História Vírus 7998 - Imagine Nayeon (Twice) - Capítulo 28


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Palavras 2.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Canibais


B Y U N B A E K H Y U N


Sequei rapidamente as lágrimas que insistiam em cair com as costas das mãos, respirei fundo tentando controlar minha respiração, meu coração dói e minha cabeça também, está bem difícil controlar meus sentimentos depois que o Coronel me mandou para a patrulha para a expansão de linha vermelha.

A cidade destruída está pior do que eu imaginei, está um verdadeiro caos e por algum motivo os Walkers estão completamente espalhados pela cidade, as vezes estão em hordas grandes ou pequenas e outras vezes estão sós, isso torna a eliminação deles muito difícil. 

Nosso grupo está separado em algumas áreas diferentes e não muito distantes uma da outra, estamos acampando em barracas com algumas armadilhas que preparamos para caso algum zumbi ataque e funciona mesmo, mas não funcionou hoje mais cedo. 

Tenho mania de acordar mais cedo para treinar e correr, faço isso com _______ todos os dias e não vou parar e hoje de manhã não foi diferente, mas quando voltei algumas coisas aconteceram. Na verdade, eu não sei bem o que houve, quando voltei nossas barracas estavam revistadas e destruídas, meu pessoal estava morto nas barracas, qualquer um diria ser zumbi, mas haviam marcas de tiros ali e as pequenas cápsulas da munição sem pólvora. Era um aviso, algum inimigo sabia que estávamos ali e quis deixar um recado, sei disso pela marcação que deixaram com o sangue de Lilo, Canibais.

Não conheço esse grupo, mas eles nos conhecem, nos ameaçaram e agora devemos agir.

Quando percebi ser uma ameaça, peguei minha mochila e sai dali, mas no caminho cruzei com uma horda de zumbis, não seria nada de mais se eu não tivesse visto minha mãe ali no meio deles, ela morreu da pior maneira possível, pelo homem que amava, ele não a matou de propósito, foi um dos primeiros a ser mordido, ela quis ajudar e acabou sendo mordida no pescoço, mesmo com tanta pele morta eu consegui ver a marca da mordida.

Aquilo foi de mais para mim, eu não consegui matá-la e nem fugir, queria tocá-la, abraçá-la, sentir aquele carinho na cabeça, mas eu não pude, ela se foi e eu também tive que ir, me sinto um fraco por ter me deixado levar pela minha mãe zumbi, quase morri e isso é...idiota, eu deveria ter sido forte. 

Já faz muito tempo desde que fugi, estou andando há horas e minha garrafa de água está seca, eu estou cansado e com cede, preciso achar a tal comunidade Vaga-Lumes, antes de sair peguei a bússola de Jhon e o mapa com as coordenadas, D.O falou para que se as coisas dessem errado irmos até o acampamento, mas ele está longe, nos afastamos muito. 

Eu já me sinto cansado só de pensar no quanto terei que andar, mas não devo desistir.

***

[ Y O U ]


— Você não deveria sair andando por aí sem nem mesmo conhecer o território. — revirei os olhos ao ouvir a voz de Nayeon, já é a quarta vez que ela me diz algo tão idiota, como se eu não soubesse onde estou. 

— Eu sei onde estou. — falei calma ainda atenta com qualquer movimentação no meio do mato. 

Hoje Joseph fez questão de acordar todos os adolescentes/crianças para um treinamento, fiquei sabendo que o mesmo decidiu treinar a galera para se defender e defender a comunidade, isso soa irônico na minha cabeça pois está óbvio que ele quer ajuda para ajuda para não deixar sua comunidade cair, e o pior, Nayeon, TaeHyung e Jimin acreditam nisso.

Um cara que não faço ideia do nome montou uns grupos e nos deu missões, teremos que ir até a cidade destruída onde provavelmente estará cheio de zumbis, sempre está, é inevitável e essa é uma de nossas missões, sobreviver aos idiotas, um ajudando o outro, caso um não volte todos pegam o preço, a missão geral é encontrar balões vermelhos cheios de hélio e soltá-los para todos ver que conseguimos e depois voltar para a comunidade. 

Eu estaria bem sozinha, meus únicos amigos estão contra mim, exceto Minhyuk, mas ele não fala nada, está na retaguarda atento com tudo e eu estou nos guiando, na verdade, Im está fazendo isso, mas por falta de atenção quase nos perdeu, nossa sorte é que eu sei onde estamos, vamos dizer que Baek e eu já ultrapassamos várias vezes a linha vermelha. 

— Eu não sei se deveríamos confiar em você. — ela voltou a falar me fazendo parar e olhá-la, Neyon está mais arrumada que ontem, sua roupa é mais adequada para uma missão, em sua cintura está o coldre vazio pois sua arma está nas mãos, a mais velha segura a arma com tanta força que seus dedos chegam a ficar brancos pela pressão. 

— Então segue por conta própria, não estou obrigando ninguém a me seguir, a escolha é de vocês. — Falei com raiva, já estou cansada de ouvir Nayeon falar que eu sou inimiga e que deveria me matar, é engraçado pois ela não tem coragem de mirar em mim e atirar, então suas ameaças são inúteis. 

— Se eu pudesse realmente iria. — falou e eu ri.

— Chega vocês duas! — TaeHyung falou alto o suficiente para que ficássemos quietas. — Nós devemos chegar lá juntos, todos juntos. — me olhou. — Caso haja algum imprevisto todos nós nos ferramos, então calem a merda da boca e vamos. 

— Sério que vai confiar nela? Ela é inimiga, TaeHyung. — minha vontade de bater na garota qual eu sinto algo está grande, não é possível que Nayeon tenha uma mente tão fraca assim, é fácil manipulá-la. 

— Ela pode muito bem estar nos levando para a base de Impéria para nos matar sem remorso. — Jimin falou e eu senti meu peito doer com suas palavras, eu não farei isso, nunca. 

— Eu não vou matar vocês. — me defendi.

— Não? Você parece tão confiante de tudo, pode ser um truque do seu líder. — suspirei. 

— Acredite no que quiser, Im. Eu não ligo. — falei já cansada, Nayeon não se cansa. 

Decidi ignorar a garota e seguir meu caminho, eu sei onde fica os balões, não preciso de Nayeon e Jimin, eles não confiam em mim então que eles se virem, não vou ajudá-los.

Voltei a caminhar sem me importar com a desconfiança deles, eu só quer terminar isso logo e voltar para Impéria, minha casa, onde me sinto bem de verdade, achei que voltar para casa seria bom, mas ver Nayeon assim é frustrante, principalmente ouvir essas palavras dela, suas ameaças e suas palavras idiotas, me machuca, é horrível ouvir essas palavras de uma pessoa que você ama. Nayeon mudou, está mais fria e sabe se defende, também não precisa de mim, mas insiste em andar comigo, as vezes acho que só para me irritar, mas ela não seria tão infantil assim, pelo menos eu acho. 

A cidade destruída está uma bagunça, a linha vermelha com certeza não deu certo por aqui e isso é preocupante, precisamos expandir a minha vermelha, mas enquanto passávamos pela cidade vimos barracas destruídas por um grupo, os Canibais.

Nunca ouvi falar nesse grupo, mas pelo que vi eles sabem como colocar medo em um grupo, felizmente não trombamos com eles, não daríamos conta, mas pela quantidade de corpos que encontramos no meio do caminho com várias marcas de tiro pelo corpo e o chão coberto de sangue, é possível perceber isso.

— Fiquem atentos. — falei assim que saímos do matagal que estávamos, finalmente adentramos a cidade, nossos balões estavam em um prédio dessa cidade, seria fácil achar se não fosse pela quantidade de zumbis. 

— Eu nunca vi tantos. — sussurrou Nayeon ao se abaixar ficando do meu lado, alguns zumbis passavam e para evitar uma tragédia, nos abaixamos.

— Provavelmente aqueles Canibais os atariram com os tiros. — sussurrou Jimin, seu olhar era distante, para além dos carros. — Teremos que nos separar. 

— Impossível. — falei o olhando. 

— Tem uma horda maior vindo, temos que caçar os balões e soltá-los. — falou rápido. — Depois fugimos, é a única maneira. 

— O que? Isso é suicídio! 

— Não é.

— Jimin, não dá tempo. — Minhyuk falou, realmente não dá tempo, os zumbis estão em uma quantidade enorme e já estão vindo. — Temos que ficarmos juntos e nos abrigarmos em um prédio desses.

— Sim, provavelmente terá comida e coisas assim, podemos nos esconder. — falei. — Vamos logo.

— Já?

— Não há tempo, venham. — Jimin saiu na frente e nos o seguimos, formos até o prédio mais alto, não é na verdade um prédio, é como se fosse um shopping e devo dizer que o shopping fica melhor assim.

O local está completamente saqueado, tem vidros no chão e todas as lojas estão destruídas, se acharmos algo será um milagre. Não falamos nada quando entramos, Hyuk fez questão de fechar a porta para impedir os zumbis de entrarem, mas provavelmente tem mais zumbis por aqui, não estamos seguros. 

— Não abaixem a guarda. — Nayeon pediu. — Não estamos seguros. — os meninos assentiram. O shopping está até com algumas lâmpadas funcionando, isso é bom.

— Vamos procurar suprimentos. — falou TaeHyung. — Com certeza deve ter algumas coisas. 

— E caso achem, peguem roupas, está fazendo frio e nem todos tem roupas o suficiente na comunidade. 

Decidi ignorar suas exigências, não sou parte do grupo, não é problema meu.

Aos poucos me afastei deles indo para o segundo andar, estou pelo menos a procura de suprimentos, mas quero mesmo é um pequeno anel para dar ao BaekHyun quando voltar, ele merece um e eu darei a ele para se lembrar de mim. 

Eu nunca gostei de shoppings, então não sei andar em um, mesmo que ele seja uma bagunça agora e vazio, é difícil, mas após entrar em algumas lojas achei um anel. Ele estava no chão, é bonito e não há detalhes, é simples mas especial, pelo menos agora. 

Me abaixei pegando o mesmo e o girando no dedo, talvez BaekHyun goste, eu sinto falta dele. Distraída, me assustei quando pisaram em um caco de vidro atrás de mim, me levantei rapidamente com a faca nas mãos, mas ao me virar deu de cara com Nayeon. 

Seus olhos estão arregalados, está assustada e eu também, respirei fundo abaixando a faca.

— Porra... Dá próxima avisa. — falei me virando de costas para a mesma, quero explorar mais.

— Você deveria estar nos ajudando e não caçando anéis. — dei de ombros me virando novamente para a mesma.

— Você mesma disse que não faço parte do grupo — sorri. —, no entendo, não é problema meu.

Ouvi a garota bufar ao ouvir minhas palavras, ri.

— Ah, e por que veio atrás de mim? Achei que a Lim se preocupava mais com o grupo. — me abaixei novamente pegando mais dois anéis no chão, esses tinham detalhes, dois corações, combinavam e eram fofos, sorri os colocando no bolso da calça. 

— Eu me preocupo, mas vim ver o que fazia. 

— Está tão preocupada comigo por quê? Não vai me dizer que está com medo de eu armar pra cima de vocês. 

Olhar nos olhos de Nayeon seria um erro, por isso decidi não olhá-la enquanto falava, dessa vez, eu me apoiei no balcão vendo algumas anotações no mesmo.

— Eu sei que não fará isso. — falou e como resposta soltei um "hm", frustada, a garota pegou a touca qual estava em minha cabeça e eu a olhei. — Pode me dar atenção? 

Sorri com sua frustração. 

— Uhum. — revirou os olhos. 

— Você é uma idiota. 

— Se você diz. — ri.

— É sério, eu gosto que as pessoas me ouçam quando falo. 

— Eu estava ouvindo, não preciso te olhar para isso. — ela negou. 

— Prefiro quando estão me olhando porque sei que estão realmente prestando atenção. — chata.

— Você é muito exigente — ri.

— Eu senti sua falta... — sussurrou me fazendo levar suas palavras a sério. — Muita coisa mudou. 

Suspirei. 

— Eu... me desculpe por estar te tratando assim, aconteceu algo depois que você se foi... Eu tenho medo de acontecer novamente. — foi sincera.

— Tudo bem. — eu não consigo sentir raiva dela. Droga.

Nayeon não falou mais nada por um tempo, ficamos em silêncio, mas meu coração acelerou quando a vi se aproximar e em questão de segundos senti seus lábios contra os meus novamente. 




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