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História Vivendo entre o céu e o inferno - Capítulo 1


Escrita por: Lolly_Bipolar

Notas do Autor


Que fiquei bem claro, que essa história é apenas ficção, e que eu NÃO romantiso, NADA, acontece ou que vai acontecer, nela.

Capítulo 1 - Capítulo 1


•| Chrystal Canales |•


A eufória é tão evidente, o calor da emoção e as pessoas gritando dizendo Vai! Minha alegria aumentou mais ainda, quando eu finalmente cruzo a linha de chegada, fazendo meu coração palpitar, conseguindo então, alcançar o primeiro lugar na corrida.

Mesmo com o corpo suado e pernas um pouco doloridas, não me arrependo de ter entrado nessa corrida, sabendo que se eu perdesse, iria me sentir horrível, mas fico feliz que correu tudo bem.

Em questão de segundos, sou rodeada de pessoas querendo me dar os parabéns, me abraçar, apesar de ser uma sensaação boa, de ter pessoas por perto, que aparentam gostar de sua companhia, não gosto de ser tão popular, é meio sufocante as vezes, mas apesar das várias companhias, sempre me sinto sozinha.

Depois de comprimentar a maioria das pessoas, eu fui o mais rápido para o vestiário tomar um banho, e colocar algo menos esportivo e mais formal.

Vou até os mini banheiros, e tomo um banho de água gelada, tirando todo o suor do meu corpo e a exaustão, me dando mais ânimo e energia. Termino me limpar, pego a minha toalha e me enrolo indo até o meu armário metálico azul musgo.

Me seco, e abro o pequeno armário, coloco minhas roupas íntimas, seguido logo depois da minha blusa caída preta listrada, preto e cinza, minha saia preta com pequenas correntes nas laterais, coloco minhas meias, e depois minha botina preta.

Penteio meus cabelos grande e castanhos andulados, amarro ele em um rabo de cavalo, me olhos no espelho e paço um gloss rosa, e pra finalizar um perfume, guardo o as coisas pessoais na minha mochila, e pego o meu celular. Sorrio ao ver que minha pessoa favorita, me mandou mensagem.

Leio rápido, e logo saio de lá, indo até uma cafeteira que tem a algumas quadras dali, arrumei a minha franja e logo entro no estabelecimento, que sempre está com cheiro de chá e biscoito prontos.

Logo vejo minha amiga acenando pra mim, enquanto sorria animada exibindo seus dentes brancos, porém sempre mantendo sua postura.

Me aproximo sem pressa e logo percebo, o quanto ela ficou linda no vestido que eu a via lhe dado, de presente de aniversário, um verde água com várias rendas pretas na borda, ele combina perfeitamente com o seu lindo tom de pele escuro como cacau, e seu grande cabelo cacheado e olhos pretos.

— Olá Keyciane. — Digo sorrindo, e me sentando ao seu lado, sentido o doce cheiro do café, que ela tomava tranquilamente.

— Oi Chrys, pessei que você não conseguiria vir, por conta da sua corrida. — Diz ela enquanto pega sua xícara com café e leva aos lábio, ainda sim, mantendo seu contato visual.

— Não se preocupe com isso. — Dou os ombros, não dando muita importancia a vitória de uns minutos atrás. — Gosto de correr, mas não pra ter algo em troca.

— Eu sei bem disso. -—Diz ela sorrindo tranquilamente, pois sabe que eu não mentira pra ela, que lhe concidero como uma irmã. — Te conheço desde que tínhamos quarto anos.

Sorrio feito uma boba, ao lembrar de quando éramos crianças, a gente se metia em tantas confusões. Tipo quando fazíamos pegadinhas com as professoras, elas ficavam umas feras.

— Poisé. — Pego pequeno cardápio, e olho atentamente cada variedade de lanches, bebidas e aperitivos, e me conformo com um chá de camomila. — Mas me conte, terá alguma coisa, pra nós divertimos hoje a noite?

Ela me olha e logo sorri, isso pra mim, era o sim que eu tanto queria ouvir, eu já estou a um bom tempo sem ir para alguma festa, já que na última que eu fui, vi meu ex me traído, e chamei um dos amigos dele pra transar.

Ele fez um escândalo, mas assim que eu falei que saiba o que ele havia aprontado, ele rapidamente abaixou a bola dele. Meus pais descobriram e deram um sermão nele, e avisaram aos pais dele, e assim ele recebeu um bom castigo.

Pois o nosso relacionamento, era ótimo para os pais dele, que recebiam ajuda da empresa do meu pai, mas depois do término, a ajuda acabou, o que eu achei ótimo, pois recebeu o que merecia, aquele pedaço de inseto.

— Já tá animada, né Chrys? — Ela diz percebendo o meu sorriso lago no rosto, a mesma pisca pra mim e ambas caem na risada. Ela não tem jeito mesmo.

Vou tomando meu chá calmamente, enquanto Keyci ia me falando as novidades, depois que ela voltou de viagem, o que eu achei super interessante, a última vez que eu viajei, passei mal dentro do avião, depois dessa, nunca mais.

— Sabe, eu recomendo você ir um dia. — Ela fala, enquanto me mostra as fotos que ela tirou no Canadá, realmente é um lugar lindo, sem falar que eu amo neve.

— Eu já fui uma vez, meu pai ficou gripado durante toda a viajem. — Faço uma careta engraçada, Keyciane não segurou, e começou a rir, eu tomei mais um pouco de chá, enquanto me recordava rapidamente desse dia.

— Eu tô rindo, mas é com respeito você sabe, seu pai é muito gente boa. — Sua sinceridade era bem evidente, ela já conheceu os meus pais, e eles acharam ela adorável.

— Eu sei, não se preocupe. — Digo tomando o resto do chá da xícara, e preparando para saímos da cafeteria. — Então vamos?

Minha melhor amiga afirmar, e logo se levantamos dos acentos macios, estamos caminhando em direção a porta, e na saída encontrarmos uma pessoa indesejada, que só consigo ter repulsão.

— Oi meninas, como vão? — Mirela, e a sua aparência de anjo que engana a todos, menos a mim, que já conheço todos os seus truques. Me pergunto como eu já fui melhor amiga dela.

— Isso não é da sua conta, Mirela! — Keyciane diz ja tentando evitar, que eu e ela acabe em uma briga, pois se isso acontecer, só vou para quando eu quebrar um osso dela.

— Nossa, pra que tanta grosseria Keke? — Ela diz tocando no ombro de Keyciane, que logo retira a mão dela, e segura meu pulso me puxando pra fora do estabelecimento.

Respiro aliviada, mas a maldita da Mirela não desiste, e segura minha mão, e me vira com força na direção dela, me fazendo encara suas órbitas azuis, fecho minha expressão e puxo meu pulso.

— É melhor você ter cuidado por onde anda, querida Chrystal. — Ela joga seus cabelos loiros para o lado, e me olha com nojo, como se eu fosse um ser horrendo. — Você pode acabar se machucando.

Dou um sorriso de lado, e olho bem pra ela, antes de cruzar os braços e estufa o peito.

— É melhor você tomar cuidado, ou caso contrário Barbie. — Chego perto do seu ouvido, e seguro o braço dela com força pra, que a mesma não fuja. — Você pode aparecer misteriosamente, com um olho roxo, e com braços e pernas quebrados.

Me afasto sorrindo, e saio andando com Keyciane ao meu lado, apenas rimos da cara dela, enquanto imitavamos o jeito que ela falava, não precisava pensar muito pra saber que ela, estava furiosa. Azar foi de quem começou a me desafiar.

— Você viu a cara que ela fez? Mano, que garota mais insuportável. — A garota ao meu lado, era a única que realmente demostrava gostar de estar perto de mim. E isso é tão confortante.

— É como o meu pai sempre me diz...Nada que um socão na boca não resolva. — Digo levantando o dedo indicador, e imitando o jeito que o meu pai fala, e realmente ele tinha razão.

Paro na frente do portão da minha casa, e olho para a minha amiga, que aparentava estar anciosa e inquieta com algo.

— Tem certeza que não quer entrar Keyciane? — Pergunto na esperança de que ela fale o motivo, até por que esse mistério todo, eu não aguento.

— Não valeu, fiquei sabendo que seus primos gêmeos estão aí hoje. — Ela cruza os braços, enquanto brinca com o seus cachos, enrolado ele no dedo, enquanto aparentava nervosa, com um sorriso tímido no rosto.

— Você tá afim de um dele?! — Digo sorrindo, mas com um pingo de receio, ela afirma com a cabeça, enquanto expreme os lábios com vergonha. — Qual é amiga? Me conta pra eu te ajudar.

— Eu tô gostando do Edigar — Ela junta as mãos, e faz uma pequena expressão de medo, enquanto me olha. — Mas não conta pra ele hem, por favor!

— Pode deixar Keyci. — Do uma piscadela pra ela, abro o portão e entro, e só fecho quando ela some de vista.

Ela vai vim aqui a noite, pra irmos para a festa, estou anciosa e animada, só tenho que me manter calma, e tentar não me irritar com nada.

Sorrio pra os meus pais, que estão na piscina tomando banho, e me chamaram pra mim se juntar a eles, mas eu apenas falei que depois eu tomava, e segui para dentro.

Logo de cara já vejo um dos meus primos. O Heitor está concentrado no vídeo game, e Edigar esta lendo um livro no sofá, eles estão tão distraídos que nem me viram chegar.

Não falei nada, e fui direto para o meu quarto, onde joguei minha mochila no pé da cama, e me deitei cansada na minha cama, o colchão macio me fazia suspirar, enquanto eu sentia meus músculos relaxarem.

— Vou ter que arrumar algo pra fazer, até de noite. — Me deito de bruços, e fico brincando com as costuras do travesseiro, enquanto me vem um monte de lembranças do passado, nenhumas muito boas. — Não! Tenho que relaxar, não ficar com anciedade.

Me levanto da cama, pego minha toalha, e vou pra dentro do banheiro, retiro minha roupa e me olho no espelho, enrolado meu rabo de cavalo, num coque. Sorrio satisfeita e vou tomar banho no chuveiro, estou com preguiça de ter que esperar a banheira encher.

— Aonde quer que eu vá! Aonde quer que eu vá, te levo comigo! — Fico cantando uma das minhas músicas favoritas, enquanto passo o sabonete pelo meu corpo, e fico remexendo meu quadril.

Fiquei mais alguns minutos me deliciando com o banho, até que eu me enxaguou e me enrolo na toalha, assim que eu ponho os pés pra fora do banheiro, vejo um dos meu primos, sentado na beira da cama.

— O que você está fazendo aqui, Heitor? — Digo apertando mais a toalha contra o meu corpo, sentido um leve arrepio percorrer minha espinha.

Ele se vira na minha direção, me olhando de cima a baixo, com esses olhos castanhos alaranjados, e da um sorriso de canto. Ele se levanta e vem na minha direção.

— Eu vim te ver priminha. — Ele diz abraçando minha cintura, e me puxando pra perto do seu corpo, que estava quente meus pelos do corpo, se arrepiaram simultâneamente. — Você parece que tá me evitando.

— Não estou te evitando, apenas me precavendo, alguém pode nos pegar. — Digo enquanto solto longos suspiros, sentindo ele me dá beijos no pescoço, me fazendo apertar seus fios castanhos, e suas costas nua.


— Eu tranquei a porta, não se preocupe. — Ele finalmente afasta um pouco seu rosto, me fazendo ver sua boca rosa claro, e sua feição de bom moço, mas ao mesmo tempo safado.

Fomos caminhando tranquilamente até a minha cama, quando estou sentada, ele retira minha toalha sem pressa, e beija minha boca com todo cuidado, mas já sinto seus dedos descendo disfarçadamente até minha intimidade.

Onde ele começa a me penetrar devagar com os dedos, enquanto massageia meu clitóris com o polegar. Eu me relaxo completamente, apenas sentido essa sensação de prazer.

— Você é tão perfeita. — Ele afirma enquanto descia os lábios pelo meu pescoço. Eu aperto os lençóis e mordo meus lábios inferiores, na intenção de segurar o som dos gemidos, mas não sei quanto tempo vai durar. — Geme o meu nome Chrystal, eu adoro ouvir você me chamando.

Olho pra ele uma última vez, antes deu fechar os olhos e respirar pesado, sentindo o pênis dele, deslizando dentro de mim. Eu abracei o corpo dele, enquanto ele socava em mim, sentia meu corpo apertar ele gostoso.

Apesar deu ser mais velha que ele dois anos, ele não aparenta ter a idade que tem, com um corpo atlético, e aparência máscula de inveja qualquer garoto da idade dele. Fazemos isso desde que ele tinha catorze anos, e até hoje não me arrependo.

Não me preocupo em engravidar, pois eu sempre vou no médico tomar injeção pra isso, então, eu só aproveito o prazer, em que eu sou submetida.

— He-heitor, não para! — Minha voz já estava meia rouca, minhas pernas bambas, e meu corpo dormente. Mesmo meu quarto tampando a maior parte do som, não quero arriscar, perder esse divertimento.

— Goza pra mim Chrystal. — Ele susurra no meu ouvido, e meu corpo estremece. Eu não consigo chegar no êxtase corporal, por mais que eu adorei sexo, e pra isso acontecer, provavelmente não vou sentir.

Fingir ter um orgasmo, e me apertei contra ele várias vezes, o meu corpo pedia um pouco de arrego, já que passar quase três horas assim, e com força, meu corpo cansa, além de ficar dolorido, que é o que eu adoro.

— Você sentiu minha falta? — Questiona ele acariciando meus fios castanhos, enquanto eu olho para o teto, pensando em mil e uma coisas.

— Humrum. — Balanço a cabeça em afirmação, enquanto me sento na cama, e me dirigindo para o banheiro.

— Bom, eu vou indo, antes que alguém perceba que eu não sai de casa. — Diz ele andando pelo quarto, pegando suas peças de roupas. — Parabéns pela vitória na corrida.

Logo após isso, escuto a porta do meu quarto ser fechada. Me afundo na banheira, e vou me relaxando aos poucos, até eu começar a me tocar, imaginando várias loucuras e fantasias sexuais.

Passando os dedos pelos lábios da minha vagina, enquanto me contorso na banheira, até eu sentir meu corpo vibrar e eu gozar, fazendo meus músculos se relaxarem por alguns segundos.

Continua...



Notas Finais


Apresentação dos personagens desde capítulo:


Keyciane Wiliam.
19 anos.
Amiga de Chrystal desde pequena, uma garota com personalidade própria, e forte.
Intendente e inteligente, porém tímida e as vezes insegura.


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Mirela Barone.
17 anos.
Ex melhor amiga Chrystal, por conta de um incidente.
Uma garota mimada, que acha que todos devem concordar com o que ela fala e escolhe.
Uma garota que adora mentir sem motivo nenhum, e chega a ser vitimista.


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Heitor Tavares
17 anos.
Primo de Chrystal, ambos se conhecem desde os seis anos, eles tem relação íntima desde os catorze, porém ninguém sabe.
Um garoto inteligente, porém, deixa o seus impulso as vezes falar mais alto. Engraçado e gentil, faz amigos com bastante falicidade.


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Bom esse foi o capítulo de hoje, e lembrando que eu não sei quando irei postar o próximo.
Votem e comentem.


Beijos e até a próxima.


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