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História Vírus 7998; Im Nayeon - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Hey Chuchus, como vão?
Fanfic sendo repostada por conta de um erro que cometi :)

Antes de lerem, vamos para alguns avisos:

• Essa fic é baseada na minha série favorita The walking dead e nos gamers the last of us e the walking dead (óbvio);

• Seu bias/utt pode ser do bem ou do mal, assim como ele pode morrer ou não;

• Essa fic será grande e no começo, você (S/N) será só uma criança, ou seja, terá um grande salto temporal até você crescer e tudo mais, então, PACIÊNCIA!

• Essa fic pode ter até três temporadas, não sei ainda, então ela não se passará apenas na visão da (S/N).

Era apenas isso mesmo hihi.

Espero que gostem, desculpe pelos erros e boa leitura!

Capítulo 1 - Parte um; Contando um pouco da história


Dois mil e dezessete, quem diria que em um dia normal as coisas mudariam por completo. 

Eu estava na casa de um amigo quando tudo começou. Era para ser apenas mais um dia normal e feliz na casa dele, as férias haviam começado havia apenas uma semana e com a permissão dos meus pais pude ficar na casa dele, enquanto minha irmãzinha _____, de apenas sete anos, e minha irmã do meio, Kim Dahyun, ficaram casa da nossa avó.

Meu pai não pôde ficar com elas por conta de seu trabalho, estava animado com uma nova cura que havia conseguido, juntamente aos seus colegas de trabalho. Segundo eles, aquele vírus salvaria a humanidade, mas não foi bem isso que aconteceu.     

Minha mãe foi diagnosticada com câncer há dois anos atrás e desde então está fazendo tratamento, porém ela não estava mais aguentando e para tentar salvá-la, meu pai se focou ainda mais em tentar achar a cura e com um vírus, o qual ele achou ser a cura, ele finalizou alguns pacientes que foram usados como cobaias, entre eles, minha mãe. 

Não seria tão fácil assim achar a cura para uma doença tão famosa e trágica, mas quando o homem que me criou descobriu que sua esposa estava quase morrendo, ele deu sua vida para tentar salvá-la. 

O resultado da sua pesquisa não deu certo, eles apenas conseguiram finalizar os pacientes, mas para a surpresa deles, todos os sete mortos acabaram voltando a vida em menos de uma hora de uma maneira inexplicável. 

Eu não estava lá, mas tenho certeza de que todos ficaram surpresos e esperançosos quando aqueles já dados como mortos voltaram a respirar e se moverem. Se eles não estivessem sedentos por carne humana isso com certeza seria a melhor coisa que teria acontecido no ano, ter um parente seu de volta realmente parecia uma boa ideia.

Para a surpresa dos donos dos caos, suas vítimas voltaram a vida, porém voltaram com fome e como resultado os mortos acabaram matando os cientistas que ali trabalhavam, incluindo meu pai. 

O vírus se espalhou de uma maneira rápida, todos os pacientes usados como cobaias acabaram infectando os cientistas e todos os outros que estavam no prédio com eles, mas tudo poderia ser contido se tivessem conseguido prender os zumbis dentro do prédio. 

Um homem escapou, mas infelizmente estava mordido, como o mais velho decidiu esconder isso e ninguém o examinou, em alguns dias ele acabou morrendo e foi aí que descobriram que o vírus já havia contaminado nosso ar.

Receber tal notícia foi um choque, no início ninguém acreditou tanto, afinal, nos jornais eles disseram que tudo estava contido e do nada um homem acaba com a paz de todos. O governo agiu rapidamente criando uma base segura para a população, todos foram obrigados a deixarem suas casas e irem direto para a base segura e como eu estava com a família do meu amigo NamJoon, também fui obrigado a ir, mas não pude chegar até a base graças as minhas irmãs.

Eu ainda não havia as encontrado.

Nossa avó é uma senhora e não conseguiria salvá-las, o único problema era que a casa de Nam não era nem um pouco perto da minha minha avó e chegar lá seria difícil afinal, os homens do governo estavam criando barreiras e não podíamos passar da linha amarela, uma linha criada pelo próprio governo. 

As casas estavam sendo invadidas pelos homens armados, eles estavam à procura de sobreviventes, mas onde minha avó morava já não era mais possível ultrapassar, os zumbis já haviam tomado tudo. Ter recebido essa notícia mexeu comigo, minhas irmãs estavam por lá e eu não poderia tê-las perdido também.

Eu não deixaria de conferir e ultrapassei a linha amarela e como já haviam mencionado, a área qual minha avó morava realmente estava cheia de mortos vivos, mas felizmente eu as encontrei.

Ambas ainda estavam na casa da nossa avó, no quarto qual dividiam. Reencontrá-las foi melhor coisa que me aconteceu.

— Jinnie, eu estou com fome. — perdido em meus pensamentos, não fui capaz de ouvir os outros chamados de _____. Ainda avoado eu a olhei. — Estou com fome, Jinnie.

Repetiu a frase e eu senti meu coração apertar; eu passei a odiar essa frase com todas as minhas forças, não era sempre que nossa mochila estava com a garrafa de água completa ou com um pacote de biscoito pela metade e por ser apenas uma criança, _____ sentia mais fome que Dahyun e eu, e agora não ter o que comer me deixa chateado e preocupado. 

— Vamos achar o que comer no caminho, eu prometo. — eu não deveria prometer algo que provavelmente não irei conseguir cumprir, mas essa era a única maneira de deixá-la mais calma. — Está com fome, Dah?

Perguntei e a garota negou, eu sabia que ela estava com fome e também sabia que ela iria negar, Dahyun nunca deixaria claro que está com fome, principalmente com _____ aqui.

— Posso aguentar. — concluiu em um tom baixo. — E você? 

— Estou bem. — sorri numa tentativa falha de deixá-la calma também.

— Jinnie, estamos chegando? — _____ voltou a perguntar, senti sua mão apertar a minha e percebi que a mesma estava cansada.

— Sabe que não temos para onde ir, certo? 

Triste ela assentiu e suspirou.

Depois que eu as encontrei, nosso rumo era a base do governo, nós conseguimos chegar até lá e foi simplesmente horrível. Minhas irmãs estavam horrorizadas e Dahyun acabou ficando mais calada do que já era, isso me preocupa, de qualquer maneira, nós felizmente achamos a base, porém formos obrigados a passar por uma série de exames e ficamos separados por um tempo, minhas irmãs felizmente ficaram juntas, mas eu tive que me afastar. Ficamos distantes por exatas uma semana, e nesse tempo tentei achar NamJoon e sua família, mas não obtive resposta. 

Ficamos na base por pouco tempo pois um homem foi encontrado morto em uma das barracas e seu filho infectado, apenas o garoto infectado conseguiu destruir uma base inteira, não foram capazes de controlar, o garoto já tinha mordido algumas pessoas e o vírus se desenvolveu.

Antes demorava pelo menos três dias até a pessoa morta voltar a vida, agora em menos de trinta minutos eles estão de volta e foi isso que aconteceu na base. 

Foi exatamente difícil conseguir tirar minhas irmãs e eu dali, mas conseguimos e agora estamos vagando sem rumo algum há exatos sete dias. 

— Eu estou cansada, Jinnie. — voltou a reclamar e eu sorri, diante disso tudo, as reclamações de _____ não são nada. 

— Eu sei pequena. — falei ao me abaixar e ficar do seu tamanho. — Vamos parar um pouco. 

— Mas não podemos. — Dahyun interferiu. — Se pararmos será tempo pedido.

— Vocês precisam descansar, precisamos de comida e água, não vamos aguentar assim. — falei, queria que Dahyun descansasse um pouco também, já fazia um tempo que não dormia direito. 

— Eu posso aguentar, você também, dê a comida para ela e vamos continuar. 

Insistiu e eu novamente neguei. 

— Dahyun, sei que está preocupada, mas calma. Tudo ficará bem e todos nós precisamos de descanso e comida, principalmente você.

A mais nova negou, mas não insistiu. Apesar de ser teimosa ela reconhece que não dá para continuar.

— Fiquem aqui, irei procurar alguma coisa para comermos. 

Ambas assentiram e _____ pegou a mão de Dahyun a confortando.

Eu respirei fundo e me afastei delas, estamos em uma rua meio deserta, quase não há casas e me pergunto se terá alguma coisa para nós, provavelmente não.

— Jin! — o grito de Dahyun me chamou atenção e sem enrolar eu fui até elas.

— O que aconteceu? 

— Vamos pegar um carro, por favor! — Dahyun pediu e eu estranhei seu pedido. 

Há alguns dias decidimos não pegar nenhum carro para não comeremos risco de ficarmos sem gasolina no meio de uma horda, por isso estranhei o pedido da mais nova.

— Já falamos sobre isso... — falei. 

— Jin, nós estamos cansadas e acho que esse carro seria interessante. 

Apontou para o carro qual _____ estava admirando. Um carro preto e nele haviam algumas comidas enlatadas, sorri.

— Acho que está uma boa ideia.

***

— Eu disse que seria melhor. — Dahyun comentou animada ao dar mais uma colherdada na lata de feijão em sua mão e eu assenti. 

Realmente foi uma boa ideia, já faz algum tempo que estamos andando com o carro e o céu agora está nublado. Dahyun está sentada ao meu lado e _____ está atrás cochilando.

— Nossa sorte foi que achamos a gasolina. — falei e sorri. — O carro pelo menos está mais seguro.

Dahyun assentiu animada e eu ri. Pela primeira vez eu estava vendo um sorriso sincero em seu rosto, mas minha calma e animação foram embora ao ver uma garota no meio da rua cercada de zumbis. 

— Merda! 




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