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História Visita Íntima - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olha eu aqui de novo.

Capítulo parcialmente betado, então se verem algum erro ignorem.

Vamos ver como a Sakura vai reagir ao Sasuke.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Visita Íntima - Capítulo 2 - Capítulo 1



Capítulo 2


Ajoelhou? Tem que rezar!


A cada passo que ela dava sabia que nunca mais voltaria ser a mesma, ela já não chorava mais.

Suas lágrimas tinham secado, agora tinha tomado uma decisão.

Aquilo seria apenas sexo, nada mais, nada menos!

Então não tinha porque  se sentir daquele jeito, com sorte ele a trocaria antes mesmo de completar os seis meses.


E ela, é claro sairia no lucro.


Só estava com um pé atrás porque nunca se deitou com outro homem que não fosse seu ex-marido, Kabuto Também não era o tipo que comparecia sempre, ele tinha suas amantes para o satisfazer.

Enquanto ela ficava em casa chupando dedo.

A gota d'água foi quando encontrou o marido com a amante na mesma cama em que ele tinha a feito mulher.


É o pior a amante era sua mãe.


Seu ego naquele momento foi estraçalhado em milhões de pedaços, nunca foi tão humilhada.


A desculpa que ele usou era que ela não sabia fazer seu trabalho direito entre quatro paredes.

Desde então nunca mais se envolveu com ninguém, a única coisa que a manteve sua mente Sã foi sua gravidez.

Ela se casou muito cedo, dezesseis anos era uma idade em que a garotas da idade dela estavam arrumando os primeiros namorados e tendo suas primeiras experiência sexuais, enquanto ela entrava na igreja de véu e grinalda.


Suspirou arrumando a bolsa preta no seu pequeno ombro.


O presídio ficava em uma ilha longe de todos, só os mais perigoso do país ficavam ali. Sakura estava com apreensiva com o que tipo de homem ela encontraria ali.


Andou até a entrada do Presídio masculino, ali tinha várias mulheres, idosas e muitas crianças também.


Ela carregava na bolsa uma leggin e uma camisa branca, não sairia de casa já vestida ninguém precisaria saber que ela iria para um presídio visitar um desconhecido.


Andou até a fila que tinha se formado ali, jogou a bolsa no chão e sentou em cima para descansar. Estava morta.


Acordou o sol nem tinha nascido ainda.


Pegou uma balinha que tinha comprado horas atrás e a colocou na boca.


— Você é nova aqui? — Perguntou uma mulher que estava em sua frente, Sakura Analisou a mulher se cima a baixo.


Uma mulher de cabelos ruivos e um corpo tão bonito que a fez ficar oprimida com sua magreza.


Suspirou secando o suor da testa era os primeiros raios de sol daquele dia, mas já estava muito quente.


Sabia que o dia ia ser praticamente o inferno.


— Sim, na verdade é a primeira vez que venho aqui, e você? — Perguntou sem graça, a garota se  sentou ao seu lado e sorriu triste.


— É a quarta vez, sabe a gente sempre pensa que eles vão melhorar, mas é ilusão! — Ela parecia segurar as lágrimas — Aqui eles são um santos, mas quando você precisa deles aqui fora são os primeiros a abandonar  o barco.


Sakura se compadeceu daquela mulher, afinal de contas ela não era tão diferente dela.

Kabuto Era a prova viva.


— Quem está preso aí? — Perguntou curiosa.


— Meu irmão, foi preso em um roubo a banco. — A garota falou — Moramos no *Ame no kinjo, ele não conseguiu emprego fora do bairro e então decidiu voltar a assaltar.


—  Nossa eu também moro lá.— Falou a Rosada olhando para a recepção do presídio que ainda não estava deixando ninguém entrar, era um desrespeito total, um monte de senhoras ali no sol e eles enrolando para deixá-las entrar. Que culpa as coitadas tinham de ter filhos vagabundos? Evitou olhar no rosto da mulher porque sabia que estaria com um olhar de pena, e ela mesma odiava receber o olhares de pena.


Então esperou ela responder.


— Sério? — Perguntou assustada — Eu nunca te vi lá!


— Não sou muito de sair — murmurou, seria melhor não fazer amizades naquele bairro  violento, seria bastante vergonhoso para ela as más bocas do lugar começarem a falar dela.


— É eu também, na verdade eu trabalho e só chego em casa às dez da noite — A Garota suspirou — Às vezes não tenho tempo para nada, Inori minha filha vive reclamando.


Sakura riu e concordou com a cabeça, elas conversaram por mais alguns minutos até a entrada ser autorizada pelos agentes penitenciários, que estavam totalmente armados.


Elas levantaram rapidamente do chão, Sakura Sabia que teria que trocar de roupa, então andou até o banheiro que tinha na entrada do lugar.


— Espera, qual seu nome? — A Garota falou sorrindo — Estamos conversando a minutos e nem perguntei isso a você.


Sakura Conteve seu sorriso, afinal ela nem tinha percebido isso, estava tão assustada e com medo que nem se preocupou em perguntar isso a loira.


Passou as mãos nos cabelos os colocando atrás da orelha.


— Sou Sakura.— Disse para a garota que parecia aflita.


E preocupada com algo.


— Prazer Sakura, sou Karin — Sakura Assentiu com a cabeça — Então a gente se ver por ai, tenho que entrar senão aquele encosto fica louco.


Murmurou seguindo o caminho dela.


Sakura Tinha se trocado rapidamente no banheiro, estava tentando a todo custo não ficar com medo, afinal ela era uma mulher e não uma garota preste a perder a virgindade.


O que não deixava  de ser verdade levando em conta o tempo em que não tinha tido relações sexuais com ninguém.

Quando chegou ao quarto onde aconteciam  as visitas íntimas, não esperava muita coisa além do que tinha ali.

Uma cama velha no meio do quarto e uma porta que julgou ser o banheiro.

Ela já tinha aceitado então era só esperar.


Não, ela não conseguia acreditar no que estava acontecendo.


Ela era ruim de cama. Estava contando com isso para que o homem a deixasse e não precisasse mais do seus "serviços" .


Se sentou na cama e esperou.


Não sabia quantos minutos tinham  se passado. Estava ansiosa. Seu coração estava disparado e suas mãos suavam de uma maneira irritante.


Ouviu barulhos no corredor, e se desesperou.


É pelo Kyo! 


Pensou segurando as lágrimas.


O barulho da porta foi ouvido ela quis correr, mas sabia que não adiantaria muita coisa, ela era pequena e praticamente uma fracote.


A luz do sol estava sendo tampada  pela silhueta do enorme homem que estava ali.


Ele adentrou o local a deixando totalmente assustada.


— Uma hora e meia Uchiha! — O carcereiro falou trancado a porta e a deixando  sozinha com o enorme homem.


Tatuado, Pele tão Branca e alto, muito alto.

Ele não era tão bonito, mas sua cara de mal e o cabelo cortado estilo militar dava a ele um charme sem igual.

Ele era uma porra de um homem grande.


— Olá... — Ela sussurrou, o homem a olhava de cima a baixo.


Ele não piscava.


Parecia hipnotizado.


— Qual seu nome? — A voz grossa e assustadora chegou aos seus ouvidos a fazendo estremecer de medo.


— Sakura. — permutou, mas dava a impressão que ele já sabia, porque sorriu feliz.


— Esta com medo? — Ele perguntou, arrancando do corpo a camiseta laranja deixando a mostra seu abdômen sarado. Ele poderia ser confundido fielmente com aquele ator Keanu Reeves, só que mafioso e muito mais gostoso.


Queria revirar os olhos dos seus pensamentos,  mas estava com muito medo para fazer tal ato.


— Sim, eu-eu não... — Segurou as lágrima — Por favor vamos logo com isso?


Ela falou, queria que aquilo acabasse logo.

Se assustou quando ouviu a risada do homem.


— Claro que não, quero as coisas bem devagar — Ele foi andando até Sakura Que não se movia, parecia que ela estava presa no chão. — Te desejei durante dois anos, te foder rápido e a última coisa que eu vou fazer, vou te comer bem devagar até me saciar...


Seu coração disparou, suas mãos tremeram, seu corpo tremia igual vara Verde.


Oh Deus! 


Gritou mentalmente, do que aquele homem estava falando?


Eles já tinham se visto antes?


Mas ela não se lembrava, era quase impossível não se lembrar de um homem desse tamanho.

Aquilo não fazia o menor sentido.





Notas Finais


Então, coitadinha da sakurinha.

* Ame no kinjo — Bairro da chuva.

Ou boca do inferno.


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