História Viver - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Angst, Bottom!jungkook, Doenças, Flores, Friends Vmin, Lemon, Taekook, Top!taehyung, Tristeza
Visualizações 565
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá <3
Quero agradecer a Isabela por ter me ajudado com esse bebê, a minha marida por ter me apoiado lindamente e a Talia e seu maravilhoso talento por ter feito essa capa que está me fazendo chorar até agora <3
Eu amo vocês <3
Eu espero que vocês gostem <3
Até o próximo <3

Capítulo 1 - Prólogo


—É meu aniversário – o ruivo claro pelo desbotamento sussurrou sorridente em cima de mim, apoiando seu peito nu nas minhas costas bastante arranhadas, cuja ardência, eu já estava começando a sentir. Sorri com o rosto ainda contra o travesseiro que tinha o cheiro do ex-moreno, aconcheguei-me mais no colchão que já foi testemunha de muitas das nossas noites de extremo prazer, acabando por me enrolar mais pelos lençóis espalhados.

Jeongguk tinha o costume de fazer isso, dizer que era seu aniversário de maneira toda sorridente, mas era como se dissesse “quero meu presente”. Houve um ano em que nós dois ainda não estávamos juntos dessa forma, então assim que deu meia noite, Jeongguk me ligou para dizer aquelas palavras (mesmo que de forma envergonhada), e assim que eu pisei na escola, fui surpreendido pela presença do mais novo na minha frente, dizendo com um enorme sorriso nos lábios “é meu aniversário, Hyung”.

Tive que comprar três jogos para que ele enfim se contenta-se, mas não é como se eu me importasse na época,  antigamente eu tinha dinheiro, antes de ser largado pelos meus pais por conta da minha relação com o ruivo em cima de mim.

Ali, no nosso atual momento, Jeongguk havia feito exatamente aquilo quando deu meia noite, me despertou contando-me sobre seu aniversário, e estava fazendo agora de novo; deixando claro que ele queria mais alguma coisa vinda de mim.  

— E o que você quer de presente? – Perguntei baixo ouvindo minha voz sair mais rouca que o normal, e eu sabia perfeitamente os efeitos que aquilo causava no garoto ainda agarrado em mim.

Jeongguk sempre foi fácil de provocar ou excitar.

— Hm – resmungou baixinho com um ar pensativo, remexendo-se fracamente, mordendo de leve o lóbulo da minha orelha –, eu posso ser o ativo hoje? – A pergunta saiu risonha e travessa, tal como sempre saia quando ele queria aprontar alguma coisa ou simplesmente ter a minha atenção.

Jeongguk deu um último sorriso antes que eu virasse rapidamente nossos corpos, fazendo com que suas costas pálidas quicassem no colchão macio assim como o resto de seu corpo.

—Não! Nem pensar! – Soltei de forma séria, acariciando uma de suas pernas e a levantando para que a mesma se juntasse a minha cintura. Deslizei minha palma por toda a extensão de sua coxa, me deliciando com aquela parte de seu corpo que eu tanto amava. – Eu te dei um boquete maravilhoso ontem, bebê – inclinei-me e selei seus lábios finos, muito tempo juntos me permitiam ter a liberdade para beijá-lo assim que eu acordasse ou antes que eu fosse dormir, sendo em qualquer lugar de seu corpo que eu quisesse –, e eu fiz assim que você me acordou porque deu meia noite – deslizei meus lábios até a curvatura de seu pescoço, deliciando-me com seu cheiro natural e o ar de preguiça que ele estava exalando, mordi de leve a pele que intercalava com espaços branquinhos e manchas avermelhadas e roxas – escolhe outra coisa, meu amor.

Mordi outra vez de leve uma área ainda branquinha da pele de seu pescoço, arrancando um risinho baixo.

— Posso pedir então que você não vá pra aquele restaurante hoje? – Levantou sua outra perna, fazendo a mesma também contornar minha cintura. – Sei que você não gosta muito de trabalhar lá, – mordeu de leve o lábio inferior – então fica comigo hoje, o dia todo – levou as mãos menores que a minha até a minha nuca, se divertindo em acariciar os fios compridos do meu cabelo descolorido.

—Hoje eu vou ser só seu então – lambi seu pescoço depois de sussurrar a frase que fez com que o mais novo me apertasse em seus braços malhados e sorrisse ainda mais.

— Amor – chamou de forma manhosa. – Eu quero de forma selvagem no banheiro, e devagarinho na mesa da cozinha – sussurrou sorrindo travesso, bem daquele jeito que eu amava…

— Devagarinho como? - Perguntei deixando minha voz mais rouca, esfregando meu nariz no dele, sentindo-o se remexer abaixo de mim.

— Lembra da nossa primeira vez? - Esticou o pescoço para morder meu lábio inferior. — Também foi bem devagar, você estava tão preocupado - levou as duas mãos para minhas bochechas, remexendo-se outra vez abaixo de mim. – Achou que fosse me machucar – parte de seus dedos foram para minha orelha, fazendo uma força leve para trazer meu rosto até mais próximo do seu. – É tão sexy lembrar de como você me acariciou e cuidou de mim aquele dia – contou manhoso, remexendo-se e fechando os olhos brevemente.

— Foi gostoso – murmurei relembrando-me, levando minha boca até sua clavícula, selando o local devagar. — No seu quarto - beijei outra vez. — Ninguém podia ouvir, estávamos com tanta vontade, não podíamos balançar muito a cama - rimos juntos, levei minhas mãos a sua cintura, apertando com força - você estava mais magrinho, não tinha esse corpo - deslizei minha palma por toda a lateral de seu corpo, vendo-o se remexer e arrepiar.

— Minha bunda cresceu desde aquele tempo – soltou sorrindo, mexendo a cintura, fazendo com que nossos quadris ficassem colados.

— Vai ser melhor ainda de fazer devagarinho agora - provoquei olhando em seus olhos, os olhos negros e grandes como amêndoas que me fazia refém de todas as suas vontades.

O puxei para um beijo, sendo retribuído de forma rápida pelos lábios alheios, que logo Jeongguk fez questão de envolver sua língua quente. O garoto sempre gostou de beijos com língua, sempre gostou de enrolar seu músculo quente no meu. E eu não perdia tempo em tentar satisfazê-lo, a suguei com vontade, sentindo o corpo abaixo de mim se remexer devagar, Jeongguk sempre se excitava facilmente, bastavam alguns beijos mais intensos que compartilhamos para que ele já tivesse uma ereção se formando no meio de suas pernas.

Era muito sensível a toques.

Separei nossos lábios depois de algum tempo pela falta de ar que se fez presente.

— Vem, vamos realizar seus desejos, senhor aniversariante - comentei sorrindo ao me afastar um pouquinho mais, testemunhando um grande sorriso feliz enfeitar a face um tanto infantil que ele ainda possuía.

— Vamos – mordeu os próprios lábios e sorriu antes de me dar outro beijo.

Ergui meu corpo e o do mais novo junto, meu joelho deu uma leve tremida, mas sorrindo, o consegui levar até o banheiro para realizar os pedidos do garoto mais importante da minha vida que não parava de se remexer nos meus braços, ansioso demais, enquanto me enchia de beijos molhados e desejosos.

Infelizmente, aquele foi o último aniversário de Jeongguk que eu passei com ele.

Alguns meses depois o ruivo me deixou no dia seguinte após eu descobrir um tumor.

 

O câncer que eu tive no rim doeu, doeu pra caralho. Mas não doeu mais do que a dor que Jeongguk deixou no meu coração.


Notas Finais


Se você chegou até aqui, obrigada <3


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