História Vira - Tempo - Capítulo 38


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Cedrico Diggory, Hermione Granger, Lílian Evans, Luna Lovegood, Severo Snape
Tags Hermione Granger, Severus Snape, Snamione, Snanger, Snapmione, Ss/hg
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Palavras 2.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - Traição


– O seu amigo Diggory foi pego ao tentar furtar ao chapéu seletor. Sobreviveu graças a ser da sonserina. Acredito eu que isso tenha algo a ver com o famoso trio de ouro

– Engano seu Snape – Rosnou Harry

– Então foi perca de tempo meu trazer o chapéu a você? – Os três hesitaram ao mesmo tempo – Imaginei que estivesse por trás disso

– Você trouxe o chape? – Perguntou Rony – Onde ele está?

Snape retirou das vestes o velho chapéu seletor e estendeu para que os três vissem. Mas o que chamou a atenção de Hermione foi o anel em seu dedo

– Desde quando o senhor é casado, professor? – Perguntou inocentemente

– Minha vida não é da sua conta, Granger – Ele rosnou em resposta fazendo a se encolher contra a parede

– O senhor deixará o chapéu aqui? Sem mais nem menos? – Perguntou Harry 

– Não. Apenas quero saber o motivo de o quererem. Ele não é propriedade de ninguém para simplesmente dá-lo a vocês. 

Harry hesitou por um segundo. Ele não sabia se poderia simplesmente contar a Snape todo o plano de Dumbledore. Rony caminhou arrastando na parede até Hermione passou o braço pelo seu corpo esguio a puxando pela cintura fazendo a lateral do seu corpo colar no dele e um rosnando escapou da garganta de Snape involuntariamente. 

O asco pelo ruivo aumentou quando ele sussurrou algo no ouvido da castanha e a mesma sorriu. Snape teve vontade de tortura-lo ali mesmo. Mas precisava se conter, então simplesmente jogou o chapéu em cima do sofá e girou sobre os calcanhares nem direção a porta.

– Não vá – Pediu Harry – Fiquei essa noite e pela manhã parta. 

– Potter, não tenho todo o tempo do mundo para suas brincadeiras. Mas saiba que seria mais fácil um dente de basilisco a espada de Godric simplesmente aparecer.

– En-Então o senhor sabe o que planejamos? – Perguntou Rony ainda abraçado a lateral do corpo de Hermione – Ma-mas como?

– Weasley – O homem caminhou lentamente até a dupla agarrando ao outro braço de Hermione a puxando para trás de si e a segurando pelo antebraço – Primeiro que tenha pelo menos a decência de me dirigir a palavra sem utilizar a senhorita Granger como escudo – Hermione tentou desvencilhar das mãos do mago mas ele a segurou mais forte ainda pelo pulso. Só então ela percebeu o anel mais de perto. – Segundo Senhor Weasley, eu sou espião da ordem a mais tempo que você tem de vida, então eu estou por dentro de todos os planos de Dumbledore

A palidez de Rony em contraste com o ruivo do seu cabelo era motivo para Snape acalmar os ânimos. Hermione por sua vez investigava a fundo o anel da mão que ainda estava em seu pulso. Aquela aliança era parecidíssima com outra que ela vira mas não lembrava onde.

Agora ela teria outro passatempo, investigar a vida de Snape. Achou aquilo divertido, lógico. E foi com um sorriso no rosto e o olhar na aliança que Snape a encontrou ao virar-se

Harry por sua vez, revirava ao chapéu em busca de algo que pudesse trazer a espada da Grifinória para a suas mãos, mas não encontrou nenhuma pista. 

– Você tem que provar coragem para merecê-la – Disse Rony – Hermione me disse uma vez – Ao ouvir seu nome, a castanha acordou do transe em que estava ao olhar para o anel 

– Deveria ter sido mais fácil termos pego o dente de basilisco – Emburrou Hermione ainda sem ser soltada por Snape.

– Impossível Potter entrar na escola sem ser notado. Pensem em algo melhor – Rosnou o homem – Ficarei essa noite reforçando as proteções da casa. Se foi fácil para eu entrar sem ser notado, será fácil para qualquer um.

O trio olhou para o homem e este só então percebera que ainda segurava ao antebraço da garota, largando imediatamente.

– Eu estarei na cozinha fazendo alguma coisa para jantar – Ela falou meio incerta recebendo uma careta de Harry e Rony – O que?

– Hermione, você não é uma das melhores cozinheiras, pocionista? Sim, mas não arriscarei mais uma refeição que você faça – Zombou Harry segurando-a carinhosamente pelo braço e a sentando no sofá

– Por Salazar, vocês são bruxos, usem magia. – Vociferou Snape. De onde estava na sala, acenou com a varinha para a cozinha e ouviu-se louças batendo e o fogão e forno sendo ligados – Estarei em um dos quartos caso precisei – Ele revirou os olhos e saiu.

Snape subiu os degraus da escada murmurando a todos os feitiços protetores, além do fidellius, a mansão Black só poderia ser encontrada por quem ela quisesse e isso incluiria os Blacks de nascença, incluindo Bellatrix. Ao lembrar-se da querida prima de Sirius, fez o estômago de Snape retorcer. De alguma forma ele queria que o trio ficasse bem, o filho de Lilian com outro homem, e Hermione

Hermione? Por que raios ele pensaria nela? Era apenas uma sangue-ruim da Grifinória assim como sua Lily. Sua não. 

E foi nesse debate que Snape chegou próximo a porta de um dos quartos de hóspedes e a empurrou. Entrando no recinto.

A magia fez com que tudo se organizasse conforme ele quisesse. Com cortinas fechadas e a cama com dosséis negros assim como as cobertas dos travesseiros e lençóis.

Snape suspirou, precisaria de um banho, na verdade desde o que lorde das trevas assumiu ao ministério no primeiro dia do ano e a Hogwarts que Snape não conseguira dormir. Passava as noites entre uísques de fogo e amargura, e simplesmente amanhecer ao dia com um gosto amargo da bebida em sua boca e a respiração ofegante como se estivesse acordado subitamente.

Assim que vestiu vestes limpas, Hermione bateu na porta avisando que o jantar já seria servido. O homem respirou fundo novamente temendo mais uma rodada de perguntas do santo Potter e seus amigos.

Mas estranhou ao descer e encontrar apenas os dois patetas na mesa

– Onde está a senhorita Granger? – Perguntou o homem arqueando a sobrancelha

– Lá em cima. Estudando, eu acho – Respondeu Rony já servindo-se.

– Ela tá no terceiro quarto da esquerda – Completou Harry – Geralmente dorme na sala mas utiliza ao quarto para estudar.

A irritante-sabe-tudo, praguejou ele levantando e seguindo até aos quartos

Snape não surpreendeu por ela está descabelada lendo a três livros ao mesmo tempo: um na mão próximo ao rosto de capa cor de vinho, o negro na perna e um disposto no chão, até achou tolerável. Na verdade ele procurou absorver cada detalhe daquela cena para si. O que surpreendeu o homem foram os livros, ambos com brasões reais da família Prince. Como Hermione havia conseguido isso?

– Senhorita Granger, como ainda seu professor e membro da ordem mais velho presente, creio que deverá acatar minhas ordens de ir jantar

– Estou sem fome professor – Respondeu ela sem retirar os olhos do livro na perna

– Granger, sempre foi a sabe tudo mas nunca uma boa mentirosa. – Ela ergueu o olhar e o estômago protestou – Sugiro que desça para jantar e estude depois

Ela assentiu fechando os livros, ao então Snape percebeu do que se tratavam. Nada perguntou, apenas observou a castanha andar em sua direção e estancar em sua frente.

– O livro sobre os Princes? – Snape arqueou a sobrancelha

– Sim. Uma senhora muito simpática chamada Eileen me deu. – Snape abriu um pouco mais os olhos pela surpresa que foi pego

– Eileen Prince? – Ela meneou a cabeça levemente assentindo – Mas ela está na França. Há tanto tempo que não se sabe se está viva ou morta. Como você conseguiu aos livros, Granger?

– Eu... – Ela pareceu meio incerta. Como contaria para Snape que acordou no início do ano no quarto do marido que ela não sabia que era, só que se tratava de um Prince e que até então sua memória estava apagada – Eu não tenho certeza – Limitou-se a isso.

Snape arqueou a sobrancelha, de alguma forma ele sabia que ela estava falando a verdade mas também estava lhe escondendo as coisas. De alguma forma.

Antes de protestar, a marca em seu braço queimou, fazendo-o fechar os olhos e respirar fundo.

– Preciso voltar a Hogwarts – Ele girou em seus pés e dirigiu-se até a escada – Fiquem a salvo. Não saiam daqui. 

– O que.. O que vai fazer lá? – Perguntou Hermione correndo atrás dele – A escola está tomada por comensais

– Infelizmente senhorita Granger, ainda sou o diretor daquela escola. Com Dumbledore desaparecido não me resta escolhas já que Minerva recusou – Novamente ele fez uma careta 

– Mas o senhor corre perigo – Ela disse meio incerta

– Não. Não corro – Snape desceu as escadas 

– Professor eles são comensais e o senhor um membro da ordem, quando descobrirem... eu... eu não sei o que farão – As lágrimas corriam em seu rosto grossas. Na verdade ela não sabia o motivo de está chorando, apenas que estava com o coração apertado

– Eles não farão nada contra mim – Disse Snape se aproximando dela e erguendo a manga da camisa – Porque eles acreditam que eu sou um deles – Ele mostrou a marca cuja a cobra mexia-se incansavelmente ao entrar e sair da caveira – Assim que eu consigo ser o espião da ordem – Um sorriso ladino escapou dos seus lábios – Não deixe que seus amigos cabeça-ocas aprontem e não saiam daqui, a ordem está protegida até mesmo contra Bellatrix.

Dito isso ele caminhou até a porta e Hermione ouviu o barulho de aparatação.

– Severus... – Ela deixou o suspiro escapar dos seus lábios

Caminhou até a cozinha onde Harry e Rony estavam sentados conversando sobre o quadribol, sem dizer uma palavra, ela sentou e serviu-se.

– Professor Snape? – Perguntou o castanho quando a percebeu 

– Precisou voltar. O lorde o chamou

– S-Snape é um comensal? – Rony assustado Perguntou 

– Como vocês cabeça-ocas acham que ele consegue ser espião da ordem? – Ela bateu com as palmas das mãos sob a mesa levantando-se – E eu confio nele, ele sabe do segredo da ordem e protegeu a casa até mesmo contra Bellatrix e se não fosse fiel, teria entregue a cabeça do Harry na primeira oportunidade. Agora me deixem jantar em paz 

Os dois olharam entre si

– Agora que ela realmente enlouqueceu Harry – Rony disse em tom zombeteiro

Pensando nisso, Harry chegou a conclusão de que Hermione estivesse sob algum feitiço, aproveitou que ela estivesse sem a varinha e a estuporou. 

– Snape é um comensal. – Disse ele ao olhar a cara de espantado de Rony – Quem nos garante que ele apenas não foi buscar ao lorde e deixou Hermione aqui para nos manter na casa? Precisamos sair daqui. 

– Como? Não temos para onde ir! A toca é óbvia demais e colocaremos minha família em risco.

– Para onde iremos? – Pensou Harry levantando-se – Ela é boa em feitiços. Então podemos ir a qualquer lugar, libera-la do feitiço que Snape colocou nela e ela nos protegerá – O garoto terminou orgulhoso – Além disso, temos que conseguir a espada ou ao dente do basilisco, mas este ainda está na câmara e Hogwarts está tomada

– Snape deixou o chapéu – Disse Rony – Ele quer que mereçamos a espada.

– Então já temos tudo – Harry sentiu orgulho – Precisamos apenas da bolsa de contas da Hermione e reestocar tudo

 

*** 

 

Snape desaparatou em Hogwarts, onde dois comensais guardavam aos portões de entrada.

– Onde você estava? – Perguntou um estendendo a varinha para ele – O mestre está uma fera

– Estava no encalço do Potter – Snape começou a subir suas paredes de oclumencia – Ao contrário de vocês que se divertem torturando alunos – Dois dedos do homem abaixaram a ponta da varinha do seu peito e sorriu sarcasticamente

Caminhou até o grande salão onde uma volta de comensais riam e na cadeira do diretor estava Voldermort. Um frio correu a espinha de Snape, ele sabia do que se tratava e praguejando-se mentalmente caminhou até o lorde

– Severus – O homem de faces ofídica o chamou assim que percebeu entre a multidão – Onde estava?

– Seguindo uma pista do Potter, milorde – O homem curvou-se – No entanto não consegui encontrar a sede da ordem. Está protegida pelo feitiço do fidelius.

– Esses idiotas não aprendem que eu tenho todos em minha mão? – Voldermort riu sendo seguido pelos demais comensais – Descubra qual casa é que eu darei um jeito de conseguir

– É a mansão Black, milorde – Bellatrix interrompeu saindo do círculo – E a mansão responde a qualquer Black de sangue puro – Ela terminou com um sorriso doentio

– Então nesse caso após isto – O homem apontou para o meio do círculo onde Snape reconheceu Luna Lovegood machucada e chorando – Narcissa nos guiará até a sede da ordem

O homem deu um passo para trás. Narcissa também era uma Black e não era comensal. Mas o lorde tinha poder sobre o filho e marido dela, ou seja, ela faria qualquer coisa para mantê-los a salvo.

– De certo, Milorde – Narcissa inclinou-se

– Agora... Vamos ao espetáculo – O homem sorriu – Severus eu quero que você desfrute da moça Lovegood, filha de Xenophilius dono do O Pasquim que declarou apoio abertamente ao Potter

– De certo milorde – Snape sentiu seu estômago revirar – Mas como diretor, não creio que isso será bem visto.

– Alem disso – Luna falou do meio do círculo em um quase sussurro – O diretor Snape tem um laço de sangue...

– Calada traidora – Um comensal chutou a cabeça fazendo a cair no chão novamente

– Um laço de sangue Severus? – Perguntou o lorde – Como eu não sabia disso?

– Ele também não sabe – Luna continuou do chão – E-eu apaguei suas memórias

– Com quem? – Perguntou o homem e Luna manteve-se calada – Responda ou será castigada – Os lábios da menina sequer moviam-se enquanto seus olhos azuis encaravam aos vermelhos do homem 

– Milorde, se me permite? – Snape encurvou-se – Dê a menina como recompensa ao seu novo aliado, Draco Malfoy. E somente a ele. Afinal ela ainda é uma aluna e não seria bem visto pela resistência alunos sendo utilizados como desfrute de prazer em Hogwarts.

– Sim – Um quase suspiro escapou de Snape – No entanto, ele desfrutará dela aqui em nossa frente

Luna gritou enquanto dois comensais a erguiam do chão e a apoiaram de bruços sob a mesa. Meio incerto, Draco Malfoy caminhou até a menina, levantando as suas vestes....

 

 

*** 

 

Hermione acordou com um pouco de dor de cabeça em uma barraca no meio de uma floresta. Praguejou por Harry a deixar sozinha e sem varinha. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, Rony entrou na barraca.

– Me desculpe Mi. – Começou o ruivo – Mas você parecia está sobre fortes feitiços. Por isso que é bom que ninguém saiba a nossa localização, principalmente você. Ainda não sabemos que tipo de feitiço Snape pôs em você, então ainda não conseguimos desfazê-lo.

Hermione olhou furiosa para o amigo e encruzou os braços.

– Rony? – Harry entrou na barraca encontrando com a dupla – Sua vez de ficar de vigia

– Vocês não fizeram um feitiço de proteção? – Ela perguntou finalmente – Estamos no meio do nada e desprotegidos? Vocês são loucos? Isso pode nos matar! 

Imediatamente Hermione correu para fora e viu tudo coberto de gelo, ainda estavam no inverno, mais precisamente o final dele

– Não sabíamos nenhum feitiço de proteção – Harry a seguiu e estendeu a varinha – Confio em você

– E quem garante que eu não vou aparatar com varinha?

– Hermione, você é a bruxa mais inteligente que eu conheço. Se estivesse sob o feitiço de Snape, teria feito alguma coisa contra a gente sem precisar de varinha. – Ele estendeu a varinha dela – Só é uma pena termos deixado a mansão, pelo menos lá tinha aquecedores – O garoto abraçou aos braços e voltou para a barraca.

Hermione respirou fundo e começou a lançar todos os feitiços que conhecia para protegerem-se.

– Onde estão os livros que eu estava lendo? – A castanha perguntou assim que entrou na barraca fazendo os dois olharem para si – Qual é? Os livros sobre os Princes? – Nenhum respondeu nada e ela revirou os olhos – Vocês esqueceram dos meus livros? Só faltam dizer que esqueceram também das poções?

– Não. Harry pegou 

– Eu pensei que você estivesse pego 

Hermione revirou os olhos e pôs a mão na cintura. 

– Precisamos que dois de nós volte a sede e pegue aos livros e as poções

– Por que não os três? – Perguntou Rony

– Porque embora eu seja muito boa em feitiços, precisamos de mais segurança

– Eu fico então – Rony disse e dois assentiram – Levem a capa

– Para que precisaríamos da capa?

– Por causa disso – Rony estendeu um livro sobre a mansão Black – Se alguém deixar escapar que é lá a sede, e vocês ainda estiverem lá dentro, bom, vocês precisarão se esconder

– Ninguém além de Snape sabia que estávamos lá – Disse Hermione

– Mas tem Cedrico – Harry abaixou a cabeça – Snape disse que ele foi pego e que não precisou muito para chegar à conclusão de que estávamos por trás. E se algum outro comensal fez a mesma coisa, pior e se invadiram a mente dele e descobriram sobre o segredo da ordem?

– Realmente vocês pensaram em tudo – Ela sentiu orgulhosa – Vamos

A dupla saiu da barraca e aparatou.

Apareceram próximo a ordem, cobriram com a capa e caminharam até ao endereço, encontrando a casa invadida por comensais, entre eles Snape

– Ele nos traiu – Sussurrou Hermione cabisbaixa.


Notas Finais


Eu sei... também me sinto mal por aquilo ter acontecido co Luna mas ela disse que não tinha medo do que aconteceria com ela. (Lá no capítulo de núpcias)
Mas Draco não é uma pessoa ruim 🌚🌚🌚


E Snape n sabe o pq sentiu ciúmes de Rony com Hermione kkk


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