costuma frequentar, ele bate na porta e pode ouvir em "entre" . Assim o faz.

O quarto estava escuro e cheirava a maconha, o homem a qual veio encontrar estava concentrado na janela e no que acontecia lá em baixo entre os carros. Ele vira e pode ver o outro homem com pouca carne e muito osso no corpo , ele tinha um cheiro ruim e uma aparecia pior ainda. Efeito de muitas coisas que ja usou na vida.

- Trouxe oque eu quero? -- perguntou o homem perto da janela.

- Informações? Esta tudo aqui -- ele toca em sua cabeça com o dedo indicador. O homem revira os olhos , conhecia Rato muito bem , antes um grande cientista e teria um futuro promissor se não fosse pelo vício, hoje um vendedor de drogas qualquer.

- Fale logo o nome da minha filha.

- Sabe que tera um preço.

- E você sabe que irei pagar muito bem -- o sotaque russo era bem nítido, assim como a falta de complacência em suas palavras .

- Eu sei...agora me diga o motivo de querer tanto encontra-la ?

- Pare de me enrolar e diga o nome -- o homem insiste. Rato se cala , sabia o quão importante era para o homem a sua frente ouvir um nome tão simples sair de sua boca. Tortura-lo parecia uma ideia legal , mas com certeza nada inteligente -- Um nome , somente um nome .

Ele se aproxima e sua raiva já era nítida.

- Diga o nome da minha filha!

Um sorriso escapa da boca seca de Rato.

- Violett Jones.


Notas Finais


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