História Vitória Nightmare - A Nova Creepypasta. - Capítulo 2


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ta reescrito.

Boa leitura meus queridos pivetes '3'

Capítulo 2 - Prologo: Era dos Pesadelos. (REESCRITA)


...

O riso maligno da garota ecoava por toda aquela casa. Poças de sangue reluziam o brilho da lua, dando um ar macabro a todo aquele cenário insano e maléfico. Os pobres garotos estirados no chão, com os olhos vazios, que davam sinal que as almas que aqueles corpos habitavam, já haviam partido. Os adultos, os corpos estraçalhados e espalhados pela casa. E à frase escrita a sangue na parede, que marcava o inicio daquela nova "era.

"A Era dos Pesadelos Começou."

*** 15 Horas Antes ***

Uma garota de cabelos curtos, lisos e negros acordava lentamente de seu sono. Abriu os olhos lentamente, revelando enigmáticos olhos castanho-escuros. Soltou um breve bocejo e levantou-se da cama preguiçosamente. Desceu de sua cama, calçando suas pantufas e indo em direção ao banheiro, para fazer suas higienes.

Enquanto isso, dois garotos de cabelos loiro-platinados brincavam juntos na sala, enquanto um adulto de cabelos negros trabalhava em seu notebook e a mulher de cabelos loiros cozinhava. A garota de cabelos negros foi para a sala e pegou o seu livro favorito e precioso para ler. Os presentes estranharam a ação da menina, já que a mesma sempre lhes dava bom dia assim que ia para a sala.

- Bom dia, Vitória. Dormiu bem?

O mais velho dos jovens adolescentes presentes manifestou-se, olhando para a menina com um sorriso. Tudo o que Vitória fez foi revirar seus olhos em impaciência e lhe responder de forma grosseira.

- Dormi sim, Samuel. Agora me deixa quieta na minha que quero terminar de ler meu livro, se não for pedir demais. E sendo sincera, não vejo que ninguém aqui tem obrigação de perguntar nada um ao outro, então paremos a encenação.

Dito isso, Vitória bufou e foi para seu quarto, fechando a porta com força. O mais velho, Samuel, estava surpreso por tal ato da irmã, mas nada comentou. Talvez falar com seu amigo ajudaria-o a esfriar a cabeça dessa situação com sua irmã. Samuel notara há dias, que o comportamento de sua irmã vem mudando lentamente, primeiro na forma de vestir-se, depois de agir e pensar, e agora sua personalidade parece de outra pessoa.

Os adultos deixaram as "crianças" sozinhas e foram trabalhar. Samuel tentou concentrar-se em entreter seu irmãozinho, Paulinho, mas sua preocupação total estava voltada a sua irmã. Ele tinha um mau pressentimento, e suas intuições sempre estão certas. S e m p r e.

(...)

O dia passava lentamente no colégio onde Vitória estudava. A mesma que odiava brigas, já entrara em umas três em menos de 2 horas de aula. Mas o que impressionava todos ao redor dela, era a força absurda que ela tinha e ninguém sabia. Os ferimentos dos alunos adversários a ela eram definitivamente, feitos para matá-los, mas este "evento" só não aconteceu a nenhum por intervenção dos professores.

- Você entrando em brigas? Isso significa que o fim do mundo está chegando.

Disse o melhor amigo de Vitória, o gênio do colégio, Daniel Motta. Vitória olhou para ele seriamente, como se fosse matá-lo caso falasse mais algo do gênero.

- Cale a boca seu nerdzinho de merda. Você é um idiota pra não perceber que o fim do mundo já se iniciou há muito tempo, e está acontecendo lentamente, diante de nossos olhos. Mas não se preocupe, este processo de destruição será acelerado.

"Porque eu o acelerarei." Completou Vitória em pensamento. Ela retirou-se da mesa do refeitório, onde estava sentada com Daniel, e seguiu para a saída, sendo barrada pelo "chefão" de seu colégio. Aquele garoto dos cabelos ruivos era o tormento de sua vida, e um dos principais motivos de seu intenso ódio. E este "chefão", era Matt Jones.

- Ora, ora, o que temos aqui? A fracassada vadia da escola.

Gargalhou ele, recebendo um soco direto no nariz, vindo de Vitória. O ruivo cambaleou para trás, se apoiando na parede para não cair de costas. Olhou para a menina, que sacudia a mão e a preparava para um próximo soco. Então, Matt percebeu. Os olhos da garota haviam uma tonalidade diferente do normal... Os olhos castanho-escuros, agora eram da cor carmesim. Frios, vazios e visivelmente insanos.

- Não pense que só porque é o "chefão" dessa escola de merda, pode ficar falando mal dos outros. Seu filho da puta.

Disse Vitória se aproximando de Matt, que já ia socá-la, mas a garota o deu uma rasteira e ficou por cima dele, prendendo seus braços contra o chão.

- Mais uma coisa... Se quiser viver, jamais meta-se em meu caminho. Você realmente não vai querer ver do que sou capaz de lhe fazer, e garanto que não será nada agradável. Agora, suma daqui seu inseto nojento.

Disse Vitória soltando Matt e virando as costas, ela iria receber uma voadora certeira na altura dos pulmões. Porém seu irmão, Samuel, pegou Matt pela orelha e o jogou contra a parede, lhe dando um soco no olho.

- Fica longe da minha irmã, seu mauricinho filhinho de papai da porra.

Após isso, ambos os Kelly saíram do refeitório. O trajeto inteiro até suas respectivas salas, os irmãos não se falaram. Então, sumiram da vista um do outro. Vitória sentou em sua cadeira e começou a ouvir uma voz, a mesma que ouvia em seus pesadelos.

"Mate-os... Mate a todos... Traga a destruição total da humanidade..."

E então, a voz calou-se e Daniel entrou na sala. Ele sentou-se ao lado da amiga e começou a tentar puxar assunto, até que Vitória já estava para explodir. Ela respirou fundo e convidou seu amigo para dormir em sua casa, mas mal o garoto sabia, que aquele seria apenas o inicio do inferno.

 

*** 01 Hora Antes da Matança ***

 

Vitória levara para seu quarto, um facão e o escondera embaixo de seu travesseiro. Ela preparou uma mochila e a deixou escondida embaixo da cama, e sentou-se na poltrona para ler seu livro.

"Muito bem minha criança... Esperemos o momento certo e então atacaras sua família e teu amigo... Traga a destruição a esse mundo."

Ela assentiu a voz misteriosa e esperou ansiosamente seu amigo chegar, com um sorriso macabro nos lábios. Então, a campainha tocou, sinalizando a chegada de seu “querido” amigo.

– Boa noite, Daniel. Pode entrar.

Disse Vitória dando espaço ao menor, que entrou com um sorriso.  O tempo foi passando, até que Daniel foi ao banheiro, e foi nesse momento, que Vitória soltou um sorriso caótico ao nada. Ela pegou o facão embaixo de seu travesseiro e desceu as escadas, ficando de frente para seus pais e seu irmão menor, Paulinho.

– Filha? Você não esta... Porque está segurando esse facão?

Perguntou a Sra Kelly indo até a garota, que até então tinha a cabeça baixa. Vitória levantou seu rosto, encarando sua mãe com um sorriso psicopata e um olhar psicótico, perfurando-a com a lâmina daquela faca. A mulher urrou de dor, enquanto o Sr Kelly ia a seu socorro e Paulinho se escondia no armário da cozinha.

– Está louca, Vitória? O que foi que deu em você?

Perguntou o Sr Kelly, recebendo uma facada nas costas. Vitória gargalhou psicoticamente diante a cena de seus pais morrendo, jorrando sangue para todos os lados. Seus pais tentavam sair dali, tentavam escapar e sobreviver. Mas sobre os olhos caóticos de Vitória, eles não estariam seguros em nenhum lugar. A menina se divertia vendo o sofrimento deles. Ela subiu encima de sua mãe e a puxou pelos cabelos, decapitando sua cabeça.

Ela puxou seu pai pelos pés, enquanto o mesmo ainda ferido debatia-se. O arrastou até a cozinha e cortou-o em pedacinhos, espalhando pelo resto dos cômodos. Ela gargalhou insanamente, até que ouviu os passos descendo as escadas. Daniel havia ouvido tudo, e visto tudo. Ela apenas puxou Paulinho e cravou a faca no peito do garoto, que morreu logo em seguida.

(...)

Daniel estava de frente para a pior cena de toda sua vida. Uma grande poça de sangue, com cinco corpos espalhados pelo cômodo daquela casa. Nas paredes, frases escritas com o sangue destes corpos, e a figura de sua suposta melhor amiga a sua frente. Ela tinha um sorriso psicótico em sua face, suas roupas totalmente sujas de sangue, e os olhos em uma tonalidade carmesim. 

- V-vitória...? 

Daniel lhe chamou com hesitação, o que sua "melhor amiga" havia feito? O que estava acontecendo? Então, a garota soltou uma risada macabra, fazendo Daniel arrepiar-se por completo. Ela lhe olhou de cima a baixo e lhe apontou o facão que segurava, este qual pingava sangue. 

- P-porque v-você ta s-suja de s-sangue...? O-o q-que ta a-acontecendo...? 

Daniel começou a andar para trás, conforme a garota vinha em sua direção, manuseado a faca com um sorriso psicótico e o olhar psicopata. Quando Daniel bateu as costas na parede, a garota se aproximou deliciando-se com o medo do mais novo. Chegou perto de seu ouvido e sussurrou ao garoto que tinha agora os olhos arregalados. 

- Você é tão ingênuo, Daniel... Você caiu em minha armadilha, como uma mosca presa na teia da aranha... Você e todos eles serão a prova de que nunca mais deixarei alguém pisar encima de mim... Você lembra Daniel? "Assim como os sonhos, os pesadelos também tornam-se reais." 

Após isso a garota soltou uma gargalhada histérica e macabra, enquanto Daniel tremia assustado, jamais vira a garota naquele estado. A garota parou de rir, e encarou o garoto profundamente com um olhar psicótico, enquanto perfurava-o com o facão. O garoto gritou de dor, e a garota continuou o ferindo, até que ele soltasse seu último suspiro de vida. 

- Eu lhe diria bons sonhos velho amigo... Mas o que restou foram apenas pesadelos... 

Ao dizer isso, uma fumaça negra surgiu atrás de Vitória, e dela, um dragão negro de olhos carmesim saiu. Este dragão se esfregou em Vitória, e depois a reverenciou.

– Minha linda criança... O reinado do terror agora se inicia, e você será vossa rainha...  Esqueça o seu nome patético, “Kelly”, e substitua-o por um que mostre seu verdadeiro poder...

Dizia a criatura com uma voz rouca e serena.

– Vitória... Nightmare... Este será meu nome de agora em diante. E você, meu querido dragão, diga teu nome.

Ordenou Vitória olhando a criatura com um sorriso caótico.

– Darkness.

E assim, ambos fugiram daquela casa ao ouvir as sirenes policiais aproximando–se. Pegaram a mochila da garota e distanciaram-se da cidade, escondendo-se nas sombras da floresta.


Notas Finais


Bye '3'


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