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História Viva-Voz - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal!

Nova fanfic. Essa história é dedicada ao ~Siegrein que, noutra fanfic (Minha namorada exibicionista), comentou os casais que queria para os próximos contos. Os casais foram SasuSaku, SasuIno e ItaSaku.
Essa fic é SasuSakuIno. Sei que queria histórias separadas e que essa tag não está sendo aplicada no sentido tradicional nessa fanfic (vão perceber quando lerem), mas as musas falaram e foi nisso que deu. Encare isso como um começo... mais fics virão no futuro.

Enfim, não quero me alongar muito aqui. Comentem, favoritem, essas coisas todas...

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Viva-Voz - Capítulo 1 - Capítulo Único

Era quase hora de saída na Plásticos Hokage, mas Sasuke Uchiha ainda estava trabalhando duro. Já estava habituado a que fosse assim, tendo trabalhado ali a maior parte da sua vida adulta. Da sua sala, ele podia ver os outros funcionários ansiosos para saírem. Ele ia ficar mais um pouco – assim como outra pessoa que ele conhecia tão bem.

O telefone do escritório tocou. Sasuke soltou a caneta por cima dos papéis para atender. Do outro lado estava Sakura Uchiha, sua esposa. A chamada, àquela hora da noite, não o surpreendeu. Ele e Sakura estavam casados há seis anos (os dois se conheciam há ainda mais tempo), mas a relação seguia forte como no primeiro dia. Ela ainda ligava quando ele não chegava cedo, e ele fazia o mesmo quando ela demorava a voltar da rua. Os dois morriam de ciúmes de qualquer pessoa que sequestrasse a atenção do parceiro. Tinham uma filha de 7 anos – a princesinha do Clã Uchiha, Sarada Uchiha.  

- Oi querido! – disse Sakura, quando ele atendeu. – Como vai o trabalho?

- Apertado. Acho que vou ter que ficar até um pouco tarde novamente.

- “Tarde” até que horas?

- Não tão tarde quanto sexta-feira. Eu prometo.

- Hoje é sexta-feira, bobinho.

- Eu sei.

Os dois riram.

- Comida fora ou dentro?

- O que você preparou?

- Ensopado de carne.

Sasuke deu uma olhada no relógio da parede, fazendo acrobacias mentais para conciliar tudo o que tinha para fazer na empresa e a comida gostosa da esposa.

- Devo chegar por volta das nove, nove e meia, se o tráfego estiver ruim, então...

- Comida dentro – disse Sakura.

- Eu estava falando comigo mesmo – protestou Sasuke. – E eu ia dizer fora.

- Você sempre diz fora, querido.

Sasuke sorriu. Sabia que não devia protestar muito, a menos que quisesse uma lista de todas as vezes em que chegara tarde e, por conta disso, a comida precisara ser jogada fora. O maior exemplo era a famosa “sexta-feira”, quatro anos atrás, em que, de tão cansado, ele sequer mexera na comida e, na manhã seguinte, saíra de novo para trabalhar sem ligar ao prato. Não fosse a vigilância constante de Sakura, um deles com certeza teria que cumprir pena por negligência e intoxicação alimentar de menor. A Plásticos Hokage tinha bons advogados, portanto era bastante óbvio quem, entre Sakura e ele, iria parar na cadeia.

- Está bem. – Ele concedeu. – A nossa filha?

- Já está dormindo – respondeu Sakura. – E para não ter uma surpresa quando chegar, já vou avisando que ela tem companhia essa noite.

Sasuke soltou um suspiro.

- Boruto?

- Boruto. – Sakura estava obviamente se esforçando para não rir.

- Quando é que ele vai embora? – perguntou Sasuke.

- Hoje é sexta, então...

Sasuke massageou as têmporas.

- Tal pai, tal filho – disse.

- O mesmo pode ser dito de você, querido – disse Sakura.

- E como é que... – Sasuke cortou a pergunta a meio, interrompido por batidas na porta do escritório. – Só um segundo, querida. – Ele disse para Sakura e, cobrindo o bocal do telefone, se levantou e caminhou em direção a porta.

Não ficou surpreendido de ver quem era. Ainda que Ino e ele trabalhassem em departamentos que ficavam em partes opostas do Edifício, os encontros no escritório dele eram uma certeza matemática.

- Todo mundo já saiu. O piso está vazio – disse Ino.

- Ótimo – disse Sasuke e, destapando o bocal, apertou o botão de desligar chamada.

- Era sua esposa? – perguntou Ino, já sabendo que Sasuke não responderia.

- Entre. – Ele disse.

Ela deslizou para dentro da sala, já sabendo o que tinha que fazer. Sasuke se afastou dela e, enquanto Ino abaixava as persianas do escritório, ele fez o mesmo nas janelas que davam de frente para os outros edifícios.

Quando terminaram, Ino foi trancar a porta enquanto Sasuke voltou a ocupar sua cadeira.

Ino sorriu para ele, caminhando para longe da porta, parando no centro do escritório, os olhos de Sasuke presos nela. Ela alcançou o botão superior da blusa vermelha, provocando-o, vendo-o colocar a mão por cima das calças.

Ela levou seu tempo com os botões, mantendo a blusa fechada antes de todos os botões serem abertos. Finalmente, ela abriu a blusa, exibindo seu decote, contido por um sutiã rosa. A blusa caiu no chão e ela avançou para suas calças.

Sasuke estava impaciente para tê-la, mas ela gostava de fazê-lo esperar. Quanto mais ela se demorasse, mais duro e mais quente ele ficaria, e mais áspera seria a foda. Eles faziam isso há um bom tempo; ela sabia o que ele queria, mesmo quando parecia que estava fazendo o oposto disso.

Sua tanga rosa combinando apareceu quando ela desceu as calças, sua pele marrom clara também em exibição. Ela se virou e se inclinou, mostrando sua bunda para ele. Em pouco tempo, as calças estavam reunidas no chão ao redor de seus sapatos, que ela rapidamente descalçou.

Sasuke a acompanhou com os olhos enquanto ela se ajoelhava diante dele. Seus dedos trêmulos desabotoaram o cinto e o botão da calça antes de descer o zíper lentamente. Ela lambeu os olhos quando a protuberância dele apareceu, e ele se ajustou em sua cadeira para deixá-la deslizar as calças para baixo.

Os boxers foram os próximos a sair. Ino estava molhada só de olhar para o pau de Sasuke, imaginando o momento em que ele a penetrasse. Mas primeiro ela o queria em sua boca.

Tão logo os boxers chegaram ao chão, ela fechou a boca sobre ele. Sasuke gemeu quando ela o provou, saboreando o gosto de pré-gozo com a ponta da língua. Colocando a mão em suas bolas, Ino dirigiu os lábios para baixo, sentindo a boca esticar para acomodar toda a extensão do pênis ereto de Sasuke. Ela olhou para ele enquanto chupava. Sasuke a encarava de volta, as mãos fechadas em punhos – um sobre a mesa e o outro a volta dos cabelos de Ino, auxiliando no balanço dela para cima e para baixo.

O pré-gozo estava abundante como sempre, escorrendo dele para cobrir a boca dela. Ino abriu sua boca o mais que pôde para soltá-lo, substituindo a boca pela mão, mas ainda trabalhando para cima e para baixo. O eixo estava coberto pelo brilho da sua saliva, sua mão deslizando facilmente. Ela colocou a outra mão na calcinha, os dedos afundando facilmente nas dobras molhadas.

Ela podia vê-lo movendo objetos em sua mesa, criando espaço para eles. Ino estava mais do que pronta para tê-lo dentro dela.

Sasuke a levantou. Ela ficou brevemente decepcionada por ter que abrir mão (literalmente) do pênis dele, mas esses pensamentos foram rapidamente esquecidos quando ele a empurrou contra a mesa, inclinando-a. Sasuke agarrou a bunda de Ino, apertando as nádegas redondas, antes de deslizar a calcinha para fora do corpo dela. Seu pênis pressionou intensamente entre as nádegas dela, fazendo-a gemer com a sensação.

Quando o pênis dele deslizou para baixo, a respiração de Ino parou. Ela se firmou, apoiando-se em seus antebraços, pronta para ser usada por Sasuke como ele bem entendesse. Ino não pôde deixar de reparar que, bem ao lado da sua cabeça, havia uma foto da esposa de Sasuke.

Longe da vista, longe do coração, ela pensou, sorrindo. Entretanto, qualquer ideia sobre a esposa de Sasuke foi tirada da sua mente quando o pênis dele empurrou em sua boceta. Ele a encheu com facilidade, com firmeza. Ino estava escorrendo.

Sasuke se limitou a dar-lhe alguns golpes lentos, antes de retirar o pênis por completo. Os olhos de Ino se iluminaram quando o sentir separar as nádegas e pressionar a cabeça do pau em seu cuzinho. Ele não fodia ali há semanas; ela tivera que se contentar com seu vibrador (que fora presente dele) em casa, mas o vibrador não era nada em comparação ao pau de verdade, quente e latejante repousando na sua entrada apertada.

Foi preciso um pouco de pressão para fazer com que seu cuzinho se abrisse para ele. Mal isso aconteceu, Sasuke aproveitou, empurrando seu pau dentro. Ino gemeu, sentindo-o empurrar, seu interior se ajustando, as nádegas se abrindo para dar espaço a ele, de modo que o resto pudesse caber dentro dela.

Ela choramingou, respirando pesadamente; o pau de Sasuke deslizava mais fundo do que ela conseguia se lembrar. Era sempre desconfortável no começo; ela precisava de alguns segundos para se acostumar.

Sasuke, porém, estava especialmente impaciente hoje, então, em vez de esperar a palavra dela como sempre, ele apenas continuava empurrando. Ino estendeu a mão, agarrando a borda da mesa, lutando para se manter imóvel. Seu cuzinho se esticou ao redor do membro invasor, o calor dele a envolvendo. Sua bunda começou a balançar por vontade própria; Sasuke acertou um tapa em cheios nas nádegas, fazendo-a gritar.

E com um empurrão final, ele chegou ao fundo, gemendo, segurando os quadris dela.

- Você gosta dessa pau? – Ele perguntou.

- Uh-huh – foi a resposta de Ino. Ela estava começando a sentir o êxtase crescendo dentro dela. Ser usada daquele jeito por Sasuke sempre gerava um “barato” psicológico difícil de pôr em palavras. Ela só podia gemer despudoramente.

Ino jogou o cabelo para trás, lambendo os lábios. Sasuke acertou outro tapa na bunda dela. Ela gemeu, empurrando a bunda de volta, sentindo seus pelos pubianos fazendo cócegas em sua carne. Mais uma vez ele a acertou, provavelmente deixando uma marca vermelha. Ino suspirou enquanto ele acariciava sua pele machucada, dando-lhe alguns segundos antes de recomeçar.

- Me fode! – Ela ordenou, apoiando a cabeça na mesa. O frio da madeira deu um choque em sua pele; ela estava vermelha, o calor irradiando de sua bunda e boceta, espalhando-se pelo corpo todo. Se um termômetro fosse usado naquele momento, ela acusaria uma febre de centenas.

Sasuke grunhiu, puxando os quadris lentamente para trás, deslizando o pau para fora, antes de investir outra vez para frente, enchendo o interior dela com seu pau. Ele deslizou para fora novamente, apenas o suficiente para torturá-la com a sensação, antes de voltar a investir uma segunda vez.

Ino estava rangendo os dentes, experimentando sensações indescritíveis.

- Mais rápido! – Ela exigiu.

Sasuke obedeceu com um forte impulso, fazendo-a ofegar. Ele repetiu, de novo e de novo. Seus impulsos constantes esticaram o cuzinho dela ainda mais, fazendo-a gemer, a dor se misturando com o prazer, agora inseparáveis uma da outra na sua mente.

- Sua bunda me pertence – disse Sasuke, se inclinando sobre ela, a boca perto da orelha de Ino. – Minha, para usar, encher, foder como eu quiser.

Ino girou os quadris em resposta, empurrando na direção dele, cruzando com um empurrão violento.

Sasuke moveu uma das mãos para os seios dela, ainda dentro do sutiã. Ele apertou, enchendo o punho, usando-os como alavanca para uma série de impulsos duros, as bolas batendo na parte de baixo da bunda de Ino. Ino gritou, abaixando a cabeça, batendo na mesa com um punho. Sasuke parou depois de alguns segundos, recuperando o fôlego.

- Sua bunda é muito apertada – Ele comentou, apertando novamente os seios de Ino. Ela gemeu, empurrando os quadris para trás, querendo mais.  

***

Sakura se deitou no sofá. As crianças estavam dormindo, o ensopado de carne estava no fogão. Ela precisava ter certeza de que Sasuke não a encontraria acordada antes de colocá-lo na geladeira.

Agora era hora da diversão.

- Ponha esse pau fundo – disse Ino. Um gemido disse a Sakura que Sasuke havia concordado, empurrando ainda mais para dentro da bunda durinha de Ino.

Sakura só vira a bunda de Ino coberta por calças e saias, mas Sasuke tinha lhe assegurando que era redonda e firme.

O telefone estava sobre a mesa de café, ao alcance das mãos, a luzinha vermelha do viva-voz piscando. Essa era a terceira vez naquela semana que Sasuke fodia Ino, mas já fazia um tempo que ele não fodia o cuzinho dela. Por vontade própria, claro, porque Ino estava sempre disposta a atender qualquer vontade dele e, de sobra, com um sorriso na cara.

Com a sinfonia de sons que vinham do celular, Sakura dedilhava as dobras da sua boceta, os shorts e a calcinha há muito esquecidos no tapete.

- Me fode! – Ela ouviu Ino suspirar. – Sim, foda essa bunda.

Sons de vários tapas ecoaram pelo telefone quando Sasuke estabeleceu um ritmo, a fodendo com rapidez e intensidade. Sakura se encolheu, apertando as coxas com a mão entre elas, sentindo o orgasmo se aproximando – o segundo da noite.

Ela podia ver a cena com os olhos da sua mente: Ino inclinada sobre a mesa do marido, calcinha ao redor dos tornozelos, a bunda grossa ondulando ao ritmo dos tapas de Sasuke.

Sakura trabalhou mais rápido na própria boceta.

- Você gosta desse pau?

- Sim, porra, sim, mais rápido, mais duro, mais fundo, por favor!

O som de pele contra pele ficou mais alto. Sakura ouviu Ino arrulhar, provavelmente triturando o pau de Sasuke como uma cadela desesperada no cio.

- É assim que eu gosto. Me fode, foda essa bunda!

Sasuke grunhiu, mantendo o ritmo constante. Sakura os imaginou fodendo, Sasuke montando a bunda de Ino, ela se arremessando na direção das investidas dele.

Foda essa bunda, foda essa bunda, foda essa bunda, Sakura entoou mentalmente. Ela queria que Sasuke fodesse Ino, punisse seu cuzinho, até que ela não pudesse ficar sentada por dias.

Ela ouviu Ino suplicar para ser fodida mais rápido. Sasuke grunhiu em resposta, mas um grunhido diferente de todos os outros. Ele, obviamente, não estava mais reagindo aos pedidos de Ino, mas simplesmente focado em pavimentar o caminho para gozar dentro dela.

Ino gritou novamente. O som de carne contra carne se intensificou. Sasuke estava chegando ao fim.

Vamos, Sasuke, goze nessa cadela, goze na bunda dela.

A respiração irregular dele estava alta. Sasuke grunhiu, Ino gemeu. Sakura estava perto de ter outro orgasmo, seus dedos trabalhando freneticamente em sua fenda. Ela queria gozar com eles dessa vez.

Ino gritou, a voz ficando aguda no final. A cadela tinha gozado, Sakura percebeu, e pelos sons que Sasuke estava fazendo, ele atingira o ponto sem retorno. Em 10, 9, 8...

Quando ouviu Ino ofegar e Sasuke soltar um gemido longo e baixo, Sakura soube que ele tinha gozado. Sakura também atingiu o clímax, imaginando Ino curvada sobre a mesa, gemendo com o pau de Sasuke gozando dentro dela. Sakura se contorceu no sofá, reprimindo um grito.

Ainda se recuperando do seu orgasmo, ela pôde ouvir sons de sucção; a cadela com certeza estava limpando o pau de Sasuke. Sakura podia imaginá-la engolindo o pau inteiro do marido, provando o gosto da própria bunda e adorando.

Depois disso, os dois se vestiram e Ino agradeceu a Sasuke, antes de abandonar o escritório.

Sasuke voltou para a ligação.

- Está aí? – Ele perguntou alguns segundos depois.

- Sim. – Sakura respondeu, totalmente sem fôlego.

- Gostou do show?

- Sim.

- Isso quer dizer que vai desistir da ideia de despedir a Ino?

- Já desisti – disse Sakura. Era verdade. Ino podia achar que era muito esperta por foder com o marido da dona da empresa, mas se isso só acontecia com o consentimento de Sakura, certamente não havia motivo para colocar a cadela no olho da rua.

- Ótimo.

- Na verdade, eu gostaria de estar aí para assistir.

- Talvez algum dia.

- Então, quando vai voltar para casa?

- Quer me esperar?

- Quero.

- Chego em trinta minutos. Vou sair agora.

- OK. Eu te amo – disse Sakura.

- Também te amo. – Sasuke respondeu antes de desligar.

 


Notas Finais


E é isso. Espero que tenham gostado.
Comentem, favoritem e, se estiverem interessados num casal específico e quem sabe tenham uma ideia do enredo, avisem.
Até mais!


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